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Controle biológico: como usar inimigos naturais para combater pragas e doenças

Entenda o que é controle biológico: método natural e sustentável para combater pragas e doenças agrícolas usando inimigos naturais.
  • Publicado em 03/11/2025
  • Ana Rita Nunes Lemes
  • Bioinsumos
  • Publicado em 03/11/2025
  • Ana Rita Nunes Lemes
  • Bioinsumos
  • Atualizado em 30/10/2025
controle biológica joaninha predando pulgão
Sumário

Por décadas, os defensivos agrícolas dominaram o manejo agrícola. No entanto, os impactos negativos associados ao seu uso, como o surgimento de pragas resistentes, a contaminação do meio ambiente e os riscos à saúde humana, evidenciam a necessidade de alternativas mais sustentáveis.

É nesse contexto que o controle biológico ganha relevância, oferecendo uma alternativa eficiente, sustentável e cada vez mais valorizada no campo. Mas afinal, o que é o controle biológico?

Trata-se de uma técnica de manejo que utiliza organismos vivos, como insetos, fungos, bactérias ou vírus, para controlar populações de pragas e doenças nas plantações, buscando restabelecer o equilíbrio natural dos ecossistemas.

Neste artigo, abordaremos os fundamentos do controle biológico, os tipos existentes, suas vantagens, os principais agentes utilizados, casos de sucesso no Brasil e no mundo, bem como o que esperar do futuro dessa prática que está transformando a agricultura.

O que é Controle Biológico?

O controle biológico tem uma história milenar, com registros das primeiras práticas na China antiga, por volta de 300 a.C., quando formigas eram utilizadas para combater pragas em pomares de citros.

Essa prática consiste no uso de organismos vivos para controlar pragas e doenças, e sua eficácia depende de fatores como monitoramento adequado, planejamento e aplicação correta. Por isso, esses elementos são essenciais para o sucesso da estratégia.

Entre as principais vantagens do controle biológico estão:

  • redução do uso de produtos químicos;
  • menor impacto ambiental;
  • segurança para o agricultor e consumidor final;
  • preservação da biodiversidade; e
  • sustentabilidade no manejo agrícola a longo prazo.

Alguns exemplos de aplicação incluem:

  • Insetos Predadores, como joaninhas no controle de pulgões e cochonilhas (assista ao vídeo sobre controle biológico)
  • Parasitoides, como Cotesia flavipes, eficiente no combate à broca-da-cana-de-açúcar.
  • Agentes microbianos, como Bacillus thuringiensis, uma bactéria eficaz no controle de lagartas.
  • Fungos entomopatogênicos, como Metarhizium anisopliae e Beauveria bassiana, amplamente utilizados como agentes biológicos no controle de diferentes insetos-praga em sistemas agrícolas.
  • Fungos como Trichoderma spp. que é amplamente empregado no controle de patógenos como Rhizoctonia solani, Fusarium spp. e Pythium spp., responsáveis por doenças como podridão radicular e tombamento de mudas.

O método de controle biológico vem ganhando destaque na agricultura moderna por ser uma ferramenta eficaz, segura e compatível com os princípios da agroecologia e do Manejo Integrado de Pragas (MIP). Seu uso contribui para sistemas agrícolas mais equilibrados, produtivos e sustentáveis.

Tipos de Agentes Biológicos no Controle de Pragas

Os organismos vivos que são aplicados para controlar as espécies pragas, são os seus inimigos naturais, os quais são denominados de agentes de controle biológico.

Esses agentes podem ser classificados em dois grandes grupos: microrganismos e agentes macrobiológicos. Cada um atua de maneira distinta no combate às pragas, mas todos desempenham um papel importante no equilíbrio ecológico.

