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Ureia protegida: o que é, tipos e quando compensa?

Ureia protegida: como funcionam o NBPT, os inibidores e os revestimentos, quantos dias a proteção dura e em que situações o uso compensa.
  • Publicado em 23/10/2026
  • Edson Mota
  • Fertilidade do Solo, Nutrição de plantas
  • Publicado em 23/10/2026
  • Edson Mota
  • Fertilidade do Solo, Nutrição de plantas
  • Atualizado em 20/10/2026
Grânulos de ureia protegida na mão de um produtor, sobre palhada de plantio direto
Sumário

A ureia protegida é produzida a partir de um fertilizante amplamente conhecido, a ureia convencional, à qual são aplicadas tecnologias para aumentar sua eficiência agronômica. Este artigo trata da ureia utilizada como fertilizante, e não desse produto utilizado para a alimentação animal.

A ureia protegida é usada para melhorar o aproveitamento do nitrogênio aplicado, com reflexos na produtividade e no custo de produção.

Como o termo reúne tecnologias com mecanismos diferentes, entender cada uma é o ponto de partida para escolher o produto e estimar o retorno esperado em cada situação.

O que é ureia protegida?

A ureia protegida é a ureia convencional tratada com aditivos ou revestimentos que modificam a sua dinâmica no solo. Ela pertence ao grupo dos fertilizantes de eficiência aumentada, categoria que reúne fertilizantes desenvolvidos para reduzir perdas de nutrientes e aumentar o seu aproveitamento pelas plantas.

Diversos produtos têm sido utilizados dentro desse processo, tais como: enxofre elementar, ceras, resinas, inibidores químicos e polímeros plásticos.

Em resumo, utiliza-se a ureia convencional como matéria-prima, sobre ela são aplicados produtos na superfície do grânulo (ureia revestida) ou incorporados a ele, que modificam a dinâmica do fertilizante no solo.

Essas tecnologias podem melhorar a eficiência do uso do N, principalmente pela redução de perdas e pela maior sincronização de sua disponibilidade com a demanda das plantas.

Por que a ureia perde nitrogênio?

O nitrogênio (N) é um nutriente que possui uma série de dinâmicas e formas no solo, sendo continuamente convertido desde formas orgânicas até formas minerais.

Dinâmica no nitrogênio no solo: de formas orgânicas a formas minerais e os processos envolvidos no ciclo
Figura 1. Dinâmica no nitrogênio no solo: de formas orgânicas a formas minerais e os processos envolvidos no ciclo. Fonte: elaborada pelo autor (2026).

Em algumas das etapas de conversão do nitrogênio podem ocorrer perdas, sendo elas por volatilização, por lixiviação e por desnitrificação. Todas essas perdas reduzem a eficiência de uso do nitrogênio, trazendo impactos importantes no sistema de produção agrícola, seja pela perda do investimento no fertilizante, seja pela não obtenção dos níveis de produtividade projetados.

Uma das principais formas de perda do N proveniente da ureia aplicada superficialmente é a volatilização da ureia, ou mais corretamente, volatilização da amônia, que ocorre pela conversão do N-amoniacal (N-NH4+) para amônia (N-NH3). O processo se dá após a hidrólise da ureia no solo e sua conversão para N-NH4+. Durante a hidrólise são formadas espécies carbonatadas que contribuem para a elevação localizada do pH do solo.

A elevação localizada no pH do solo, na região ao redor dos grânulos, resulta em aumento das formas de OH–, que em contato com o N-NH4+ produzido resulta na conversão deste para NH3, isto é, um gás que se perde para a atmosfera. Basicamente há um desequilíbrio nas formas de NH4+ e NH3 devido a essa elevação do pH (Cantarella, 2007).

Esse efeito é ainda mais acentuado em áreas de plantio direto, porque a palhada mantida na superfície apresenta alta atividade de urease e reduz o contato do grânulo com o solo (Cantarella, 2007).

reação de Hidrólise da ureia e perda de nitrogênio por volatilização de amônia.
Figura 2. Hidrólise da ureia e perda de nitrogênio por volatilização de amônia. Fonte: elaborada pelo autor (2026).

