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Fitotoxicidade em milho: 6 principais problemas com herbicidas e como mitigar

Entenda a fitotoxicidade em milho: principais herbicidas relacionados ao problema, sintomas no campo e estratégias para mitigar os danos e perdas de produtividade.
  • Publicado em 02/02/2026
  • Josiane Ap. V. de Oliveira
  • Fitossanitários, Milho
  • Publicado em 02/02/2026
  • Josiane Ap. V. de Oliveira
  • Fitossanitários, Milho
  • Atualizado em 02/02/2026
Relação de mecanismos de acao de herbicidas. Diagrama, colorido
Sumário

A fitotoxicidade em milho é um problema recorrente em lavouras brasileiras e, muitas vezes, subestimado no manejo químico da cultura. Mesmo quando os sintomas visuais parecem leves ou temporários, os efeitos fisiológicos podem comprometer o crescimento inicial, a formação de espigas e, ao final do ciclo, a produtividade da lavoura.

Esse problema impacta diretamente o crescimento das plantas e compromete a produtividade das colheitas, podendo resultar em perdas de até 20% em algumas regiões, dependendo do produto utilizado, da dose, do estádio fenológico do milho e das condições ambientais no momento da aplicação (VIEIRA et al., 2024).

Nomilho, a ocorrência de fitotoxicidade está diretamente relacionada ao uso de herbicidas não seletivos, falha na escolha do produto, deriva, sobreposição de aplicações e interações com estresses ambientais, como déficit hídrico, baixas temperaturas e compactação do solo. Os sintomas mais comuns incluem o amarelecimento das folhas (Figura 1), a deformação das estruturas e, em casos mais graves, a morte celular. Herbicidas não seletivos, como glifosato e glufosinato, são frequentemente responsáveis por esses danos.

O impacto da fitotoxicidade vai além das lesões visíveis. Além de prejudicar a fotossíntese e a absorção de nutrientes, o estresse causado pelos herbicidas enfraquece o sistema de defesa das plantas, tornando-as mais vulneráveis a outras doenças e estresses ambientais (RAMOS et al., 2024).

Fitotoxicidade em milho ao campo
Figura 1. Sintoma visível de amarelecimento das folhas após fitotoxicidade por herbicida na cultura do milho. Fonte: Leandro Vilela Reis.

Diante desse cenário, compreender o que é fitotoxicidade em milho, como identificar os sintomas em campo e quais estratégias podem ser adotadas para mitigar os danos é fundamental para uma tomada de decisão mais segura e tecnicamente embasada.

O que é fitotoxicidade em milho?

A fitotoxicidadeocorre quando a planta é exposta a um herbicida ou combinação de produtos em quantidade ou condições superior à sua capacidade de tolerância, metabolização ou detoxificação.No milho, isso resulta em alterações fisiológicas, bioquímicas e morfológicas que prejudicam o crescimento e o desempenho produtivo.

Do ponto de vista fisiológico, a fitotoxicidade em milho pode comprometer a fotossíntese ao afetar os fotossistemas, reduzir a atividade da Rubisco e limitar a produção de ATP e NADPH, resultando em menor assimilação de carbono e redução do crescimento vegetativo (VIVEIROS et al., 2025).

Além disso, a fitotoxicidade está fortemente associada ao estresse oxidativo, caracterizado pelo acúmulo de espécies reativas de oxigênio que causam peroxidação lipídica e danos às membranas celulares.

Esse desequilíbrio leva à perda da integridade estrutural dos tecidos, manifestando-se por clorose, necrose e diminuição da área fotossinteticamente ativa, com impactos diretos no desempenho fisiológico e produtivo das culturas.

O que é fito no milho?

No campo, o termo “fito” é amplamente utilizado para se referir à fitotoxicidade causada por herbicidas. Ou seja, quando o produtor observa sintomas de estresse químico nas plantas de milho, costuma dizer que a lavoura está com “fito”.

Quais são os sintomas de fitotoxicidade?

