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Cigarrinha do milho: como identificar e controlar enfezamentos e riscas

A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) é vetor de doenças como enfezamento vermelho, enfezamento pálido e risca do milho. Conheça o patógeno e como realizar o manejo de maneira eficiente.
Sumário

A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) é uma das principais pragas da cultura do milho na América Latina – incluindo o Brasil. Isso se deve à sua capacidade de transmitir de três importantes patógenos da cultura:

  • a bactéria Spiroplasma kunkelli, agente causal do enfezamento pálido;
  • o fitoplasma Maize bushy stunt phytoplasma (MBSP), que causa as doenças conhecidas como doenças acrobáticas do milho, como o enfezamento vermelho;
  • o vírus Maize rayado fino virus (MRFV), causador da risca do milho.
  • e o vírus Maize striate mosaic vírus (MSMV), causador do mosaico estriado do milho.

Embora taxonomicamente distintos, os três patógenos coabitam os vasos do floema do milho; são transmitidos de forma semelhante e têm distribuição geográfica comum. 

Os danos causados por essa praga podem ser superiores a 70% da produção de grãos, dependendo da época do ano e da susceptibilidade da cultivar plantada, uma vez que as doenças sistêmicas e vasculares cuja cigarrinha do milho são vetores, afetam a fisiologia e nutrição das plantas de milho (OLIVEIRA & FRIZZAS, 2022).

Para evitar esse tipo de prejuízo e proteger o rendimento da safra de milho o primeiro passo é conhecer as características, danos causados por esses insetos e os métodos de controle da cigarrinha do milho.

Acompanhe todas essas informações neste artigo. Boa leitura!

Conheça a cigarrinha do milho (Dalbulus maidis)

A cigarrinha do milho é um inseto tem coloração amarelo-palha (Figura 1), apresenta de 3,7 a 4,3 mm de comprimento e pode ser encontrado no cartucho de plantas de milho.

Sua alimentação se dá pela introdução de seu aparelho bucal do tipo sugador diretamente no floema da planta e é durante a alimentação que a cigarrinha adquire os patógenos que transmite.

O milho é a principal espécie hospedeira do vetor. Em sua ausência como cultura principal, o inseto sobrevive em plantas de milho voluntárias (tiguera) e em cultivos de milho de outras áreas que pode alcançar por migração.

Além das plantas voluntárias, gramíneas como trigo (Triticum aestivum), braquiária (Brachiaria spp.), Digitaria sp., Setaria sp. e outras também têm sido identificadas como hospedeiros alternativos temporários, capazes de manter adultos vivos por até três meses, mesmo sem permitir a reprodução do inseto. A ampla distribuição dessas espécies reforça sua importância como refúgio temporário para D. maidis na entressafra.

cigarrinha do milho dalbulus maidis

Figura 1. Cigarrinha Dalbulus maidis em planta de milho (A), estágios ninfais e adulto da cigarrinha (B). Fontes: Sabato, 2018 (A) e Nault, 1980.

Estudos conduzidos no Mato Grosso do Sul demonstram que populações migrantes de Dalbulus maidis são capazes de colonizar áreas de milho recém-implantadas a mais de 20 km de distância, possivelmente com o auxílio de correntes de vento. Essas populações carregam fitoplasmas e espiroplasmas com taxas de infectividade entre 1 e 20%, evidenciando o papel epidemiológico do vetor como reservatório e disseminador de doenças mesmo na ausência da cultura hospedeira.

Análises moleculares de populações de cigarrinhas demonstram elevada similaridade genética entre indivíduos coletados em diferentes áreas e épocas, o que reforça o papel da migração como estratégia adaptativa e fator de conectividade entre populações geograficamente distantes. Essa movimentação contribui para o fluxo gênico e manutenção da variabilidade genética da cigarrinho do milho.

Sintomas causados pela cigarrinha do milho

A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) é o principal vetor de patógenos associados às doenças do complexo do enfezamento, especialmente o Spiroplasma kunkelii (causador do enfezamento espiralado). Ao se alimentar da seiva do floema da planta de milho, esse inseto transmite o patógeno, desencadeando uma série de sintomas que comprometem seriamente o desenvolvimento e a produtividade da lavoura.

Os principais sintomas observados nas plantas infectadas pela cigarrinha do milho incluem:

  • Amarelecimento das folhas, geralmente começando pelas bordas e avançando em direção à base;
  • Retorcimentos foliares (sintoma característico do enfezamento espiralado);
  • Redução do porte da planta e encurtamento dos entrenós;
  • Esterilidade parcial ou total da espiga, com má formação de grãos;
  • Antocianina nas folhas e colmos, em alguns casos mais avançados;
  • Perfilhamento excessivo, principalmente nas fases iniciais de desenvolvimento da cultura.