Microrganismos

Os microrganismos empregados no controle biológico são patógenos naturais que causam doenças específicas nas pragas, levando-as à morte. Os principais grupos utilizados incluem:

  • Fungos entomopatogênicos: afetam principalmente insetos e ácaros. Seus esporos penetram no corpo da praga, onde se desenvolvem internamente, provocando sua morte.
  • Bactérias: produzem toxinas que afetam o sistema digestivo das pragas, levando à sua morte após ingestão.
  • Vírus: são altamente específicos e geralmente letais para a praga-alvo, atuando dentro das células do inseto.

Agentes Macrobiológicos

Os agentes macrobiológicos são organismos maiores, visíveis a olho nu, que atacam, parasitam ou predam diretamente as pragas.

  • Insetos predadores: se alimentam de várias pragas ao longo de sua vida, ajudando a reduzir suas populações.
  • Insetos parasitoides: depositam seus ovos sobre ou dentro da praga. As larvas se desenvolvem alimentando-se do hospedeiro, que morre no processo.
  • Ácaros predadores: atuam principalmente no controle de outros ácaros fitófagos e pequenos insetos.
  • Nematóides entomopatogênicos: são vermes microscópicos que penetram no corpo das pragas do solo e liberam bactérias simbióticas, causando infecção letal.

Além desses, outros agentes biológicos e substâncias naturais, como feromônios, também são utilizados em estratégias de controle biológico (Figura 1), ampliando as possibilidades de manejo integrado de pragas.

Classificação dos produtos biológicos de controle. bioinsumo
Figura 1. Classificação dos produtos biológicos de controle. Fonte: CropLife.

Assim sendo, a diversidade de agentes biológicos disponíveis permite um manejo eficaz e adaptado a diferentes culturas e tipos de praga. A escolha entre microrganismos e agentes macrobiológicos depende do tipo de praga, das condições ambientais e da estratégia de manejo adotada.

Controle Biológico de Pragas: como funciona na prática?

O controle biológico baseia-se no uso de inimigos naturais — como predadores, parasitoides e patógenos — para manter o equilíbrio ecológico e proteger as culturas agrícolas de forma sustentável.

Para garantir sua eficácia, é importante seguir uma sequência de etapas:

  1. Identificação da praga
    Antes de qualquer ação, é preciso identificar corretamente qual praga está atacando a planta. Isso ajuda a escolher o inimigo natural mais eficaz para o controle.
  2. Seleção do agente de controle biológico
    Existem três tipos principais de inimigos naturais usados:
    • Predadores: alimentam-se diretamente das pragas (ex: joaninhas que comem pulgões).
    • Parasitoides: depositam seus ovos sobre ou dentro da praga, levando-a à morte (ex: vespas do gênero Trichogramma).
    • Patógenos: microrganismos como fungos, vírus ou bactérias que causam doenças nas pragas (ex: Bacillus thuringiensis).
  3. Produção ou multiplicação
    Os organismos de controle biológico podem ser criados em laboratórios ou biofábricas.
  4. Liberação no campo
    A liberação dos inimigos naturais pode ser feita de diferentes formas:
    • Inoculativa: pequenas quantidades são liberadas para que se multipliquem naturalmente.
    • Inundativa: grandes quantidades são liberadas para controle imediato da praga.
    • Conservativa: ações para preservar os inimigos naturais que já existem no ambiente.
  5. Monitoramento
    Após a liberação, é importante acompanhar os resultados no campo, verificando a redução das pragas e a adaptação dos organismos benéficos ao ambiente.

Esse processo integrado torna o controle biológico uma ferramenta valiosa dentro do MIP, contribuindo para uma agricultura mais sustentável, segura e eficiente.

Tipos de implementação do controle biológico

A escolha do tipo de implementação depende das características da praga, da cultura e dos objetivos do produtor. Em muitos casos, o ideal é combinar diferentes estratégias, integrando o controle biológico ao MIP, promovendo resultados mais duradouros, eficientes e ambientalmente responsáveis.

O controle biológico ocorre naturalmente em qualquer ecossistema sem a necessidade da ação humana. Por sua vez, o homem pode interferir, manipular e facilitar a ação do agente de controle biológico.