Os sintomas de fitotoxicidade em milho variam conforme o herbicida envolvido, o modo de ação, a dose aplicada, o estádio fenológico da cultura e as condições ambientais, podendo se manifestar de forma localizada ou sistêmica. Os sinais visuais mais comuns incluem:

  • clorose foliar, geralmente associada à redução do conteúdo de clorofila,
  • necrose de tecidos, principalmente em bordas e ápices foliares, ou no cartucho,
  • redução do crescimento vegetativo e atraso no desenvolvimento. Em estágios mais avançados, observa-se diminuição da área foliar ativa e senescência precoce.
  • Alterações morfológicas, como
  • deformações foliares, como encurvamento, enrugamento e folhas presas no cartucho,
  • encurtamento de entrenós e alterações na arquitetura da planta,
  • redução do sistema radicular, dificultando a absorção de águas e nutrientes

Além dos sintomas visuais, a fitotoxicidade também se expressa por alterações fisiológicas menos evidentes, como redução da condutância estomática, menor eficiência no uso da água e queda na assimilação de carbono, que muitas vezes explicam perdas de produtividade mesmo após aparente recuperação visual da lavoura.

Sintomas de fitotoxicidade em milho de acordo com cada modo de ação

Na cultura do milho, a fitotoxicidade causada por herbicidas manifesta-se por sintomas visuais que variam conforme o modo de ação, a dose aplicada e o estádio fenológico da planta.

1. Herbicidas não seletivos (glifosato, glufosinato, paraquat, clethodim)

Herbicidas não seletivos representam uma das principais causas de fitotoxicidade em milho, principalmente por deriva, erro de aplicação ou uso em áreas com plantas voluntárias.

  • Glifosato e glufosinato: causam clorose generalizada, redução do crescimento e, em doses mais altas, necrose e morte de tecidos. Mesmo pequenas quantidades podem comprometer o desenvolvimento inicial do milho.
  • Clethodim: herbicida inibidor da ACCase, não seletivo para gramíneas. A intoxicação provoca paralisação do crescimento, necrose do cartucho e morte do meristema apical, sendo a recuperação rara.

2. Inibidores da ALS (nicosulfuron, imazetapir, chlorimuron)

Os herbicidas inibidores da ALS são amplamente utilizados no manejo de plantas daninhas, mas podem causar fitotoxicidade no milho dependendo do híbrido, da dose e do estádio de aplicação.

Os principais sintomas da fitotoxicidade por herbicidas inibidores da ALS nas plantas incluem:

  • paralisação do crescimento;
  • clorose em folhas jovens;
  • redução do desenvolvimento radicular;
  • atraso na emissão de novas folhas.

A sensibilidade varia entre híbridos, sendo fundamental respeitar recomendações técnicas e observar a tolerância genética do material utilizado.

3. Herbicidas hormonais (2,4-D e dicamba)

Herbicidas mimetizadores de auxinas podem causar fitotoxicidade em milho quando aplicados fora da recomendação técnica ou em estádios sensíveis, especialmente entre V2 e V4.

Os sintomas mais frequentes da fitotoxicidade por herbicidas hormonais são:

  • epinastia e encurvamento foliar;
  • folhas enroladas no cartucho;
  • espessamento do colmo;
  • deformações temporárias da planta.

Embora o milho apresente relativa tolerância ao 2,4-D, aplicações inadequadas podem comprometer o crescimento inicial e refletir negativamente na produtividade.

4. Inibidores da HPPD (mesotrione, tembotrione)

Herbicidas inibidores da HPPD causam sintomas bastante característicos no milho, principalmente branqueamento das folhas, decorrente da inibição da síntese de carotenoides.

A ausência desses pigmentos expõe a clorofila à fotodegradação, reduzindo drasticamente a eficiência fotossintética. Em casos severos, ocorre necrose e morte dos tecidos afetados.

5. Herbicidas residuais (imazapir, sulfentrazone)

Herbicidas com efeito residual no solo podem causar fitotoxicidade ao milho quando há carryover de culturas anteriores ou falhas no intervalo de segurança. Os sintomas incluem:

  • emergência irregular;
  • crescimento lento;
  • clorose persistente;
  • redução do sistema radicular.

O risco é maior em solos com baixa matéria orgânica, pH inadequado e condições de estresse hídrico.

6. Inibidores do Fotossistema II (FSII) (atrazina)

Herbicidas inibidores do Fotossistema II, como a atrazina, podem causar fitotoxicidade em milho quando há sobreposição de dose, misturas incompatíveis, condições ambientais estressantes (frio, excesso de umidade, déficit hídrico), restrições do híbrido ou erro de aplicação. Esses herbicidas bloqueiam o transporte de elétrons na fotossíntese, favorecendo a formação de espécies reativas de oxigênio e aumentando o estresse oxidativo.

