Todo mundo fala em “transição para agricultura regenerativa” como se fosse virar uma chave: muda o manejo, o solo melhora, a produtividade sobe. Não é isso que os dados mostram em Dakota do Norte, nos Estados Unidos. Em boa parte dos casos documentados, os primeiros anos entregam exatamente o oposto: a produtividade cai antes de subir (Figura 1).

Gerenciar essa queda exige coragem de expor um dado contraintuitivo: regenerar o solo, no curto prazo, “custa” produção, conforme apontado pelo professor Dr Carlos Bonini Pires, Ph.D., da North Dakota State University (NDSU) em sua palestra apresentada no Simpósio Brasileiro de Saúde do Solo 2026 (SBSS). Confira a cobertura completa do evento.
Nesse artigo vamos tratar da curva real de produtividade em áreas que implementam práticas promotoras da saúde do solo para adoção de agricultura regenerativa nos EUA e detalhar, com valores em dólar, dos programas que pagam o produtor americano especificamente por implementar tais práticas.
Quanto tempo leva para a produtividade se recuperar na transição?
Ao adotar plantio direto com planta de cobertura, a produtividade cai no primeiro, no segundo e no terceiro ano de transição, e só começa a estabilizar a partir do quarto ano — segundo dados apresentados por Carlos Bonini Pires, Ph.D. (North Dakota State University). O processo completo, até a saúde do solo compensar plenamente em produtividade e resiliência, pode levar de 6 a 10 anos.
A citação que sustenta esse dado é direta e sem meio-termo:
“Na sua grande maioria nos Estados Unidos, quando você começa com o plano de cobertura e plantio direto, a produtividade cai. O primeiro ano cai, segundo ano cai, terceiro ano cai, quarto ano começa a estabilizar” — Carlos Bonini Pires.
Não há um percentual único de queda citado pelo professor, apenas a trajetória: baixa nos anos 1, 2 e 3, estabilização a partir do ano 4.
Essa lentidão também aparece em campo. Em um experimento on-farm monitorado por 5 anos perto de Kansas City, o carbono orgânico do solo subiu apenas 0,6% com o uso de planta de cobertura. O comentário do professor sobre esse número é a síntese de todo o capítulo:
“Em cinco anos aumentou 0,6 por cento. É isso, gente, não tem milagre. É persistência” — Carlos Bonini Pires.
Esse é o dado central do artigo: a curva que abre o gancho do título. Para entender as práticas que estão por trás dela, veja os artigos do blog sobre sistema de plantio direto e plantas de cobertura.
O mecanismo biológico por trás da queda: Por que a produtividade cai antes de subir?
A queda inicial de produtividade acontece porque o benefício da mudança de manejo aparece em sequência, não de uma vez: primeiro muda a atividade biológica do solo, depois aumenta a matéria orgânica, em seguida melhora a estrutura física — e só então aparece o ganho de produtividade e resiliência. Nos 3 primeiros anos, o sistema ainda está reconstruindo “capital biológico”, sem devolver retorno agronômico visível.
Segundo o professor, a sequência funciona assim: ao adotar plantio direto e planta de cobertura, o resíduo vegetal deixado sobre o solo começa a ser decomposto pelos microrganismos, e é esse processo que traz carbono de volta para o sistema — a primeira mudança é biológica, não física nem produtiva.
Só depois que essa atividade biológica se estabelece é que a matéria orgânica cresce, e ela passa a funcionar como reservatório: armazena mais água e mais nutrientes, os mesmos nutrientes que os microrganismos liberam ao decompor a palhada.
Com mais matéria orgânica, a estrutura do solo melhora — os agregados se formam, e o solo passa a reter mais água e mais oxigênio. É só nessa quarta etapa, depois de biologia, matéria orgânica e estrutura já terem mudado, que aparece o ganho de produtividade e um sistema mais resiliente às intempéries climáticas.
O próprio professor resume essa lógica de acúmulo lento com uma analogia financeira:
“investir em saúde do solo é igual investir numa poupança. É um investimento de longo prazo pra começar a render e pra começar a funcionar” — Carlos Bonini Pires.
