O Brasil detém um dos maiores rebanhos bovinos do mundo, com mais de 230 milhões de cabeças, sustentado majoritariamente por sistemas de produção a pasto, distribuídos em cerca de 160 a 180 milhões de hectares.
Nesse contexto, a eficiência produtiva está diretamente associada à qualidade, persistência e capacidade de suporte das pastagens. Esses fatores, por sua vez, dependem de três pilares clássicos: manejo adequado do pastejo, fertilidade do solo e controle de fatores bióticos, com destaque para as cigarrinhas-das-pastagens.
A cigarrinha-das-pastagens configura um dos principais problemas entomológicos em sistemas pecuários tropicais, sobretudo em áreas estabelecidas com gramíneas do gênero Brachiaria. Sua elevada adaptabilidade a ambientes de baixa fertilidade e manejo extensivo favorece a permanência e multiplicação ao longo dos ciclos produtivos.
Além do impacto direto sobre a forragem (redução da biomassa), o efeito indireto sobre o desempenho animal torna o problema ainda mais complexo. A redução da qualidade nutricional do pasto altera o consumo e o ganho de peso dos animais, mesmo em situações em que a disponibilidade de biomassa ainda não é limitante.
Esse descompasso entre quantidade e qualidade da forragem representa um ponto crítico frequentemente negligenciado em avaliações de campo.Sua pastagem está produzindo menos do que poderia por causa da cigarrinha e você ainda não percebeu? Entenda os principais pontos no manejo de cigarrinhas neste artigo. Boa leitura!
Classificação e espécies de cigarrinhas-das-pastagens de maior ocorrência
A classificação das cigarrinhas-das-pastagens fornece base para interpretar diferenças morfológicas e padrões de ocorrência no campo. O enquadramento taxonômico permite compreender o tipo de dano associado ao grupo, enquanto a identificação das principais espécies e sua variabilidade auxilia no diagnóstico em campo.
Esses elementos, quando analisados de forma integrada, orientam a leitura do complexo e sua dinâmica nos sistemas forrageiros.
Enquadramento taxonômico
As cigarrinhas-das-pastagens pertencem à ordem Hemiptera, subordem Auchenorrhyncha e família Cercopidae. São insetos com aparelho bucal sugador, adaptado à extração de seiva vegetal.
Esse tipo de alimentação está diretamente associado ao padrão de dano observado no campo. Diferentemente de insetos mastigadores, as cigarrinhas interferem nos processos fisiológicos da planta por meio da sucção continua e da injeção de toxinas salivares.
O aparelho bucal do tipo sugador permite a alimentação contínua em tecidos vasculares, associada à introdução de secreções salivares com efeito fitotóxico. A classificação desse grupo sofreu revisões ao longo do tempo, porém sua posição dentro de Hemiptera apresenta consenso na literatura recente (Valério, 2009).
Do ponto de vista funcional, esse enquadramento taxonômico está diretamente relacionado ao tipo de dano causado, uma vez que insetos sugadores tendem a interferir mais em processos fisiológicos do que em danos estruturais diretos.
Essa característica explica a dificuldade de diagnóstico inicial, já que os sintomas são progressivos e muitas vezes confundidos com deficiência nutricional.
Principais espécies no Brasil
O complexo de cigarrinhas-das-pastagens no Brasil é composto principalmente por espécies do gênero Deois e Notozulia (Figuras 1 e 2), com destaque para:
- Deois flavopicta,
- Deois incompleta,
- Deois schach e
- Notozulia entreriana.


A distribuição dessas espécies varia conforme região, com predominância distinta em ambientes do Cerrado, Norte e Nordeste. Essa variação espacial está associada a fatores climáticos e ao tipo de forrageira predominante (Valério, 2009).
Apesar das diferenças morfológicas, o comportamento alimentar e o padrão de dano são bastante semelhantes entre as espécies. Isso implica que, na prática agronômica, o manejo raramente é específico para uma única espécie, sendo direcionado ao complexo como um todo.
Essa abordagem generalista, embora funcional, limita avanços mais precisos no entendimento da interação inseto-planta.
As imagens abaixo apresentam registros de campo utilizados na identificação de espécies de cigarrinhas-das-pastagens, evidenciando variações nos padrões alares, coloração e morfologia entre indivíduos. Observam-se diferentes ângulos de visualização, como vistas dorsal e lateral, além da associação direta com a planta hospedeira.
Esses elementos permitem maior precisão na distinção entre espécies próximas e auxiliam na diagnose em condições reais de campo.

