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Glifosato: conheça o herbicida mais utilizado no Brasil e no mundo

O glifosato é um herbicidas sistêmico de amplo espectro e dessecante de culturas mais utilizado no Brasil e no mundo,
  • Publicado em 02/02/2024
  • Beatriz Nastaro Boschiero
  • Fitossanitários
  • Publicado em 02/02/2024
  • Beatriz Nastaro Boschiero
  • Fitossanitários
  • Atualizado em 18/09/2025
glifosato
Sumário

O glifosato é um herbicida e dessecante usado na agricultura para controlar mais de 160 espécies de plantas daninhas mundialmente, sendo considerado o herbicida de maior sucesso da história.

Foi introduzido pela primeira vez na década de 1970 pela empresa Monsanto, com o nome comercial de Roundup®. Foi graças ao plantio direto e uso de variedades tolerantes/resistentes à herbicidas, contudo, que o uso do glifosato se intensificou e ele se tornou um dos defensivos agrícolas mais populares do mundo.

É atualmente o herbicida mais utilizado em todo o mundo, especialmente em culturas transgênicas (culturas geneticamente modificadas) como soja, milho, algodão, canola, tendo grande potencial de eliminar plantas daninhas sem prejudicar as culturas alvo.

A principal característica do glifosato é sua capacidade de inibir uma enzima chamada EPSPS (5-enolpiruvilshiquimato-3-fosfato sintase), que desempenha um papel crucial na síntese de aminoácidos essenciais nas plantas. Ao inibir essa enzima, o glifosato interfere na capacidade das plantas de produzir proteínas, levando à sua morte.

O uso do glifosato tem sido objeto de debate e controvérsia, em relação aos potenciais impactos ambientais e à saúde humana. Alguns estudos sugeriram uma possível ligação entre o glifosato e problemas de saúde, enquanto outros estudos não encontraram evidências conclusivas sobre a periculosidade da molécula.

Enquanto em alguns países a sua utilização é proibida, aqui no Brasil ele segue sendo o defensivo agrícola mais comercializado!  Vejamos a seguir informações mais detalhadas sobre o glifosato!

História do glifosato

O glifosato [N-(fosfonometil) glicina], cuja estrutura molecular é mostrada na Figura 1, foi sintetizado em 1950 por um químico suíço (Henry Martin) e patenteado como um quelante químico capaz de ligar metais como cálcio, magnésio e manganês.

Estrutura molecular do glifosato glyphosate
Figura 1. Estrutura molecular do glifosato. As esferas vermelha, cinza, branca e laranja representam átomos de oxigênio, carbono, hidrogênio e fósforo, respectivamente. Fonte: Nacional Center for Biotechnology Information (2021).

A capacidade do glifosato de se ligar ao manganês foi posteriormente descoberta como inibidora da enzima 5-enolpiruvil shiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS), utilizada por plantas e bactérias na biossíntese de três aminoácidos presentes em todas as proteínas (tirosina, fenilalanina e triptofano).

O valor comercial dessa propriedade levou ao desenvolvimento e comercialização do glifosato como herbicida de amplo espectro. Em 1974, a Monsanto Chemical Company – hoje pertencente à Bayer- lançou o herbicida como Roundup™, uma formulação de glifosato e adjuvantes.

Inicialmente, o Roundup™ era usado para controle de plantas daninhas em operações específicas de agricultura e paisagismo, bem como em áreas próximas a linhas de energia e trilhos de trem.

Com a introdução de culturas transgênicas resistentes ao glifosato em 1996 o uso do glifosato aumentou significativamente. Quase 90% de todas as culturas transgênicas cultivadas em todo o mundo são resistentes ao glifosato, e a adoção destas culturas aumentou a um ritmo acelerado.

Embora a patente do glifosato da Monsanto tenha expirado em 2002, o uso global de culturas resistentes ao glifosato e a concorrência na comercialização do glifosato por outras empresas químicas resultaram em um aumento expressivo na utilização desse herbicida.

