O uso de biopesticidas tem ganhado destaque na agricultura brasileira, especialmente em sistemas que buscam maior eficiência biológica e estabilidade produtiva. Nesse contexto, fungos do gênero Trichoderma se destacam pela capacidade de atuar simultaneamente na supressão de patógenos, no estímulo ao crescimento vegetal e na proteção das plantas contra estresses bióticos e abióticos, contribuindo para sistemas produtivos mais equilibrados e resilientes.
Entre as espécies, Trichoderma harzianum é uma das mais estudadas e utilizadas na agricultura. Sua atuação envolve múltiplos mecanismos, o que o torna uma ferramenta relevante dentro de programas de manejo integrado de doenças e construção de sistemas mais resilientes.
Neste artigo, apresentamos de forma técnica e aplicada o papel de Trichoderma harzianum na agricultura, abordando suas características, mecanismos de ação, principais alvos, formas de aplicação e sua integração no manejo agrícola.
O que é Trichoderma harzianum?
O Trichoderma harzianum é um fungo filamentoso benéfico de ocorrência natural no solo, especialmente em ambientes ricos em matéria orgânica (como áreas agrícolas, florestas e resíduos vegetais em decomposição).
Ele se estabelece preferencialmente na rizosfera (zona ligada às raízes) e pode atuar como endófito nas camadas externas do sistema radicular.
Com crescimento rápido, alta produção de esporos e forte capacidade de colonização, T. harzianum compete eficientemente por espaço e nutrientes, produz enzimas e metabólitos bioativos e interage diretamente com plantas e outros microrganismos.
Na prática, essas características explicam seu papel estratégico em dois grandes efeitos agronômicos: a supressão de patógenos do solo (fungos, oomicetos e alguns nematoides) e a promoção do crescimento vegetal.
O gênero Trichoderma reúne várias espécies úteis para a agricultura (ex.: T. asperellum, T. viride, T. atroviride), mas T. harzianum é uma das mais estudadas por sua versatilidade.
Na prática, é aplicado em culturas como soja, milho, tomate, feijão, cana-de-açúcar e hortaliças e compõem estratégias de manejo integrado que visam produtividade e sustentabilidade.
Características do gênero Trichoderma
O gênero Trichoderma pertence ao filo Ascomycota, família Hypocreaceae, e inclui fungos amplamente distribuídos em diferentes ambientes, com destaque para solos agrícolas e matéria orgânica em decomposição.
Do ponto de vista prático, algumas características explicam sua eficiência no campo:
- crescimento rápido e agressivo,
- intensa produção de esporos, que resultam na coloração verde.
- Elevada capacidade de colonização da rizosfera
- Grande plasticidade ecológica
Morfologicamente, forma colônias com um centro denso de esporulação verde, de formato típico circular, podendo formar anéis concêntricos sobre um micélio de aspecto cotonoso (Figura 1).

As estruturas reprodutivas incluem conidióforos altamente ramificados, com organização piramidal ao longo do eixo principal. As extremidades formam fiálides em formato de garrafa, responsáveis pela produção de conídios. Os conídios são geralmente lisos, esféricos e agrupados em cadeias ou aglomerados (Figura 1).
Além das características morfológicas, o gênero apresenta grande diversidade genética, incluindo espécies próximas e complexos de espécies (como o complexo T. harzianum), evidenciando a complexidade taxonômica e a importância de abordagens moleculares para sua correta identificação.
Para que serve o Trichoderma harzianum na agricultura?
O Trichoderma harzianum atua em diferentes frentes dentro do sistema produtivo. Sua eficiência está associada à combinação de mecanismos, e não a um único modo de ação.
Trichoderma como agente de controle biológico de patógenos de solo
O Trichoderma harzianum é amplamente utilizado como agente de controle biológico no manejo de doenças de plantas, atuando na redução de diversos patógenos de solo, como:
- Sclerotinia sclerotiorum,
- Rhizoctonia solani,
- Macrophomina phaseolina,
- Fusarium solani;
- Thielaviopsis paradoxa;
Além de apresentar efeitos sobre nematoides como Pratylenchus zeae e Meloidogyne javanica.
Mecanismo de ação do Trichoderma harzianum
A eficiência do Trichoderma está associada a diferentes mecanismos de ação, incluindo micoparasitismo, antibiose e competição por espaço e nutrientes, como veremos a seguir.
Micoparasitismo: ataque direto ao patógeno
O micoparasitismo é a “ofensiva direta” do T. harzianum contra fungos fitopatogênicos.