No campo, o controle biológico pode ser aplicado por meio de três estratégias principais:

1. Controle Biológico Clássico

Também conhecido por controle biológico introdutório, consiste na introdução de inimigos naturais exóticos (não nativos) em áreas onde uma praga foi introduzida e não possui predadores naturais.

Um exemplo histórico é o uso da joaninha Rodolia cardinalis para controlar a cochonilha australiana em plantações de citros.

2. Controle Biológico Aumentativo

Essa forma de controle biológico envolve a criação massal de inimigos naturais em laboratório e sua liberação intencional no campo, em quantidades maiores do que encontradas naturalmente, para reforçar o controle das pragas.

Existem duas subcategorias:

  • Inoculativo: pequenas quantidades são liberadas para que o inimigo natural se multiplique e atue ao longo do tempo.
  • Inundativo: grandes quantidades são liberadas com o objetivo de controle imediato da praga, como se fosse um “inseticida biológico”.

Um exemplo clássico é a liberação do parasitoide Trichogramma spp. para controle de ovos de lagartas em culturas como milho, algodão e cana-de-açúcar.

3. Controle Biológico Conservativo

Foca na preservação e estímulo dos inimigos naturais já presentes no ambiente, criando condições favoráveis para que eles se reproduzam e atuem com mais eficiência, como o uso de plantas atrativas ou a redução do uso de defensivos químicos.

Como exemplo deste tipo de controle podemos citar: hortaliças, a manutenção de plantas floríferas próximas à cultura principal pode atrair e manter predadores e parasitoides, como crisopídeos e vespas parasíticas.

Cada abordagem possui aplicações específicas, que variam conforme o tipo de cultura, as condições ambientais e o alvo biológico a ser controlado. A figura 2 ilustra esses três principais tipos de controle biológico.

tipos de controle biológico
Figura 2. Tipo de controle biológico. Fonte: CABI.

Controle biológico no Brasil

O controle biológico no Brasil tem conquistado cada vez mais relevância, consolidando um histórico de sucesso e impulsionando um mercado de bioinsumos em rápida expansão. O país destaca-se globalmente como um dos líderes na adoção dessa técnica sustentável.

De acordo com Joop van Lenteren, a área agrícola brasileira que utiliza agentes de biocontrole cresceu significativamente, passando de 22 milhões para mais de 56 milhões de hectares entre 2018 e 2024.

A prática do controle biológico no Brasil remonta ao século XX, porém sua importância aumentou consideravelmente a partir da década de 1970, especialmente com a criação do Programa Nacional de Controle Biológico, coordenado por instituições como a Embrapa.

O primeiro caso de utilização de controle biológico no país aconteceu por volta de 100 anos atrás, quando foi importado dos EUA um parasitoide, o Encarsia berlesei.

Um dos primeiros marcos foi a introdução do parasitoide Cotesia flavipes para o controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), inseto-praga que causava grandes prejuízos na cultura da cana-de-açúcar.

Desde então, o controle biológico tem sido expandido para diversas culturas, acompanhando o crescimento da agricultura brasileira. O país acumula vários casos de sucesso nesta área, conforme exemplificado na Tabela 1.

O mercado de bioinsumos registrou um crescimento de 15% na safra 2023/24 em comparação com a safra anterior, atingindo um faturamento de R$ 5 bilhões.

A área cultivada com agentes de biocontrole aumentou expressivamente, passando de 35 milhões de hectares na safra 2021/22 para 58 milhões em 2023/24 — um crescimento de cerca de 30% em cinco anos.

Tabela 1. Controle Biológico: exemplos práticos em diferentes culturas.

