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Herbicidas mimetizadores de auxina: modo de ação, sintomas nas plantas e casos de resistência

2,4-D, dicamba, picloram, triclopyr, fluroxypir: descubra como funcionam os herbicidas mimetizadores de auxina, porque são essenciais no manejo de plantas daninhas e os casos de resistência já relatados para o grupo O da HRAC.
  • Publicado em 19/05/2025
  • Beatriz Nastaro Boschiero
  • Fisiologia vegetal, Fitossanitários
  • Publicado em 19/05/2025
  • Beatriz Nastaro Boschiero
  • Fisiologia vegetal, Fitossanitários
  • Atualizado em 14/08/2025
herbicidas mimetizadores de auxina
Sumário

Os herbicidas mimetizadores de auxina, também conhecidos como herbicidas auxínicos, compõem uma das classes mais tradicionais e eficazes no controle de plantas daninhas, especialmente as de folha larga em culturas gramíneas, como cana-de-açúcar, milho, arroz, trigo e pastagens. No entanto, moléculas como quinclorac e florpyrauxifen-benzyl também demonstram controle sobre algumas gramíneas e ciperáceas.

Introduzidos comercialmente a partir da década de 1940, os herbicidas auxínicos permanecem relevantes devido à sua eficácia agronômica e ao baixo número de casos de resistência relatados, mesmo após décadas de uso contínuo.

Entre os principais representantes dessa classe, destacam-se o 2,4-D, dicamba, picloram, triclopyr e fluroxypir. São amplamente utilizados em aplicações de dessecação antes da semeadura da soja, contribuindo para a redução da infestação inicial de plantas daninhas.

Nos últimos anos, o interesse por essa classe tem crescido, impulsionado tanto pelo lançamento de novas formulações — com perfis aprimorados de seletividade e toxicidade, como o halauxifen-methyl e o florpyrauxifen-benzyl — quanto pela adoção de cultivares transgênicas tolerantes a auxínicos, como a soja Enlist® (resistente ao 2,4-D) e a soja Xtend® (resistente ao dicamba), que ampliaram significativamente sua aplicação no manejo integrado.

Em termos de área tratada globalmente, os herbicidas mimetizadores de auxina ocupam a terceira posição, com cerca de 366 milhões de hectares, ficando atrás apenas dos inibidores da ALS e dos inibidores da EPSPs.

Compreender o modo de ação, as vias fisiológicas envolvidas, os sintomas nas plantas e os mecanismos de resistência adquirida por espécies daninhas é fundamental para o uso racional e sustentável desses produtos.

Este artigo tem como objetivo explorar em profundidade esses aspectos, com base em evidências científicas atualizadas, promovendo uma visão integrada e tecnicamente embasada sobre os herbicidas mimetizadores de auxina. Boa leitura!

Como os herbicidas mimetizadores de auxina são classificados?

Os herbicidas mimetizadores de auxina pertencem ao Grupo O do HRAC (Herbicide Resistance Action Committee) e estão divididos em várias subclasses químicas (Figura 1). Eles têm sido usados comercialmente desde a introdução do 2,4-D em 1945 até o presente com a introdução do florpirauxifen-benzil em 2018 (Tabela 1). 

Tabela 1. Alinhamento de herbicidas selecionados dentro do modo de ação do herbicida auxina sintético por subclasse (grupo HRAC O)

SubclasseHerbicidaAno de introdução*
Fenoxi-carboxilatos2,4-D1945
2,4-DB1944
MCPA1950
MCPB1960
Dicloprope1961
BenzoatosDicamba1963
Carboxilato de piridinaPicloram1963
Clopiralide*1977
Aminopiralide*2005
Piridiloxi-carboxilatoTriclopir1979
Fluroxipir1985
Quinolina-carboxilatoQuinclorac1989
Quinmerac1993
Carboxilato de pirimidinaAminociclopiracloro2010
ArilpicolinatosHalauxifen-metilo2015
Florpirauxifen-benzilo2018
Fonte: Busi et al. (2017).

