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Fungos entomopatogênicos no controle biológico de pragas: o que são, quais os principais e como utilizá-los?

Metarhizium anisopliae, Cordyceps spp. e Beauveria bassiana são fungos entomopatogênicos utilizadas para o controle biológico de pragas na agricultura. Entenda como eles agem e saiba como eles estão ganhando cada vez mais espaço na agricultura sustentável!
  • Publicado em 23/05/2025
  • Gabryele Silva Ramos
  • Bioinsumos, Fitossanitários
  • Publicado em 23/05/2025
  • Gabryele Silva Ramos
  • Bioinsumos, Fitossanitários
  • Atualizado em 23/05/2025
fungos entomopatogênicos
Sumário

Entre os agentes de controle biológico amplamente utilizados, com certeza os fungos entomopatogênicos ocupam a primeira posição! Esses microrganismos são capazes de infectar e matar insetos e ácaros com maestria, reduzindo o uso de pesticidas.

Os micoinseticidas têm sido aplicados em milhões de hectares cultivados no Brasil, nas mais diversas culturas. São aliados importantes dentro de programas de manejo integrado de pragas (MIP) devido à alta especificidade e à segurança ambiental.

Com o constante avanço tecnológico na agricultura e a crescente demanda por práticas agrícolas mais sustentáveis, os microbiológicos ganharam protagonismo.

Mas o que explica o boom de utilização desses microrganismos já naturalmente presentes nos agroecossistemas brasileiros?! Acompanhe este artigo e saiba mais sobre o que são os fungos entomopatogênicos, com atuam, quais as principais espécies utilizadas e como aplicá-los no campo!

O que são fungos entomopatogênicos?

Os fungos entomopatogênicos são fungos capazes de infectar e colonizar diversas espécies de insetos, sendo, portanto, agentes naturais de controle biológico.

Pertencem principalmente à família Clavicipitaceae, dentro do Filo Ascomycota. São causadores das chamadas epizootias — surtos de doenças que podem levar populações de insetos-praga à morte, interferindo em seu hábito alimentar e reprodutivo.

Na agricultura moderna, estão sendo cada vez mais utilizados, sendo até mesmo conhecidos por biopesticidas ou inseticidas microbianos. As principais espécies utilizadas — e estudadas — são:

  • Beauveria bassiana
  • Metarhizium anisopliae
  • Cordyceps fumosorosea.

Outras espécies que se destacam mundialmente são Pandora neoaphidis, Zoophthora radicans, Entomophaga maimaiga, Ophiocordyceps engleriana.

Confira a seguir um pouco mais sobre os isolados de fungos entomopatogênicos utilizados no controle biológico e o modo de ação destes agentes no manejo de pragas.

O que são isolados de fungos? Qual a importância no controle biológico?

Ao se constatar que uma espécie fúngica detém de potencial para ser um agente de controle biológico de insetos-praga, são necessários muito mais estudos até que o fungo seja aplicado a campo.

De forma simplificada, amostras do fungo serão coletadas, cultivadas e mantidas separadamente em laboratório para pesquisa e uso. Essas amostras recebem o nome de “isolados”. Cada isolado é uma linhagem genética única, geralmente obtida a partir da coleta de insetos infectados ou no ambiente — amostras de solo ou de plantas.

Os isolados, mesmo sendo de uma mesma espécie de fungo, podem diferir entre si em características importantes, como a capacidade de infectar determinadas espécies de insetos-praga, a produção de esporos, a velocidade de ação e a tolerância a condições ambientais.

Agora ficou fácil entender a importância da seleção dos isolados de fungos entomopatogênicos, não é?! Esse processo é fundamental para o desenvolvimento de bioinsumos mais eficazes para o controle biológico de pragas na agricultura.

Modo de ação dos fungos entomopatogênicos no controle de pragas

O modo de ação dos fungos entomopatogênicos é variável, mas geralmente está relacionado à produção de hormônios, enzimas e metabólitos diretamente envolvidos na morte de artrópodes infectados pelos esporos fúngicos.

