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Segurança ocupacional no setor sucroenergético: Riscos ocupacionais na produção de cana de açúcar, do campo à indústria

Entenda os principais riscos de segurança ocupacional no setor sucroenergético, da lavoura da cana-de-açúcar ao processamento industrial de açúcar, etanol e subprodutos.
  • Publicado em 01/06/2026
  • Antonio Nunes Barbosa Filho
  • Cana-de-açúcar, Gestão Agrícola
  • Publicado em 01/06/2026
  • Antonio Nunes Barbosa Filho
  • Cana-de-açúcar, Gestão Agrícola
  • Atualizado em 29/05/2026
Segurança ocupacional no setor sucroenergético
Sumário

Ao longo dos anos, desde os primórdios da agricultura em nosso país, a cana-de-açúcar tem sido um dos principais cultivos da agroindústria nacional e, desde então, o açúcar um de seus principais produtos de exportação.

O ouro branco gerou a cobiça pelas terras e engenhos brasileiros, sendo motivo, inclusive, para algumas das invasões perpetradas em nosso território por nações estrangeiras.

O açúcar consumido nas mesas da nobreza significava a riqueza. Utilizar o açúcar chegava a ser considerada ostentação. Assim, deu-se origem a uma variedade de produtos, a uma culinária refinada, que se transmitiu de geração em geração e que, em alguns casos, se transformou em patrimônio imaterial de um povo.

Entretanto, a riqueza resultante do plantio da cana-de-açúcar não permaneceu restrita ao açúcar. Com o desenvolvimento de novas tecnologias, novos usos para subprodutos, a exemplo daqueles derivados do melaço, como a cachaça, hoje também produto de exportação para mercados igualmente exigentes, assim como os oriundos de resíduos como a vinhaça e o gás carbônico, por anos considerados indesejáveis ganharam destaque em aplicações e em valor comercial.

Até mesmo o bagaço, considerado resíduo de baixo proveito, se transformou em matéria-prima para a geração de energia, para a produção de ração animal e de papel.

Todos estes se tornaram novas oportunidades de negócios para os produtores de açúcar nacionais e, portanto, novas fontes de renda para o segmento, cuja denominação evoluiu de açucareiro para sucroalcooleiro, até alcançar a denominação atual de setor sucroenergético.

Por outro lado, compreender esta evolução sob a ótica da saúde e segurança ocupacional no setor sucroenergético, exigiu dos profissionais desta área técnica a necessidade do reconhecimento, identificação e, por fim, a obrigatoriedade da prevenção de riscos ocupacionais anteriormente inexistentes ou considerados de menor relevância.

Em uma série distribuída em 4 capítulos trataremos dos riscos ocupacionais no setor sucroenergético, desde o plantio da cana-de-açúcar, passando por sua colheita, transporte e processamento, até o ensacamento do açúcar, bem como na obtenção de subprodutos setoriais, em suas atividades auxiliares, como a manutenção da maquinaria, o trabalho em laboratórios e em atividades derivadas.

Boa leitura, bom proveito!

Importância econômica da cana-de-açúcar e os desafios da segurança ocupacional no setor sucroenergético

A produção alcançada no ciclo 2023/2024 levou o Brasil a ocupar o posto de maior produtor mundial de cana-de-açúcar, com cerca de 716 milhões de toneladas processadas.

O país também manteve posição de liderança na produção (45,9 milhões de toneladas) e na exportação de açúcar, com (35,3 milhões de toneladas exportadas, correspondentes a 25% da produção global e a 50% da exportação mundial), e movimentando cerca de US$ 19,8 bilhões em exportações de açúcar e álcool.

Em termos econômicos, a cadeia sucroenergética movimenta aproximadamente US$ 100 bilhões anuais, perfazendo um montante equivalente a cerca de 2% do PIB nacional e contribuindo diretamente para o desenvolvimento econômico de centenas de municípios brasileiros.

