A compostagem acompanha a agricultura desde os primórdios. Muito antes da popularização dos fertilizantes minerais, agricultores utilizavam esterco, restos de culturas e palhada para devolver ao solo a fertilidade necessária para produzir.
Hoje, em meio ao aumento do custo dos insumos químicos e à crescente preocupação ambiental, a técnica se destaca como uma prática eficiente para transformar resíduos orgânicos em fertilizante de alto valor agronômico, contribuindo para a saúde do solo e redução de custos com insumos químicos.
Segundo a FAO, estima-se que mais de 30% de todos os alimentos produzidos no mundo são desperdiçados, e uma parte considerável desse resíduo pode ser direcionada para processos de compostagem, reduzindo impactos ambientais e gerando benefícios diretos ao produtor rural.
Dados de 434 experimentos de campo, analisados por meta-análise, indicam que a adubação orgânica aumenta o estoque de carbono orgânico do solo (COS) até 60 cm de profundidade, com incrementos entre 28 e 30 % (ALVAREZ, 2025).
Diante desse cenário, compreender os fundamentos, ciclos, tipos e processos operacionais da compostagem é essencial para produtores e consultores que desejam aliar produtividade, sustentabilidade e economia.
Histórico e importância da compostagem
A compostagem é uma prática milenar: registros históricos indicam que povos da Antiguidade, como os chineses e os hebreus, já utilizavam os resíduos orgânicos para melhorar e restaurar a fertilidade dos solos agrícolas. Essa tradição foi incorporada em diferentes regiões do mundo, evoluindo de um conhecimento empírico para técnicas cada vez mais estruturadas.
No Brasil, pequenos agricultores historicamente utilizaram esterco e restos vegetais em processos rudimentares de decomposição. Contudo, a partir do século XX, com o crescimento urbano e o aumento da geração de resíduos sólidos, a compostagem passou de prática empírica a técnica sistematizada, com normas específicas e embasamento científico, como alternativa de gestão ambiental.
Esse movimento foi reforçado pela difusão de pesquisas científicas e pelo desenvolvimento de tecnologias que permitiram controlar parâmetros essenciais, como temperatura, aeração e umidade, tornando o processo mais eficiente e seguro.
Atualmente, a compostagem se insere em um contexto de economia circular, reduzindo o volume de resíduos destinados a aterros e reinserindo nutrientes nos sistemas produtivos (Figura 1).

A compostagem contribui diretamente para metas de agricultura sustentável e regenerativa, favorecendo o aumento do teor de matéria orgânica no solo, a melhoria da estrutura física, a maior capacidade de retenção de água e a redução da dependência de fertilizantes minerais.
Também é reconhecida como aliada nas estratégias de mitigação das mudanças climática, ao reduzir emissões de metano de aterros e promover o sequestro de carbono nos sistemas agrícolas.
O que é compostagem?
A compostagem é um processo biológico aeróbio controlado, conduzido por microrganismos como bactérias, fungos e actinomicetos, responsáveis por decompor resíduos orgânicos (como esterco, restos de culturas, palhada e subprodutos agroindústrias) e transformá-los em um material estabilizado, rico em húmus e nutrientes: o composto orgânico.
Mais do que uma prática de reciclagem, a compostagem permite transformar um passivo ambiental (resíduos) em um ativo agronômico (fertilizante orgânico), contribuindo para a redução de custos de produção, a melhoria da qualidade do solo e a mitigação de impactos ambientais.
O processo envolve a oxidação da matéria orgânica em condições controladas de temperatura, umidade, oxigenação e relação carbono/nitrogênio (C/N). Para que ocorra de forma eficiente, a literatura recomenda que a relação inicial C/N fique entre 25:1 e 35:1, o que favorece a degradação rápida e sem perdas excessivas de nutrientes.
Compostos bem estabilizados apresentam:
- Liberação gradual de nutrientes, reduzindo riscos de lixiviação e perdas;
- Aporte de substâncias húmicas, que aumentam a capacidade de troca catiônica do solo
- Aumento da atividade microbiana do solo.
