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Bacillus amyloliquefaciens: biofertilizante e agente de biocontrole na agricultura 

Bacillus amyloliquefaciens é uma bactéria benéfica amplamente estudada por seu potencial no controle biológico de fitopatógenos e promoção do crescimento vegetal. Utilizada como agente de biocontrole, essa espécie tem se destacado como uma alternativa sustentável ao uso de defensivos químicos no manejo de doenças de plantas.
  • Publicado em 14/05/2025
  • Lusiane de Sousa Ferreira
  • Bioinsumos, Milho, Soja
  • Publicado em 14/05/2025
  • Lusiane de Sousa Ferreira
  • Bioinsumos, Milho, Soja
  • Atualizado em 14/05/2025
Bacillus amyloliquefaciens
Sumário

Entre as rizobactérias que habitam o solo e trazem benefícios diretos às plantas, destacam-se aquelas do gênero Bacillus, que são conhecidas como Plant Growth Promoting Bacteria (PGPB). Essas bactérias chamam nossa atenção por suas capacidades metabólicas versáteis, que as tornam adaptáveis a diferentes condições ambientais.

Ao longo dos últimos anos, temos visto as PGPB se consolidarem como ferramentas biológicas promissoras na agricultura moderna. Nos oferecem uma abordagem sustentável, ajudando não apenas no crescimento das plantas, mas também na sua resiliência e no controle de doenças, por meio de múltiplos mecanismos.

São microrganismos benéficos presentes na rizosfera que desempenham papéis fundamentais na saúde das plantas. Se associam de forma mutualística com as raízes, ajudando no crescimento vegetal e na defesa contra patógenos.

Entre os microrganismos desse gênero, destacamos o Bacillus amyloliquefaciens, que é amplamente reconhecido por seu papel na promoção da disponibilidade de nutrientes no solo e como um agente eficaz de biocontrole.

São utilizados principalmente por sua capacidade de suprimir patógenos de plantas, pelas suas propriedades antivirais e antibióticas. Além disso, sua aplicação tem contribuído para práticas agrícolas mais sustentáveis e ambientalmente responsáveis.

A expectativa é a de que o mercado mundial de bioinsumos continue apresentando elevada taxa de crescimento, alcançando um valor acima de US$ 10 bilhões para biodefensivos com Bacillus amyloliquefaciens e US$ 3 bilhões para bioestimulantes (Figura 1).

crescimento no consumo de produtos biológicos biopesticidas e bioestimulantes
Figura 1. Estimativa de crescimento global dos produtos biológicos de controle e bioestimulantes. Fonte: Dunham Trimmer, 2021.

O que é Bacillus amyloliquefaciens como agente de biocontrole?

Bacillus amyloliquefaciens (B. amyloliquefaciens) é uma bactéria Gram-positiva formadora de esporos, amplamente reconhecida por sua capacidade de decompor amido por meio da produção de enzimas amiolíticas, característica que lhe confere o nome “amyloliquefaciens” (Figura 2).

Naturalmente encontrada no solo, é considerada uma Plant Growth Promoting Bacteria (PGPB), ou seja, uma bactéria promotora do crescimento de plantas.

Sua eficácia no biocontrole está associada à produção de compostos antibióticos potentes, como os lipopeptídeos iturina e surfactina, além de polipeptídeos. Esses compostos oferecem uma ação antifúngica de amplo espectro contra fungos, bactérias e até alguns vírus.

Além de inibir patógenos, B. amyloliquefaciens estimula os mecanismos de defesa das plantas pela competição com microrganismos na rizosfera, promovendo o crescimento vegetal e aumentando a resistência a doenças.

placas de bacillus amyloliquefaciens
Figura 2. Atividade antifúngica de Bacillus amyloliquefaciens WS-10 contra diferentes fungos patogênicos. Fusarium oxysporum (A), F. graminearum (B), F. oxysporum (C) e Colletotrichum capsica (D). Fonte: Ahmed et al., 2022.

Modo de ação multifuncional: como agem o Bacillus amyloliquefaciens?

O modo de ação do Bacillus amyloliquefaciens é multifuncional, combinando mecanismos diretos e indiretos que favorecem o crescimento e a proteção das plantas (Figura 3).

modo de ação do bacillus amyloliquefaciens
Figura 3. Mecanismos de ação direta ou indireta de Bacillus spp. com a planta hospedeira, resultando na promoção do crescimento vegetal. Fonte: Vasques; Nogueira; Hungria, 2024.