De acordo com dados da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia – principal entidade representativa do setor sucroenergético no Brasil, reunindo usinas produtoras de açúcar, etanol, bioeletricidade e outros biocombustíveis), o segmento sucroenergético da agroindústria brasileira, em suas 345 unidades, emprega um contingente total estimado de 2,2 a 2,8 milhões de trabalhadores. Destes, estima-se que algo entre 700 a 800 mil são empregos diretos e de 1,5 a 2,1 milhões pessoas são ocupadas de forma indireta na cadeia produtiva que abrange fornecedores de insumos, serviços logísticos, agrosserviços e comércio em geral, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento da economia de mais de 1.000 municípios nacionais vinculados à atividade.

Trata-se de uma das cadeias agroindustriais mais relevantes do agronegócio brasileiro, integrando atividades agrícolas, industriais, logísticas e energéticas.

Evolução de produção, rendimento e área colhida da cana
Figura 1. Evolução da produção, rendimento e área colhida entre 2000 e 2021. Fonte: IBGE (2022)

Entre 2000 a 2021, a produção nacional de cana-de-açúcar mais do que duplicou, saltando de aproximadamente 300 milhões para mais de 720 milhões de toneladas. Para tanto, a área plantada contou com discreto crescimento, o que sugere a intensificação do uso da terra e o seu melhor aproveitamento, como no caso do cerrado, associado à introdução de novas tecnologias, por exemplo, o melhoramento genético, o manejo intensivo e a mecanização da lavoura.

O uso de agricultura de precisão, equipamentos orientados por georreferenciamento (GPS), piloto automático, telemetria e monitoramento operacional contribuiu para elevar a produtividade média para patamares de 80 a 90 ton/ha em regiões mais tecnificadas do Centro-sul brasileiro, enquanto na região nordeste a produtividade é inferior (até 60 ton/ha).

Condições climáticas, variedades utilizadas e as propriedades do solo (físicas, químicas e biológicas), incluindo a topografia e a contribuição desta para o uso intensivo da mecanização, bem como o uso das tecnologias citadas podem explicar esta diferenciação. Ademais, cabe destacar que há cerca de 50 anos (1975) a produtividade nacional era da ordem de 40-45 ton/ha.

Sob a perspectiva ocupacional, contudo, a modernização também aumentou a complexidade dos riscos presentes nas operações agrícolas e industriais. A mecanização reduziu parte das atividades manuais, mas ampliou a necessidade de capacitação técnica, gerenciamento operacional e controle de riscos relacionados à interação homem-máquina.

Ainda quanto à mão de obra é devido registrar a alta formalização do emprego nas atividades industriais relacionadas (cerca de 95% do total empregado) e cerca de 80% dos trabalhadores agrícolas. Sob a perspectiva ocupacional, contudo, a modernização também aumentou a complexidade dos riscos presentes nas operações agrícolas e industriais. A mecanização reduziu parte das atividades manuais, mas ampliou a necessidade de capacitação técnica, gerenciamento operacional e controle de riscos relacionados à interação homem-máquina.

Além disso, o transporte contínuo de matéria-prima entre campo e indústria, aliado à sazonalidade da moagem, exige elevado grau de sincronização logística, aumentando a exposição ocupacional em diferentes etapas da cadeia produtiva.

De tudo isto, implica às empresas um maior cuidado na preservação da integridade de sua força de trabalho, a respeito do que passaremos a discorrer.

Do campo à indústria: etapas da cadeia sucroenergética e seus riscos ocupacionais

A cana-de-açúcar (Saccharum officinarum L.) é uma planta de clima tropical e de cultivo semi-perene, isto é, que necessita ser replantada após alguns ciclos de colheita. Ao encontrar condições favoráveis ao seu cultivo em nosso território, se tornou uma das principais culturas em importância econômica de nosso país. É constituída por uma parte subterrânea e outra aérea, da qual se extrai um caldo rico em sacarose, sendo possível, a partir deste, produzir açúcar, etanol e bioenergia, conforme o processamento adotado.