CulturaPraga-alvoAgente biológicoTipo de controle
Cana-de-açúcarBroca-da-cana (Diatraea saccharalis)Cotesia flavipesClássico / Aumentativo
SojaLagarta-da-sojaVírus NPV (Anticarsia gemmatalis)Aumentativo
MilhoLagarta-do-cartuchoTrichogramma pretiosumAumentativo / Preventivo
Tomate/HortaliçasMosca-branca, ácaros, tripesBeauveria bassiana, ácaros predadoresAumentativo / Conservativo
AlgodãoHelicoverpa, lagartasBacillus thuringiensis (Bt)Aumentativo / Pulverização
CaféBicho-mineiro (Leucoptera coffeella)Mymaridae (vespas parasitoides)Conservativo / Clássico

Esse avanço tem sido impulsionado por investimentos de empresas privadas, cooperativas e startups na implantação de biofábricas, voltadas tanto à produção comercial quanto à fabricação on farm, realizada diretamente pelos próprios agricultores.

Diante desse cenário positivo, a pesquisa em controle biológico representa uma oportunidade de inovação e competitividade na agricultura brasileira, contribuindo para as perspectivas ambientais e para o uso sustentável.

Controle biológico no mundo

O uso documentado de controle biológico remonta ao século IV, na China, onde agricultores já utilizavam formigas predadoras para proteger plantações de citros contra pragas.

No entanto, o primeiro caso moderno amplamente reconhecido ocorreu em 1888, quando a joaninha australiana Rodolia cardinalis foi introduzida na Califórnia, nos Estados Unidos, para combater a cochonilha-rosada (Icerya purchasi), que estava causando grandes prejuízos às lavouras de citros.

Hoje, o controle biológico é adotado em diversos países e continentes, adaptado a diferentes tipos de agricultura, desde sistemas extensivos de grande escala até hortas urbanas e produções orgânicas. Seu uso está inserido em políticas de sustentabilidade, segurança alimentar e saúde pública.

A expectativa é de que o mercado global de bioinsumos cresça, em média, 13% ao ano até 2027, atingindo um valor estimado de US$ 20 bilhões — o que representa um aumento superior a 40% em relação ao valor total de mercado projetado para 2024.

Em 2024, a América Latina e o Caribe concentraram a maior área do mundo sob manejo com controle biológico, totalizando mais de 62 milhões de hectares tratados (Figura 3). Esse avanço nas últimas três décadas tem sido impulsionado por uma combinação de fatores.

Entre eles, destacam-se as mudanças nos processos regulatórios, especialmente a simplificação e aceleração da aprovação de produtos biológicos. No Brasil, por exemplo, o tempo médio de liberação desses produtos é de cerca de dois anos, enquanto na Europa pode ultrapassar dez anos.

Área sob manejo com controle biológico
Figura 3. Área sob manejo com controle biológico. Fonte: Revista Cultivar.

Vantagens e desvantagens do controle biológico

Ao contrário dos métodos convencionais baseados no uso intensivo de produtos químicos, o controle biológico oferece uma série de vantagens agronômicas, econômicas, ambientais e sociais, tornando-se uma alternativa cada vez mais valorizada na agricultura moderna.

Dentre as vantagens podemos citar:

  1. Sustentabilidade ambiental: não contamina o solo, a água nem o ar; preserva a biodiversidade, incluindo polinizadores e inimigos naturais não-alvo, bem como reduz a resistência das pragas, ao contrário dos produtos químicos que, com o tempo, selecionam indivíduos resistentes.
  2. Redução de custos a longo prazo: embora a adoção inicial possa demandar investimentos, o controle biológico tende a se pagar com o tempo.
  3. Segurança para o produtor e o trabalhador rural: os agentes biológicos reduzem o risco de intoxicação e problemas de saúde relacionados ao uso de produtos químicos e facilitam o manejo no campo, sem necessidade de reentrada demorada nas áreas tratadas.
  4. Segurança alimentar e qualidade dos alimentos: produtos cultivados com controle biológico têm menos resíduos químicos.
  5. Integração com outras práticas agrícolas: o controle biológico pode ser facilmente integrado ao MIP, otimizando os resultados no campo.

Quanto às desvantagens, a implementação do controle biológico é mais complexa, uma vez que exige conhecimento técnico, além de planejamento e gerenciamento intensivos. 