Ciclo da compostagem: as fases envolvidas
O ciclo da compostagempode ser dividido em quatro fases principais, que se sucedem de acordo com a disponibilidade de substrato e a atividade dos microrganismos:
I. Fase mesofílica (20–40 °C):
- Inicia-se logo após a montagem da leira,
- Microrganismos mesofílicos (principalmente bactérias) degradam compostos de fácil assimilação, como açúcares e proteínas.
- A intenda atividade microbiana gera calor, aumento a temperatura do material.
II. Fase termofílica (45–70 °C):
- Etapa mais ativa da decomposição, com temperaturas geralmente entre 55 e 65ºC, importante para a higienização do composto, eliminando patógenos e sementes de plantas daninhas e organismos patogênicos.
- Ocorre a degradação intensa de compostos mais complexos, como celulose, hemicelulose e lipídios.
- Em alguns casos, a temperatura pode ultrapassar 65 °C, devendo-se monitorar para evitar perdas excessivas de nutrientes por volatilização.
III. Fase de resfriamento (40-45ºC)
- A disponibilidade de materiais facilmente degradáveis diminui, e a temperatura cai gradualmente.
- Fungos e actinomicetos continuam a decomposição em condições mais amenas, atuando sobre compostos mais resistentes, como a lignina.
- A diversidade microbiana aumenta, preparando o material para a estabilização.
IV. Fase de maturação (30–40 °C)
- A atividade microbiana se torna muito lenta e o composto atinge estabilidade química e biológica, com atividade microbiana lenta.
- Ocorre a estabilização da matéria orgânica e formação de húmus e substâncias húmicas, responsáveis por melhorar a fertilidade do solo e capacidade de retenção de água.
- O composto ganha características de fertilizante estável: cor escura, cheiro de terra úmida e não apresenta mais aquecimento.
- Essa etapa é fundamental para reduzir a fitotoxicidade do composto, garantindo segurança em sua aplicação.
Aspectos microbiológicos e químicos da compostagem
Durante a compostagem, ocorre uma sucessão microbiana: bactérias degradam compostos simples, fungos e actinomicetos atuam sobre moléculas complexas como lignina e celulose, e a diversidade microbiana promove a formação de húmus estável.
Quimicamente, o processo de compostagem envolve transformações significativas nos ciclos do carbono, nitrogênio e fósforo. A relação C/N tende a se equilibrar, reduzindo perdas de nitrogênio por volatilização.
O pH e a condutividade elétrica também sofrem alterações, o que influencia diretamente a qualidade final do composto.
Essas mudanças refletem em um composto mais rico em nutrientes disponíveis, mas também com capacidade de fornecer esses nutrientes de forma gradual, em sincronia com a demanda das plantas.
Tipos de compostagem
Existem diferentes formas de realizar compostagem, variando conforme escala, objetivo e recursos disponíveis, sendo as principais: a compostagem doméstica, compostagem comunitária, vermicompostagem e compostagem industrial. Vejamos as diferenças entre elas a seguir:
1. Compostagem doméstica: realizada em pequena escala, geralmente em quintais ou hortas. Utiliza restos de alimentos, podas e resíduos domésticos orgânicos (Figura 2).

2. Compostagem comunitária: estratégia coletiva em bairros, cooperativas ou associações. Além da destinação adequada de resíduos, promove educação ambiental e redução de custos coletivos.
3. Vermicompostagem: uso de minhocas (principalmente Eisenia foetida) para acelerar a degradação e enriquecer o composto com hormônios de crescimento vegetal. Indicada para sistemas agroecológicos.
4. Compostagem industrial (usinas): processo em larga escala, com controle rigoroso de temperatura, aeração e umidade. Usinas de compostagem podem processar milhares de toneladas de resíduos urbanos, agroindustriais e rurais (Figura 3).

Usinas de compostagem e legislação no Brasil
As usinas decompostagem surgem como alternativa estratégica para o aproveitamento de resíduos de origem urbana, agroindustrial e rural, reduzindo a pressão sobre aterros e transformando passivos ambientais em insumos agrícolas de valor.