Exatamente pelo fato de ser rica em água e açúcares, a cana-de-açúcar está sujeita a perdas de qualidade, prejudiciais aos objetivos de produção, desde o momento de sua colheita.

Dessa forma, o processamento industrial deve ocorrer no menor tempo possível após a colheita, já que o armazenamento para processamento posterior é inviável. Isso acontece porque, desde o momento da colheita, micro-organismos e reações químicas naturais iniciam processos que comprometem rapidamente a qualidade do produto:

  • entre 24 e 48 horas: tem-se o início da perda significativa da sacarose;
  • entre 3 a 5 dias: atinge-se perda de até 50% da sacarose;
  • após 7 dias ou mais, a matéria-prima se torna imprestável para o processamento industrial.

Essa característica impõe elevada pressão operacional sobre toda a cadeia logística do setor sucroenergético.

Em sua trajetória do campo à indústria, na perspectiva da Saúde e Segurança Ocupacional, podemos elencar quatro principais conjuntos de atividades, organizados conforme seus objetivos específicos para garantir os resultados esperados. Esses conjuntos integram um modelo de produção eficiente e interligado, como ilustrado na figura 2.

atividades referentes aos estágios de produção da indústria sucroenergética
Figura 2. Diferenciação das atividades inerentes aos estágios de produção da indústria sucroenergética. Fonte: Acervo pessoal do autor.

O primeiro conjunto de atividades corresponde à formação e condução da lavoura canavieira (ao ciclo agrícola da cana-de-açúcar). Essas atividades são necessárias para a produção da matéria-prima que abastece o setor sucroenergético.

Neste inserem-se a preparação e limpeza do solo, a eliminação da soqueira, conforme o caso, a correção do solo, aração, gradeamento e a sulcação e o plantio. Neste cenário incluem-se, ainda, as ações inerentes aos tratos culturais, como a adubação e o controle químico de plantas daninhas, pragas e de doenças que acometem a planta ao longo de seu ciclo fenológico.

Ciclo fenológico cana
Figura 3. Estágios do ciclo fenológico da cana-de-açúcar. Fonte: Acervo pessoal do autor.

Nesta etapa destacam-se riscos ocupacionais relacionados:

  • à operação de máquinas agrícolas;
  • ao uso de implementos mecanizados;
  • à exposição solar e ao estresse térmico;
  • ao contato com defensivos agrícolas;
  • ao esforço físico repetitivo;

A etapa seguinte envolve a colheita da cana, carregamento e transporte até a unidade industrial mais próxima, com o seu descarregamento para a efetiva transformação.

Nesta fase, além dos riscos específicos das ações de corte e colheita propriamente ditas, sejam manuais ou mecanizadas, sobrevêm aqueles inerentes à movimentação de cargas, em veículos de grande porte, em vias de intenso tráfego, ao lado de veículos de passeio e de outros veículos de carga.

Além das condições das estradas, diversos fatores aumentam o risco de acidentes no transporte, como capotamentos, colisões e tombamentos. Entre eles, destacam-se as condições dos veículos, o estilo e a velocidade de condução, bem como a interação com outros meios de transporte, pedestres e até animais na via.

Como ameaças à integridade dos trabalhadores, na formação e trato da lavoura, bem como na colheita e transporte, podemos destacar o trabalho sob exposição ao sol e ao calor, os riscos no trato com máquinas e ferramentas manuais, as lesões por esforços intensos ou repetitivos, o contato com animais peçonhentos, bem como doenças transmitidas por vetores (como a leptospirose e a doença de Chagas) e, ainda, o trato com defensivos agrícolas e outros produtos potencialmente tóxicos.

Nas atividades inerentes ao processamento do açúcar e do álcool, cabe destacar que a produção será contínua enquanto houver disponibilidade de matéria-prima, que não pode ser armazenada para uso futuro sob o risco de comprometer a qualidade do produto, conforme supracitado.