Os estressores bióticos agem como elicitores, estimulando as plantas. Esses microrganismos atuam por meio de mecanismos diretos, como

  • Solubilização de nutrientes.
  • Produção de hormônios vegetais (como auxinas).
  • Produção de sideróforos.
  • Secreção de metabólitos secundários.
  • Atividade da desaminase do ácido 1-aminociclopropano-1-carboxílico (ACC).
  • Emissão de compostos orgânicos voláteis (COVs).

Os mecanismos indiretos incluem:

  • Produção de compostos antimicrobianos e enzimas hidrolíticas.
  • Competição com patógenos por nutrientes e espaço.
  • Interferência na comunicação entre patógenos (quorum sensing).
  • Indução de resistência sistêmica induzida (RIS).

Essas interações complexas do B. amyloliquefaciens fortalecem as plantas e tornam o sistema radicular mais eficiente e resiliente.

As espécies de Bacillus usam diversos mecanismos para atuar no crescimento vegetal e controle biológico como mostrado na Tabela 1.

Tabela 1.Mecanismo de ação de Bacillus spp. como agente de biocontrole na proteção de cultivos.

Espécies de BacillusColheitaMecanismoPatogênico
B. amyloliquefaciens JDF3; B. subtilis RSS-1Glycine maxInibição da atividade ribossômicaFungos Phytophthora sojae
Bacillus (Priestia) megaterium Sneb207Glycine maxIndução de resistência sistêmicaNematóide Heterodera glycines
Bacillus spPhaseolus vulgarisSíntese de isoformas lipopeptídicas: kurstakin, surfactina, iturina, polimixina e fengicinaFungos Macrophomina faseolina
B. halotolerans QTH8Triticum aestivumSíntese de lipopeptídeos: iturina, surfactina e fengicinaFungos Fusarium pseudograminearum
B. velezensis BM21Zea maysNecrose citoplasmática e desintegração de organelas patogênicasFusarium verticillioides; Thanatephorus cucumeris; Typhula incarnata; Fusarium oxysporum; Pythium graminicola; Rhizoctonia solani
Bacillus sp.Oryza sativaIndução de resistência sistêmicaFungos Pyricularia oryzae
B. velezensis FJAT-46737Solanum lycopersicumSecreção de lipopeptídeos: iturinas, fengicinas e surfactinasFungos Ralstonia solanacearum
B. subtilis K4-4; B. subtilis GH3-8Citrus sinensisProdução de HCN, sideróforos, bacilomicina, iturina, fengicinaFungos Fusarium solani
B. pumilusFragaria × ananassa DuchesneIndução sistêmica de resistênciaRhizoctonia solani; Fusarium solani; Pythium sp.
B. velezensis MS20Zea maysSíntese de surfactinaRhizoctonia solani
Bacillus spp. (múltiplas espécies)Gossypium barbadenseIndução de resistência sistêmica e/ou antibioseRhizoctonia solani; Macrophomina phaseolina; Fusarium solani; Fusarium oxysporum; Fusarium moniliforme
B. velezensis ZW-10Oryza sativaSíntese de peroxidase, protease e celulaseFungos Magnaporthe oryzae
Fonte: Vasques; Nogueira; Hungria, 2024.

Quando utilizados agentes de biocontrole contra patógenos fúngicos, há uma série de mecanismos como produção de metabólitos secundários, como compostos fenólicos, flavonoides e fitoalexinas, que ajudam a inibir o avanço dos patógenos. Além disso, geram enzimas antioxidantes, como peroxidase, polifenol oxidase e terpenoides, e enzimas líticas, incluindo celulase, amilase, proteases e pectinase.

Há as bactérias endofíticas, que atuam de maneira complementar, que suprimem patógenos por meio da produção de compostos antimicrobianos, como lipopeptídeos, além de competir por espaço e nutrientes no ambiente. Outro ponto importante é a sua capacidade de ativar as defesas naturais das plantas.

O B. amyloliquefaciens contribui para o crescimento vegetal ao aumentar a disponibilidade de nutrientes essenciais, como nitrogênio, fósforo e potássio, além de produzir sideróforos. Também é capaz de modular a comunidade microbiana do solo e emitir hormônios e compostos voláteis que estimulam o crescimento radicular e celular.