O processo começa com o reconhecimento químico do inimigo: Trichoderma detecta fragmentos da parede celular (por exemplo, oligoquitinas) e cresce quimiotropicamente em direção ao alvo.
Ao tocar o patógeno, suas hifas aderem, enrolam-se (coiling) e formam estruturas especializadas para penetrar. Em seguida, o fungo secreta enzimas hidrolíticas (como quitinases, glucanases e outras) que degradam a parede celular, promovendo poros, colapso do protoplasma e morte da hifa.
Após a degradação, T. harzianum aproveita os componentes do hospedeiro como fonte de nutrientes, completando a colonização. Esse mecanismo é descrito em interações com Sclerotinia sclerotiorum, Fusarium spp., Botrytis cinerea e espécies de oomicetos, e reduz de forma direta o inóculo presente no solo, sendo uma ferramenta importante para manejo integrado.
Antibiose: ação indireta contrapatógenos
Antibiose é a ação indireta baseada na produção de metabólitos secundários com atividade antimicrobiana.
Trichoderma harzianum sintetiza uma grande variedade de compostos (ex. peptaibóis, poliquetídeos, pironas, terpenos e voláteis) que inibem a germinação de esporos, deformam hifas e interrompem o crescimento micelial dos patógenos mesmo sem contato físico. Alguns desses metabólitos são voláteis, o que permite efeito “à distância” na rizosfera ou no microambiente foliar.
Na prática, a antibiose complementa o micoparasitismo e a competição, diminuindo a pressão de inóculo e ajudando a suprimir doenças em estágios iniciais ou latentes. Esse mecanismo é especialmente útil quando o patógeno está disperso ou quando se busca efeito preventivo em sistemas agrícolas.
Competição: ocupação do nicho ecológico
A competição é um dos principais mecanismos de ação do Trichoderma harzianum no controle biológico. Nesse processo, o fungo benéfico disputa com os patógenos recursos essenciais como espaço, nutrientes e oxigênio na rizosfera.
Graças ao seu crescimento rápido, alta capacidade de colonização e elevada produção de esporos, o Trichoderma se estabelece rapidamente nas raízes, formando uma barreira física que dificulta o contato de fungos fitopatogênicos com a planta.
Ao mesmo tempo, atua como um competidor altamente eficiente por nutrientes, absorvendo rapidamente elementos essenciais e reduzindo sua disponibilidade para os patógenos.
Além disso, a produção de compostos como sideróforos intensifica essa competição, limitando o acesso de outros microrganismos a nutrientes importantes, como o ferro. Como resultado, os patógenos apresentam crescimento reduzido, menor capacidade de infecção e baixa sobrevivência no solo.
De forma prática, o Trichoderma harzianum domina o ambiente radicular antes dos patógenos, promovendo a chamada exclusão competitiva, na qual o patógeno não consegue se estabelecer ou causar danos à planta.
Trichoderma harzianum na indução de resistência em plantas
A indução de resistência é um dos principais mecanismos pelos quais o Trichoderma harzianum protege as plantas contra estresses bióticos e abióticos. Esse processo ocorre quando a planta, ao interagir com o microrganismo, ativa seu próprio sistema de defesa, tornando-se mais preparada para responder a patógenos e condições adversas.
Quando coloniza as raízes, T. harzianum promove uma série de alterações fisiológicas e metabólicas na planta, incluindo a produção de metabólitos secundários que atuam como elicitores (moléculas sinalizadoras capazes de ativar respostas de defesa).
Atualmente, já foram identificados mais de 20 tipos de elicitores produzidos por Trichoderma, como peptídeos, lipopeptídeos, enzimas, flavonoides e compostos fenólicos.
Esses compostos são reconhecidos pelas plantas como padrões moleculares associados a microrganismos (MAMPs), desencadeando a ativação do sistema imune vegetal. Esse reconhecimento leva à indução da imunidade desencadeada por microrganismos (MTI) e à resistência sistêmica induzida (ISR), ampliando a proteção da planta de forma generalizada.
Além disso, a interação com Trichoderma estimula a produção de enzimas relacionadas à defesa, como fenilalanina amônia-liase (PAL), polifenoloxidase (PPO) e peroxidase (POD), que estão diretamente envolvidas na síntese de compostos fenólicos e no fortalecimento da parede celular. Esse conjunto de respostas dificulta a penetração e o desenvolvimento de patógenos.
Outro ponto central é a ativação de vias hormonais de defesa. O T. harzianum modula a sinalização de hormônios como ácido salicílico (SA), ácido jasmônico (JA) e etileno (ET), que atuam de forma integrada na regulação da resistência vegetal. Enquanto o SA está associado à resistência sistêmica adquirida (SAR), JA e ET regulam a resistência sistêmica induzida (ISR), permitindo respostas mais eficientes contra diferentes tipos de ameaças.
