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Adubação do milho: Guia Completo para máxima produtividade

Recomendações práticas para adubação do milho: veja como reduzir a adubação do milho de segunda safra sem comprometer a produtividade em razão da fertilidade construída.
  • Publicado em 05/02/2025
  • João Paulo Marim Sebim
  • Milho
  • Publicado em 05/02/2025
  • João Paulo Marim Sebim
  • Milho
  • Atualizado em 26/02/2025
adubação do milho
Sumário

A adubação do milho é um dos principais pilares para garantir altos rendimentos na cultura. O ciclo de desenvolvimento do milho exige um fornecimento constante e equilibrado de macronutrientes, como nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), além de micronutrientes essenciais.

Uma lavoura de milho pode exportar, em média, 1 kg de N, 0,5 kg de P2O5 e 0,3 kg de K2O por saca.

A reposição desses nutrientes é majoritariamente feita por meio da adubação química, utilizando ureia (N), KCl (K2O), superfosfatos simples, triplo ou MAP (P2O5).

Neste artigo, exploraremos as melhores práticas de adubação do milho, época mais adequada para a aplicação, as exigências nutricionais, a extração e exportação de nutrientes, além das recomendações da quantidade de adubo NPK.

Como deve ser a adubação do milho?

A adubação do milho deve ser planejada com base nas necessidades nutricionais da planta e nas condições do solo.

A adubação para o milho envolve três fatores básicos de nutrição de plantas:

  • nutrientes exigidos;
  • quantidade necessárias e
  • época e localização para o fornecimento dos nutrientes.

Portanto, para realizar a adubação do milho de maneira eficaz, devemos considerar os seguintes fatores:

  • Análise de solo
  • Fases de adubação (pré-plantio, plantio e cobertura)
  • Análise foliar
  • Exigência nutricional do milho
  • Extração e exportação de nutrientes
  • Fertilidade do solo

Fertilidade do solo e exigência nutricional do milho

A fertilidade é a capacidade do solo de suprir elementos essenciais às plantas, em quantidades, condições e tempo adequados, visando seu pleno desenvolvimento, crescimento e reprodução.

Construção da fertilidade do solo: em solos de baixa fertilidade natural (como os do Cerrado), o manejo correto da adubação, aliado a práticas como plantio direto, rotação de culturas e plantas de cobertura, melhora a retenção de nutrientes no perfil do solo.

Um solo fértil ou corrigido para a cultura do milho deve apresentar os seguintes valores absolutos mínimos (Tabela 1):

Tabela 1. Exigências nutricionais do milho

FatoresExigência do Milho
Camada de 20-40 cm
AcidezpH entre 5,5 e 6,2 (em CaCl2) ou pH entre 6,0 e 6,7 (em água)
Alumínio<0,5 cmolc/dm3
Saturação de Al3+ (m%)<15%
Saturação por bases (V%)>60-70%
K0,22 cmolc/dm3
P resina>30 mg/dm3
Ca2,6 cmolc/dm3
Mg0,9 cmolc/dm3
Camada de 20-40 cm
Saturação por bases (V%)>40%
Saturação de Ca>35% na CTC efetiva
Ca1,0 cmolc/dm3
AcidezpH >5,0 (em CaCl2)
AlumínioAusente
Fonte: Sebim (2025) adaptado de Francelli (2024).

Relações de equilíbrio entre nutrientes

Ao realizar a adubação do milho é importante levar em considerações alguns fatores importantes, dentre eles a relação entre os nutrientes.

Por exemplo, na relação (Ca+Mg)/k, valores acima de 35 podem induzir a deficiência de K.

Segundo Santos et al. (2024), a adubação do milho balanceada pode aumentar a produtividade em até 30% em relação a áreas que não recebem manejo adequado.

Abaixo, apresentamos para você uma tabela com as principais relações entre os nutrientes e os níveis adequados no solo (Tabela 2).