* Embora os herbicidas clopiralide e aminopiralide sejam classificados como piridínicos na literatura científica internacional​​, no Brasil estão agrupados funcionalmente sob o grupo dos fenoxi-carboxílatos.

Cada ingrediente ativo possui particularidades quanto à mobilidade na planta, persistência e taxa de absorção. Por exemplo, o dicamba possui alta volatilidade e maior risco de deriva, exigindo cuidado especial com condições climáticas e formulações específicas​. Já compostos mais recentes, como halauxifen-methyl (Arylex™), apresentam melhor perfil ambiental, rápida absorção e seletividade ampliada​.

moléculas de herbicidas mimetizadores de auxina grupo O HRAC
Figura 1. Estruturas representativas de herbicidas para os sete quimiotipos de herbicidas sintéticos mimetizadores de auxina. Fonte: Busi et al. (2017).

A designação “mimetizadores” deriva da sua capacidade de imitar o efeito da auxina natural das plantas, o ácido indolacético (AIA), um hormônio vegetal essencial para o crescimento e desenvolvimento das plantas. No entanto, diferentemente da auxina endógena, esses compostos sintéticos apresentam maior estabilidade metabólica, o que resulta em efeitos fisiológicos intensificados e prolongados nas plantas sensíveis​.

Todos atuam mimetizando a auxina natural e desencadeando respostas desreguladas de crescimento, deformações estruturais e, por fim, morte da planta daninha.

A utilização desses herbicidas é recorrente em:

  • Culturas anuais (milho, trigo, cevada, arroz): onde o controle seletivo de daninhas de folha larga é crucial;
  • Áreas de pousio e pastagens: com produtos de amplo espectro e longa persistência;
  • Sistemas transgênicos tolerantes a auxinas sintéticas, como:
    • Enlist® (resistente a 2,4-D, glifosato e glufosinato);
    • Xtend® (resistente a dicamba e glifosato)​.

Características funcionais

Os herbicidas mimetizadores de auxina apresentam mobilidade sistêmica (translocação via floema e xilema) e são capazes de atingir tecidos meristemáticos, onde provocam distúrbios no crescimento celular, como alongamento exagerado, deformações e, por fim, colapso estrutural e fisiológico da planta​.

Comparados à auxina natural (AIA), esses compostos são mais estáveis e menos suscetíveis à degradação enzimática, o que lhes confere maior persistência e potência nas plantas tratadas​. Esse efeito prolongado é o principal responsável pelos sintomas típicos observados, como epinastia, enrolamento caulinar e necrose.

Um dos principais desafios associados ao uso desses herbicidas, como o 2,4-D, é a deriva aerotransportada — dispersão não intencional do produto para áreas vizinhas. Essa deriva pode causar sérios danos a culturas sensíveis como uva, maçã, noz-pecã, erva-mate, tomate, hortaliças e olivas, especialmente quando não são seguidas as boas práticas de aplicação recomendadas nas bulas.

Para enfrentar esse problema, é importante realizar o uso correto e seguro do produto e conhecer sobre tecnologia de aplicação, escolha adequada de pontas de pulverização e manejo de resistência de plantas daninhas.

Mecanismo de Ação dos Mimetizadores de Auxina

O mecanismo de ação dos herbicidas mimetizadores de auxina baseia-se na sua capacidade de desencadear respostas hormonais similares às promovidas pelo ácido indolacético (AIA), porém de forma descontrolada, intensa e persistente. Essa ação desequilibrada interfere diretamente em vias fisiológicas e bioquímicas essenciais, resultando em deformações estruturais, colapso metabólico e morte da planta (Figura 2)​​.

mecanismo de ação dos herbicidas mimetizadores de auxina herbicidas auxínicos
Figura 2. Mecanismo proposto e modo de ação dos herbicidas mimetizadores de auxinas e do fitohormônio ácido indol-3-acético (AIA) em concentrações endógenas supraótimas em plantas dicotiledôneas, exemplificado com Galium aparine. Fonte: Grossmann (2007).