É importante dizer que em casos de aplicação da ureia ao solo e incorporação mecânica do fertilizante, pode ocorrer redução expressiva das perdas por volatilização, uma vez que o NH3 pode se recombinar com a água do solo, voltar a NH4+ e ficar retido na CTC do solo.

Outra forma de perda do nitrogênio proveniente da ureia é a Lixiviação do nitrato. Essa perda é proveniente do último processo de conversão do N mineral no solo, onde o N-nítrico (N-NO3–), por apresentar maior mobilidade no solo, pode ser levado a regiões mais profundas, não alcançadas pelas raízes, podendo, inclusive, contaminar lençóis freáticos e corpos d’água.

A última forma de perda do N proveniente da ureia também ocorre no N-nítrico, a desnitrificação, que estando em contato com ambientes redutores, ou seja, sem oxigênio (como em solos saturados), é convertido a formas que vão desde o NO, passando pelo óxido nitroso (N₂O), um potente gás de efeito estufa e chegando ao N2 (inerte).

Perda de nitrogênio por desnitrificação do nitrato em condições anaeróbicas que a ureia protegida evita
Figura 3. Perda de nitrogênio por desnitrificação do nitrato em condições anaeróbicas. Fonte: elaborada pelo autor (2026).

Desta maneira, buscaram-se formas de minimizar as fontes de perdas protegendo a ureia por meio de tecnologias agregadas aos grânulos, o que permite aumentar a eficiência desse fertilizante e melhorar o seu aproveitamento pelas culturas.

Como cada rota de perda ocorre em uma etapa diferente, existem diferentes ureias protegidas, que variam quanto ao mecanismo de proteção e aos produtos aplicados. Ressalta-se, assim, que ureias protegidas não são todas iguais.

Como funciona a ureia protegida?

A ureia protegida funciona retardando a liberação do N ou etapas específicas da sua transformação no solo, o que reduz o tempo de exposição do nitrogênio às rotas de perda. Em termos gerais, as tecnologias atuam para:

  • Diminuir a taxa de liberação do N para o solo via atraso nos mecanismos dessa liberação;
  • Retardar determinadas transformações do N no solo;
  • Evitar o contato da ureia com fatores de perda;
  • Reduzir perdas de formas de N no solo;
  • Aumentar o tempo de disponibilidade do N para a absorção das plantas;
  • Trazer vantagens operacionais para aplicação do fertilizante;
  • Contribuir para a produtividade por meio do uso mais eficiente da ureia, quando a perda de N é um fator limitante.

As seções a seguir detalham o mecanismo, o tipo de proteção e as vantagens de cada grupo.

Quais são os tipos de ureia protegida?

A ureia protegida abrange três grandes grupos de fertilizantes, cada um com seu mecanismo de ação, vantagens, duração e objetivos no campo (Cassim et al., 2024). Os 3 grupos são:

  1. as ureias de liberação lenta ou Fertilizantes de liberação lenta,
  2. as ureias estabilizadas ou Fertilizantes estabilizados e
  3. as ureias de liberação controlada ou Fertilizantes de liberação lenta e controlada.

O que é ureia de liberação lenta?

O primeiro grupo considera a ureia de liberação lenta, definida por ser um produto que modifica a solubilidade da ureia, de forma a liberá-la de forma mais lenta do que a ureia convencional.

A redução da solubilidade da ureia no solo, com consequente liberação lenta do N, pode ser obtida por meio de reações químicas entre a ureia e aldeídos, formando compostos de menor solubilidade, refletindo uma proteção físico-química.

Entre os exemplos que são mais comuns nesse tipo de tecnologia, estão a ureia-formaldeído, a crotonilidenodiureia (CDU) e a isobutilidenodiureia (IBDU).

O fertilizante resultante quando aplicado ao solo permanece por mais tempo em sua forma original, retardando as conversões do N e, por consequência, permitindo a redução de perdas.

 

O que é ureia estabilizada?

O segundo grupo compreende as ureias ou fertilizantes estabilizados, nos quais são aplicados compostos químicos capazes de retardar a conversão de apenas algumas formas do N no solo, ou seja, uma proteção química. Entre os inibidores mais utilizados para proteger a ureia, tem-se os inibidores de nitrificação e os inibidores de urease. 