Variabilidade intraespecífica
É comum observar grande variação na coloração e nos padrões de manchas nas asas dentro da mesma espécie. Essa variabilidade não implica necessariamente em diferenças no comportamento biológico ou no potencial de dano, mas pode dificultar a identificação em campo, especialmente por profissionais com menor familiaridade com o grupo.
Por isso, o diagnóstico correto exige análise mais detalhada, considerando características mais estáveis como estrutura da tíbia posterior e padrão de espinhos, aspectos que diferenciam cercopídeos de outros grupos semelhantes.
Bioecologia e ciclo de vida
A bioecologia das cigarrinhas-das-pastagens define a forma como o inseto se desenvolve, se multiplica e se estabelece no ambiente ao longo do tempo.
A análise do ciclo de vida permite identificar fases mais sensíveis e momentos críticos para intervenção no campo.
Estrutura do ciclo biológico
O ciclo biológico das cigarrinhas-das-pastagens é composto por três fases distintas: ovo, ninfa e adulto, com duração total variando entre 49 e 58 dias, dependendo das condições ambientais, especialmente temperatura e umidade.
Esse ciclo relativamente curto favorece rápida multiplicação populacional durante períodos favoráveis, especialmente sob alta umidade e temperatura (UFPEL, 2020).

A compreensão detalhada desse ciclo permite identificar pontos críticos de intervenção, especialmente nas fases iniciais de desenvolvimento.
A sincronia entre eclosão de ovos e início das chuvas cria janelas específicas de manejo, nas quais a interferência pode alterar significativamente a dinâmica populacional ao longo da estação.
Fase de ovo e sobrevivência no período seco
Os ovos são depositados no solo ou em restos culturais, permanecendo protegidos durante o período seco em estado de diapausa. Essa adaptação permite a sobrevivência do inseto em condições adversas, garantindo a continuidade do ciclo com o retorno das chuvas.
A quebra da diapausa ocorre principalmente em resposta ao aumento da umidade do solo (Valério, 2009).
Essa característica confere alta resiliência ao sistema populacional, dificultando estratégias de erradicação baseadas apenas em intervenções sazonais.
Mesmo após períodos prolongados sem infestação aparente, a presença de ovos viáveis no solo pode resultar em novas infestações rapidamente após a retomada das condições favoráveis.
Ninfas e proteção por espuma
As ninfas permanecem na base das plantas, envoltas por uma secreção espumosa que desempenha múltiplas funções ecológicas.
Essa estrutura atua na manutenção da umidade, proteção contra predadores e isolamento térmico, criando um microambiente favorável ao desenvolvimento do inseto. Esse comportamento é característico do grupo e representa um dos principais desafios para o manejo (SEMADESC, 2017).

Além disso, a espuma dificulta a penetração de inseticidas, reduzindo a eficiência de aplicações químicas direcionadas a essa fase.
Como resultado, muitas estratégias de manejo precisam ser ajustadas para atuar antes ou após esse estágio, reforçando a importância do monitoramento precoce.
Adultos e dispersão
Os adultos são altamente móveis e responsáveis pela dispersão da praga entre áreas, especialmente em regiões com continuidade de hospedeiros. Eles se concentram na parte aérea das plantas e causam os danos mais evidentes.
A capacidade de voo e a resposta a estímulos ambientais tornam essa fase crítica para a dinâmica populacional. A movimentação dos adultos também está associada à busca por áreas com melhor qualidade nutricional, o que reforça a importância do manejo da fertilidade do solo.
Pastagens com maior vigor nutricional tendem a atrair maior número de indivíduos, criando um paradoxo operacional entre qualidade do pasto e pressão de pragas, o que exige atenção redobrada no manejo.
Número de gerações
Em regiões tropicais, podem ocorrer de três a cinco gerações anuais, concentradas no período chuvoso.
Essa multiplicação sucessiva resulta em elevação exponencial da população, especialmente quando não há intervenção na primeira geração. A sobreposição de gerações também contribui para maior complexidade no manejo (UFPEL, 2020).
Esse padrão reforça a necessidade de atuação antecipada, uma vez que o atraso nas medidas de manejo tende a resultar em populações já estabelecidas em níveis elevados. A compreensão dessa dinâmica é essencial para definição de programas de monitoramento e intervenção.
Sem controle na primeira geração, a população cresce de forma exponencial, dificultando o manejo nas fases seguintes.
Dinâmica populacional e fatores determinantes
A bioecologia das cigarrinhas-das-pastagens está diretamente relacionada à forma como o inseto se desenvolve, sobrevive e se dispersa ao longo do ano.
A análise do ciclo de vida permite identificar momentos críticos de maior vulnerabilidade e compreender a recorrência das infestações em sistemas tropicais. Nesse contexto, a caracterização das fases biológicas, os mecanismos de sobrevivência no período seco e o comportamento das formas imaturas e adultas constituem a base para o entendimento da dinâmica populacional e definição de intervenções no campo.
Influência climática
A dinâmica populacional das cigarrinhas é fortemente influenciada por fatores climáticos, especialmente precipitação, temperatura e umidade relativa do ar.
A combinação desses fatores determina a eclosão dos ovos e a sobrevivência das ninfas, criando condições ideais para multiplicação populacional no início da estação chuvosa (SEMADESC, 2017).
Em ambientes com distribuição irregular de chuvas, observa-se desuniformidade na emergência das populações, o que pode dificultar o sincronismo das práticas de manejo. Essa variabilidade climática exige ajustes regionais nas recomendações técnicas.
Relação com o hospedeiro
A qualidade e disponibilidade da forrageira exercem influência direta sobre o desempenho das cigarrinhas, afetando parâmetros como fecundidade, sobrevivência e velocidade de desenvolvimento. Plantas com maior teor nutricional podem sustentar populações mais elevadas, criando ambientes favoráveis ao inseto (SEMADESC, 2017).
Esse aspecto evidencia a necessidade de integração entre manejo nutricional e fitossanitário, uma vez que intervenções isoladas tendem a apresentar respostas limitadas. A interação entre planta e inseto deve ser analisada de forma sistêmica.
Mecanismos de danos às pastagens
Os danos causados pelas cigarrinhas-das-pastagens estão diretamente ligados ao seu modo de alimentação e às alterações fisiológicas induzidas nas plantas.
A sucção de seiva associada à injeção de toxinas compromete processos metabólicos e reduz a atividade fotossintética. Esses efeitos se acumulam ao longo do tempo, dificultando o diagnóstico inicial. A compreensão desses mecanismos é essencial para relacionar a presença do inseto aos sintomas observados no campo.
O dano é cumulativo e, muitas vezes, silencioso no início.