A intensidade e a manifestação dos sintomas podem variar conforme a idade da planta no momento da infecção, a pressão da cigarrinha e a coinfecção com outros patógenos, como o Maize bushy stunt phytoplasma e o vírus da risca do milho.

O monitoramento constante e o manejo integrado da cigarrinha-do-milho são essenciais para reduzir o impacto desses sintomas e minimizar perdas econômicas na cultura do milho.
Vejamos a seguir mais sobre causa doença transmitida pelo vetor.

Enfezamento do milho

Foi relatada maior ocorrência destas doenças no milho safrinha que na safra de verão em algumas regiões. Assim, uma atenção especial a estas doenças e ao seu vetor deve ser dada pelos produtores que estão iniciando a safrinha. O enfezamento vermelho e o enfezamento pálido do milho são doenças similares causadas por molicutes (bactérias sem parede celular) que colonizam a planta de forma sistêmica.

O molicute que provoca o enfezamento vermelho é um fitoplasma, sem forma definida (Figura 2A), e o que causa o enfezamento pálido é um espiroplasma, que apresenta formato espiralado (Figura 2B).

A infecção por estes patógenos costuma ocorrer na fase inicial da cultura, com a manifestação de sintomas na época de enchimento dos grãos. Os enfezamentos podem ser confundidos, pois podem provocar sintomas muito semelhantes e é possível ainda que ocorram simultaneamente na mesma planta.

Temperaturas predominantemente superiores a 17 °C à noite e a 27 °C durante o dia, são favoráveis à multiplicação dos molicutes na cigarrinha e nas plantas doentes.

cigarrinha do milho causa enfezamento no milho
Figura 2. Eletromicrografias mostrando o fitoplasma do enfezamento vermelho do milho (A) e a morfologia helicoidal de Spiroplasma kunkelli (barra: 500 mm) no floema de plantas infectadas. Fontes: Nault, 1980 (A); Massola Jr. e Kitajima (B).

Enfezamento Vermelho

O agente causal do enfezamento vermelho Maize bushy stunt phytoplasma (MBSP) é habitante do floema de plantas de milho doentes.

A cigarrinha adquire o patógeno depois de se alimentar no floema de uma planta de milho infectada. Passado um período em que o fitoplasma se multiplica no interior da cigarrinha (período de latência), esta passa a transmitir o patógeno ao se alimentar de plantas de milho sadias (Figura 4).

Os sintomas típicos do enfezamento vermelho se iniciam com clorose foliar marginal, seguida do avermelhamento em folhas mais velhas.

As plantas infectadas têm discreto encurtamento dos internódios, podem adquirir coloração vermelha intensa e apresentar formação atípica de perfilhos e de espigas em várias axilas da planta, além de espigas pequenas e com falhas de granação.

Os sintomas da doença, no entanto, podem limitar-se ao avermelhamento nas bordas e pontas das folhas, menor tamanho das espigas e falhas na granação.

Enfezamento pálido

Seu agente causal Spiroplasma kunkelli é adquirido e transmitido por D. maidis da mesma maneira que o fitoplasma do enfezamento vermelho (Figura 4).

Os sintomas característicos da doença são manchas cloróticas na forma de estrias que se iniciam pela base das folhas, porte reduzido, proliferação de espigas, espigas pequenas e com falhas de granação.

De acordo com a idade da planta quando infectada e do nível de resistência do cultivar, os sintomas apresentados podem ser apenas de amarelecimento ou avermelhamento nas margens e pontas das folhas.

milho com sintomas de enfezamento
Figura 3. Planta de milho com sintomas de enfezamento (A); plantas de milho com sintomas característicos de enfezamento vermelho (B) e de enfezamento pálido (C). Fonte: Sabato, 2018. 

Apesar da impossibilidade de diferenciar de forma segura, com base na observação dos sintomas, qual o enfezamento que mais está ocorrendo em uma lavoura, conhecer de forma geral os sintomas dos enfezamentos é importante e o suficiente para fins práticos em seu manejo.

ciclo do enfezamento do milho
Figura 4. Ciclo simplificado dos enfezamentos na cultura do milho. Autoria: Ísis Tikami.

Risca do milho 

Maize rayado fino virus (MRFV) é o agente causal desta doença. Seus sintomas se iniciam com pontos cloróticos alinhados, que se fundem formando uma risca fina (Figura 5); a redução do crescimento e aborto de gemas florais também podem ocorrer em cultivares suscetíveis infectados. 

A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) adquire o vírus após se alimentar no floema de plantas de milho infectadas.

Neste caso, assim como ocorre com os enfezamentos, o patógeno é capaz de se multiplicar no inseto vetor, para depois ser transmitido durante a sua alimentação em plantas sadias.