A colonização do hospedeiro ocorre em 6 etapas bem definidas:

  1. Adesão: o esporo fúngico se adere à cutícula do artrópode;
  2. Germinação: sob condições favoráveis, o esporo então germina, emitindo estruturas especializadas para penetrar o corpo do hospedeiro — como o apressório, estrutura que atua como um ponto de ancoragem e pressão, permitindo que o fungo inicie a penetração;
  3. Penetração: o fungo penetra a cutícula do artrópode a partir de pressão mecânica e ação enzimática, invadindo a hemolinfa e outros tecidos do hospedeiro, a partir de enzimas como as quitinases, lipases e proteases;
  4. Colonização: após o rompimento das barreiras físicas, o fungo passa a colonizar o interior do hospedeiro, superando sua resposta imune e consumindo seus nutrientes;
  5. Morte do hospedeiro: com a produção de metabólitos e toxinas diversos, o fungo compromete os tecidos e órgãos do hospedeiro, deixando-o completamente rígido e levando-o à morte dentro de alguns dias;
  6. Esporulação externa: após a morte do artrópode, sob condições ideais de temperatura, umidade e oxigenação; o micélio do fungo rompe a cutícula e emerge na superfície do corpo do hospedeiro, produzindo novos esporos em grande quantidade — os quais formam uma camada visível sobre o cadáver e servirão de inóculo para futuras contaminações.

É válido salientar que a infecção pode ocorrer via oral para alguns insetos, sendo possível, também, que o fungo penetre no sistema respiratório do hospedeiro, via espiráculos.

A letalidade e virulência de um fungo entomopatogênico estão diretamente relacionadas à produção de metabólitos, por genes específicos, que possuem ação inseticida e são capazes de superar as respostas imunes do artrópode-hospedeiro (Vídeo 1).

Vídeo 1. Mecanismo de ação de fungos entomopatogênicos. Fonte: Futureco Bioscience, 2022.

O sucesso da colonização depende do estádio de desenvolvimento da praga-alvo. Em lagartas, por exemplo, a eficiência de uso de fungos entomopatogênicos é maior quando estes são administradas durante os ínstares iniciais de desenvolvimento (Figura 1).

fungos entomopatogênicos: lagarta colonizada por Metarhizium rileyi
Figura 1. Lagarta colonizada por Metarhizium rileyi. Foto: Arquivo Embrapa Soja.

Dessa forma, os fungos afetam a praga o quanto antes, interferindo no seu comportamento alimentar, reduzindo seu peso e causando esterilidade e deformidades que culminam em sua morte.

Principais fungos entomopatogênicos utilizados na agricultura

Como citado anteriormente, os principais fungos entomopatogênicos utilizados na agricultura atualmente são as espécies Beauveria bassiana, Metarhizium anisopliae e Cordyceps fumosorosea.

Beauveria bassiana

B. bassiana é um dos fungos entomopatogênicos mais estudados e utilizados ao redor do mundo. Também é conhecido como fungo branco ou muscardina, apresenta crescimento micelial com um característico aspecto de “mofo branco” pulverulento sobre o corpo de insetos hospedeiros (Figura 2).

Fungos entomopatogênicos: colônia de Beauveria bassiana
Figura 2. Colônia do fungo entomopatogênico Beauveria bassiana. Fonte: Embrapa, 2017.

É encontrado naturalmente no solo e em algumas plantas e possui uma ampla gama de hospedeiros, sendo altamente eficaz contra diversas pragas agrícolas. A lista de hospedeiros de B. bassiana é bem extensa, sendo um agente de controle bastante utilizado para o manejo de:

  • mosca-branca (Bemisia tabaci);
  • broca-do-café (Hypothenemus hampei);
  • tripes-do-fumo (Thrips tabaci);
  • gorgulho-do-eucalipto (Gonipterus scutellatus);
  • ácaro-rajado (Tetranychus urticae);
  • gorgulho-da-cana-de-açúcar (Sphenophorus levis);
  • cigarrinha-das-pastagens (Zulia entreriana);
  • percevejo-marrom-da-soja (Euschistus heros);
  • espécies de moscas-das-frutas (Ceratitis capitata e Anastrepha sp.);
  • lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella);
  • entre outras pragas.

Metarhizium anisopliae

O Metarhizium anisopliae também detém de expressiva importância agrícola, controlando pragas como percevejos, cigarrinhas e formigas cortadeiras (Figura 3).

Fungos entomopatogênicos: Percevejo colonizado por Metarhizium anisopliae
Figura 3. Percevejo colonizado por Metarhizium anisopliae. Fonte: Circuito da Pecuária.