Enquanto o “rendimento” não aparece no talão de produção, o efeito no bolso do produtor é imediato e negativo — o que explica boa parte da resistência à prática:
“como que você convence o produtor a gastar dinheiro e investir numa coisa que não traz retorno no bolso? Muito difícil, muito difícil. Tem muita frustração nos Estados Unidos por causa disso” — Carlos Bonini Pires.
Em outras palavras: o benefício biológico e estrutural é real e mensurável desde o primeiro ano — mas ele só vira produtividade depois que passa por três etapas intermediárias. É esse intervalo, e não a ausência de resultado, que gera o vale do capítulo 1.
Por que a frustração de queda de produtividade após adoção da agricultura regenerativa é maior nos Estados Unidos?
A frustração com a queda de produtividade é amplificada nos EUA por dois fatores: uma cultura de expectativa de retorno imediato e desafios climáticos que aumentam a chance de falha da implementação: janela de plantio curta, geada antecipada e variação extrema de precipitação dentro do mesmo estado. Isso eleva o risco de abandono da prática antes do 4º ano.
O primeiro fator é cultural. O professor compara a expectativa do produtor americano com a lógica de entrega instantânea do comércio online:
“agora com a Amazon a gente quer que as coisas sejam entregues no outro dia… o produtor americano não é diferente. Se ele começou o plantio direto ele quer mais água, ele quer menos compactação, ele quer mais nutriente disponível, tudo no mesmo dia. Mas não acontece” — Carlos Bonini Pires.
O segundo fator é climático, e o Kansas ilustra bem o tamanho do desafio: a variação de precipitação de leste a oeste dentro do próprio estado vai de 300 a 1.000 mm —
“a variação de leste a oeste no Kansas é maior do que a variação do leste do Kansas até o Oceano Atlântico” — Carlos Bonini Pires.
Some a isso janelas de plantio curtas, geada antecipada e a necessidade de “esquentar” o solo revolvido logo após o degelo (solo escuro absorve mais calor que solo coberto de palhada), e o resultado é um risco de implementação real, não hipotético:
“qual que é a probabilidade do produtor ter sucesso nessa implementação… a chance de falha é muito grande devido a esse clima” — Carlos Bonini Pires.
A soma desses dois fatores — pressa cultural e clima hostil — é o que torna o vale de produtividade dos capítulos anteriores mais difícil de atravessar nos Estados Unidos do que em regiões de clima mais estável. Para o panorama geográfico e climático por trás desse desafio, veja o artigo sobre o Corn Belt americano.
Agricultura regenerativa nos EUA: por que pagar pela prática e não pelo carbono?
À parte da curva de produtividade, há uma segunda frente que vale conhecer: governo, checkoffs setoriais e empresas privadas nos Estados Unidos já pagam o produtor diretamente por implementar e comprovar a prática regenerativa — não por sequestrar ou vender carbono. São iniciativas que já existem hoje, com regras e valores próprios.
A virada de chave, segundo o professor, é trocar o critério de decisão:
“é aquela troca do mindset: é você olhar pra rentabilidade e parar de olhar para produtividade” — Carlos Bonini Pires.
Nesses programas, o produtor passa a ser remunerado pelo manejo em si, não pela produtividade que ele gera nem pelo carbono que ele eventualmente sequestra.
Dois exemplos deixam a lógica clara. Sobre o programa da King Arthur Baking, fabricante de farinha que remunera produtores de trigo:
“eles acabaram de criar um programa não por pagamento de carbono. Eu nem quero entrar no assunto, falar a verdade. Mas eles pagam pelo uso de práticas regenerativas porque eles querem vender um trigo que foi criado em lavouras sustentáveis” — Carlos Bonini Pires.
Sobre o checkoff de suínos, soja e milho, financiado com centavo por quilo de grão vendido: “de novo, não paga pelo carbono, paga pela implementação da prática especificamente” — Carlos Bonini Pires.
Com essa lógica estabelecida, o capítulo seguinte detalha os programas concretos — quem paga, quanto paga e sob qual condição.