Além dos compostos solúveis, Trichoderma também produz metabólitos voláteis que atuam como sinais de defesa à distância. Esses compostos podem induzir a expressão de genes relacionados à resistência, como o fator de transcrição MYB72, ampliando a capacidade da planta de responder a ataques.
Estudos demonstram que plantas tratadas com T. harzianum apresentam aumento na expressão de genes de defesa e maior produção de espécies reativas de oxigênio (ROS), que atuam como sinais importantes na ativação da resposta imune. Em tomate, por exemplo, a inoculação com Trichoderma resultou em aumento significativo na resistência a nematoides-das-galhas (M. incognita), além da ativação de múltiplas vias de defesa.
Trichoderma harzianum na promoção do crescimento vegetal
Trichoderma harzianum é um bioestimulante da rizosfera capaz de aumentar vigor, rendimento e resistência das plantas. Atuando diretamente ao redor das raízes, o fungo melhora o desenvolvimento radicular (maior comprimento, ramificação lateral e área de absorção), o que amplia a captura de água e nutrientes, especialmente N, P, K, Ca e Mg. Este fungo solubiliza nutrientes no solo por meio da produção de ácidos orgânicos e enzimas, tornando fósforo e potássio mais disponíveis.
Paralelamente, regula fitohormônios: estimula auxinas (IAA), giberelinas e citocininas para promover alongamento celular e diferenciação, e reduz o etileno via ACC-deaminase, aliviando efeitos inibitórios do estresse. Esses ajustes hormonais, junto com a ativação do sistema antioxidante (redução de danos por ROS) e a manutenção do equilíbrio iônico, aumentam a tolerância das plantas a seca, salinidade e outras adversidades abióticas.
No solo, T. harzianum melhora a estrutura e a microbiota, decompõe matéria orgânica e favorece comunidades benéficas, criando uma rizosfera mais fértil e estável. Na prática, esses mecanismos integrados resultam em maior biomassa, mais flores e frutos maiores, além de aumento no rendimento final.

Como aplicar Trichoderma harzianum corretamente?
A eficiência do Trichoderma harzianum no campo depende diretamente da forma e do momento de aplicação. Como se trata de um microrganismo vivo, o objetivo é favorecer sua colonização precoce na rizosfera, garantindo melhor interação com a planta e maior efeito no controle de patógenos.
De forma geral, aplicações antecipadas, antes ou no início do desenvolvimento da cultura, tendem a apresentar melhores resultados.
Principais formas de aplicação
O Trichoderma harzianum pode ser aplicado de diferentes formas, dependendo da cultura e do sistema de produção. As principais incluem:
- Tratamento de sementes: método mais utilizado, favorece a colonização inicial da raiz
- Aplicação no solo (sulco ou a lanço): comum em culturas extensivas
- Tratamento de mudas ou imersão de raízes: muito usado em hortaliças
- Via irrigação (fertirrigação): permite distribuição uniforme no solo
- Pulverização foliar
- Mistura com compostos orgânicos ou fertilizantes: melhora a sobrevivência e estabelecimento
Na prática, tratamento de sementes, aplicação no solo e tratamento de raízes favorecem o estabelecimento inicial do microrganismo.
Momento ideal de aplicação
O momento de aplicação é um dos fatores mais críticos para o sucesso do Trichoderma.
O ideal é que o fungo esteja presente desde o início do desenvolvimento da planta, atuando na proteção radicular e na promoção do crescimento. Diante disso os mais recomendados:
- Pré-semeadura (tratamento de sementes)
- Plantio ou transplantio
- Fase inicial do sistema radicular
Em culturas hortícolas, aplicações ao longo do ciclo podem ser vantajosas. Por outro lado, em culturas de grãos, uma aplicação inicial bem-posicionada tem efeitos positivos.
Compatibilidade de Trichoderma com defensivos químicos
O uso de Trichoderma harzianum em conjunto com defensivos agrícolas é uma prática cada vez mais comum. No entanto, a compatibilidade entre bioinsumos e produtos químicos deve ser cuidadosamente avaliada, especialmente no tratamento de sementes.
Com a expansão dos bioinsumos na agricultura, alguns estudos têm investigado a interação entre microrganismos benéficos e defensivos, tanto em aplicações via solo quanto via sementes. Ainda assim, as informações sobre compatibilidade, são limitadas e variam conforme o princípio ativo do fungicida e a espécie de Trichoderma utilizada.