Os inibidores de nitrificação retardam a conversão do N-amoniacal (N-NH4+) para N-nítrico (N-NO3–). Essa manutenção da forma amoniacal traz a vantagem de fazer com que o íon fique mais fortemente retido no solo, o que minimiza os riscos de descida pelo perfil e perda do N em profundidade.

Três são os compostos mais comuns aplicados a ureia para essa finalidade:

  • o DMPP (Fosfato de 3,4-dimetilpirazol),
  • o DCD (Diciandiamida) e
  • a Nitrapirina;

onde todos auxiliam na redução da velocidade e ocorrência da nitrificação (Ribeiro et al., 2023). Cabe ressaltar que esses inibidores são mais relevantes em outros países, mas podem ser encontrados produtos para uso no Brasil. 

Os inibidores de urease são os mais comuns e mais utilizados no país. Eles retardam a hidrólise da ureia, reduzindo a velocidade de formação do N amoniacal e a elevação do pH ao redor dos grânulos. Dessa forma, contribuem para diminuir o risco de perdas de nitrogênio por volatilização de amônia.

A vantagem dessa tecnologia é que se ganha tempo (alguns dias, a depender do pH, da temperatura e da umidade do solo) para que a ureia possa ser incorporada naturalmente ao solo via chuvas, sem necessitar de incorporação mecânica (inviável nos modelos operacionais mais utilizados atualmente devido ao tempo e ao custo da operação).

A incorporação, então, reduz muito o risco de perdas por volatilização do gás amônia e tende a aumentar a eficiência da adubação nitrogenada com ureia. Embora existam alguns produtos inibidores da urease, o mais utilizado e comercializado para essa tecnologia é o NBPT (Triamida N-(n-butil) tiofosfórica).

O que é ureia de liberação controlada?

O terceiro grupo reúne os Fertilizantes de liberação lenta e controlada, definidos como produtos que liberam o nutriente para o solo de forma mais lenta que o convencional, porém com fatores de liberação mais bem controlados.

Os produtos mais utilizados no grupo de liberação controlada são os polímeros plásticos e a ureia protegida com enxofre elementar, ambos sendo aplicados na superfície da ureia em um processo de encapsulação (Lawrencia et al., 2021).

A ureia protegida por essas tecnologias tem função de proteção física do fertilizante, uma vez que se evita o contato do produto com o solo com liberação gradual do nutriente pelas cápsulas.

Ao diminuir a taxa de liberação há duas vantagens identificadas, o atraso e diminuição da intensidade das conversões do N no solo e, a liberação da ureia por períodos mais longos.

O atraso e diminuição da intensidade das conversões iniciais possibilita que ocorra a diminuição de perdas, principalmente por volatilização, o que traz maior eficiência para a adubação.

A liberação da ureia por períodos mais longos possibilita aproximar a liberação do nutriente das cápsulas recobertas da marcha de absorção das plantas, aumentando a eficiência via quantidade certa na hora certa. Além disso, há a possibilidade de vantagem operacional com a realização de apenas uma aplicação de plantio com a dose recomendada de N.

Cabe ressaltar um ponto importante, a aplicação em apenas uma dose deve ser estudada com cuidado, analisando a tecnologia de recobrimento utilizada, as curvas de liberação do produto, as necessidades da cultura e a dose de N recomendada na adubação. A possibilidade existe, mas deve ser cuidadosamente analisada antes da tomada de decisão.

Qual a diferença entre ureia com NBPT e ureia revestida?

A diferença está no mecanismo de proteção. A ureia com NBPT recebe um inibidor de urease, que retarda quimicamente a transformação da ureia em amônio e reduz a volatilização nos primeiros dias após a aplicação (Soares e Cantarella, 2023) A ureia revestida tem os grânulos envolvidos por enxofre elementar ou polímeros, uma barreira física que controla a velocidade de liberação do N para o solo.

A Tabela 1 resume as diferenças entre os três grupos de ureia protegida, incluindo a ureia estabilizada com NBPT e a ureia recoberta com enxofre ou polímeros.

