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Nodulação da soja: quando avaliar e qual o papel de elementos como níquel e selênio?

Descubra como avaliar a nodulação da soja e o papel de elementos como níquel e selênio no processo de fixação biológica de nitrogênio pelas bactérias Bradyrhizobium para o manejo da soja de altas produtividades.
  • Publicado em 02/10/2024
  • Alasse Oliveira da Silva
  • Nutrição de plantas, Soja
  • Publicado em 02/10/2024
  • Alasse Oliveira da Silva
  • Nutrição de plantas, Soja
  • Atualizado em 27/02/2025
Sumário

A soja é o principal item de exportação do Brasil, que desde 2021 se firmou como o maior produtor do mundo, contribuindo com 42% da produção global.

Na safra 2022/2023, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), o país produziu mais de 154 milhões de toneladas, utilizando uma área de 44 milhões de hectares, o que resultou em uma produtividade média de 3.508 kg por hectare.

A nodulação da soja é um processo químico/bioquímico que afeta diretamente a eficiência da fixação biológica de nitrogênio (FBN), importante para o crescimento e desenvolvimento da soja em condições tropicais do Brasil. Portanto, compreender quando e como avaliar a nodulação pode ser decisivo para aumentar a produtividade das lavouras de soja.

Além disso, elementos como níquel e selênio contribuem para a nodulação e na atividade das bactérias fixadoras de nitrogênio. O níquel é um cofator necessário para a produção de urease, uma enzima que ajuda na utilização eficiente do nitrogênio pela planta. Por outro lado, o selênio, embora requerido em menores quantidades, pode influenciar positivamente a resistência das plantas a estresses ambientais e melhorar sua saúde geral.

Vamos entender quais são os principais fatores que contribuem para a boa nodulação da soja?!

Boa leitura!

O que são nódulos da soja?

Os nódulos da soja são estruturas formadas pela simbiose entre as raízes das plantas de soja e bactérias fixadoras de nitrogênio, principalmente do gênero Bradyrhizobium.

O nitrogênio (N) é um nutriente necessário para a soja, com uma extração de cerca de 83 kg para cada tonelada de grãos produzidos. Sua falta pode levar a perdas na produtividade e desempenha diversas funções bioquímicas na planta, como na formação de aminoácidos, proteínas e ácidos nucleicos.

Embora o nitrogênio constitua 78% do volume atmosférico, ele não está disponível em formas que as plantas possam absorver. Através da fixação biológica de nitrogênio (FBN), as bactérias convertem o nitrogênio atmosférico em formas utilizáveis.

No entanto, essas bactérias nem sempre estão presentes em quantidade suficiente no solo, sendo necessário inoculá-las para atender à demanda da soja. A inoculação com Bradyrhizobium pode aumentar a produtividade média da soja em até 8% em comparação com plantas não inoculadas.

Os nódulos, resultantes dessa simbiose, são formados quando as bactérias penetram nas raízes da soja e induzem o crescimento de células específicas. Uma característica marcante dos nódulos é a coloração interna rosácea, causada pela leghemoglobina, que transporta oxigênio. Nódulos com essa coloração são considerados viáveis e saudáveis (Figura 1).

nódulos da soja nodulação da soja
Figura 1. Formação de nódulos da soja – secção longitudinal dos nódulos radiculares. Fonte: Fábio M. Mercante/Embrapa e Bosse et al (2024).

Quando e como avaliar a nodulação da soja?

A avaliação da nodulação da soja já pode ser feita entre 8 a 12 dias após a emergência das plantas. Nesse período, já é possível notar os primeiros nódulos nas raízes, com uma quantidade média de 4 a 8 nódulos bem formados.

Esses nódulos iniciais, conhecidos como nódulos primários, localizam-se principalmente na raiz principal e são essenciais para a fixação biológica de nitrogênio (FBN) no início do desenvolvimento da planta.

Para que a FBN seja eficiente, o ideal é que os nódulos tenham pelo menos 2 mm de diâmetro, pois nódulos desse tamanho tendem a ser mais ativos no processo de fixação de nitrogênio.