Em estudos in vitro realizados por Branco et al. (2025) demonstram que alguns fungicidas podem atuar de forma antagônica ao desenvolvimento de Trichoderma harzianum (Figura 3).

Nesse estudo ao avaliar o isolado IBLF 006 de T. harzianum em sementes de soja tratadas com fungicidas, os autores observaram que determinados produtos podem inibir significativamente o crescimento micelial (Tabela 1), reduzindo a eficiência do controle biológico.
Tabela 1. Porcentagem de inibição do crescimento micelial de Trichoderma harzianum em placas incubadas por sete dias com sementes de soja tratadas com diferentes fungicidas utilizados no tratamento de sementes
| Tratamento | Inibição do crescimento micelial (%) |
| Controle | 0,00 d* |
| Metalaxil-M + tiabendazol + fludioxonil | 73,45 a |
| Metalaxil-M + fludioxonil | 54,24 b |
| Fludioxonil + metalaxil-M | 54,63 b |
| Piraclostrobina + tiofanato metílico + fipronil | 20,44 c |
| Difenoconazol | 15,43 cd |
| Tiofanato metílico + fluazinam | 28,28 c |
| CV | 28,4 |
Esses dados indicam que alguns fungicidas podem comprometer diretamente o estabelecimento do Trichoderma, mesmo sem contato direto com o microrganismo.
A incompatibilidade entre fungicidas e Trichoderma pode reduzir ou até anular os benefícios do bioinsumo. Por isso, a compatibilidade deve ser avaliada caso a caso, e o efeito varia conforme o princípio ativo e a cepa do fungo.
Compatibilidade geral: o que considerar
De forma geral:
- Pode apresentar compatibilidade com alguns inseticidas e produtos biológicos
- Pode ser sensível a fungicidas principalmente de amplo espectro
- Misturas devem ser avaliadas caso a caso
Além disso, há evidências de que o uso combinado de Trichoderma spp. com outros microrganismos benéficos ou extratos vegetais pode potencializar os efeitos no controle de pragas e doenças.
Manejo estratégico: o segredo está na integração
A aplicação de Trichoderma harzianum deve ser vista como parte de uma estratégia integrada. Fatores como tipo de solo, cultura, clima, dose e qualidade do produto influenciam diretamente os resultados.
Quando bem aplicado, o Trichoderma spp. contribui para:
- maior desenvolvimento radicular
- aumento da tolerância a estresses
- redução da incidência de doenças
- melhoria da produtividade
Considerações Finais
O Trichoderma harzianum vem se consolidando como uma ferramenta cada vez mais importante no manejo agrícola moderno. Isso porque sua atuação vai além do controle biológico de patógenos: ele também favorece o crescimento das plantas, melhora o aproveitamento de nutrientes, estimula mecanismos de defesa e contribui para maior tolerância a estresses.
No entanto, para que esses benefícios se expressem no campo, o uso do produto precisa ser estratégico. Forma de aplicação, momento de uso, qualidade da formulação e compatibilidade com defensivos são fatores que fazem diferença no resultado.
Em um cenário de agricultura cada vez mais voltada à eficiência e à sustentabilidade, Trichoderma harzianum se destaca como um bioinsumo versátil, técnico e promissor, capaz de integrar produtividade, sanidade vegetal e manejo mais equilibrado do sistema de cultivo.
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Referências
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Tyśkiewicz, R., Nowak, A., Ozimek, E., & Jaroszuk-Ściseł, J. (2022). Trichoderma: The current status of its application in agriculture for the biocontrol of fungal phytopathogens and stimulation of plant growth. International Journal of Molecular Sciences, 23(4), 2329. https://doi.org/10.3390/ijms23042329
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Yao, X., Guo, H., Zhang, K., Zhao, M., Ruan, J., & Chen, J. (2023). Trichoderma and its role in biological control of plant fungal and nematode disease. Frontiers in Microbiology, 14, Article 1160551. DOI: https://doi.org/10.3389/fmicb.2023.1160551
Sobre a autora:

Jéssica Maria Israel de Jesus
Doutora em Fitopatologia (Esalq/USP)
- Mestra em Agronomia - Fitossanidade (UFG)
- Especialista em Agronegócios (Esalq/USP)
- Engenheira Agrônoma (IF Goiano/Campus Ceres)
Como citar este artigo:
JESUS, J.M.I. Trichoderma harzianum: o que é, como funciona e como aplicar corretamente no manejo agrícola. Blog Agroadvance. Publicado: 20 Abr. 2026. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-trichoderma-harzianum/ . Acesso: 26 abr. 2026