Os sintomas mais comuns da fitotoxicidade por herbicidas inibidores do fotossistema II incluem:

  • clorose iniciando em folhas mais velhas, geralmente com padrão interveinal;
  • evolução para necrose sob alta radiação e temperaturas elevadas;
  • redução do vigor e do crescimento em casos mais intensos.

Quais são os efeitos do herbicida 2,4-D na cultura do milho?

Assim como nas demais culturas, o 2,4-D age fisiologicamente no milho como mimetizador de auxinas, sendo absorvido pelas folhas e translocado para tecidos meristemáticos. No entanto, por se tratar de uma gramínea, o milho apresenta maior capacidade de tolerância, principalmente devido à metabolização mais rápida do herbicida e à menor sensibilidade dos seus tecidos aos desequilíbrios auxínicos.

Mesmo assim, quando aplicado em doses elevadas, estádios sensíveis (V2–V4) ou sob condições de estresse ambiental, o 2,4-D pode causar alterações fisiológicas perceptíveis no milho.

O excesso de sinalização auxínica provoca desorganização do crescimento celular, especialmente na região do cartucho, afetando o alongamento e a diferenciação dos tecidos. Isso resulta em sintomas como encurvamento foliar, folhas enroladas no cartucho, espessamento do colmo e deformações temporárias da planta.

Fisiologicamente, esses efeitos estão associados a alterações no balanço hormonal, aumento da produção de etileno e prejuízos no transporte de fotoassimilados.

Embora o milho geralmente consiga se recuperar desses distúrbios, aplicações inadequadas podem reduzir a eficiência fotossintética e o crescimento inicial, com reflexos negativos no desenvolvimento e, em casos mais severos, na produtividade final.

Quais são os efeitos do clethodim na cultura do milho?

O clethodim é um herbicida inibidor da ACCase e não é seletivo para a cultura do milho, que é uma gramínea. Portanto, sua exposição ao milho resulta em fitotoxicidade severa, mesmo em doses baixas.

Fisiologicamente, o clethodim inibe a enzima acetil-CoA carboxilase (ACCase), essencial para a síntese de ácidos graxos, componentes fundamentais das membranas celulares e da formação de novos tecidos.

No milho, essa inibição compromete rapidamente a formação de membranas em tecidos meristemáticos, especialmente no ponto de crescimento, levando à paralisação do crescimento logo após a absorção e translocação do herbicida.

Os efeitos visíveis incluem clorose das folhas mais jovens, seguida de necrose do cartucho e morte do meristema apical, caracterizada pela facilidade de remoção da folha central (“coração morto”).

Como consequência fisiológica, ocorre interrupção do crescimento vegetativo, colapso dos tecidos em desenvolvimento e, na maioria dos casos, morte da planta. A recuperação do milho após exposição ao clethodim é rara, sendo dependente de doses muito baixas e de plantas em estádios avançados, o que reforça a elevada sensibilidade da cultura a esse herbicida.

Diagrama de comparação de sintomas de fitoxidade
Figura 2. Sintomas de fitotoxicidade na cultura do milho. Fonte: Rafael Barbosa.

Impactos da fitotoxicidade na fisiologia e produtividade do milho

A fitotoxicidade induzida por herbicidas pode afetar o milho de maneira sutil ou severa, dependendo do modo de ação, da dose e do estádio de desenvolvimento da planta. Mesmo quando os sintomas visuais são discretos, alterações fisiológicas críticas podem comprometer o crescimento e limitar a produção, refletindo diretamente na produtividade final.

  • Redução da fotossíntese: Diminuição da assimilação de carbono devido à clorose, necrose e redução da área foliar ativa, comprometendo a capacidade das plantas de produzir fotoassimilados essenciais para o crescimento.
  • Alterações na condutância estomática e uso de água: A fitotoxicidade provoca fechamento parcial dos estômatos e menor eficiência no uso da água, reduzindo a absorção de CO₂ e aumentando o estresse hídrico mesmo em condições de solo favorável.
  • Atraso no crescimento vegetativo: Interrupção da expansão foliar, deformações morfológicas e redução do desenvolvimento radicular, que limitam a capacidade da planta de sustentar o enchimento de grãos posteriormente.
  • Redução da produtividade: Menor número de espigas, diminuição do comprimento das espigas e do peso de grãos por planta; em casos severos, falhas de estande e mortalidade parcial da população podem gerar perdas significativas de rendimento, mesmo quando alguns sintomas visuais diminuem com o tempo (VIVEIROS et al., 2025).

Em situações severas, podem ocorrer falhas de estande e mortalidade parcial de plantas, resultando em perdas expressivas de produtividade.