Para uma análise mais precisa, recomenda-se examinar o sistema radicular a partir do estágio V3 (Figura 2).

soja em estádio V3-V4 no campo
Figura 2. Soja entre V3-V4 para avaliação da nodulação.

As etapas de nodulação e de FBN são intensificadas das duas primeiras semanas após a germinação até o florescimento, quando uma planta de soja bem nodulada deve entre 15 e 30 nódulos saudáveis na raiz principal, além de uma boa quantidade de nódulos secundários, que também contribuem significativamente para a FBN.

A quantidade e a massa dos nódulos, tanto primários quanto secundários (Figura 3), estão diretamente relacionadas à capacidade da planta de realizar a FBN, o que impacta diretamente na disponibilidade de nitrogênio e, consequentemente, a produtividade da lavoura.

No período final de enchimento de grãos os nódulos começam a senescer. Com a leghemoglobina perdendo sua função, observa-se alteração da coloração interna dos nódulos para tons esverdeados ou marrons.

nodulação da soja nódulos nas raízes de soja
Figura 3. Três tipos de padrões de nodulação que podem ser encontrados em raízes de soja. Fonte: Hungria e Nogueira (2022).

Veja no vídeo abaixo a explicação do professor Dr. Gil Câmara, da ESALQ/USP, sobre ocorre a nodulação das raízes da soja:

Quais fatores afetam a nodulação da soja?

A nodulação da soja pode ser influenciada por diversos fatores que afetam diretamente a formação e a eficiência dos nódulos responsáveis pela fixação biológica de nitrogênio. Alguns deles são:

Qualidade e inoculação do rizóbio

A qualidade da inoculação do rizóbio na soja depende de seguir práticas recomendadas, como usar produtos registrados e dentro da validade, armazenados corretamente, e realizar a inoculação em ambiente adequado, protegido do sol e com temperatura inferior a 30°C.

Para inoculantes turfosos, utilize solução açucarada para garantir aderência às sementes.

A dosagem de inoculantes líquidos deve ser adequada para fornecer a concentração mínima de células (1,2 milhões por semente) e o volume total de líquidos não deve exceder 300 mL/50 kg de sementes.

Produtos químicos, como agrotóxicos, devem ser aplicados antes do inoculante, garantindo que o tratamento seja realizado à sombra e a semeadura ocorra no mesmo dia.

Temperatura do Solo

Temperaturas extremas afetam negativamente a atividade do rizóbio e a nodulação. A faixa ideal de temperatura do solo para a nodulação da soja está entre 25°C e 30°C.

Disponibilidade de Nitrogênio no Solo

O excesso de N disponível no solo pode reduzir a nodulação, pois a planta prioriza a absorção direta do nutriente em vez de formar nódulos.

Umidade e compactação do solo

A nodulação depende de uma boa umidade do solo. Solos secos podem inibir a atividade das bactérias e dificultar a formação de nódulos, enquanto solos encharcados podem criar condições anaeróbicas que matam as bactérias e prejudicam a nodulação.

Solos compactados, por sua vez,  dificultam o desenvolvimento das raízes e a distribuição dos nódulos. Solos bem estruturados e descompactados favorecem a penetração das raízes e a formação de nódulos tanto na raiz principal quanto nas laterais.

Fertilidade do solo

A fertilidade do solo é um fator crucial para a nodulação da soja, pois influencia diretamente a saúde e a eficiência dos nódulos.

O pH ideal do solo para a nodulação é entre 6,0 e 6,5. Solos muito ácidos ou alcalinos prejudicam a sobrevivência e a atividade das bactérias fixadoras de nitrogênio.

A disponibilidade adequada de fósforo (P) e potássio (K) é essencial para o desenvolvimento dos nódulos e o crescimento saudável das plantas.

A presença de micronutrientes, como molibdênio e cobalto, é fundamental para a fixação biológica de nitrogênio (FBN), ajudando a garantir uma nodulação eficaz. Além disso, estudos recentes mostram que elementos como níquel e selênio também pode influenciar o processo de nodulação na soja, conforme veremos adiante.