Tabela 1. Tecnologias aplicadas para a ureia protegida – diferenças básicas de funcionamento e mecanismos de ação

Tecnologias para a ureia protegida
GrupoLiberação lentaEstabilizaçãoRecobrimento
Tipo proteçãofísico-químicaQuímicaFísica
MecanismoAtua na diminuição da solubilidadeRetardo de transformações específicas do NControle da taxa de disponibilização do N por meio do revestimento
TecnologiaMistura com aldeídosNBPT (urease); DMPP, DCD e Nitrapirina (nitrificação)Resinas, ceras, enxofre elementar e polímeros plásticos
ProdutosUreia-formaldeído, CDU e IBDUNBPT, DMPP, DCD e NitrapirinaUreias recobertas e encapsuladas
VantagensLiberação mais lenta e atraso para primeiras conversões do N no soloAtraso para primeiras conversões do N no solo e possibilidade de incorporação natural da ureia via chuvasLiberação mais lenta, atraso para primeiras conversões do N no solo, possibilidade de aplicação única no cultivo (sem cobertura)
Tempo de ação*SemanasDiasSemanas a meses
*o tempo de ação é variável às condições de aplicação, tipo e quantidade de produto aplicado à ureia e condições ambientais. Fonte: elaborada pelo autor (2026).

Quantos dias a ureia protegida aguenta sem chuva?

Não há um número fixo de dias. O período de proteção depende da tecnologia, do pH, da temperatura e da umidade do solo e da presença de palhada.

Na ureia com NBPT, a proteção é de curta duração. Em solos tropicais ácidos, Soares e Cantarella (2023) observaram que a adição de NBPT reduziu a volatilização de NH₃ entre 18% e 53%, com menor eficiência no solo de pH 4,5. No mesmo estudo, metade das perdas totais de NH₃ ocorreu em menos de quatro dias no solo de pH 4,5 e entre 8 e 11 dias nos solos de pH acima de 5,4.

Em uma meta-análise com estudos de diferentes regiões, Silva et al. (2017) relataram potencial de redução de cerca de 52% nas perdas de amônia com o uso de NBPT, com incrementos médios de produtividade de 5,3%.

Na ureia revestida, a lógica é outra: a liberação do N depende da entrada de água no grânulo e varia com o material do revestimento, com a umidade e temperatura do solo. Nesse caso, a referência são as curvas de liberação informadas para cada produto, onde podem ser encontradas liberações de 20 até mais de 100 dias (Mota, 2012 e 2017).

Quais são os mitos sobre a ureia protegida?

Os mitos mais comuns envolvem a ideia de que todas as tecnologias são iguais e de que o uso sempre traz retorno econômico.

Mito 1: todas as ureias protegidas são iguais. Como mostra a Tabela 1, a dinâmica do produto muda conforme a tecnologia, o que pode alterar inclusive a estratégia de uso do adubo.

Mito 2: ureia com NBPT e ureia revestida são o mesmo produto. Nos dois casos o produto é aplicado sobre o grânulo, mas o NBPT atua como proteção química e o revestimento como proteção física, com mecanismos e duração diferentes.

Mito 3: a ureia protegida sempre compensa, ou nunca faz diferença. O retorno econômico depende de a tecnologia ser usada em situações em que a perda de N é relevante. Fora dessas condições, o custo adicional pode não se pagar.

 Mito 4: menos perdas significam sempre mais produtividade. Redução de perdas e ganho de produtividade nem sempre andam juntos. O uso da ureia protegida objetiva a redução de perdas para a obtenção de uma adubação mais eficiente, o que pode trazer ganhos em produtividade por essa linha. Entretanto, é importante lembrar que a produtividade depende de um conjunto de fatores que determinam o desempenho do sistema produtivo.

O uso da ureia protegida pode resultar em ganhos de produtividade, mas isso não é regra geral se o caso não for de baixa eficiência na adubação.

Quando a ureia protegida compensa?

A ureia protegida tende a compensar quando o risco de perda de N é alto e o custo adicional do produto é menor que o valor do N que deixa de ser perdido. Isso ocorre principalmente na aplicação em superfície, sem incorporação, em áreas com palhada e quando não há previsão de chuva nos dias seguintes à adubação.

Existem casos que se mostram mais promissores, como na adubação de sistemas agrícolas de alto consumo de fertilizantes nitrogenados, tal como a adubação do milho e outros cultivos extensivos. Nesses casos o uso das tecnologias aplicadas a ureia permite que diminuam fatores de risco.