No entanto, experiências mal planejadas no passado evidenciaram problemas como mau cheiro, baixa qualidade do composto e rejeição social — reforçando a necessidade de normas técnicas e controle rigoroso.
No Brasil, o marco legal e normativo da compostagem inclui:
- Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010): prevê destinação correta dos resíduos orgânicos.
- Resolução CONAMA 481/2017: estabelece critérios e procedimentos para uso agrícola de resíduos, contemplando a proteção ambiental e a saúde pública.
- Norma ABNT NBR 15449:2006: traz diretrizes técnicas para usinas de compostagem, incluindo aspectos de controle de processo e qualidade do produto final.
- Instrução Normativa nº 61/2020 do MAPA: estabelece regras sobre definições, exigências, especificações e registro de fertilizantes orgânicos e biofertilizantes.
Essas normas garantem que o composto orgânico produzido em escala industrial tenha qualidade agronômica e sanitária, assegurando segurança ao produtor.
Processo operacional no campo: etapas práticas e controle de qualidade
No contexto rural, a compostagem pode ser implementada em leiras estáticas, revolvidas ou em sistemas mecanizados, variando conforme escala de produção e disponibilidade de recursos. O processo segue etapas práticas (Figura 4).
Para que o processo seja eficiente, é essencial controlar fatores críticos como umidade, oxigenação, temperatura e relação carbono/nitrogênio (C/N). Problemas como: excesso de umidade (que gera mau cheiro e chorume), temperaturas inadequadas, desequilíbrio da relação C/N e ausência de maturação, comprometem a qualidade final e podem causar fitotoxicidade.
A qualidade do composto deve ser assegurada por análises laboratoriais, avaliando parâmetros como teor de macro e micronutrientes, pH, condutividade elétrica e presença de metais pesados, garantindo segurança agronômica, sanitária e legal, além de segurança no uso agrícola.

Como fazer compostagem no campo: passo a passo
1. Escolha do local: preferencialmente seco, ventilado, com drenagem adequada e protegido de enxurradas.
2. Montagem da leira: Alternar camadas de resíduos úmidos (esterco, restos de cultura) com materiais secos (palha, serragem), garantindo boa aeração.
3. Proporção ideal: Relação C/N inicial em torno de 30:1. Na prática, mistura de 2 partes de material seco para 1 parte de material úmido.
4. Monitoramento contínuo:
- Temperatura: deve subir nas primeiras semanas, indicando atividade microbiana intensa.
- Umidade: semelhante a uma esponja úmida, sem escorrer água.
- Revolvimento: a cada 10-15 dias para oxigenação e homogeneização.
5. Tempo de compostagem: Geralmente de 60 a 120 dias em sistemas a campo, dependendo dos materiais e do manejo.
6. Ponto de maturação: o composto estará pronto quando apresentar cheiro de terra fresca, cor escura homogênea e temperaturas próximas a do ambiente.
Erros comuns na compostagem e como evitar
- Excesso de umidade: gera mau cheiro e perda de nutrientes → revolver a leira e adicionar material seco.
- Pouca oxigenação: gera anaerobiose e retarda a decomposição → revolver a leira com maior frequência.
- Proporção inadequada de resíduos: excesso de material úmido provoca lentidão no processo de compostagem → balancear com mais palha e serragem.
Materiais que podem e não podem ser utilizados na compostagem
Materiais recomendados
- Esterco bovino, de aves e suínos – rico em nutrientes, principalmente nitrogênio, fósforo e potássio, equilibrando a relação C/N da leira.
- Restos de culturas – folhas, talos e palhada de grãos ou hortaliças, importantes para fornecer carbono e estrutura à compostagem.
- Resíduos agroindustriais – casca de café, bagaço de cana, torta de filtro, cascas de frutas; contribuem com nutrientes e matéria orgânica, desde que incorporados na proporção adequada.
- Serragem e restos vegetais secos – fornecem carbono e ajudam a evitar compactação da leira, melhorando a aeração.
- Cinzas vegetais – podem ser adicionadas em pequenas quantidades como fonte de potássio e cálcio, mas devem ser usadas com moderação para não alterar o pH.