Tabela 2. Principais relações de equilíbrio entre os nutrientes

FaixasRelações de Equilíbrio
Ca/MgCa/KMg/K(Ca+Mg)/K
Baixo< 1,5< 7< 2< 10
Médio1,5 a 37 a 142 a 510 a 9
Adequado3 a 515 a 256 a 1520 a 34
Alto> 6> 25> 15> 35
Fonte: Francelli (2020)

Qual é o adubo ideal para plantar milho?

Para responder a essa pergunta, vamos fazer uma analogia: assim como um médico prescreve um medicamento para o paciente após solicitar uma série de exames, conhecendo a causa do problema, com as plantas não é diferente.

Para saber qual o adubo ideal e a dose correta para o milho, é preciso conhecer a fertilidade do solo e as exigências da planta, que, neste caso, é o nosso “paciente”.

Para isso, antes do plantio, é preciso realizar a análise de solo, e após, a análise foliar.

Amostragem de solo

A seguir, apresentamos uma sugestão de grade de amostragem de solo para sua fazenda:

  • Para a camada de 0-20 cm, colete de 10 a 15 subamostras a cada 5 hectares, que serão misturadas para formar uma amostra composta de rotina.
  • Para a profundidade de 20-40 cm, a coleta deve ser realizada a cada 10 hectares, com 5 subamostras, para a composição de uma amostra composta de rotina.

A amostra composta de rotina é formada pela mistura de todas as amostras simples coletadas, e para o envio ao laboratório, é importante que a amostra seca ao ar tenha, em média, 500 g.

Amostragem foliar de milho

Em qual momento deve ser feita a análise foliar do milho? A amostragem deve ocorrer no início do florescimento feminino, quando os estilos-estigmas se tornam visíveis. A análise foliar permite aferir e corrigir possíveis déficit nutricional.

A folha a ser coletada é aquela oposta e imediatamente abaixo à inserção da espiga principal da planta, geralmente localizada entre o 6º e o 9º nó visível do colmo (Figura 1).

Para cada área de 1 a 5 hectares, é necessário coletar entre 20 a 30 folhas ou plantas.

análise foliar milho
Figura 1. Procedimento para amostragem de folha para fins de análise química de tecido vegetal. Fonte: O autor.

Exportação de nutrientes

Durante a colheita, uma grande parte dos nutrientes é extraído do solo e removida juntamente com os grãos. Isso pode resultar em um empobrecimento rápido da fertilidade do solo, caso não haja reposição.

A reposição garante que o solo continue produtivo em safras subsequentes, prevenindo o esgotamento dos nutrientes no solo.

A extração e exportação de nutrientes no milho varia de acordo com o órgão da planta (Tabela 3).

Tabela 3. Extração e exportação de macro e micronutrientes no milho, por saca de grãos (*)

Partes da PlantaMacronutrientes (kg/saca)
NP2O5K2OCaMgS
Grãos1,00,50,30,010,10,1
Folhas, Colmo e Raízes0,60,11,20,20,20,1
Planta inteira1,60,61,50,20,30,2
Partes da PlantaMicronutrientes (g)
BCuFeMnMoZn
Grãos0,30,10,70,50,041,4
Folhas, Colmo e Raízes0,90,713,52,30,021,4
Planta inteira1,20,814,22,70,062,8
Fonte: Sebim (2025), adaptado de Fancelli (2020). (*) em lavouras com rendimento aproximado de 12.600 kg/ha de grãos

Perceba que a maior parte dos nutrientes (NPK) é exportada pelos grãos, os quais não retornam ao solo e precisam ser repostos. Exceto o K, que majoritariamente é exportado pelas folhas, colmo e raízes.

Adubação do milho na segunda safra

O cultivo do milho safrinha em sucessão à soja tem se destacado nos sistemas produtivos brasileiros, representando 79,7% da produção nacional do cereal (Conab, 2024).

No entanto, o manejo inadequado da adubação milho pode comprometer a fertilidade do solo e a produtividade do sistema a longo prazo.

Posso reduzir a adubação do milho de segunda safra sem comprometer a produtividade?

De acordo com Resende et al. (2019a), reduzir a adubação do milho de segunda safra sem comprometer a produtividade é viável quando:

  • Há um diagnóstico preciso do solo e do balanço de nutrientes.
  • Os níveis de nutrientes, especialmente P e K, são suficientes para atender à demanda da cultura.
  • O manejo é adaptado às condições climáticas e operacionais específicas da safra.