Ou seja, esta é uma indústria sazonal. No período do calendário em que não houver atividades de processamento, comumente denominado de “parada de produção”, terão lugar as atividades de manutenção de caráter mais amplo, uma vez que no período de produção prevalecerão as intervenções de manutenção de natureza corretiva.

Cabe ressaltar que os equipamentos e seus componentes, como motores e sistemas de transmissão, costumam operar em presença de água aquecida e vapor úmido (altas temperaturas), obtidos em caldeiras, que demandam atenções de operação e manutenção especializadas, em razão dos riscos inerentes a este tipo de equipamento.

No intuito de evitar acidentes, todos os componentes precisam ser avaliados quanto à proteção mecânica de suas partes móveis e em relação aos pontos de potencial impacto contra operadores, nas zonas de acesso em que há risco de interação homem-máquina nas atividades relacionadas ao picotamento e à moagem da cana-de-açúcar, bem como nas áreas relativas à movimentação do material em processamento e acabado por esteiras e correias transportadoras.

cadeia produtiva de usinas sucroenergéticas
Figura 4. Cadeia produtiva das usinas sucroenergéticas. Fonte: Empresa de Pesquisa Energética (2023, p. 14)

Cabe destacar que, com o desenvolvimento de novas tecnologias nas últimas décadas, a produção de etanol, antes restrita ao produto direto do esmagamento da cana ou da calda rica em sacarose (ou de 1a geração), passou também a ser obtido a partir do bagaço e da palha da cana, largamente disponíveis nos pátios e campos das usinas. Isto é, em 2a geração, transformando aquilo que anteriormente seria mero resíduo em um novo processo para a obtenção do nobre produto, com significativa produção, em se comparando com aquela obtida apenas em 1a geração.

Por fim, destacam-se os processamentos derivados da produção de açúcar e etanol, incluindo a geração de biogás e outros subprodutos a partir da vinhaça. Além disso, há a produção de energia elétrica por meio da queima de resíduos, como bagaço e palha da cana-de-açúcar, utilizados como combustíveis nas caldeiras do setor sucroenergético.

Também merece destaque a captura e recuperação do dióxido de carbono (CO₂) gerado durante a fermentação da cana-de-açúcar para a produção de etanol. Esse subproduto possui ampla aplicação na indústria de bebidas, na produção de fertilizantes e em diversos processos industriais.

E, ainda, processamentos secundários, como o preparo do leite de cal e de outros químicos, incluindo ácidos utilizados no tratamento da calda, na limpeza e desinfecção de equipamentos e tubulações.

Convém destacar que, por sua própria natureza, os produtos químicos utilizados no setor sucroenergético apresentam riscos à saúde dos trabalhadores. A exposição pode ocorrer por contato direto com a pele e mucosas ou pela inalação de vapores e partículas, sendo potencializada pelas altas temperaturas características dos processos de produção de açúcar e etanol.

Conclusões

Ao passo que a produção de açúcar e álcool foi crescendo em importância econômica, as áreas de cultivo e as instalações produtivas ganharam dimensões proporcionais, o que, por um lado, resultou na ampliação da extensão e da complexidade da maquinaria e, de outro, da distância a percorrer entre o campo e a indústria, intensificando a movimentação da matéria-prima até o seu processamento, para que os volumes desejados de produção fossem alcançados.

Devido às suas características intrínsecas, diversas etapas dos processos industriais envolvem altas temperaturas, o que aumenta o risco de acidentes com superfícies quentes e vapores aquecidos. Além disso, a presença constante desses vapores, aliada ao uso frequente de água para limpeza e resfriamento de equipamentos, contribui para a formação de pisos molhados, inclusive em escadas. Esse cenário eleva significativamente o risco de quedas e acidentes com trabalhadores nas áreas operacionais.

Da mesma forma, o aumento da produção impulsionado pela mecanização no campo e na indústria também ampliou os riscos de acidentes com máquinas e equipamentos. Por isso, é essencial que gestores envolvidos com a saúde e segurança ocupacional no agronegócio sucroalcooleiro redobrem a atenção a esses riscos, adotando medidas preventivas eficazes para proteger os trabalhadores e garantir operações seguras.