E existem várias razões para o seu sucesso, já que o glifosato:

  • É um herbicida de amplo espectro altamente eficaz: é não seletivo, portanto, controla tanto espécies de folha larga quanto de folha estreita.,
  • É toxicologicamente e ambientalmente seguro: as avaliações da ANVISA garantem que a utilização do glifosato traz baixo risco ambiental e humano.
  • Se transloca bem na planta e sua ação é lenta o suficiente para tirar vantagem disso.
  • É o único herbicida que tem como alvo a 5-enolpiruvil shiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS), portanto, não existem análogos ou classes de herbicidas concorrentes.
  • Teve seu custo reduzido drasticamente desde que se tornou um composto genérico.

O uso deste herbicida praticamente ideal passou a ser ameaçado pela evolução de plantas daninhas resistentes ao glifosato, como veremos a seguir.

Mecanismo de ação do glifosato

Como o glifosato causa a morte da planta?

O glyphosate se liga à enzima 5-enolpiruvilshikimato-3-fosfato sintase (EPSPs) causando sua inibição.

Com isso, há uma inibição na síntese dos aminoácidos aromáticos triptofano, fenilalanina e tirosina (Figura 2). O glifosato inibe a EPSPs por inibição com o substrato PEP (fosfoenolpiruvato), impedindo a transformação do skikimato em corismato.

A inibição da EPSPs causa uma desrugulação no fluxo de carbono na planta, que acaba acumulando compostos intermediários tóxicos, o shikimato ou shikimato-3-fosfato (ROMAN et al., 2005).

via fotossintética inibida pelo glifosato. enzima epsps mecanismo de ação do glifosato roundap
Figura 2. Via de biossíntese para a formação do triptofano, fenilalanina e tirosina, indicando o passo inibido pelo glifosato. Fonte: Richmond (2018).

Os principais sintomas apresentados pelas plantas após aplicação de herbicidas à base de glifosato são o amarelecimento das folhas, seguido de murcha e necrose. 

A morte das plantas ocorre em dias ou semanas após a aplicação do herbicida, dependendo de condições como estádio de desenvolvimento da planta daninha, dose utilizada e espécie-alvo.

Nomes comerciais do glifosato: qual a diferença de glifosato e Roundup?

Roundup é a marca comercial da primeira patente registrada que contém o glifosato como ingrediente ativo. Ele começou a ser vendido pela empresa Monsanto em 1974 e teve sua patente até o início dos anos 2000, por isso essa é a marca comercial mais “conhecida” do glifosato.

Hoje no Brasil, o Roundup é fabricado pela Bayer (que adquiriu a Monsanto), mas outras 50 empresas têm registro para a comercialização do produto. Veja na Tabela 1, alguns dos nomes comerciais com que o glifosato é comercializado.

Tabela 1. Grupo químico e nomes comuns do herbicida glifosato

Ingrediente ativo (I.A.)Grupo químicoNome Comum
GlyphosateGlicina substituídaAgrisato, Direct, Glifosato Agripec, Glifosato Fersol, Glifosato Nortox, Glion, Glister, Gliphogan, Gliz, Radar, Rodeo, Roundup, Scout, Trop.
Fonte: Roman et al. (2005)

O glifosato é vendido em mais de 130 países, sendo o defensivo agrícola mais popular do mundo.

Uso do glifosato no Brasil

A Figura 3 apresenta o gráfico com a evolução do número de toneladas de ingrediente ativo (I.A.) de Glifosato e seus sais comercializadas por ano no Brasil, de 2010 a 2022. O glifosato é o defensivo agrícola mais comercializado no Brasil em volume de I.A.

 Histórico de comercialização do herbicida Glifosato aplicado no Brasil de 2010 a 2022.
Figura 3. Histórico do volume do herbicida Glifosato aplicado no Brasil de 2010 a 2022. Fonte: Ibama, Relatório de comercialização de agrotóxicos, Boletim 2010 a Boletim 2023.