Percepção e sinalização hormonal

A ação inicial ocorre na percepção do herbicida auxínico pela célula vegetal. A molécula sintética se liga ao complexo de receptores de auxina da planta, principalmente as proteínas TIR1/AFB (Transport Inhibitor Response 1 / Auxin-signaling F-box), que fazem parte de um sistema de ubiquitinação denominado complexo SCFTIR1/AFB.

Essa ligação estimula a degradação das proteínas repressoras Aux/IAA, liberando os fatores de resposta à auxina (ARFs), que ativam a transcrição de uma série de genes envolvidos no crescimento celular. Porém, sob efeito dos mimetizadores, essa ativação é exacerbada, desbalanceando os processos normais de crescimento e desenvolvimento​.

Efeitos fisiológicos desencadeados

A sobrecarga no sinal de auxina leva a três respostas fisiológicas principais:

  • Superprodução de etileno: via indução da enzima ACC sintetase, levando à epinastia, enrolamento do caule e senescência acelerada​​.
  • Acúmulo de ácido abscísico (ABA): via ativação da enzima NCED, contribuindo para o fechamento estomático, inibição da fotossíntese e stress oxidativo celular​.
  • Formação de espécies reativas de oxigênio (ROS): resultando em danos oxidativos a membranas, organelas e DNA, o que acelera a morte celular programada​.

Participação de receptores não canônicos

Além do complexo SCFTIR1/AFB, os mimetizadores também ativam vias rápidas de resposta através do receptor de membrana ABP1 (Auxin Binding Protein 1). Este receptor modula canais iônicos, bombas de prótons (H⁺-ATPases) e promove alterações no citoesqueleto, especialmente nos filamentos de actina, afetando diretamente o transporte de organelas e a integridade celular​.

A cascata da morte celular

O conjunto dessas alterações — morfológicas, hormonais e oxidativas — resulta em um processo progressivo de inibição do crescimento, colapso do sistema vascular, necrose e morte da planta daninha. Esse efeito é amplificado pela estabilidade e mobilidade dos mimetizadores no interior da planta, garantindo ação em pontos de crescimento ativo.

Efeitos Fisiológicos nas Plantas Daninhas

A ação dos herbicidas mimetizadores de auxina desencadeia uma sequência característica de respostas fisiológicas nas plantas daninhas sensíveis, que pode ser dividida em três fases principais: estimulação, inibição e colapso celular.

Esses efeitos refletem diretamente a hiperatividade hormonal provocada pela presença contínua e elevada dos compostos sintéticos no tecido vegetal​​.

Fase 1: Estimulação inicial

Nas primeiras horas após a aplicação dos mimetizadores de auxina, observa-se uma resposta de crescimento anormal. Há ativação das bombas de prótons (H⁺-ATPases), promovendo acidificação da parede celular e expansão exagerada dos tecidos. Esse processo está associado a:

  • Hiperelongação celular,
  • Epinastia (curvatura descendente de folhas),
  • Início do enrolamento de caules.

Essas alterações são impulsionadas pela rápida ativação dos receptores de auxina e pelo aumento da atividade do etileno​​.

Fase 2: Inibição metabólica

Após 12 a 24 horas, os efeitos estimulantes dão lugar a processos de inibição fisiológica, marcados por:

  • Supressão do crescimento de raízes e caules,
  • Fechamento estomático e redução da transpiração,
  • Queda na fotossíntese e acúmulo de amido nos tecidos foliares,
  • Redução na diferenciação celular e inibição da formação de tecidos vasculares​​.

Esses efeitos são potencializados pelo acúmulo de ácido abscísico (ABA) e pelo bloqueio de vias bioenergéticas essenciais.

Fase 3: Senescência e colapso tecidual

Com a continuidade da ação herbicida, a planta entra em uma fase irreversível de senescência acelerada e morte celular programada, caracterizada por:

  • Clorose (amarelecimento das folhas),
  • Necrose de tecidos jovens e apicais,
  • Colapso vascular,
  • Desidratação progressiva da planta,
  • Formação e acúmulo de espécies reativas de oxigênio (ROS)​​.

Em gramíneas sensíveis ao quinclorac, por exemplo, os efeitos são agravados pela produção excessiva de cianeto, um subproduto da via do etileno, que interfere no metabolismo respiratório e acelera a morte tecidual​.