Níquel na nodulação e produtividade da soja

O níquel (Ni) é um micronutriente importante para o crescimento da soja, particularmente em sua função no metabolismo do nitrogênio e na fixação biológica de nitrogênio (FBN).

Estudos indicam que o Ni está diretamente envolvido na atividade de metaloenzimas, como a [Ni-Fe]-hidrogenase e a urease, que são relevantes para a eficiência da FBN e a produção de amônia, respectivamente (Bosse et al., 2024). A deficiência de Ni pode levar ao acúmulo de ureia nas folhas, prejudicando o crescimento e o rendimento da soja.

Recentes investigações revelaram que cultivares modernas de soja podem apresentar deficiência latente de Ni em campo. A fertilização com Ni, especialmente em doses de 3 mg dm-3, demonstrou aumentar a atividade da urease, a taxa de fotossíntese, a nodulação e a concentração de ureídeos, resultando em maior produtividade das plantas.

No entanto, os mecanismos exatos por trás do aumento da nodulação em resposta ao Ni ainda não estão totalmente claros e podem estar relacionados à quimiotaxia (Bosse et al., 2024).

A quimiotaxia entre raízes de leguminosas e rizóbios depende da exsudação de compostos como açúcares e isoflavonoides pelas raízes. Esses isoflavonoides, como a daidzeína e genisteína, ativam a expressão dos genes Nod em rizóbios, induzindo a nodulação.

Bosse et al. (2024) propuseram que a fertilização com Ni aumenta a produção de isoflavonoides, promovendo a quimiotaxia e a nodulação, o que resultou em um aumento de 20,80% na nodulação em comparação com plantas não tratadas.

Além disso, a FBN é beneficiada pela ação do Ni na atividade da nitrogenase e na biossíntese de ureídeos, que são fundamentais para o transporte de nitrogênio (Figura 4).

papel do níquel na fixação biológica de N
Figura 4. Papel fisiológico do níquel (Ni) na produção de daidzeína e aumento nodulação e produção de ureídos em soja. Fonte: Bosse et al. (2024).

Selênio na nodulação e produtividade da soja

Pesquisas realizadas por Silva et al (2024), concluíram que selênio aumenta significativamente o número de nódulos nas raízes da soja. Essa nodulação é importante para a fixação biológica de nitrogênio, o que é relevante para a produtividade da soja.

Além de promover a nodulação, o selênio também eleva a produção de daidzeína, uma isoflavona benéfica, tanto nas raízes quanto nos nódulos.

O suprimento exógeno de daidzeína mostrou aumentar ainda mais o número de nódulos, sugerindo que essa isoflavona desempenha um papel importante na indução da nodulação em resposta ao selênio.

Esses resultados indicam uma interação positiva entre a presença de selênio e a nodulação, favorecendo a eficiência do uso de nitrogênio pelas plantas de soja.

nodulação em soja com adição de selênio
Figura 5. Nódulos nas raízes, número de nódulos e pigmentações de nódulos de plantas de soja cultivadas sem (-Se) e com 10 μM de Na2SeO4 por 14 dias. Fonte: Silva et al., (2024).

Os pesquisadores também observaram que o tratamento com selênio resultou em níveis elevados de açúcares totais e compostos nitrogenados na soja.

Essa melhoria na disponibilidade de nutrientes sugere que o selênio não apenas beneficia a nodulação, mas também impacta positivamente o metabolismo das plantas (Figura 6).

selênio e nodulação da soja
Figura 6. Modelo de Se na indução de nodulação em plantas de soja. A aplicação de selenato aumenta a produção de daidzeína, bem como o aumento de açúcar total nas raízes e nódulos. Fonte: Silva et al., (2024).

Por fim, a análise do transcriptoma revelou que o selênio regula positivamente genes para a nodulação, evidenciando as mudanças metabólicas e celulares que ocorrem em resposta ao tratamento.

Esses resultados ressaltam o potencial da biofortificação com selênio para melhorar a nodulação e a fixação de nitrogênio em soja, oferecendo uma abordagem sustentável para aumentar a produtividade agrícola.