Adubação de restituição: Em solos de fertilidade construída, a adubação pode ser ajustada para repor apenas os nutrientes exportados pela colheita, reduzindo custos e impactos ambientais sem prejudicar a produtividade.

Entretanto, no caso de balanço de nutrientes negativo, deve-se acrescentar um delta na dose do adubo para manter o nível no solo adequado.

Abaixo apresentamos um modelo conceitual no qual as adubações (de restituição) correspondem as entradas de nutrientes que, em sinergia com os créditos existentes, devem ser suficientes para cobrir as saídas via exportação (Figura 2).

balanço de nutrientes
Figura 2. Modelo conceitual para aplicação do balanço de nutrientes no monitoramento nutricional de sistemas de produção de culturas anuais em solos de fertilidade construída. Fonte: Resende et al. (2019b).

Uma estratégia que pode ajudar a redução do uso de fertilizantes é a inoculação do milho com microrganismos promotores de crescimento. Resultados da Embrapa (Barbosa et al. 20222) indicam que com o uso da bactéria Azospirillum brasilense (estirpes Ab-V5 e Ab-V6) no milho o produtor pode reduzir 25% da dose de fertilizantes nitrogenados em cobertura após a inoculação das sementes sem perdas na produtividade. 

A adubação milho segunda safra pode ser desafiadora, abaixo apresentamos os principais desafios (Figura 3).

desafios da adubação do milho safrinha
Figura 3. Principais desafios da adubação do milho segunda safra.
Fonte: Sebim (2025).

A adubação para milho deve ser adaptada às condições de cada região, tipo de solo e exigência da cultura. As recomendações a seguir foram baseadas em estudos recentes e práticas validadas em campo para o milho segunda safra.

Quanto de NPK o milho precisa?

Para fins de cálculo, vamos assumir uma situação hipotética de um solo com fertilidade construída e os valores da tabela 4. Para uma produtividade esperada de 12.000 kg/ha, temos:

Cálculo da adubação de N:

A adubação nitrogenada pode ser realizada considerando o teor de proteína no grão, que em média é 10% por saca de 60 kg, onde cada kg de proteína tem em média 16% de N.

Seguindo esse raciocínio não precisamos utilizar tabelas de recomendação de adubação para o milho para fazer o cálculo, conforme apresentado abaixo:

QN = 60 kg (saca) x 0,1 (% de proteína) = 6 kg de proteína

QN = 6 kg (proteína) x 12.000 kg / 60 kg (saca) = 1.200 kg de proteína

QN = 1200 kg proteína x 0,16 (% de N / kg de proteína)

QN = 192 kg de N/ha

em que, QN =Quantidade total de nitrogênio (kg/ha)

Outra forma de calcular a dose de N é utilizar o valor exportado:

QN = 12.000 kg x 1 kg (N extraído) / 60 kg (saca)

QN= 200 kg/ha de N

em que, QN = Quantidade total de N (kg/ha), 1: extração de N e 12.000 kg: produtividade esperada.

Cálculo da adubação de P:

QP2O5 = 0,5 kg * 12.000 kg= 6.000 kg de P2O5 / 60 kg (saca)

QP2O5 = 100 kg/ha de P2O5

em que, QP2O5 = Quantidade total de P2O5 (kg/ha), 0,5: extração de P2O5 e 12.000 kg: produtividade esperada.

Cálculo da adubação de K:

QK2O = 0,3 kg * 12.000 kg = 3.600 kg de K2O / 60 kg (saca)

QK2O = 60 kg/ha de K2O

em que, QK2O = Quantidade total de K2O (kg/ha), 0,3:extração de K2O e 12.000 kg: produtividade esperada.

Abaixo apresentamos a recomendação de adubação para milho e a dose do adubo de acordo com a fonte de NPK (Tabela 4).