Sintomas visuais típicos

Os sintomas morfológicos que se manifestam nas plantas tratadas com herbicidas auxínicos (Figura 3) são, em geral, bastante característicos e incluem:

  • Epinastia foliar,
  • Enrolamento de caule (“twisting”),
  • Inchaço de tecidos (“swelling”),
  • Crescimento assimétrico,
  • Coloração púrpura ou bronzeada nas nervuras,
  • Colapso geral do meristema apical.

Esses sinais são úteis para a identificação em campo da ação de herbicidas mimetizadores e auxiliam no diagnóstico de falhas de controle ou resistência. Além da planta daninha alvo, eles podem também causar sintomas distintos de fitotoxicidade na cultura, como entumecimento de pecíolos, encarquilhamento, epinastia, manchas necróticas e cupping (folhas em forma de concha).

sintomas nas folhas da aplicação de herbicidas auxínicos
Figura 3. Sintomas visuais causados por diferentes herbicidas mimetizadores de auxina em folhas de soja. Fonte: Carvalho et al. (2024).

Resistência aos Herbicidas Mimetizadores de Auxina

Apesar da longa história de uso dos herbicidas mimetizadores de auxina, casos de resistência evoluída por plantas daninhas ainda são relativamente raros em comparação a outros mecanismos de ação, como os inibidores de ALS (acetolactato sintase), ACCase (acetil CoA carboxilase) e da (EPSPs). ou EPSPS (5-enolpiruvilshiquimato-3-fosfato sintase).

Isso se deve a fatores como múltiplos locais de ação, herança genética recessiva e perda de competitividade das plantas resistentes. Mesmo assim, algumas espécies importantes, como o caruru (Amaranthus tuberculatus) e a kochia (Kochia scoparia), já exigem novas estratégias de controle em diversos locais do mundo.

Casos documentados de resistência

Desde 1957, foram identificadas 44 espécies de plantas daninhas resistentes aos mimetizadores de auxina, como o 2,4-D, ocorrendo no mundo (Figura 4), com 4 casos ocorrendo no Brasil:

  • Conyza sumatrensis (Buva) – resistência múltipla a 5 mecanismos de ação, incluindo 2,4-D (2017).
  • Echinochloa crusgalli var. crus-galli (Capim-arroz) – Resistência ao herbicida quinclorac em arroz (1999, 2009 e 2018).
  • Echinochloa crus-pavonis (Capim-arroz) – Resistência ao herbicida quinclorac na cultura do arroz (1999).
  • Sagittaria montevidensis (Aguapé de flecha) – resistência ao herbicida florpyrauxifen na cultura do arroz (2023).

casos de resistência a herbicidas mimetizadores de auxina no brasil e no mundo
Figura 4. Casos de ocorrência de resistência de plantas daninhas à herbicidas mimetizadores de auxina (Grupo O do HRAC). Fonte: Weed Science (2025).

Tipos de mecanismos de resistência

A resistência pode ser classificada em dois grandes grupos: mecanismos de resistência no alvo (target-site resistance, TSR) e mecanismos de resistência fora do alvo (non-target-site resistance, NTSR).

a) Resistência no alvo (TSR)

Ocorre por mutações pontuais ou alterações na expressão gênica de componentes da via de sinalização da auxina. Os principais alvos identificados incluem:

  • Receptores TIR1 e AFB5: mutações nesses genes podem impedir o reconhecimento do herbicida. Por exemplo, mutações em AFB5 conferem resistência específica ao picloram e ao halauxifen-methyl em Arabidopsis​​.
  • Proteínas Aux/IAA: uma mutação confirmada no gene BsIAA16 em Kochia scoparia substitui um aminoácido essencial (Gly127Asn) no motivo degron (GWPPV), impedindo a degradação do repressorz e conferindo resistência ao dicamba​.
  • ARFs (Auxin Response Factors): embora ainda não confirmadas em populações de campo, mutações que afetam esses fatores de transcrição podem reduzir a resposta celular à auxina e seus mimetizadores.

b) Resistência fora do alvo (NTSR)

