O complexo do enfezamento do milho é um dos principais entraves fitossanitários da cultura as últimas safras brasileiras, especialmente em sistemas com sucessão intensiva de plantios e ausência de vazio sanitário efetivo.
A interação entre molicutes, vírus e elevada pressão da cigarrinha do milho modificou o padrão epidemiológico da cultura, elevando o risco de perdas severas, principalmente quando a infecção ocorre nos estádios iniciais. Esse cenário exige abordagem técnica e planejamento regional.
A infecção ocorre nos vasos do floema, comprometendo o transporte de fotoassimilados e alterando o equilíbrio fisiológico da planta. O impacto não se limita à fase vegetativa, mas se estende ao período reprodutivo, quando a demanda por assimilados é mais elevada.
Os enfezamentos do milho estão associados a microrganismos pertencentes à classe Mollicutes, grupo caracterizado pela ausência de parede celular e pela colonização do floema das plantas.
Na cultura do milho, distinguem-se dois quadros principais: o enfezamento pálido, relacionado ao procarionte Spiroplasma kunkelii, e o enfezamento vermelho, vinculado a fitoplasmas do grupo Maize bushy stunt.
A disseminação desses agentes ocorre por meio da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), inseto da ordem Hemiptera, que atua como vetor biológico ao adquirir os patógenos durante a alimentação e transmiti-los a plantas sadias.
Em situações de alta pressão vetorial, perdas produtivas podem atingir níveis economicamente críticos. Quer saber como reduzir esses danos na safrinha 2026? Continue na leitura abaixo.
Danos e perdas do complexo do enfezamento no Brasil
Na safra 2025, o complexo do enfezamento do milho manteve-se entre os principais fatores de instabilidade produtiva no país, especialmente nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A pressão da cigarrinha-do-milho e das doenças associadas resultou em reduções médias nacionais próximas de 20% a 25% na produtividade em áreas com incidência significativa.
Em talhões com infecção precoce e alta densidade do vetor, as perdas ultrapassaram 60%, havendo registros pontuais de inviabilidade econômica da lavoura.

Estimativas técnicas indicam que o Brasil deixou de colher, em média, mais de 30 milhões de toneladas por ano nas últimas safras sob forte pressão do complexo.
O impacto econômico acumulado associado à cigarrinha e aos enfezamentos nas últimas safras foi estimado em dezenas de bilhões de dólares, considerando perda de produtividade, aumento de custo com inseticidas, tratamento de sementes e aplicações adicionais.
Mas, o que realmente está por trás desses complexos de doenças?
O que é o complexo do enfezamento do milho?
O termo “complexo” é empregado porque diferentes agentes etiológicos podem atuar isoladamente ou de forma simultânea na mesma planta, compartilhando o mesmo vetor.
Essa coexistência amplia a variabilidade de sintomas e dificulta a identificação exclusivamente visual em campo. A presença simultânea de molicutes e vírus intensifica o desarranjo metabólico e elevam o potencial de dano.
A coinfecção promove alterações estruturais e fisiológicas mais severas do que aquelas observadas em infecções isoladas. O sistema patógeno vetor-hospedeiro deve ser interpretado de maneira integrada, pois o compartilhamento do mesmo vetor unifica a dinâmica de dispersão. Assim, o manejo não pode ser fragmentado.
Além disso, a intensidade do complexo varia entre regiões e safras, refletindo condições climáticas, pressão do vetor e escolha de híbridos. Essa variabilidade exige leitura técnica local e atualização constante das estratégias de manejo.

Etiologia e agentes causais
Os enfezamentos do milho compreendem três enfermidades epidemiologicamente associadas à cigarrinha-do-milho, Dalbulus maidis, que atua como vetor biológico.
O enfezamento vermelho é causado por fitoplasma, enquanto o enfezamento pálido decorre da infecção por Spiroplasma kunkelii, ambos pertencentes ao grupo dos mollicutes e restritos ao floema. Já o raiado fino do milho é provocado pelo Maize rayado fino virus, agente viral transmitido pela mesma espécie vetora.
Nos tópicos subsequentes, serão detalhados os aspectos etiológicos, sintomatológicos, epidemiológicos e as implicações para o manejo integrado da cultura.
Enfezamento pálido
O enfezamento pálido está associado a espiroplasmas que colonizam o floema e interferem no transporte de sacarose e outros compostos orgânicos. A obstrução parcial dos vasos compromete a redistribuição de assimilados para órgãos de crescimento ativo. Esse bloqueio resulta em redução da eficiência metabólica da planta.