Por ser um fungo encontrado no solo, cujos esporos permanecem viáveis por longos períodos, é especialmente eficaz no controle de insetos-praga que vivem no interior de galerias na rizosfera — como a vaquinha-do-milho e outras larvas de besouros que se alimentam de raízes. Outras pragas acometidas por M. anisopliae são:

  • percevejos fitófagos da soja (espécies dos gêneros Euschistus, Nezara, Piezodorus, dentre outros);
  • percevejo-do-colmo-do-arroz (Tibraca limbativentris);
  • percevejo-castanho (Scaptocoris castanea);
  • cigarrinha-das-folhas (Mahanarva posticata);
  • cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata);
  • cigarrinha-das-pastagens (Zulia entreriana);
  • cigarrinha-dos-capinzais (Deois flavopicta);
  • moleque-da-bananeira (Cosmopolites sordidus);
  • broca-da-cana (Diatraea saccharalis);
  • broca-do-café (Hypothenemus hampei);
  • ácaro-vermelho (Tetranychus ludeni);
  • ácaro-rajado (Tetranychus urticae);
  • tripes (Frankliniella schultzei);
  • lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda); e
  • formiga-cortadeira, saúva (Atta sexdens sexdens).

A doença causada por este fungo é chamada de muscardina verde, uma vez que seus esporos possuem coloração esverdeada. É um fungo muito utilizado no Brasil, principalmente em pastagens e canaviais do país.

Cordyceps fumosorosea

C. fumosorosea é um fungo entomopatogênico comumente utilizado no controle de pragas dos citros — principalmente no manejo do psilídeo Diaphorina citri — e pragas de cultivo protegido, como moscas-brancas, tripes e cochonilhas. O micélio dessa espécie possui coloração rosada ou esbranquiçada (Figura 4).

fungos entomopatogênicos: Psilídeo Diaphorina citri colonizado por Cordyceps fumosorosea
Figura 4. Psilídeo Diaphorina citri colonizado por Cordyceps fumosorosea. Foto: M. R. Conceschi | Esalq, USP.

É utilizado no controle de pragas como o:

  • ácaro-da-leprose (Brevipalpus yothersi),
  • ácaro-purpúreo (Panonychus citri),
  • mosca-negra-dos-citros (Aleurocanthus woglumi),
  • pulgão-preto-dos-citros (Toxoptera citricida);
  • mosca-branca (Bemisia tabaci);
  • cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata);
  • cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis),
  • lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera),
  • tripes (Frankliniella schultzei);
  • cochonilha-branca (Planococcus citri),
  • dentre outras espécies de cochonilha, ácaros e tripes.

Além dos fungos citados, alguns outros também são comercializados e utilizados em menor escala no Brasil:

  • Lecanicillium lecanii: anteriormente chamado de Verticillium lecanii, é usado no controle de pulgões, moscas-brancas e cochonilhas, principalmente em cultivos protegidos;
  • Hirsutella thompsonii: agente microbiológico eficaz contra ácaros e moscas-brancas, é bastante utilizado em cultivos tropicais, como citros e coco;
  • Metarhizium rileyi: fungo entomopatogênico que ficou famoso sob o nome de Nomuraea rileyi, é um eficaz agente de controle de lepidópteros-praga, como a lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) e a lagarta-cartucho (Spodoptera frugiperda).

Produtos comerciais à base de fungos entomopatogênicos no Brasil

Atualmente, segundo a plataforma do AGROFIT, existem mais de 180 formulações à base de fungos entomopatogênicos para comercialização no Brasil.

São diversos isolados diferentes de um mesmo agente microbiológico. Portanto, é importante se atentar às recomendações de uso e pragas-alvo de cada produto disponível, uma vez que a eficácia está relacionada ao isolado do fungo comercializado e que pode deter de especificidades. Leia sempre as instruções da bula.

Os microbiológicos são recomendados para aplicação em qualquer cultura com ocorrência dos alvos biológicos e geralmente são recomendados para o controle de mais de uma praga.

Condições ideais para a aplicação de fungos entomopatogênicos no campo

Apesar da eficiência de controle de pragas apresentada por fungos entomopatogênicos, a eficiência de uso destes agentes microbiológicos depende de alguns fatores cruciais.

Por se tratar de bioinsumos, requerem um rigoroso controle de qualidade durante a sua produção. Tal controle permite que o produto microbiológico chegue ao campo contendo alta concentração de esporos fúngicos viáveis, formulado e transportado adequadamente.