Tabela 4.  Tabela de Recomendação de Adubação no milho (NPK) com base na extração e exportação de nutrientes

Quantidade do NutrienteDose do Adubo
200 kg/ha de N435 kg/ha de ureia
192 kg/ha de N Com base no teor de proteína do grão420 kg/ha de ureia
100 kg/ha de P2O5222 kg/ha de TSP
60 kg/ha de K2O100 kg/ha de KCl
Fonte: Sebim (2025).

Quantas vezes é preciso adubar o milho?

O parcelamento da adubação do milho depende muito da classe textural do solo. Solos arenosos (<15% de argila) é ideal realizar ao menos 2 adubações de cobertura, sendo a primeira no estádio V3 a V4 e a segunda em V6 a V7.

Já para solos de textura mais argilosa (36 a 60% de argila), recomenda-se realizar uma única aplicação em cobertura entre os estádios V6 a V7.

Adubação de cobertura do milho: Quando e como fazer?

Nitrogênio: Em um solo arenoso, considerando a recomendação de 420 kg/ha de ureia (Tabela 4), você pode aplicar 110 kg/ha na semeadura e parcelar os 310 kg/ha restantes em duas adubações de cobertura.

  • Primeira aplicação da adubação de cobertura do milho: 155 kg/ha de ureia, realizada entre a 3ª e a 4ª folha (Figura 4).
  • Segunda aplicação da adubação de cobertura do milho: 155 kg/ha de ureia, realizada entre a 6ª e a 7ª folha.

estádios fenológicos do milho e definição de potencial produtivo
Figura 4. Estádios fenológicos do milho. Fonte: Adaptado de FANCELLI (1986) e Iowa State University Extension (1993).

A aplicação adubação de cobertura do milho deve ser feita em faixa contínua no centro da entrelinha, evitar a distribuição a lanço, pois pode causar lesões nas folhas devido ao contato direto com o fertilizante.

A complementação de nitrogênio em etapas escalonadas, conforme Araújo et al. (2024), mostrou um incremento de 15% na produção em regiões semiáridas.

Fósforo: Considerando o exemplo acima, pelo menos 65 kg/ha de TSP deve ser aplicado no sulco, enquanto o restante, 157 kg/ha de TSP, deve ser distribuído em área total, seja no pré-plantio ou durante a semeadura.

Potássio: Com base na recomendação de 60 kg/ha de KCl, essa dose pode ser aplicada de uma única vez, no pré-plantio ou durante a semeadura.

O ideal é realizar a aplicação em área total, evitar a aplicação no sulco para prevenir efeitos de salinidade no solo e a lanço para evitar queimadura na folha.

Melhores práticas para evitar perdas de nutrientes

As perdas de nutrientes podem comprometer a produtividade do milho e impactar negativamente o meio ambiente. Para minimizar esses efeitos, as seguintes práticas são recomendadas:

  • Incorporação do fertilizante: Incorporar os fertilizantes ao solo minimiza as perdas por volatilização de amônia, especialmente em regiões com altas temperaturas.
  • Adubação em tempo úmido: A aplicação de fertilizantes durante períodos com umidade adequada aumenta a absorção dos nutrientes pelas plantas, reduzindo a lixiviação.
  • Cobertura vegetal: A cobertura do solo com restos culturais melhora a retenção de nutrientes e evita a erosão.
  • Uso de fontes estabilizadas: Fertilizantes estabilizados, como ureias com inibidores de urease e nitrificação, reduzem as perdas por lixiviação e volatilização.

Conforme Castro et al. (2023), as ureias enriquecidas com inibidores de urease e nitrificação podem reduzir as perdas de nitrogênio por volatilização em até 50% e por lixiviação em 20%.

Isso resulta em maior disponibilidade de nitrogênio para a planta, especialmente durante as fases críticas de crescimento (Figura 5).

volatilização de fontes de N na adubação do milho
Figura 5. Perdas de Nitrogênio em aplicação superficial. Fonte: Cantarella (2005).
  • Plantio direto: Segundo Santos et al. (2024), a adoção do sistema de Plantio Direto conserva a umidade do solo, reduzindo a evaporação e favorecendo o desenvolvimento radicular das plantas.