Quem paga o quê nos Estados Unidos
Pelo menos sete iniciativas distintas pagam o produtor americano por prática regenerativa hoje: de selos privados como o King Arthur Baking (até US$ 14/acre) e checkoffs setoriais (US$ 92 milhões em soja, milho e suínos) a investimentos federais do USDA, que somaram US$ 1,2 bilhão só entre 2014 e 2022 — cada um com regra própria de elegibilidade e valor pago.

O programa da King Arthur Baking merece um detalhamento à parte porque é o exemplo mais estruturado — e o professor confirma participação direta nele:
“esse é um programa que existe, ele é real, eu sou parte desse programa” — Carlos Bonini Pires.

Nem todo programa mira o bolso do produtor com um argumento agronômico. O programa estadual de Dakota do Norte paga por manejo vinculado a habitat de caça e mapeamento de rentabilidade de área — e o professor é direto sobre o motivo de funcionar tão bem:
“não é matéria orgânica, não é produtividade. É habitat pra animal silvestre. Por que o americano ama fazer? Caçar. É assim que eu convenço muito do produtor americano a colocar plano de cobertura durante o inverno” — Carlos Bonini Pires.
No primeiro ano, 458 produtores aderiram, com interesse manifestado em mais de 10.000 hectares de planta de cobertura.
Há ainda um programa novo do USDA, em seu segundo ano de execução, que reembolsa o próprio ato de coletar e enviar uma amostra de solo ao laboratório — resposta direta a um custo que funciona como barreira de entrada para o monitoramento sem subsídio público.
O pacote básico de análise de saúde do solo custa cerca de US$ 155 por amostra, e o professor não deixa dúvida sobre o efeito disso na adoção:
“dá pra contar nos dedos o número de produtor nos Estados Unidos que pagaria pra fazer essa análise” — Carlos Bonini Pires.
O pacote avançado, que soma a análise de fosfolipídios, sobe para cerca de US$ 250 por amostra.
Crédito de carbono x pagamento por prática
Pagamento por prática regenerativa remunera o produtor por implementar e comprovar uma ação de manejo, verificada por análise de solo periódica.
Crédito de carbono remunera pela quantidade de carbono sequestrado, verificada e transacionada em um mercado regulado ou voluntário. São mecanismos financeiros distintos — e nenhum dos programas americanos citados neste artigo é crédito de carbono.
O próprio professor evita deliberadamente entrar no mérito do debate de carbono ao descrever o programa King Arthur Baking — mas é enfático que os pagamentos citados não são por carbono sequestrado: o produtor recebe por fazer, não por vender uma tonelada de carbono estocada.
Para entender o mecanismo de crédito de carbono em si — como ele é medido, verificado e negociado —, o blog Agroadvance já cobriu o tema em profundidade: veja créditos de carbono e matéria orgânica e mercado de carbono no Brasil. Aqui, o interesse é o contraste: entender por que os programas americanos descritos neste artigo não pertencem a essa categoria.
Por que a adoção do plantio direto é tão diferente no Brasil e nos Estados Unidos?
O Brasil adota plantio direto em 95% a 99% da área em sistemas soja-milho-trigo, contra 61% a 72% nos estados americanos mais avançados (Nebraska, Kansas, Dakota do Sul). Em planta de cobertura, a diferença é ainda maior: os EUA cobrem de 3% a 8% da área, segundo o Censo Agropecuário americano de 2022 — o que ajuda a explicar por que o produtor americano depende tanto de pagamento externo para sustentar a transição.

O professor resume a posição relativa dos dois países sem meio-termo:
“o produtor americano tá no início da sua trajetória de conservação. É importante falar. Eles criaram o plantio direto, mas não são quem mais implementa o plantio direto. E o Brasil é pioneiro nisso” — Carlos Bonini Pires.
E completa com uma comparação pessoal:
“eu tenho 33 anos e eu nunca vi uma fazenda [no Brasil] fazer preparação de solo todo ano” — em contraste com a “gradagem por lazer” que ainda descreve como comum nos Estados Unidos.