Nesse caso, não há alteração no local de ação, mas sim mecanismos que limitam o acesso ou aumentam a degradação do herbicida:

  • Metabolismo aumentado: principalmente por enzimas do citocromo P450, como relatado em Amaranthus tuberculatus resistente ao 2,4-D, cuja resistência foi revertida com o uso do inibidor malationa​.
  • Redução na translocação: em populações de Papaver rhoeas, Lactuca serriola e Kochia scoparia, foi observada menor mobilidade do 2,4-D e do dicamba dentro da planta, associada à diminuição do transporte via proteínas ABC e PIN​.
  • Bloqueio da ativação de pró-herbicidas: embora ainda não confirmado em campo, prevê-se que a perda de enzimas como estearases possa impedir a conversão de herbicidas como fluroxypyr meptyl-ester em suas formas ativas​.

Considerações sobre manejo da resistência a mimetizadores de auxinas

Embora mutações nos receptores da auxina possam conferir resistência, muitas delas trazem altos custos de adaptação, como plantas com crescimento reduzido ou alterações no desenvolvimento reprodutivo. Isso pode explicar a baixa frequência natural dessas mutações em populações selvagens na ausência de pressão seletiva​.

Diante desse cenário, o manejo da resistência deve priorizar:

  • Rotações de mecanismos de ação,
  • Uso de misturas com herbicidas não-auxínicos,
  • Integração com práticas culturais e mecânicas,
  • Monitoramento e diagnóstico precoce de falhas de controle em campo.

Conclusão

Os herbicidas mimetizadores de auxinas permanecem como uma ferramenta essencial no manejo de plantas daninhas, principalmente em sistemas produtivos que demandam seletividade, eficácia agronômica e diversificação de mecanismos de ação. Compreender seus efeitos fisiológicos, seu modo de ação detalhado e os riscos associados à resistência é crucial para o uso estratégico e sustentável desses produtos.

À medida que novas formulações são desenvolvidas e sistemas transgênicos ganham espaço, o uso desses herbicidas tende a crescer. No entanto, seu sucesso contínuo depende da aplicação responsável, do monitoramento constante das áreas tratadas e da integração com outras práticas de manejo.

Mais do que uma solução isolada, os auxínicos devem ser inseridos em programas de manejo integrado de plantas daninhas (MIPD), com rotação de mecanismos de ação e adoção de boas práticas agrícolas para minimizar impactos ambientais e preservar sua eficácia a longo prazo.

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Referências

BUSI, R.; GOGGIN, D.E.; HEAP, I.M.; HORAK, M.J.; JUGULAM, M.; MASTERS, R.A.; NAPIER, R.M.; RIAR, D.S.; SATCHIVI, N.M.; TORRA, J.; WESTRA, P.; WRIGHT, T.R. Weed resistance to synthetic auxin herbicides. Pest Management Science. 2019. DOI: 10.1002/ps.4823.

CARVALHO, S.J.P.; OVEJERO, R.F.L.; ABBADE NETO, D. Diferenciação e uso corretos de herbicidas auxínicos. Revista Cultivar. 2024. Disponível em: https://revistacultivar.com.br/artigos/diferenciacao-e-uso-corretos-de-herbicidas-auxinicos. Acesso: 16 Abr 2025.

GROSSMANN, K. Auxin Herbicide Action, Plant Signaling & Behavior, 2:5, p. 421-423, 2007. 10.4161/psb.2.5.4417

Sobre o autor:

Beatriz Nastaro Boschiero

Especialista em Conteúdo na Agroadvance

  • Pós-doutora pelo CTBE/CNPEM e CENA/USP
  • Mestra e Doutora em Solos e Nutrição de Plantas (ESALQ/USP)
  • Engenheira Agrônoma (UNESP/Botucatu)
  • [email protected]
  • Perfil do Linkedin
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Como citar este artigo

BOSCHIERO, B.N. Herbicidas mietizadores de auxinas: modo de ação, sintomas e resistência. Blog Agroadvance. 2025. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-herbicidas-mimetizadores-de-auxina/. Data de acesso: 15 jun. 2026.

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