A infecção provoca desordens fisiológicas progressivas, que se tornam mais evidentes no período reprodutivo. O déficit no fluxo energético limita a formação adequada de espigas e compromete o enchimento de grãos. Plantas infectadas apresentam menor acúmulo de matéria seca.
Em nível morfofisiológico, observa-se encurtamento de entrenós, redução de porte e alterações no padrão de coloração foliar.
A intensidade dos sintomas depende do estádio em que ocorreu a infecção e da suscetibilidade do híbrido cultivado.

Enfezamento vermelho
O enfezamento vermelho é causado por fitoplasmas que também se estabelecem nos vasos condutores. Além do bloqueio no transporte de assimilados, ocorre desregulação hormonal que afeta alongamento celular e dominância apical. O resultado é crescimento desuniforme e arquitetura alterada.
O “avermelhamento” das folhas está relacionado ao acúmulo de antocianinas, associado ao estresse fisiológico. Essa resposta indica comprometimento metabólico significativo e redução da atividade fotossintética. A planta passa a operar sob condição de limitação energética.
Do ponto de vista produtivo, o impacto é expressivo, com espigas pequenas, multi espigamento e enchimento irregular. A redução do potencial produtivo é diretamente proporcional à precocidade da infecção.

Raiado fino
O raiado fino ou “risco do raiado fino” é causado por vírus transmitido pelo mesmo vetor, ampliando a complexidade epidemiológica. A infecção viral compromete o tecido foliar, reduz a área fotossinteticamente ativa e altera o metabolismo da planta. As riscas longitudinais indicam colonização sistêmica.
A redução da atividade fotossintética limita a produção de carboidratos, agravando o efeito do bloqueio no floema quando ocorre coinfecção com molicutes. Esse cenário potencializa o impacto produtivo e dificulta a distinção visual entre agentes.

Em sistemas com alta pressão vetorial, a sobreposição entre vírus e molicutes é comum, resultando em sintomas mais severos e maior variabilidade entre plantas no mesmo talhão.

Como a cigarrinha do milho transmite os patógenos?
A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis (DeLong & Wolcott) (Homoptera: Cicadellidae) é o elemento da epidemiologia do complexo de enfezamento do milho. O inseto:
- Adquire o patógeno ao se alimentar de plantas infectadas,
- O agente multiplica-se internamente.
- Após um período latente de aproximadamente 3 a 4 semanas, o inseto torna-se capaz de transmiti-lo a plantas sadias. A multiplicação do agente no interior do vetor é etapa determinante para a infecção subsequente.
A transmissão ocorre durante novas picadas de alimentação, com inoculação direta no floema da planta.
Plantas em estádios iniciais, especialmente antes de V3 a V8B, são mais suscetíveis a infecções que comprometem severamente o rendimento. A combinação entre preferência por plantas jovens e migração entre talhões intensifica a pressão epidemiológica regional.

Comportamento biológico e hábito de colonização da cigarrinha
Os adultos e ninfas de Dalbulus maidis permanecem agrupados no cartucho do milho, formando colônias que dificultam a detecção visual nas fases iniciais. Essa permanência em tecidos jovens aumenta a eficiência de aquisição e inoculação dos patógenos, pois coincide com o período de maior suscetibilidade fisiológica da planta.
A colonização concentrada no cartucho também reduz a eficácia de aplicações mal direcionadas.
A espécie excreta substância açucarada durante a alimentação, o que favorece a atração de formigas e pode contribuir para a proteção indireta das colônias no campo.
Embora o milho seja seu principal hospedeiro reprodutivo, há registros de alimentação em culturas como algodão e batata, o que amplia a importância da vigilância fitossanitária regional e reforça a necessidade de planejamento integrado.
Epidemiologia e fatores de risco
A disponibilidade contínua de hospedeiro é um dos principais determinantes da manutenção da população do vetor. Sistemas com plantios sucessivos reduzem o intervalo sem milho no ambiente, favorecendo a persistência da cigarrinha.
A presença de milho tiguera atua como elo de continuidade entre safras, mantendo vetor e inóculo ativos durante a entressafra. Esse mecanismo encurta o ciclo epidemiológico e eleva o risco de infecção precoce na nova lavoura.