Esse microrganismo ainda fortalece as plantas diante de estresses bióticos e abióticos, graças à produção de compostos orgânicos voláteis (COVs) e lipopeptídeos. Por fim, ao interagir com a planta hospedeira, ele desencadeia alterações fisiológicas e genéticas que tornam a planta mais resistente e adaptada às condições do ambiente (Figura 4).

mecanismo de ação de bacillus amyloliquefaciens
Figura 4. Bacillus amyloliquefaciens (BA) promove o crescimento das plantas suprimindo patógenos e aumentando a tolerância a estresses abióticos. Fonte: Luo et al., 2022.

Benefícios agronômicos de Bacillus amyloliquefaciens

Um experimento em vaso indicou que B. subtilis RSS-1 e B. amyloliquefaciens JDF3 aumentaram a resistência da soja a Phytophthora sojae, e seus efeitos de controle foram de 70,7% e 65,5%, respectivamente, como mostra a Figura 5.

efeito de bacillus no controle de doenças
Figura 5. Efeito de B. amyloliquefaciens e B. subtilis no controle da podridão radicular de Phytophthora na soja. Fonte: Liu et al., 2019.

O modo de ação da cepa Bacillus amyloliquefaciens SQR9 foi compreendido ao se observar o desempenho em experimentos hidropônicos com milho sob estresse salino, durante 20 dias. A cepa aumentou os níveis de açúcares solúveis totais, ativou enzimas antioxidantes como peroxidase e catalase, e elevou os teores de glutationa. Com isso, houve eliminação eficaz das espécies reativas de oxigênio (ROS).

Além disso, foi verificado que a bactéria eliminou o íon sódio (Na⁺), o que reduziu a toxicidade, e estimulou o crescimento das plantas e aumentou a síntese de clorofila, promovendo uma resposta fisiológica mais equilibrada (Figura 6).

efeito do bacillus amyloliquefaciens na atividade antioxidante das plantas
Figura 6. Efeito do Bacillus amyloliquefaciens SQR9 na POD, atividade de CAT e conteúdo de glutationa (GSH) em planta estressada por sal 20 dias após a inoculação. Fonte: Chen et al., 2016.

O potencial antiviral da cepa MBI600 de Bacillus amyloliquefaciens, ingrediente ativo do fungicida biológico Serifel®, foi testado em tomate em condições de estufa e câmara de crescimento vegetal com uma redução significativa, de 50% para 80%, da incidência do vírus da murcha-manchada-do-tomateiro (TSWV) registrada nos vários esquemas de aplicação testados (Figura 7). 

efeito de bacillus amyloliquefaciens na incidência de doenças
Figura 7. Efeito do MBI600 de Bacillus amyloliquefaciens na incidência do vírus da murcha-manchada-do-tomateiro (TSWV). Fonte: Beris et al., 2018.

Esses e outros diversos estudos demonstram como efeitos positivos do B. amyloliquefaciens em culturas como soja, milho, tomate e arroz:

  • Controle de patógenos: Redução da incidência de fungos e bactérias fitopatogênicas
  • Maior tolerância ao estresse abiótico: Proteção contra salinidade, seca e toxidez
  • Promoção de crescimento: Estimula a formação de raízes, a absorção de nutrientes e o acúmulo de biomassa
  • Estímulo à produção de clorofila e enzimas antioxidantes

Cenário comercial de Bacillus amyloliquefaciens

O Brasil se destaca como um importante mercado para biocontrole, e Bacillus compõe a grande maioria das formulações – cerca de 80% do mercado, em 2023.

Os bionematicidas, por exemplo, compreendem 19 produtos, sete cepas, com 75% dos produtos formulados com B. subtilis (32,8%), B. licheniformis (26,2%), Purpureocillium lilacinum (19,7%), B. amyloliquefaciens (8,2%), Bacillus paralicheniformis (6,5%), B. thuringiensis (4,9%) e B. velezensis (1,6%) (Figura 8).  

Ou seja, em 2023, o Bacillus amyloliquefaciens esteve presente em cerca de 8% dos produtos biológicos formulados com Bacillus, especialmente em consórcios microbianos.

produtos comerciais contendo bacillus no Brasil
Figura 8. Principais espécies e linhagens utilizadas em produtos biológicos, registrados no Brasil, contendo consórcios de microrganismos. Fonte: Nunes et al., 2024; Ramírez-Pool et al., 2024.