De 2012 até 2019 foram comercializados anualmente cerca de 190.000 toneladas de ingrediente ativo do glifosato e seus sais. Contudo, nos anos de 2019/2020/2021 e principalmente em 2022 houve um grande incremento no volume de glifosato comercializado no Brasil.

Em 2022 alcançamos a marca de comercialização de 382.782 toneladas de glifosato e seus sais. Para se ter uma ideia esse volume representa 174% a mais que o segundo defensivo agrícola mais comercializado: o 2,4-D (cuja volume aplicado foi de 101.887 toneladas, de acordo com dados do IBAMA).

Resistência das plantas daninhas ao glifosato

O surgimento do primeiro caso de planta daninha resistente ao glifosato no Brasil ocorreu em 2003. Desde então, essa resistência tem se expandido gradualmente, com a detecção de biótipos resistentes em várias regiões do país.

No Brasil, já foram identificadas 12 espécies de plantas daninhas que manifestam resistência ao glifosato (Tabela 1), conforme relatado por Da Silva et al (2023).

Tabela 2. Registro de ocorrência do primeiro relato de resistência da espécie ao glifosato

AnoNome comumNome científicoEstado
2003azevémLolium perene spp multiflorumRS
2005buvaConyza bonariensisRS, SP
2005buvaConyza canadensisSP
2008Capim-amargosoDigitaria insularisPR
2010buvaConyza sumatrensisPR
2014Capim-brancoChloris elataSP
2015Caruru-palmeriAmaranthus palmeriMT
2016Capim-pé-de-galinhaEleusine indicaPR
2018caruruAmaranthus hybridusRS
2019leiteiroEuphorbia heterophyllaPR
2020Capim-arrozEchinochloa cruz-galli var criz galliRS
2023Picão-pretoBidens subalternansPR
Fonte: Da Silva et al., 2023

E onde essas espécies que apresentam resistência ao glifosato estão distribuídas no Brasil? Veja a distribuição na Figura 1.

distribuição das plantas daninhas resistentes ao glifosato
Figura 4. Mapas da percepção da presença de buva (Conyza spp.) (A); capim-amargoso (Digitaria insularis) (B); capim-de-galinha (Eleusine indica) (C), caruru (Amaranthus hybridus) (D); azevém (Lolium perene spp multiflorum) (E); capim-arroz (Echinochloa cruz-gali var cruz-gali) (F) resistentes a glifosato. Cores: branca (sem informação); cinza (não ocorrência); vermelha (alta frequência), amarela (média frequência) e verde (alta frequência). Fonte: Da Silva et al. (2023).

Dentre as espécies com resistência ao glifosato no Brasil:

Apresentam distribuição mais generalizada por todo o território nacional:

  • a buva (Conyza spp.),
  • o capim-amargoso (Digitaria insularis),
  • o capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), e
  • o caruru (Amaranthus hybridus)
  • Encontram-se amplamente dispersos pela região Sul:
  • o azevém (Lolium perene spp. multiflorum)
  • É observado em áreas de arrozicultura na metade sul do Rio Grande do Sul
  • o capim-arroz (Echinochloa cruz-galli var cruz-galli)

A utilização do glifosato como única alternativa no controle químico (único modo de ação empregado no controle), utilizando somente controle químico, utilizando muitas vezes esse mesmo modo de ação ao longo dos ciclos das culturas, sem empregar rotação de culturas e quando há elevado nível de infestação de plantas daninhas aumenta a pressão de seleção e aumenta a probabilidade de selecionar plantas resistentes a esse herbicida.

Por esse motivo, é muito importante:

  • Fazer a mistura ou rotação de herbicidas com diferentes mecanismos de ação.
  • Utilizar outros métodos de controle de plantas daninhas, como cultural, mecânico e químico.
  • Utilizar rotação plena de culturas;
  • Realizar o controle das plantas daninhas quando ainda houver baixo nível de infestação no campo.