Ainda em relação à maquinaria, podemos citar a presença de ruídos de elevada intensidade sonora que, se não atenuados, podem resultar perdas auditivas irreversíveis. Por sua vez, a presença de pós combustíveis e a natureza inflamável do álcool produzido e armazenado até a sua disposição à clientela impõe cuidados próprios quanto à formação e prevenção de atmosferas explosivas no espaço das usinas.

Por fim, como uma primeira conclusão, é importante destacar que, embora o setor sucroenergético envolva diversas atividades que exigem um amplo conjunto de medidas de prevenção de riscos, o planejamento adequado permite sua implementação de forma eficaz. Dessa maneira, é possível conduzir as operações diárias com plena consistência quanto à preservação da integridade laboral de seus trabalhadores.

Neste intuito, produzimos esta a presente série. Assim esperamos! Nos próximos capítulos detalharemos os riscos ocupacionais na indústria açucareira por etapa de produção e apresentaremos sugestões de como lidar com estes.

Boa leitura, bom proveito.

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Referências

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS (ANP). Resolução ANP nº 906, de 18 de novembro de 2022. (Dispõe sobre as especificações do biometano oriundo de produtos e resíduos orgânicos agrossilvopastoris e comerciais destinado ao uso veicular e às instalações residenciais e comerciais a ser comercializado em todo o território nacional).

CARVALHO-GONÇALVES, L.C.T. (org.). Introdução à Tecnologia Sucroalcooleira. João Pessoa: EdUFPB, 2021.

EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA (EPE). Panorama do biometano – setor Sucroenergético. Brasília: EPE/CIBiogás, 2023.

FESSEL, T. Imagens do etanol brasileiro – Brazilian sugarcane ethanol. São Paulo: UNICA (União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia), 2008. (Edição bilíngue).

LOPES, C.H. (org.). Tecnologia de Produção de Açúcar de Cana. São Carlos: EdUFSCar, 2013. (Coleção UAB−UFSCar Tecnologia Sucroalcooleira).

LOPES, C.H.; GABRIEL, A.V.M.D.; BORGES, M.T.M.R. Produção de etanol a partir da cana-de-açúcar – tecnologia de produção de etanol. São Carlos: EdUFSCar, 2011. (Coleção UAB−UFSCar Tecnologia Sucroalcooleira).

SANTOS, F.; BORÉM, A. (Eds.). Cana-de-açúcar: do plantio à colheita. Viçosa: EdUFV, 2016.

SILVA, M.C.A.C (org.). Cana-de-açúcar: manejo, ecologia e biomassa. Bauru: Spessotto, 2021.

SILVA, F. C. da; ALVES, B. J. R.; FREITAS, P. L. de (ed.). Sistema de produção mecanizada da cana-de-açúcar integrada à produção de energia e alimentos. Brasília, DF: Embrapa, 2015. v. 1.

SILVA, F. C. da; ALVES, B. J. R.; FREITAS, P. L. de (ed.). Sistema de produção mecanizada da cana-de-açúcar integrada à produção de energia e alimentos. Brasília, DF: Embrapa, 2017. v. 2.

ZACURA FILHO, G., PICCIRILLI, J.P. O processo de fabricação do açúcar e do álcool – desde a lavoura da cana até o produto acabado. Santa Cruz do Rio Pardo: Viena, 2012.

Sobre o autor:

Antonio Nunes Barbosa Filho

Professor na Universidade Federal de Pernambuco

  • Doutor em Engenharia de Produção
  • Especialista em Segurança do Trabalho
  • [email protected]
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Como citar este artigo:

BARBOSA FILHO, A.N. Segurança ocupacional no setor sucroenergético: Riscos ocupacionais na produção de cana de açúcar, do campo à indústria. Blog Agroadvance. Publicado: 01 Jun. 2026. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-seguranca-ocupacional-no-setor-sucroenergetico/. Data de acesso: 01 jun. 2026

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