Materiais a evitar
- Carne, ossos e gordura – favorecem maus odores, atraem vetores e dificultam a decomposição aeróbia.
- Fezes de animais domésticos – podem conter patógenos prejudiciais à saúde.
- Resíduos com metais pesados ou contaminantes químicos – comprometem a qualidade do composto e podem contaminar o solo.
- Plásticos, vidro e outros inorgânicos – não se decompõem e poluem o composto.
- Vinhaça – seu uso direto não é recomendado, pois excesso de umidade e matéria orgânica podem gerar anaerobiose e mau cheiro; apenas em pequenas doses e com manejo técnico adequado.
Cuidados para garantir qualidade e evitar problemas
Para que o composto orgânico seja eficiente, é necessário evitar alguns problemas comuns:
- Excesso de umidade: pode gerar mau cheiro e lixiviados.
- Temperaturas inadequadas: comprometem a higienização do composto.
- Desequilíbrio da relação C/N: resulta em decomposição lenta ou perdas de N por volatilização.
- Ausência de maturação: risco de fitotoxicidade às plantas.
Uma boa prática é realizar análises laboratoriais para avaliar teor de nutrientes, pH, condutividade elétrica e presença de metais pesados, garantindo segurança agronômica e legal.
Quando é viável realizar compostagem em propriedades rurais?
A compostagem é especialmente viável em sistemas que:
- Produzem grande volume de resíduos (bovinos, suínos, aves, café, cana-de-açúcar, hortaliças).
- Têm alto custo com fertilizantes minerais.
- Buscam certificações de produção sustentável (ex.: orgânicos).
- Estão em regiões com políticas de incentivo ao uso de bioinsumos.
O composto orgânico, além de fertilizar, melhora a estrutura do solo, aumenta a infiltração de água e estimula a microbiota, aspectos fundamentais para lavouras de alta produtividade.
Muitas propriedades agrícolas que possuem criação de gado e produção agrícola acabam utilizando compostagens. O mesmo ocorre em algumas usinas de cana-de-açúcar, que acabam aproveitando os resíduos industriais (bagaço, torta de filtro e cinzas) para produção de compostos orgânicos.
Aplicação do composto orgânico a campo
De acordo com a RTV da ICL, Débora Bortoletto, a aplicação do composto orgânico no plantio da cana-de-açúcar deve ser realizada no fundo do sulco, logo após a operação de sulcação (Figura 5).
As doses recomendadas variam, em geral, de 12 a 30 toneladas por hectare, dependendo da disponibilidade do material e de sua concentração nutricional.

Benefícios agronômicos e ambientais
O composto orgânico atua não apenas como fertilizante, mas como condicionador de solo, promovendo melhorias físicas, químicas e biológicas. Entre os principais benefícios, destacam-se:
- Melhoria na estrutura física do solo: favorece agregação de partículas, reduz compactação e aumenta a porosidade.
- Maior retenção de água, essencial para a resiliência das plantas em períodos de seca.
- Estimulo a microbiota benéfica: microrganismos do solo passam a atuar na ciclagem de nutrientes e na supressão de patógenos.
- Elevação do teor de matéria orgânica: com impactos diretos na fertilidade e na capacidade de troca catiônica (CTC do solo).
- Sequestro de carbono: contribui para mitigar os efeitos das mudanças climáticas.
Agronomicamente, o uso do composto orgânico:
- Aumenta a eficiência do uso de nutrientes, reduzindo perdas por lixiviação;
- Reduz a dependência de fertilizantes minerais, aliviando custos de produção e
- Pode melhorar a qualidade dos alimentos produzidos, com maior teor de micronutrientes e menor risco de contaminação química.
No aspecto ambiental, a compostagem:
- Reduz a emissão de gases de efeito estufa quando comparada à disposição inadequada de resíduos orgânicos,
- Diminui a pressão sobre aterros sanitários e
- Fecha ciclos biogeoquímicos, reinserindo nutrientes nos sistemas produtivos e promovendo sustentabilidade.