Uso do glifosato e o possível risco à saúde humana

O glifosato apresenta um grau de toxicidade muito baixo e, por isso, é considerado um defensivo agrícola seguro. Contudo, debates sobre a sua utilização têm surgido no mundo devido a preocupações relacionadas à saúde humana, ao meio ambiente e à segurança alimentar.

Em 2016, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), ao avaliar dados de risco do glifosato, o classificou como um carcinógeno de categoria 2A (provavelmente causador de câncer em humanos).

No entanto, outras agências reguladoras, como a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) e a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), consideram o glifosato seguro quando usado conforme as diretrizes.

No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) realizou em 2019 uma reclassificação toxicológica de alguns defensivos agrícolas e concluiu pela manutenção do glifosato no Brasil.

Para a ANVISA também não há evidências suficientes para considerar esse ingrediente ativo como sendo mutagênico, nem com potencial de causar câncer em seres humanos e animais (Tabela 3).

Tabela 3. Conclusões internacionais e da Anvisa sobre a carcinogenicidade do glifosato

AutoridadePaísConclusão
IARCOMSProvavelmente carcinogênico para humanos.
EFSAUnião EuropeiaÉ improvável que o glifosato seja carcinogênico para humanos.
BfRAlemanhaÉ improvável que o glifosato seja carcinogênico para humanos.
USEPAEstados UnidosÉ improvável que o glifosato seja carcinogênico para humanos.
APVMAAustráliaO peso da evidência não é suficiente para atribuir ao Glifosato o potencial de causar câncer em animais
PMRACanadá Não há evidências de carcinogenicidade em animais ou em humanos.
ANSESFrançaNão há evidências suficiente para a classificação do Glifosato como carcinogênico.
JMPROMSÉ improvável que o Glifosato ofereça risco de carcinogenicidade pela exposição humana pela dieta
ANVISABrasilNão há evidências suficientes para classificar o Glifosato quanto à carcinogenicidade.
Fonte: Anvisa

Conclusões

O glifosato é um herbicida amplamente utilizado em todo o mundo, sendo considerado um dos mais bem-sucedidos da história devido à sua eficácia e ampla aplicação.

No Brasil, o glifosato é o defensivo agrícola mais comercializado e sua utilização aumentou significativamente após a adoção de culturas agrícolas resistentes ao glifosato.

Para evitar o surgimento de plantas daninhas resistentes ao glifosato é importante adotar medidas como: fazer a mistura ou rotação de herbicidas com diferentes mecanismos de ação, realizar o controle das plantas daninhas quando ainda houver baixo nível de infestação no campo e usar os métodos de manejo integrados de plantas daninhas (MIPD).

—

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Referências 

Da SILVA, A.F.; BATISTA, A.C.; Da SILVA, R.S. Dispersão das plantas daninhas resistentes ao glifosato no Brasil: recomendações de manejo. Comunicado técnico 259. EMBRAPA: Sete Lagoas, 2023. Disponível em: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/doc/1158894/1/Dispersao-de-plantas-daninhas-resistentes-a-glifosato-no-Brasil.pdf. Acesso: 11/01/2024.

RICHMOND, M.E. Glyphosate: A review of its global use, environmental impact, and potential health effects on humans and other species. Journal of Environmental Studies and Science. v. 8, p. 416-434, 2018. DOI: 10.1007/s13412-018-0517-2.

ROMAN, E.S; VARGAS, L.; RIZZARDI, M.A.; HALL, L.; BECKIE, H.; WOLF, T.M. Como funcionam os herbicidas: da biologia à aplicação. Passo Fundo : Gráfica Editora Berthier, 2005. 152 p.

Sobre a autora

Beatriz Nastaro Boschiero

Especialista em Conteúdo na Agroadvance

  • Pós-doutora pelo CTBE/CNPEM e CENA/USP
  • Mestra e Doutora em Solos e Nutrição de Plantas (ESALQ/USP)
  • Engenheira Agrônoma (UNESP/Botucatu)
  • beatriz.nastaro@agroadvance.com.br
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