Essa abordagem também melhora a distribuição de nutrientes no perfil do solo devido à presença de matéria orgânica na superfície, que atua como um reservatório de nutrientes (Figura 6).

poder tampão do solo CTC
Figura 6. Diagrama ilustrativo de diferentes condições de tamponamento, implicando em capacidades distintas de o solo reservar nutrientes e água, e manter o sistema abastecido por mais tempo à medida que ocorre a absorção radicular. O manejo para incremento do conteúdo de MOS é única forma de aumentar o poder tampão de solos arenosos. Fonte: Resende et al. (2019b).

Conclusões

Neste artigo, destacamos que a fertilidade do solo, as exigências nutricionais das plantas, bem como a extração e exportação de nutrientes, são fatores-chave para a adubação do milho.

A amostragem e análise periódica do solo auxilia na tomada de decisões sobre o manejo da adubação milho e no monitoramento do balanço entre a entrada e a saída de nutrientes.

A adubação nitrogenada é imprescindível na semeadura, especialmente quando associada ao P, para promover o arranque inicial do milho safrinha.

As adubações do milho safrinha devem, no mínimo, repor os nutrientes exportados pelos grãos, especialmente em solos de fertilidade construída.

Quer saber mais? Conheça a Pós-graduação em Soja e Milho da Agroadvance e domine o manejo nutricional da cultura para obter altos rendimentos.

Referências 

ARAÚJO, L. S.; et al. Different sources of nitrogen fertilizer in rainfed maize grown in a semiarid environment. Arid Land Research and Management, v. 38, n. 1, p. 26-45, 2024. https://doi.org/10.1080/15324982.2023.2240745

BARBOSA, J.Z.; ROBERTO, L.A.; HUNGRIA, M.; CORRÊA, R.S.; MAGRI, E.; CORREIA, T.D. Meta-analysis of maize responses to Azospirillum. brasilense inoculation in Brazil: Benefits and lessons to improve inoculation efficiency. Applied Soil Ecology, v. 170, 104276, 2022. DOI: 10.1016/j.apsoil.2021.104276

Castro, M. P.; et al. Stabilized urea for maize grown on an Amazonian Cerrado soil. Agronomy Journal, v. 116, p. 326-338, 2023. DOI: 10.1002/agj2.21485

Conab. Companhia Nacional de Abastecimento. Grãos: Série histórica. Brasília, DF, 2024. Disponível em: https://www.conab.gov.br/info-agro/safras/serie-historica-das-safras/itemlist/category/910-Milho. Acesso em: 29 jan. 2025.

RESENDE, A. V. DE; GONTIJO NETO, M. M.; BORGHI, E.; SIMÃO, E. DE P.; GIEHL, J.; ABREU, S. C. Milho safrinha: é possível reduzir a adubação sem perdas na produtividade? Em: Seminário Nacional de Milho Safrinha, Jataí, GO. 2019a. p.197-215.

RESENDE, A. V.; BORGHI, E.; GONTIJO NETO, M. M.; FONTOURA, S. M. V.; BORIN, A. L. D. C.; OLIVEIRA JÚNIOR, A.; CARVALHO, M. C. S.; KAPPES, C. Balanço de nutrientes e manejo da adubação em solos de fertilidade construída. Tópicos em Ciências do Solo. v. 10, p. 342-398, 2019b.

SANTOS, J. DE A.; et al. Impacts of the tillage systems on the production of green corn (Zea mays L.) in long- term plots in Northeastern Brazil. Soil Use and Management, v. 40, e13061, 2024. https://doi.org/10.1111/sum.13061

Sobre o autor 

João Paulo Marim Sebim

Doutorando em fitotecnia (ESALQ/USP)

  • Mestre em Produção Vegetal (UFAC)
  • Engenheiro Agrônomo (UFAC)
  • joao.sebim@usp.br
  • Perfil do Linkedin
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Como citar este artigo 

SEBIM, J.P.M. Adubação do milho: Guia completo para máxima produtividade. 2025. Blog Agroadvance. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-adubacao-do-milho/. Data de acesso: xx Xxx 20xx.

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