Alguns exemplos de produtos comercializados no Brasil à base de Bacillus (Tabela 2), representam mais de 80% de todas as doses comercializadas, com aplicações estimadas em cerca de 40 milhões de hectares que atingiu mais de 6 milhões de hectares em apenas cinco anos com projeção para um aumento de 110% nos próximos cincos anos (Meyer et al., 2022; Nunes et al., 2024).

Tabela 2. Principais bioinsumos à base de Bacillus spp. comercializados no Brasil em 2023

Espécies de BacillusNome comercialMecanismoColheitaComercializado por
Bacillus subtilis CNPMS B2084 (=BRM034840) Bacillus (Priestia) megaterium CNPMS B119 (=BRM033112)BiomaphosSolubilizante de fosfatoZea mays;
Glycine max
Bioma
Bacillus subtilis BRM 2084 Bacillus (Priestia) megaterium BRM 119SoluphossSolubilizante de fosfatoZea mays;
Glycine max
Simbiose
Bacillus subtilis CNPMS B2084 (=BRM034840) Bacillus (Priestia) megaterium CNPMS B119 (=BRM033112)Omsugo PSolubilizante de fosfatoGlycine maxCorteva
Bacillus subtilis CNPMS B2084 (=BRM034840) Bacillus (Priestia) megaterium CNPMS B119 (=BRM033112)Omsugo EcoSolubilizante de fosfatoSaccharum officinarumCorteva
Bacillus licheniformis CCTB07BiopríncipePromotor de crescimentoZea maysBiotrop
Bacillus pumilus CCTB05 Bacillus subtilis CCTB04 Bacillus amyloliquefaciens CCTB09BiotrioPromotor de crescimentoZea mays;
Glycine max; Lactuca sativa
Biotrop
Bacillus subtilis BV09BiobaciNematicida microbiológicoQualquer cultura com os seguintes alvos: Meloidogyne incognita, M. javanica, M. exigua, M. paranaenses, Pratylenchus zeae e Fusarium oxysporumVittia
Bacillus amyloliquefaciens UMAF6614VeraneioNematicida microbiológicoQualquer cultura com os seguintes alvos: Meloidogyne incognita, M. javanica e Pratylenchus zeaeKoppert
Bacillus amyloliquefaciens SIMBI BS 10 CCT 7600NemacontrolNematicida microbiológicoQualquer cultura com os seguintes alvos: Heterodera glycines, Meloidogyne exigua, M. incognita, Pratylenchus brachyurus e Sclerotinia sclerotiorumSimbiose
Bacillus pumilus CNPSo 3203CaravanaFungicida microbiológicoQualquer cultura com os seguintes alvos: Septoria glycines, Corynespora cassiicola e Cercospora kikuchiiKoppert
Bacillus amyloliquefaciens FZB45FosbacSolubilizante de fosfatoZea mays;
Glycine max
Andermatt
Bacillus (Priestia) aryabhattai CMAA 1363AurasPromotor de crescimento (tolerância à seca)Zea mays;
Glycine max
NOOA Ciência e Tecnologia Agrícola
Fonte: Vasques; Nogueira; Hungria, 2024.

Entre os 480 produtos biopesticidas para controle de pragas e doenças de plantas registrados no Brasil, 83 produtos foram formulados com combinações de microrganismos (Figura 8), registrados que incluem B. amyloliquefaciens (22,9%) , B. subtilis (12,1%), B. licheniformis (7,2%), B. velezensis (4,9%), T. harzianum (12,1%), B. bassiana (8,5%), M. anisopliae (8,1%), T. viride (6,3%), Paecilomyces lilacinus (5,4%) e 17,5% com outras dez espécies (AGROFIT – Sistema de Agrotóxicos Fitossanitário, 2023).

efeito da aplicação de microrganismos como Bacillus nas plantas
Figura 9. Efeitos da aplicação de consórcios de microrganismos. Fonte: Nunes et al., 2024.

Desafios e perspectivas futuras na utilização de Bacillus amyloliquefaciens

O uso de Bacillus amyloliquefaciens na agricultura tem despertado grande interesse devido ao seu potencial como biofertilizante, agente de biocontrole e indutor de resistência sistêmica em plantas.

No entanto, apesar dos avanços, ainda existem desafios importantes e perspectivas futuras a serem considerados para sua aplicação em larga escala e com eficácia consistente.