Temperaturas elevadas e ausência de interrupções no cultivo favorecem o desenvolvimento populacional do inseto. Quando esses fatores coincidem com estádios iniciais da cultura, o potencial de dano aumenta significativamente.
Sintomas e diagnóstico diferencial
Sintomas foliares
As manifestações foliares incluem estrias cloróticas, avermelhamento progressivo e alterações no padrão de pigmentação. A intensidade e a distribuição variam conforme agente etiológico e híbrido cultivado. Em fases avançadas, ocorre seca precoce de folhas.
Esses sintomas podem ser confundidos com deficiências nutricionais, especialmente fósforo, ou com outras viroses da cultura. A avaliação deve considerar histórico da área, presença do vetor e distribuição espacial no talhão.
A confirmação laboratorial por técnicas moleculares é indicada quando há necessidade de diagnóstico preciso, especialmente em áreas estratégicas ou experimentais.
Alterações estruturais
O encurtamento de entrenós e a redução do porte são sintomas estruturais frequentes. A arquitetura da planta torna-se compacta, comprometendo interceptação de luz e eficiência produtiva.
Observa-se perfilhamento, formação de múltiplas espigas pequenas e granação irregular. Em casos severos, ocorre acamamento associado à fragilidade do colmo e à entrada de patógenos oportunistas.
Essas alterações explicam a magnitude das perdas observadas, pois impactam diretamente o número e o peso de grãos por área.
Estratégias de controle integradas de manejo da cigarrinha-do-milho
Uso de híbridos tolerantes
A adoção de híbridos com maior nível de tolerância constitui medida estruturante no manejo do complexo. Existe variabilidade genética expressiva quanto à resposta à infecção e à intensidade dos sintomas.
Materiais mais tolerantes mantêm desempenho produtivo mais estável sob pressão do vetor. A escolha deve considerar histórico regional de ocorrência e dados técnicos disponibilizados pelas empresas de sementes.
A genética não elimina o risco, mas reduz o impacto fisiológico e amplia a previsibilidade do sistema produtivo.
Planejamento da época de semeadura
A definição adequada da janela de plantio reduz a coincidência entre picos populacionais do vetor e estádios iniciais da cultura. Semeaduras tardias tendem a enfrentar maior pressão de infecção.
Evitar implantação de lavouras novas ao lado de áreas mais velhas sintomáticas reduz a migração direta do inseto. A coordenação regional entre produtores amplia a eficácia dessa medida.
O planejamento temporal deve ser tratado como ferramenta epidemiológica, e não apenas operacional.
Monitoramento do vetor
O monitoramento sistemático da cigarrinha deve iniciar logo após a emergência da cultura. A inspeção frequente permite avaliar dinâmica populacional e antecipar intervenções.
Armadilhas adesivas e registros georreferenciados aprimoram a leitura do risco por talhão. A tomada de decisão baseada em dados reduz intervenções desnecessárias e aumenta a eficiência do manejo.
A disciplina de acompanhamento contínuo é determinante para reduzir infecções precoces.
O controle químico da cigarrinha-do-milho em pós-emergência envolve ingredientes ativos pertencentes principalmente aos grupos dos neonicotinoides, piretroides e organofosforados, aplicados de forma isolada ou em mistura. Entre os princípios ativos registrados destacam-se acetamiprido, imidacloprido, bifentrina, beta-ciflutrina, cipermetrina, fenpropatrina e acefato, além de combinações como bifentrina + carbossulfano.
A escolha deve considerar classe toxicológica, classe ambiental e rotação de modos de ação, visando reduzir pressão de seleção e manter estabilidade do manejo ao longo do ciclo vegetativo.
No âmbito do controle biológico, há registros de 113 produtos à base de Beauveria bassiana e Isaria fumosorosea (Cordyceps fumosorosea), fungos entomopatogênicos (Agrofit, 2026), que atuam por contato e colonização do inseto, promovendo infecção sistêmica e mortalidade da cigarrinha. Esses microrganismos integram programas de manejo com foco na redução populacional do vetor, especialmente quando associados ao monitoramento técnico e aplicações em estádios iniciais da infestação.
A inserção de agentes biológicos no sistema contribui para a diversificação das ferramentas de manejo, reduz a pressão de seleção sobre populações expostas a inseticidas sintéticos e favorece maior equilíbrio fitossanitário no ambiente produtivo.
Tratamento de sementes
O tratamento de sementes com inseticidas sistêmicos protege a fase inicial da cultura, período de maior suscetibilidade à infecção. Essa prática reduz a probabilidade de infecção precoce, que é a mais danosa ao rendimento final.
A eficácia depende da pressão do vetor e da correta escolha de produtos registrados. O tratamento integra o pacote preventivo e deve estar alinhado ao histórico regional.
O tratamento de sementesconstitui a principal barreira protetiva na fase inicial da cultura, período em que a infecção compromete de forma mais severa o potencial produtivo. Entre os produtos registrados destacam-se formulações à base de tiametoxam, imidacloprido e clotianidina, pertencentes ao grupo dos neonicotinoides, além de combinações como imidacloprido + tiodicarbe e lambda-cialotrina + tiametoxam.