Conclusão

A avaliação da nodulação, especialmente em estágios iniciais de crescimento, permite identificar o desenvolvimento “saudável” dos nódulos, que são fundamentais para a absorção de nitrogênio. A presença de nódulos “saudáveis” não apenas indica a eficácia da FBN, mas também impacta diretamente o rendimento das plantas.

A incorporação de elementos, como níquel e selênio, potencializa ainda mais a eficiência da nodulação. O níquel é um cofator em enzimas que facilitam a utilização do nitrogênio, e sua deficiência pode comprometer o crescimento da soja. A fertilização com níquel tem mostrado resultados promissores, aumentando a nodulação e, consequentemente, a produtividade. Esse relacionamento entre exsudação de isoflavonoides e nodulação evidencia a importância do manejo adequado desses micronutrientes.

O selênio, por sua vez, não só aumenta o número de nódulos, mas também eleva a produção de daidzeína, uma isoflavona benéfica para a simbiose. A aplicação de selenato tem mostrado interações positivas com a nodulação, sugerindo que a biofortificação com selênio pode ser uma estratégia eficaz para melhorar a eficiência do uso de nitrogênio.

Portanto, a nodulação da soja, quando monitorada e otimizada com o uso de elementos como níquel e selênio, pode resultar em aumento na produtividade da soja. Investir em pesquisa e desenvolvimento nessa área é fundamental para fortalecer a posição do Brasil como líder mundial na produção de soja, garantindo não apenas a saúde das lavouras, mas também a segurança alimentar e a sustentabilidade do setor.

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Referências

BOSSE, M. A.; MENDES, N.A.C.; VICENTE, E.F.; TEZOTTO, T.; REIS, A.R. Nickel enhances daidzein biosynthesis in roots increasing nodulation, biological nitrogen fixation and seed yield of soybean plants. Environmental and Experimental Botany, v. 220, p. 105685, abr. 2024.

HUNGRIA, M.; NOGUEIRA, M.A. Fixação biológica de nitrogênio. In: Bioinsumos na cultura da soja / MEYER, M,C… [et al.] editores técnicos — Brasília, DF: Embrapa, 2022. 550 p.

LAVRES, J.; FRANCO, G.C.; CÂMARA, G.M. Soybean seed treatment with nickel improves biological nitrogen fixation and urease activity. Frontier Environmental Science. v. 4, p. 1–11. 2016. DOI: 10.3389/fenvs.2016.00037.

MATSUDA, H.; NAKAYASU, M.; AOKI, Y.; et al Diurnal metabolic regulation of isoflavones and soyasaponins in soybean roots. Plant direct.  2020. DOI: 10.1002/pld3.286

MEDEIROS-SILVA, M.; FRANCK, W.L.; BORBA, M.P.; et al Soybean ureases, but not that of bradyrhizobium japonicum, are involved in the process of soybean root nodulation. Journal of Agricultural and Food Chemistry v. 62, p. 3517–3524. 2014. DOI: 10.1021/jf5000612

REIS, A.R.; BARCELOS J.P.Q.; OSÓRIO C.R.W.S., et al A glimpse into the physiological, biochemical and nutritional status of soybean plants under Ni-stress conditions. Environmental Experiment Botany. V. 144, p. 76–87. 2017.

SILVA, V.M.; LUI, A.C.W.; CARVALHO, M.R.; NAMORATO, F.A.; FEI, Z.; REIS, A.R.; LIU, J.; VATAMANIUK, O.K.; LI, L. A produção de daidzeína promovida pelo selênio contribui para sua nodulação induzida em plantas de soja. Botânica Ambiental e Experimental, v. 218, p. 105591, 2024.

Sobre o autor:

Alasse Oliveira

Alasse Oliveira da Silva

Doutorando em Produção Vegetal (ESALQ/USP)

  • Engenheiro agrônomo (UFRA) e Técnico em agronegócio
  • Mestre e especialista em Produção Vegetal (ESALQ/USP)
  • alasse.oliveira77@gmail.com
  • Perfil do Linkedin
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Como citar este artigo:

SILVA, A.O. Nodulação da soja: quando avaliar e qual o papel de elementos como níquel e selênio?2024. Blog Agroadvance. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-nodulacao-da-soja/. Acesso: xx Xxx 20XX.

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