Desafios e limitações da compostagem
Apesar dos benefícios, a compostagem em escala agrícola ainda enfrenta desafios:
Custos iniciais de infraestrutura e manejo;
- Necessidade de mão de obra capacitada, para monitorar parâmetros dos processos;
- Riscos de contaminação quando não há controle adequado da matéria-prima
- Tempo de maturação relativamente longo (60-120 dias), que exige planejamento.
- Dificuldades logísticas no transporte de grandes volumes de resíduos podem tornar o processo oneroso em regiões distantes das fontes de matéria orgânica.
Essas limitações reforçam a importância de planejar a compostagem de acordo com a escala, disponibilidade de insumos e logística de transporte.
Estudo de caso
Moraes et al. (2025) avaliaram os efeitos da inoculação de Bacillus subtilis (estirpe AP-3, 5,0 x 108 células mL−1) em composto orgânico aplicado à cultura da soja sob déficit hídrico.
O processo de compostagem foi feito misturando-se esterco bovino (relação C:N – 18:1) e palha de capim (relação C:N 35:1) na proporção de 80:20 (v:v) por 90 dias com revolvimento e umedecimento semanais para manter a umidade em torno de 50%.
Os resultados foram surpreendentes: A aplicação de composto orgânico com B. subtilis resultou em maior nodulação: o peso seco dos nódulos aumentou cerca de 180% em condições irrigadas, e 95% sob déficit hídricoem comparação ao controle (Figura 6).

A aplicação de composto orgânico inoculado com B. subtilis aumentou em 51% a tolerância da soja ao déficit hídrico, melhorando a arquitetura radicular e a nodulação (Figura 7).
Esses resultados sugerem que B. subtilis associado ao composto orgânico pode ser uma estratégia eficaz para mitigar os efeitos adversos do déficit hídrico na soja.

A integração dessa prática nas fazendas pode otimizar o uso da água, melhorar a saúde das raízes e promover o manejo sustentável do solo, mas a adoção depende do custo, escalabilidade e adaptabilidade local.
Conclusões
A compostagem representa uma alternativa técnica, econômica e ambiental para o manejo de resíduos no campo. Mais do que reciclar nutrientes, ela promove sustentabilidade, autonomia do produtor e melhoria da fertilidade do solo.
Em um cenário de alta nos custos de fertilizantes minerais, investir em compostagem pode ser um diferencial competitivo para propriedades rurais.
O composto orgânico com B. subtilis melhora a fotossíntese e o uso da água da soja.
Lembre-se que é importante consultar um engenheiro agrônomo para realizar as recomendações.
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Referências
Alvarez, R. Increasing soil organic carbon by applying farm-made organic fertilizers as a function of soil depth: A global synthesis. Science of The Total Environment, v. 991, 2025. https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2025.179933
BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Instrução Normativa nº 61, de 8 de julho de 2020. Estabelece as regras sobre definições, exigências, especificações, garantias, tolerâncias, registro, embalagem e rotulagem dos fertilizantes orgânicos e dos biofertilizantes, destinados à agricultura.
Moraes, B. V.; et al. Bacillus subtilis inoculated in organic compost could improve the root architecture and physiology of soybean under water déficit. Plant Physiology and Biochemistry, v. 220, 109540, 2025. https://doi.org/10.1016/j.plaphy.2025.109540
Sá, T. M. M. de; et al. Compost with High Soil Conditioning Potential Obtained by Composting Using a Portable and Low-Cost System. Sustainability, v. 17, n. 8, 3356, 2025. https://doi.org/10.3390/su17083356.
Sobre o autor:

João Paulo Marin Sebim
Doutorando em fitotecnia (ESALQ/USP)
- Mestre em Produção Vegetal (UFAC)
- Engenheiro Agrônomo (UFAC)
Como citar este artigo:
SEBIM, J.P.M. Compostagem no campo: processos, tipos, ciclo completo e a relevância na fertilidade do solo. Blog Agroadvance. Publicado: 03 Set 2025. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-compostagem-composto-organico/. Data de acesso: 13 jun. 2026.