Alimentação e ação fisiológica
As cigarrinhas alimentam-se da seiva das plantas, utilizando estiletes bucais que perfuram os tecidos vegetais. Durante esse processo, ocorre a injeção de secreções salivares com efeito fitotóxico, que alteram o metabolismo da planta.
Esse mecanismo diferencia o dano das cigarrinhas de outros insetos sugadores.
A ação contínua sobre os tecidos vasculares resulta em alterações fisiológicas cumulativas, que se manifestam ao longo do tempo. Esse padrão dificulta a associação imediata entre presença do inseto e sintomas observados.
Sintomas característicos nas pastagens afetadas pela cigarrinha
Os principais sintomas da cigarrinha-das-pastagens nas plantas, incluem: clorose, amarelecimento, necrose e secamento das folhas, frequentemente descritos como “queima do pasto”. Esses sinais refletem alterações na síntese de clorofila e no funcionamento do sistema fotossintético (SEMADESC, 2017).
Em níveis elevados de infestação, ocorre morte de plantas e abertura de áreas no pasto, favorecendo a entrada de espécies invasoras. Esse processo acelera a degradação da pastagem e reduz sua persistência ao longo do tempo.
Relação inseto-planta e suscetibilidade de gramíneas
A interação entre cigarrinhas e gramíneas forrageiras apresenta base genética bem definida, com variação expressiva entre espécies e cultivares quanto à colonização e desenvolvimento do inseto. Estudos conduzidos em condições tropicais indicam diferenças consistentes na densidade populacional em função do material forrageiro utilizado (Auad et al., 2009).
Em áreas com Brachiaria decumbens, observa-se maior intensidade de infestação (mais suscetível), enquanto Brachiaria brizantha tende a apresentar menor densidade de indivíduos, indicando menor suscetibilidade.
Esse comportamento sugere que características intrínsecas da planta interferem diretamente na atratividade e no desempenho biológico da praga.
Os mecanismos envolvidos incluem fatores morfológicos, como espessura de tecidos e arquitetura foliar, além de compostos químicos e respostas fisiológicas que limitam a alimentação ou reduzem a eficiência de utilização da seiva pelo inseto. Essas barreiras atuam tanto na fase de ninfa quanto de adulto.
A seleção da espécie forrageira, portanto, altera a dinâmica populacional da cigarrinha no sistema produtivo, interferindo na intensidade e na persistência das infestações ao longo dos ciclos.
Manejo integrado das cigarrinhas-das-pastagens
O manejo das cigarrinhas-das-pastagens deve ser conduzido de forma integrada, considerando a interação entre ambiente, planta e inseto.
As práticas adotadas visam reduzir a sobrevivência e a reprodução ao longo dos ciclos produtivos, atuando sobre a dinâmica populacional.
Controle cultural
O controle cultural baseia-se na modificação do ambiente de forma a reduzir a sobrevivência e reprodução do inseto.
A diversificação de gramíneas, o manejo adequado do pastejo e a manutenção da fertilidade do solo são práticas que atuam diretamente sobre a dinâmica populacional. Essas medidas apresentam efeito cumulativo ao longo dos ciclos produtivos.
A consorciação com leguminosas também contribui para reduzir a disponibilidade de alimento e dificultar a dispersão dos adultos. Essa prática altera a estrutura do sistema e interfere no comportamento do inseto.
Dicas práticas de manejo:
- Diversificar pastagens com gramíneas resistentes (ex.: Marandu, Tanzânia, P. maximum) e evitar monocultivo;
- Ajustar manejo pastagem-animal para evitar superpastejo e reduzir palhada acumulada;
- Controle biológico com Metarhizium anisopliae, com manejo adequado e aplicação bem conduzida;
- Controle químico direcionado no início da infestação, com produtos registrados para pastagens.