Vale uma ressalva contra o otimismo fácil com números relativos: o salto de +107% em planta de cobertura em Dakota do Norte saiu de uma base pequena — de 1,5% para 3% da área.

O dinheiro não é o único fator que sustenta a adoção. Segundo o professor, produtores americanos são 40% mais propensos a adotar uma prática testada na própria fazenda do que uma prática testada em casa de vegetação ou em parcela experimental pequena:
“os produtores eles são 40% mais propensos a adotar práticas que foram testadas na fazenda on-farm do que práticas que foram testadas e recomendadas através de casa de vegetação ou de parcelas pequenas em campo experimental” — Carlos Bonini Pires.
No Brasil, essa diferença é ainda mais expressiva: a probabilidade de adoção de uma prática testada on-farm (na própria fazenda ou na de um vizinho) chega a 76%, contra 34% para prática testada apenas em campo experimental. Ou seja: validação local pesa tanto quanto incentivo financeiro na decisão de adotar.
O que o Brasil pode aplicar hoje da realidade americana?
Mesmo estando à frente dos EUA em adoção de plantio direto, o Brasil pode importar a lógica financeira americana: mapear e estruturar programas locais de pagamento por prática comprovada (não por carbono) como ponte de caixa durante qualquer nova transição de manejo, priorizar validação on-farm e revisar a dose de nitrogênio em sistemas já maduros e ricos em matéria orgânica.
A recomendação mais concreta vem de um experimento em sistema já consolidado: numa área com 35 anos de plantio direto e planta de cobertura, com matéria orgânica entre 6% e 6,5% (picos de até 8%), o professor mostra que dá para reduzir a dose de nitrogênio de cerca de 70 kg N/ha (recomendação tradicional, sem olhar a mineralização) para apenas ~30 kg N/ha — mantendo o mesmo platô de produtividade, porque o próprio sistema mineraliza até 90 kg de N/ha por ano de forma gratuita.
É a prova prática de que atravessar o vale de produtividade dos primeiros capítulos compensa no longo prazo: o mesmo sistema que exige investimento e paciência nos 3 primeiros anos devolve, depois de maduro, economia direta de insumo — não só resiliência.
O que você leva para o campo amanhã?
- A queda de produtividade nos 3 primeiros anos de transição para plantio direto e planta de cobertura não é sinal de que o sistema “não funciona” — é uma curva documentada, com estabilização a partir do 4º ano.
- O motivo da queda é sequencial: biologia muda primeiro, depois matéria orgânica e estrutura, e só então aparece o ganho de produtividade — um processo que pode levar de 6 a 10 anos até compensar plenamente.
- Nos Estados Unidos, a frustração com essa curva é amplificada por clima desafiador e por uma cultura de expectativa de retorno imediato — o que aumenta a chance real de abandono da prática antes do 4º ano.
- À parte da curva de produtividade, os Estados Unidos já têm uma rede de programas — governo, checkoff setorial, empresa privada — que paga o produtor diretamente por implementar a prática regenerativa, independentemente do resultado em produtividade.
- Nenhum dos programas citados neste artigo — nem o King Arthur Baking, nem o checkoff de US$ 92 milhões — é crédito de carbono: é pagamento por prática comprovada, verificada por análise de solo periódica.
- O Brasil já adota plantio direto em quase toda a área de soja, milho e trigo (95% a 99%) — muito à frente dos 61% a 72% dos estados americanos mais avançados —, mas ainda pode importar a lógica financeira americana para sustentar novas transições de manejo.
- Depois que o sistema atravessa o período de transição, ele passa a devolver economia direta: em solo maduro (35 anos de plantio direto e cobertura), a dose de nitrogênio pode cair de ~70 para ~30 kg/ha sem perda de produtividade.
Perguntas frequentes
1. Crédito de carbono e pagamento por prática regenerativa são a mesma coisa?
Não. Pagamento por prática regenerativa remunera o produtor por implementar e comprovar uma ação de manejo, verificada por análise de solo periódica. Crédito de carbono remunera pela quantidade de carbono sequestrado, verificado e transacionado em um mercado — são mecanismos financeiros distintos, e programas como o King Arthur Baking e o checkoff Pork/Soy/Corn nos EUA são explicitamente do primeiro tipo, não do segundo.