Embora esta doença seja de menor importância econômica que os enfezamentos, perdas de produção da ordem de 30% foram associadas a ela.

sintomas da infecção por Maize rayado fino virus (MRFV)  em folhas de milho
Figura 5. Folha de milho com sintomas da infecção por Maize rayado fino virus (MRFV) (acima) e folha sadia (abaixo). Fonte: Sabato, 2018.

Manejo das doenças transmitidas por Dalbulus maidis

As medidas de controle da cigarrinha do milho incluem:

  • eliminar plantas de milho voluntárias,
  • evitar a semeadura de milho nas proximidades de lavouras adultas com sintomas destas doenças,
  • realizar a sucessão e rotação de culturas e, quando possível,
  • a sincronização do período de semeadura de milho na região para evitar que cultivos de milho estejam continuamente disponíveis ao vetor em uma região.

O emprego de inseticidas (indicados para o vetor e para a cultura) no tratamento de sementes e em pulverizações nos estágios iniciais de desenvolvimento do milho são importantes para reduzir a população de cigarrinhas e evitar a transmissão destas doenças.

Os fungos entomopatogênicos Isaria fumosorosea e Beauveria bassiana também estão disponíveis comercialmente para o controle do vetor (AGROFIT).

Por fim, a utilização de cultivares resistentes e diversificação das cultivares semeadas para evitar quebra de resistência também são recomendadas. 

métodos de controle da cigarrinha do milho
Figura 6. Medidas de controle recomendadas para o manejo da cigarrinha do milho e das doenças por elas transmitidas. Fonte: o autor.

Lacunas de conhecimento e caminhos para a pesquisa sobre a cigarrinha do milho Dalbulus maidis

Apesar de Dalbulus maidis estar presente no Brasil há mais de 80 anos e ser reconhecida como a principal responsável pela disseminação das doenças do complexo do enfezamento do milho, ainda há grandes lacunas no conhecimento científico sobre sua biologia, ecologia e interação com os patógenos e com a planta hospedeira.

A dinâmica de colonização das lavouras pelo inseto vetor, por exemplo, ainda não é totalmente compreendida — não se sabe ao certo se os adultos chegam por voos curtos ou por correntes de vento, nem como se distribuem ao longo do ciclo da cultura. Essa falta de entendimento compromete a eficácia de métodos de amostragem e monitoramento, que hoje são, em grande parte, empíricos.

Além disso, plantas voluntárias e gramíneas hospedeiras parecem ter papel importante na manutenção de populações de D. maidis na entressafra, influenciando diretamente a persistência e dispersão das doenças. Compreender o movimento entre hospedeiros alternativos e a cultura do milho pode ser essencial para definir janelas de controle e estratégias de manejo regionalizado.

Outro desafio está na determinação da taxa de infectividade das populações do vetor, mais relevante para o impacto econômico da doença do que a densidade populacional em si. Testes rápidos de campo poderiam revolucionar o monitoramento, permitindo decisões baseadas na presença efetiva dos patógenos.

No manejo químico, falta estabelecer até que idade a planta precisa ser protegida e se os inseticidas são eficazes antes do inseto transmitir os fitopatógenos. Para isso, é fundamental atualizar os dados sobre os períodos de aquisição e inoculação (AAP e IAP) em condições brasileiras, uma vez que os estudos disponíveis são antigos e realizados em outros países.

A resistência genética dos híbridos também carece de estudos mais amplos em diferentes regiões brasileiras, o que dificulta recomendações técnicas confiáveis aos produtores.

Por fim, mudanças no sistema de produção e as alterações climáticas globais exigem projeções que avaliem a possível expansão da distribuição de D. maidis e dos enfezamentos. Estudos indicam que áreas hoje não afetadas poderão se tornar favoráveis à praga no futuro, inclusive fora do continente americano. Embora o risco de disseminação internacional seja considerado baixo, não é desprezível.

Essas lacunas indicam a urgência de mais pesquisas coordenadas, capazes de sustentar políticas públicas, estratégias de manejo integradas e ações preventivas mais eficazes frente à ameaça crescente do complexo do enfezamento do milho no Brasil e nas Américas.

Considerações finais

Devido às características destes patossistemas, o manejo integrado das doenças transmitidas pela cigarrinha do milho não beneficia apenas os produtores que as empregam, mas todos os produtores de uma região. Infelizmente, o oposto também ocorre e quando o manejo não é realizado adequadamente e a incidência da doença aumenta, as plantas infectadas de um cultivo passam a ser fonte de inóculo para outros. Assim, é importante que cada produtor faça a sua parte, implementando as medidas de manejo e ajudando a alertar outros produtores sobre a sua importância.

Veja outros artigos do nosso blog relacionados à cultura do milho: Artigos de milho.

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Referências

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Este texto é opinião do autor, não reflete necessariamente opinião da Agroadvance.

Sobre a autora

Ísis Tikami

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