Esses ingredientes ativos apresentam ação sistêmica, protegendo as plântulas nos estádios iniciais de desenvolvimento.
Controle cultural
A eliminação de milho voluntário interrompe a ponte verde e reduz a manutenção do vetor na entressafra. Essa prática é determinante para diminuir a pressão inicial da nova lavoura.
A rotação de culturas contribui para reduzir a persistência do sistema vetor patógeno, ao limitar a disponibilidade contínua de hospedeiro.
O manejo cultural sustenta o equilíbrio epidemiológico a médio prazo e deve ser conduzido de forma regionalmente coordenada.
Práticas de manejo da cigarrinha-do-milho e dos enfezamentos do milho
O manejo do complexo do enfezamento do milho deve ser estruturado de forma contínua ao longo do ciclo produtivo. A organização por momentos estratégicos permite reduzir a pressão do vetor e interromper o ciclo epidemiológico de forma sistemática. A seguir, as práticas são distribuídas conforme a fase do sistema produtivo.
1. Entressafra: interrupção da ponte verde
Na entressafra, o foco principal é reduzir a sobrevivência da cigarrinha-do-milho e eliminar fontes de inóculo. A eliminação do milho voluntário (tiguera) é medida prioritária, pois impede a manutenção do vetor entre safras. A área deve permanecer livre de plantas daninhas que possam servir como abrigo temporário.
A rotação de culturas com espécies não relacionadas ao sistema milho contribui para reduzir a pressão populacional do inseto. Evitar a semeadura sucessiva de gramíneas diminui a continuidade do hospedeiro no ambiente. Essa fase é decisiva para reduzir a infestação inicial da safra seguinte.
2. Planejamento e semeadura: redução do risco inicial
No momento da implantação da lavoura, decisões estruturais impactam diretamente o risco epidemiológico. Deve-se respeitar a janela regional de semeadura, evitando plantios tardios que coincidam com maior população do vetor.
Não se recomenda semear milho ao lado de lavouras adultas sintomáticas, pois a migração direta da cigarrinha eleva a pressão inicial. A escolha de cultivares com maior tolerância genética contribui para maior estabilidade produtiva. O uso de sementes certificadas e tratadas com produtos registrados garante proteção inicial da plântula, fase crítica para infecção.
3. Condução da lavoura: monitoramento e proteção vegetativa
Durante o desenvolvimento vegetativo, especialmente entre V2 e V8, o monitoramento da cigarrinha deve ser intensificado. Esse período corresponde à maior suscetibilidade da cultura à infecção com impacto produtivo significativo.
Caso necessário, devem ser aplicados métodos de controle recomendados para reduzir a população do vetor. A rotação de modos de ação de inseticidas é prática indispensável para evitar seleção de resistência em populações de cigarrinha. A intervenção deve ser técnica e baseada em monitoramento, evitando aplicações indiscriminadas.
4. Colheita e pós-colheita: redução de reinfestações
A fase final do ciclo também integra o manejo estratégico do sistema. É essencial concluir a colheita de forma qualificada, evitando perdas excessivas de espigas e grãos no campo, que originam plantas voluntárias na safra seguinte.
O transporte correto do milho colhido reduz a dispersão de grãos em estradas e áreas adjacentes. A minimização dessas perdas contribui para diminuir a formação de milho tiguera e, consequentemente, a manutenção do vetor no ambiente produtivo.
O manejo da cigarrinha e dos enfezamentos não se restringe a aplicações pontuais de inseticidas. Ele deve ser interpretado como um processo contínuo que inicia na entressafra, passa pela semeadura, acompanha o desenvolvimento da lavoura e se estende até a pós-colheita.
Conclusão
O impacto do complexo do enfezamento está diretamente relacionado ao momento da infecção e à intensidade da pressão vetorial. Infecções precoces comprometem severamente o potencial produtivo da cultura.
A redução do número de espigas viáveis e do peso de grãos afeta a rentabilidade do sistema. Em regiões com alta incidência, o risco financeiro torna-se componente estratégico do planejamento agrícola.
A variabilidade entre talhões dentro da mesma propriedade é comum, refletindo diferenças na pressão populacional e na adoção de medidas preventivas.
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Referências
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Sobre o autor:

Alasse Oliveira da Silva
Doutorando em Produção Vegetal (ESALQ/USP)
- Engenheiro agrônomo (UFRA) e Técnico em agronegócio
- Mestre e especialista em Produção Vegetal (ESALQ/USP)
Como citar este artigo: SILVA, A. O. Complexo de Enfezamento do Milho: sintomas, perdas e manejo da cigarrinha-do-milho. Blog Agroadvance. Publicado: 23 Fev. 2026. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-complexo-de-enfezamento-do-milho/. Acesso: 24 fev. 2026