Como desafios, tem-se variabilidade de desempenho em campo com poucos trabalhos/ensaios científicos, estabilidade e formulação de produtos, compatibilidade com defensivos agrícolas e fertilizantes, regulamentação e registro comercial e conhecimento limitado sobre mecanismos moleculares.

Para perspectivas futuras, busca-se avanços em genômica e engenharia microbiana, integração em sistemas sustentáveis e manejo biológico integrado em condições de campo, simbiose com plantas de interesse agronômico e, aplicações na agricultura regenerativa e orgânica.

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Referências

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BERIS, D.; THEOLOGIDIS, I.; SKANDALIS, N.; VASSILAKOS, N.The MBI600 strain of Bacillus amyloliquefaciens induces salicylic acid-dependent resistance in tomato plants against tomato spotted wilt virus and potato virus Y. Sci Rep, v.8, p.10320, 2018. https://doi.org/10.1038/s41598-018-28677-3.

CHEN, L.; LIU, Y.; WU, G.; NJERI K.V.; SHEN, Q.; ZHANG, N.; ZHANG R. Induced maize salt tolerance by rhizosphere inoculation of Bacillus amyloliquefaciens SQR9. Physiol Plant, v. 158, n.1, p.34-44, 2016. https://doi.org/10.1111/ppl.12441.

Dunham Trimmer. State of the Biological Products Industry Discussion. BPIA 2021 Annual Meeting, 2021. Disponível em: https://www.bpia.org/2021-participants/videos/. Acesso em: 02 maio 2025.

LIU, D.; LI, K.; HU, J.; WANG, W.; LIU, X.; GAO, Z. Biocontrol and Action Mechanism of Bacillus amyloliquefaciens and Bacillus subtilis in Soybean Phytophthora Blight. Int. J. Mol. Sci. 2019, 20, 2908. https://doi.org/10.3390/ijms20122908.

LUO, L.; ZHAO, C.; WANG, E.; RAZA, A.; YIN, C. Bacillus amyloliquefaciens as an excellent agent for biofertilizer and biocontrol in agriculture: An overview for its mechanisms. Microbiological Research, v.259, p.127016, 2022. https://doi.org/10.1016/j.micres.2022.127016.

MEYER, M.C.; DE FREITAS BUENO, A.; MAZARO, S.M.; DA SILVA, J.C. Controle de qualidade de produtos microbiológicos. In: Bioinsumos na Cultura da Soja.  Eds: MEYER, M.C.; BUENO, A.F.; MAZARO, S.M.; SILVA, J.C. Embrapa: Brasília, Brazil, 2022; 507–534 p.

NUNES, P.S.; JUNIOR, G.V.L.; MASCARIN, G.M.; GUIMARÃES, R.A.; MEDEIROS, F.H.; ARTHURS, S.; BETTIOL, W. Microbial consortium of biologics: do they have a future? Biol. Control, v.188, p.105439, 2024. https://dx.doi.org/10.1016/j.biocontrol.2024.105439.

RAMÍREZ-POOL, J.A.; CALDERÓN-PÉREZ, B.; RUIZ-MEDRANO, R.; ORTIZ‑CASTRO, R.; XOCONOSTLE‑CAZARES, B. Bacillus Strains as Effective Biocontrol Agents Against Phytopathogenic Bacteria and Plant Growth Promoters. Microb Ecol, v.87, p.76, 2024. https://doi.org/10.1007/s00248-024-02384-1.

VASQUES, N.C.; NOGUEIRA, M.A.; HUNGRIA, M. Increasing application of multifunctional Bacillus for biocontrol of pests and diseases and promotion of plant growth: Lessons from Brazil. Agronomy, v.14, p.1654, 2024. https://doi.org/10.3390/agronomy14081654.

Sobre a autora:

Lusiane de Sousa Ferreira

Doutoranda em Agrononia - Agricultura (FCA/UNESP)

  • Cursa MBA em Data Science e Analytics (ESALQ/USP)
  • Mestra em Agronomia (UFES)
  • Engenheira Agrônoma (UFMA)
  • [email protected]
  • Perfil do Linkedin
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Como citar este artigo

FERREIRA, L.S. Bacillus amyloliquefaciens: biofertilizante e agente de biocontrole na agricultura. Blog Agroadvance. 2025. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-bacillus-amyloliquefaciens/. Data de acesso: xx Xxx 20xx.

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