Como diagnosticar a fitotoxicidade em milho no campo

O diagnóstico correto da fitotoxicidade exige observação criteriosa e análise integrada de informações, como:

  • histórico de aplicações de herbicidas;
  • produtos e doses utilizadas;
  • estádio fenológico no momento da aplicação;
  • ocorrência de deriva;
  • condições climáticas pós-aplicação;
  • padrão espacial dos sintomas na lavoura.

É fundamental diferenciar fitotoxicidade de deficiências nutricionais, doenças e estresses abióticos, evitando decisões equivocadas no manejo.

Mecanismos de recuperação das plantas após fitotoxicidade

O milho possui mecanismos fisiológicos que podem permitir recuperação parcial ou total após sintomas de fitotoxicidade, dependendo da severidade do estresse, do estádio de desenvolvimento e das condições ambientais.

  • Ativação de defesas antioxidantes enzimáticas: A planta aumenta a produção de enzimas que neutralizam espécies reativas de oxigênio (EROs), como superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT) e ascorbato peroxidase (APX), reduzindo o dano oxidativo.
  • Ação de compostos antioxidantes não enzimáticos: Componentes como ascorbato (vitamina C), glutationa, carotenoides, tocoferóis e flavonoides ajudam a eliminar EROs e proteger estruturas celulares, complementando as enzimas (Figura 3).

Informativo sobre estresse oxidativo em plantas
Figura 3. Mecanismos de defesa das plantas contra estresse oxidativo. Fonte: Agroadvance (2025).
  • Seleção ou uso de genótipos tolerantes: Cultivares com sistemas antioxidantes mais eficientes conseguem manter o equilíbrio redox mesmo sob estresse, recuperando-se mais rapidamente.
  • Aplicação de bioestimulantes: Substâncias como extratos de algas, aminoácidos e peptídeos podem estimular respostas antioxidantes e fortalecer a resiliência da planta durante e após o estresse.
  • Suplementação foliar com nutrientes essenciais: Nutrientes como potássio (K), nitrogênio (N) e fósforo (P) ajudam a estabilizar membranas, apoiar processos metabólicos e acelerar a recuperação de funções como fotossíntese e crescimento celular.

Estratégias para mitigar a fitotoxicidade em milho

Para reduzir o risco e os impactos da fitotoxicidade em milho, algumas estratégias técnicas são fundamentais:

  • Escolha correta do herbicida, respeitando seletividade e recomendação para a cultura;
  • Atenção ao estádio fenológico no momento da aplicação;
  • Evitar aplicações sob estresse hídrico ou térmico;
  • Uso de híbridos com maior tolerância, quando disponível;
  • Correção do solo e nutrição equilibrada, favorecendo a capacidade de recuperação das plantas;
  • Uso criterioso de bioestimulantes, como ferramenta complementar e não corretiva.

A prevenção ainda é a estratégia mais eficiente e econômica no manejo da fitotoxicidade.

—

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Referências

VIEIRA, C. C.; et al. Phytotoxicity of mixtures of phytosanitary products recommended for use in maize. Revista Ciência Agronômica, v. 55, 2024. DOI:10.5935/1806-6690.20240045.

RAMOS, J. J.; et al. Phytotoxicity and oxidative stress in maize caused by pre-emergence herbicides. Revista Ciência Agronômica, v. 55, 2024. DOI:10.5935/1806-6690.20240033.

VIVEIROS, J.; MORETTI, L. G.; ALVES FILHO, I.; et al. Can foliar application of soluble monoammonium phosphate effectively alleviate herbicide-induced oxidative stress in key crops? Frontiers in Plant Science, v. 16, p. 1504244, 28 fev. 2025. DOI: 10.3389/fpls.2025.1504244.

Sobre a autora:

Josiane Oliveira

Josiane Ap. V. de Oliveira

Pesquisadora de Pós-doutorado (UNESP/Botucatu)

  • Doutora em Energia na Agricultura (UNESP/Botucatu)
  • Mestre em Produção vegetal (UFMS)
  • Engenheira Agrônoma (UNESP/Ilha Solteira)
  • josianeoliveirav@gmail.com
  • Perfil do Linkedin
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Como citar este artigo

OLIVEIRA, J.A.V. Fitotoxicidade no milho: 5 principais problemas com herbicidas e como mitigar. Blog Agroadvance. Publicado: 02 Fev 2026. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-fitotoxicidade-em-milho/. Acesso: 03 fev. 2026.

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