Controle químico de cigarrinhas-das-pastagens
O controle químico das cigarrinhas-das-pastagens é uma intervenção pontual focada na fase adulta, responsável pelos danos diretos via fitotoxemia. A entrada deve ocorrer no início dos sintomas, com presença confirmada de adultos, priorizando cobertura eficiente da lâmina foliar.
A eficiência depende de aplicação bem-posicionada, com volume adequado e condições climáticas favoráveis, evitando perdas por evaporação e baixa interceptação do inseto.
Entre as principais moléculas utilizadas, destacam-se os neonicotinoides como imidacloprido, tiametoxam e acetamiprido, pela ação sistêmica sobre insetos sugadores. Os piretroides como lambda-cialotrina, cipermetrina e deltametrina atuam com efeito de choque rápido, sendo úteis em altas infestações.

Em alguns cenários, ainda podem ser utilizados organofosforados como clorpirifós e acefato, dependendo do enquadramento regulatório. A rotação entre esses grupos é mandatória para reduzir pressão de seleção e preservar vida útil das moléculas.
A validação técnica e legal deve ser feita via Agrofit, onde se consultam produtos registrados, doses e condições de uso.
Conclusão
As cigarrinhas-das-pastagens apresentam elevada adaptação a sistemas tropicais, com dinâmica populacional fortemente condicionada à estação chuvosa e à disponibilidade contínua de hospedeiros.
A fase inicial do ciclo, associada à eclosão dos ovos após o retorno das chuvas, define a intensidade das infestações ao longo da safra, exigindo leitura antecipada do sistema produtivo.
O dano decorre principalmente da sucção de seiva e da injeção de substâncias fitotóxicas, que comprometem a atividade fotossintética e a persistência das gramíneas.
Como consequência, há redução na produção de forragem e alterações na qualidade nutricional, refletindo diretamente na capacidade de suporte e no desempenho animal.
O manejo deve ser conduzido de forma integrada, com base em monitoramento contínuo e adoção combinada de práticas culturais, biológicas e químicas. A diversificação de forrageiras, o ajuste do pastejo e a manutenção da fertilidade do solo alteram o ambiente e limitam a multiplicação do inseto, enquanto agentes biológicos e intervenções químicas atuam de forma complementar.
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Grande parte dos problemas associados a essa praga está ligada ao manejo do sistema, especialmente à condução do pastejo, fertilidade do solo e estrutura da pastagem.
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Referências
AGROLINK. Cigarrinha das pastagens (Deois flavopicta). Disponível em: https://www.agrolink.com.br/problemas/cigarrinha-das-pastagens_384.html. Acesso em: 10 abr. 2026.
EMBRAPA GADO DE CORTE. Cigarrinhas-das-pastagens. Campo Grande: Embrapa, 2009. (Documentos, 179).
KOLLER, Wilson Werner. Ocorrência de cigarrinha-das-pastagens e de seu predador natural Salpingogaster nigra Schiner sob o efeito de sombreamento. Campo Grande: EMBRAPA-CNPGC, 1988. (Documentos, 37).
SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, PRODUÇÃO E AGRICULTURA FAMILIAR (SEMADESC). Cigarrinha-das-pastagens. Campo Grande, 2017.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (UFPEL). Cigarrinha-das-pastagens: biologia, danos e manejo. Pelotas, 2020.
BAYER. Cigarrinha-das-pastagens: tudo o que você precisa saber para garantir uma produção saudável. Disponível em: https://www.agro.bayer.com.br/conteudos/cigarrinha-das-pastagens. Acesso em: 12 abr. 2026.
VALÉRIO, José Raul. Cigarrinhas-das-pastagens. Campo Grande, MS: Embrapa Gado de Corte, 2009. 51 p. (Documentos, 179).
Sobre o autor:

Alasse Oliveira da Silva
Doutorando em Produção Vegetal (ESALQ/USP)
- Engenheiro agrônomo (UFRA) e Técnico em agronegócio
- Mestre e especialista em Produção Vegetal (ESALQ/USP)
Como citar este artigo:
SILVA, A. O. da. Cigarrinha-das-pastagens: como identificar e reduzir danos no pasto? Blog Agroadvance. Publicado: 04 Mai. 2026. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-cigarrinha-das-pastagens/. Acesso em: 04 maio. 2026.