Ou seja, sua implementação é desafiadora, principalmente quanto à transposição de barreiras culturais, como a tradição de “matar” e não de “criar” ou “preservar” os organismos benéficos. Ao contrário do controle químico, a ação é mais lenta e sua especificidade é um entrave para culturas com muitas pragas.  

Além disso, os agentes de controle biológico sofrem forte influência negativa de fatores abióticos (temperatura, umidade, luminosidade, radiação, etc.) e da elevada carga de produtos fitossanitários (principalmente inseticidas) utilizados na agricultura.

Futuro do Controle Biológico

O futuro do controle biológico na agricultura é promissor, impulsionado por tecnologia, sustentabilidade e a necessidade de reduzir o uso de produtos químicos. 

Espera-se uma maior integração entre métodos naturais e tecnológicos, com o desenvolvimento de novas soluções por meio da biotecnologia e inteligência artificial.

A biotecnologia, incluindo a biologia sintética e a nanotecnologia, abrirá novas fronteiras para o desenvolvimento de agentes de controle biológico mais eficazes e específicos, além de produtos para otimizar a saúde do solo e das plantas. 

Além disso, espera-se um aumento significativo no investimento em pesquisas, infraestrutura e capacitação de produtores, tornando o uso desses agentes mais acessível, seguro e estratégico.

—

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Referências

AGROFY NEWS. Mercado de bioinsumos no Brasil registra alta de 15% na safra 2023/24. 2024. Disponível em: https://news.agrofy.com.br/noticia/204883/mercado-bioinsumos-no-brasil-registra-alta-15-na-safra-202324/. Acesso: 08 Out 2025.

BUENO, S. R. da C. Agentes biológicos no manejo de grandes culturas: uma revisão. 2024. 23p. Trabalho de conclusão de curso, Curso de Graduação em Agronomia, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Campus Frederico Westphalen. 2024.

CROPLIFE. Adoção de bioinsumos cresceu 13% na safra 2024/2025. 2025. Disponível em: https://croplifebrasil.org/adocao-de-bioinsumos-cresceu-13-na-safra-2024-2025/. Acesso: 15 Out 2025.

 CROPLIFE. Mercado de bioinsumos cresceu 15% na safra 2023/2024. 2024. Disponível em: https://croplifebrasil.org/mercado-de-bioinsumos-cresceu-15-na-safra-2023-2024/. Acesso: 05 Out 2025.

DRONEFY. História do controle biológico. 2023. Disponível em: https://dronefy.com.br/historia-do-controle-biologico/. Acesso: 08 Out 2025.

PARRA, J. R. P.; PINTO, A. de S.; NAVA, D. E.; OLIVEIRA, R. C. de; DINIZ, A. J. F. Controle Biológico com parasitoides e predadores na agricultura brasileira. Piracicaba: FEALQ, 2023. 

 PODER 360. Área tratada por biocontrole cresce quase 30% no Brasil. 2025. Disponível em: https://www.poder360.com.br/opiniao/area-tratada-por-biocontrole-cresce-quase-30-no-brasil/. Acesso: 18 Out 2025.

SNASH. Controle biológico: conheça a tecnologia que está mudando o agro. 2023. Disponível em: https://snash.com.br/conteudos/controle-biologico-conheca-a-tecnologia-que-esta-mudando-o-agro/~. Acesso: 12 Out 2025.

Sobre a autora:

Ana Rita Lemes

Ana Rita Nunes Lemes

Pesquisadora

  • Mestra e Doutora em Genética e Melhoramento de Plantas (UNESP/Jaboticabal)
  • Engenheira Agrônoma (UNESP/Jaboticabal)
  • anarita_lemes@yahoo.com.br
  • Perfil do Linkedin
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Como citar este artigo

LEMES, A.R.N. Controle Biológico: como usar inimigos naturais para manejar pragas e doenças. Blog Agroadvance. Publicado em: 03 Nov 2025. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-controle-biologico/. Data de acesso: 08 abr. 2026.

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