O exemplo mais tradicional é o da redução da volatilização, uma vez que o uso da ureia protegida pode minimizar os efeitos da não incorporação desse fertilizante (que reduz muito o risco da volatilização), principalmente em área de plantio direto, onde o risco é aumentado.

Por outro lado, o ganho tende a ser pequeno quando a ureia é incorporada ao solo ou quando chuva ou irrigação ocorrem logo após a aplicação, situações em que as perdas por volatilização já são menores. Em solos muito ácidos, a eficiência do NBPT também pode ser reduzida (SOARES; CANTARELLA, 2023).

O que irá definir se o uso da ureia protegida irá compensar, então, será a avaliação do produtor, que poderá utilizar as informações do histórico da área, os gargalos na operação de adubação, o nível tecnológico, a avaliação financeira de investimento x retorno e o conhecimento sobre o mecanismo de cada tecnologia.

Perguntas frequentes sobre ureia protegida

O que é ureia protegida?

É a ureia convencional à qual foram aplicadas tecnologias para aumentar a sua eficiência na adubação.

Como funciona a ureia protegida?

O funcionamento da ureia protegida depende da tecnologia que foi aplicada, podendo ser trabalhada a sua solubilidade, estabilização química ou proteção física.

Qual a diferença entre a ureia protegida e a ureia comum?

Na ureia protegida, as tecnologias que são aplicadas conferem mecanismos que modificam a liberação do nitrogênio e sua dinâmica no solo.

Qual a diferença entre ureia protegida e ureia de liberação lenta?

A ureia protegida compreende, de forma abrangente, todos os grupos de tecnologias aplicadas, enquanto a ureia de liberação lenta é apenas um desses grupos.

Qual a diferença entre ureia com NBPT e ureia revestida?

A ureia com NBPT pertence ao grupo dos inibidores de urease, ou seja, uma proteção química que retarda a hidrólise da ureia e contribui para reduzir a volatilização. Já a expressão “ureia revestida”, geralmente se refere aos fertilizantes recobertos, nos quais o revestimento físico permite modificar a taxa de liberação do nutriente para o solo.

Quantos dias a ureia protegida aguenta sem chuva?

Depende da tecnologia e das condições do solo. Na ureia com NBPT, a proteção costuma durar poucos dias e é menor em solos muito ácidos; na ureia revestida, a liberação segue a curva de cada produto.

Quando a ureia revestida compensa?

A decisão entre ureia convencional, estabilizada ou revestida depende do diagnóstico da área, do sistema de produção e da análise de retorno. Esses critérios de manejo da fertilidade e da adubação são aprofundados na Pós-graduação em Fertilidade e Saúde do Solo da Agroadvance. Clique em SAIBA MAIS e conheça o curso:

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Referências

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CASSIM, B.M.A.R.; LISBOA, I.P.; BESEN, M.R.; OTTO, R.; CANTARELLA, H.; INOUE, T.T.; BATISTA, M.A. Nitrogen: from discovery, plant assimilation, sustainable usage to current enhanced efficiency fertilizers technologies – A review. Revista Brasileira de Ciência do Solo. 2024, v. 48, e0230037. DOI: 10.36783/18069657rbcs20230037

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LAWRENCIA, D.; WONG, S.K.; LOW, D.Y.S.; GOH, B.H.; GOH, J.K.; RUKTANONCHAI, U.R.; SOOTTITANTAWAT, A., LEE, L.H.; TANG, S.Y. Controlled Release Fertilizers: A Review on Coating Materials and Mechanism of Release. Plants (Basel). 2021, v.10(2):238. DOI: 10.3390/plants10020238

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Sobre o autor:

Edson Mota

Edson Mota

Professor e pesquisador pecege

  • MBA em Gestão de Projetos (ESALQ/USP)
  • MBA em Marketing (ESALQ/USP)
  • Mestre e Doutor em Solos e Nutrição de Plantas (ESALQ/USP)
  • Engenheiro Agrônomo (UFSCar)
  • [email protected]
  • Perfil do Linkedin

Como citar este artigo

MOTA, E.P. Ureia protegida: o que é, tipos e quando compensa? Blog Agroadvance. Publicado em: 23 Out. 2026. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-ureia-protegida/. Data de acesso: 23 out. 2026.

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