2. Por que a produtividade cai nos primeiros anos de agricultura regenerativa nos EUA?
Porque a resposta do solo à mudança de manejo (plantio direto + planta de cobertura) é sequencial: primeiro muda a atividade biológica, depois aumentam carbono e estrutura, e só então aparece o ganho de produtividade. Nos 3 primeiros anos, esse retorno agronômico ainda não apareceu, mesmo com o benefício biológico já em curso.
3. Quanto tempo leva para a produtividade se recuperar na transição para plantio direto e plantas de cobertura nos EUA?
Segundo dados apresentados por Carlos Bonini Pires (NDSU), a produtividade cai no 1º, 2º e 3º ano e começa a estabilizar a partir do 4º ano. O processo completo, até a saúde do solo compensar plenamente em produtividade e resiliência, pode levar de 6 a 10 anos, dependendo da produção de biomassa/resíduo do sistema.
4. Como funcionam os programas americanos de pagamento por prática regenerativa?
Governo, checkoffs setoriais e empresas privadas pagam o produtor diretamente por implementar e comprovar uma prática regenerativa — com análise de solo periódica (geralmente a cada 3 anos) como condição de elegibilidade. O valor pago varia por programa: de pagamento anual por manter percentual mínimo de palhada a até US$ 35/acre em contratos de checkoff setorial.
5. O que é o programa King Arthur Baking de agricultura regenerativa?
É um programa privado da fabricante de farinha King Arthur Baking, estruturado em três níveis (Bronze, Prata e Ouro), que paga o produtor de trigo por manter percentual mínimo de palhada e adotar práticas adicionais como rotação de culturas e manejo de nutrientes — pagando até US$ 14/acre no nível mais alto. Não é um programa de crédito de carbono.
6. Qual a diferença entre mercado regulado e mercado voluntário de crédito de carbono?
No mercado regulado, a compra e venda de créditos de carbono é obrigatória por lei ou regulação setorial, geralmente ligada a metas de redução de emissões de um país ou bloco econômico. No mercado voluntário, empresas e produtores negociam créditos por iniciativa própria, sem obrigação legal — para aprofundar os dois modelos, veja os artigos de referência do blog sobre crédito e mercado de carbono.
—
Quer entender a ciência por trás da transição para agricultura regenerativa com a mesma profundidade da NDSU?
A Pós-Graduação em Fertilidade e Saúde do Solo da Agroadvance forma quem quer transformar dado de solo e manejo em decisão de rentabilidade — do diagnóstico à prática de campo, no mesmo território (saúde do solo, agricultura regenerativa, manejo de nutrientes) discutido neste artigo.
Clique em SAIBA MAIS e conheça o curso:
Procedência da aula
Conteúdo baseado na palestra “A evolução da saúde do solo e suas aplicações na agricultura norte-americana”, apresentada por Carlos Bonini Pires, Ph.D. (Assistant Professor, Extension Soil Health Specialist, North Dakota State University — NDSU; engenheiro agrônomo e mestre em ciência do solo pela UFSM; doutor pela Kansas State University) no Simpósio Brasileiro de Saúde do Solo 2026 (SBSS), Dia 1, Palestra 2, 05/08/2026, das 10h30 às 11h30.
Sobre a autora

Beatriz Nastaro Boschiero
Especialista em Conteúdo na Agroadvance
- Pós-doutora pelo CTBE/CNPEM e CENA/USP
- Mestra e Doutora em Solos e Nutrição de Plantas (ESALQ/USP)
- Engenheira Agrônoma (UNESP/Botucatu)
Como citar este artigo:
BOSCHIERO, B.N. Agricultura regenerativa nos EUA: a produtividade cai antes de subir, e o produtor já é pago por práticas adotadas. Blog Agroadvance. Publicado em: 27 Ago. 2026. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-agricultura-regenerativa-nos-eua/. Data de acesso: 27 ago. 2026.