A dose utilizada também desempenha papel fundamental no sucesso da aplicação, bem como aplicar o microbiológico no momento ideal — bioinseticidas ou bioacaricidas à base de fungos entomopatogênicos devem ser preferencialmente posicionados no início das infestações da praga ou pragas-alvo, visando atingir os estágios iniciais e, geralmente, mais suscetíveis de insetos/ácaros.

Outra limitação referente à aplicação de microbiológicos é o fato de que tais bioinsumos são extremamente sensíveis a altas temperaturas e à baixa umidade do ar, requerendo condições ambientais bastante específicas para sua aplicação para que a viabilidade dos esporos seja conservada. Recomenda-se que sejam aplicados em horários mais frescos do dia, evitando-se vento forte, luz solar direta e baixa umidade.

A compatibilidade com o controle químico também deve ser levada em consideração dentro de um programa de manejo integrado de pragas. Portanto, o bioinsumo deve ser compatível com outros defensivos agrícolas, fertilizantes foliares, adjuvantes, dentre outros produtos utilizados na lavoura, principalmente, se for utilizada a “mistura de tanque” durante a aplicação do bioinseticida.

Benefícios do uso de fungos entomopatogênicos

Existe uma série de benefícios relacionados ao uso de fungos entomopatogênicos. Podemos começar falando da facilidade para produzi-los em larga escala, quando comparados aos agentes macrobiológicos de controle, como insetos predadores e parasitoides.

Além da praticidade, o fator tempo também constitui uma outra vantagem, uma vez que a taxa de crescimento e produção de esporos costuma ser rápida. Além disso, os micoinseticidas possuem baixo custo de produção, requerendo métodos de multiplicação simples e acessíveis, como a fermentação sólida (a partir de grãos de arroz) ou a fermentação líquida (caldo de glicose, extrato de levedura e fontes de nitrogênio podem ser utilizados como substrato).

São bioinsumos seguros para humanos e demais organismos não-alvo, detendo de um complexo mecanismo de ação que permite que sejam utilizados para o manejo de resistência de insetos e ácaros a inseticidas.

Apesar dos inúmeros benefícios, existem alguns entraves e desafios associados à utilização de micoinseticidas na agricultura: esses bioinsumos requerem um microclima específico para que ocorra a colonização da praga-alvo, além da necessidade de otimização contínua de formulações e técnicas de aplicação que garantam a eficácia do agente mesmo sob condição não ideais.

Com a constante modernização do mercado de bioinsumos, algumas metodologias como o nanoencapsulamento de esporos fúngicos já têm sido estudadas e adaptadas, garantido uma maior proteção desses contra condições ambientais adversas e viabilizando práticas como a “mistura de tanque”.

Uma tendência que tem sido cada vez mais adotada é a utilização de fungos entomopatogênicos não apenas como inseticidas, mas também como organismos promotores de crescimento de plantas, beneficiando diversas culturas como a cana-de-açúcar e algumas gramíneas forrageiras.

Conclusões

Conhecidos por inseticidas microbiológicos por alguns pesquisadores, os bioinseticidas à base de fungos entomopatogênicos se destacam pela eficiência no controle de diversas pragas agrícolas.

Além de assumirem um papel fundamental em programas de MIP, contribuem para o controle populacional de insetos e ácaros e manejo da resistência de pragas a inseticidas, sem comprometer organismos não-alvo do agroecossistema.

—

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Referências

AW, K. M. S.; HUE, S. M. Mode of infection of Metarhizium spp. fungus and their potential as biological control agents. Journal of fungi, v. 3, n. 2, p. 30, 2017.

SHARMA, Amrit; SHARMA, Shaurav; YADAV, Pankaj Kumar. Entomopathogenic fungi and their relevance in sustainable agriculture: A review. Cogent Food & Agriculture, v. 9, n. 1, p. 2180857, 2023.

Sobre a autora:

Gabryele Silva Ramos

Doutoranda em Entomologia (ESALQ/USP)

  • MBA em Marketing (ESALQ/USP)
  • Mestre em Proteção de Plantas (UNESP/Botucatu)
  • Engenheira Agrônoma (UFV)
  • gabryelesr@gmail.com
  • Perfil do Linkedin
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Como citar este artigo:

RAMOS, G.S. Fungos entomopatogênicos no controle biológico de pragas: o que são, quais os principais e como utilizá-los? Blog Agroadvance. 2025. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-fungos-entomopatogenicos-controle-pragas/Acesso: xx Xxx 20xx.

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