Diversos fatores bióticos e abióticos prejudicam o desenvolvimento e produtividade das plantas. Um dos sinais mais evidentes desses estresses é o aumento na produção de espécies reativas de oxigênio (EROs, ou em inglês – Reactive Oxigen Species, ROS), como peróxido de hidrogênio (H₂O₂), oxigênio singlete (¹O₂), radicais superóxido (O₂•⁻) e radical hidroxila (•OH), que causam estresse oxidativo (Figura 1).

Naturalmente, durante processos metabólicos que ocorrem nas plantas, são formadas as espécies reativas de oxigênio (EROs), que fazem parte do envelhecimento celular. Ou seja, a produção de espécies reativas ocorre no metabolismo normal e faz parte da vida e do envelhecimento natural dos seres vivos.
As plantas possuem sistemas antioxidantes enzimáticos e não enzimáticos que regulam esse processo (de produção de EROs), mantendo o equilíbrio redox em níveis fisiologicamente seguros.
No entanto, quando expostas a condições de estresse, a taxa de produção de EROs pode superar a capacidade de neutralização dos sistemas de defesa, resultando em acúmulo excessivo e desencadeando o que chamamos de estresse oxidativo.
O que é e quais os tipos de estresse para as plantas?
De forma geral, estresse nas plantas é qualquer condição ambiental, biótica ou abiótica, que interfere no crescimento, desenvolvimento ou no funcionamento fisiológico da planta, comprometendo sua capacidade de manter o equilíbrio metabólico e atingir seu potencial produtivo. Ou seja, é uma resposta da planta a fatores que dificultam sua sobrevivência ou produtividade, podendo se manifestar por alterações na fotossíntese, crescimento radicular e aéreo, absorção de nutrientes, e prejudicar seu sistema de defesa.
Exemplos de estresses abióticos incluem fatores químicos, hídrico e térmico, enquanto estresses bióticos englobam patógenos como fungos, vírus, bactérias além de insetos e nematoides.
- Estresse químico: ocorre quando as plantas são expostas a substâncias que interferem em seu metabolismo, como defensivos agrícolas, contaminantes ambientais, excesso de fertilizantes, metais pesados e compostos tóxicos. A exposição a esses agentes pode provocar desequilíbrios hormonais, bloqueios enzimáticos, alteração no fluxo de elétrons nos cloroplastos e mitocôndrias, e, consequentemente, a geração excessiva de espécies reativas de oxigênio (EROs).
- Estresse hídrico: tanto a falta quanto o excesso de água podem causar estresse: a escassez reduz a turgidez celular, provoca fechamento estomático e limita a fotossíntese, enquanto o excesso de água reduz a disponibilidade de oxigênio no solo, causando hipóxia radicular e afetando o metabolismo energético.
- Estresse térmico: tanto o calor quanto o frio em excesso podem afetar a fisiologia vegetal: altas temperaturas desestabilizam membranas, proteínas e enzimas, reduzindo a fotossíntese e acelerando a produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), enquanto baixas temperaturas provocam danos aos tecidos, desidratação celular e comprometem reações essenciais, como a fotossíntese, ao reduzir a atividade da Rubisco e prejudicar a fotofosforilação, e a respiração celular, diminuindo a produção de ATP necessária para o crescimento. Além de prejudicar o transporte de íons e solutos, o metabolismo secundário também é afetado, com menor produção de osmólitos e antioxidantes, reduzindo a capacidade de proteção contra danos oxidativos.
- Estresse biótico: No geral são causados por organismos vivos que comprometem o crescimento, a saúde e a produtividade das plantas. Entre os principais agentes estão patógenos, como fungos, vírus e bactérias, que provocam doenças e danos aos tecidos vegetais, e herbívoros, incluindo insetos e nematoides, que causam lesões físicas e interferem no metabolismo da planta.
Esses estresses frequentemente induzem a produção de espécies reativas de oxigênio (EROs) e ativam respostas defensivas, como a síntese de antioxidantes e a expressão de genes relacionados à resistência, podendo levar a planta a uma situação de estresse oxidativo quando a intensidade do ataque supera a capacidade de defesa da planta.
Espécies reativas de oxigênio (EROs): definição, tipos e diferença em relação aos radicais livres
As espécies reativas de oxigênio (EROs) constituem um grupo de moléculas derivadas do oxigênio que apresentam alta reatividade química, devido à presença de elétrons desemparelhados ou estados excitados, e desempenham papel central tanto no metabolismo normal quanto nas respostas ao estresse em plantas.
Elas são continuamente geradas em cloroplastos, mitocôndrias, peroxissomos e também na membrana plasmática por NADPH oxidases e peroxidases apoplásticas
Entre as principais EROs destacam-se:
- Radical superóxido (O₂⁻): gerado principalmente pela transferência de elétrons a partir de transportadores da cadeia respiratória ou fotossintética.
- Peróxido de hidrogênio (H₂O₂), que é relativamente estável e pode atuar como molécula que sinaliza quando a planta está sob condição de estresse, difundindo-se por aquaporinas.
- Oxigênio singlete (¹O₂): altamente reativo, produzido sob excesso de radiação luminosa em cloroplastos.
- Radical hidroxila (•OH): extremamente reativo, formado localmente por reações de Fenton/Haber–Weiss na presença de ferro ou cobre. É capaz de oxidar lipídios, proteínas e ácidos nucleicos de forma quase imediata.
O termo “espécies reativas de oxigênio (EROs)” muitas vezes é associado ao termo “radicais livres”, porém eles apresentam algumas diferenças. Nem toda EROs é um radical livre.
- Os radicais livres são moléculas ou átomos que possuem um elétron desemparelhado (como O2•⁻ e •OH), o que os torna altamente instáveis e extremamente reativos, capazes de provocar danos rápidos a lipídios, proteínas e DNA.
- Já as EROs constituem um conjunto mais amplo de moléculas derivadas do oxigênio, incluindo radicais livres, e em certas condições, podem gerar radicais livres. A H₂O₂, por exemplo, é uma ROS não radical, mas que atua como molécula sinalizadora.
Dessa forma, enquanto todos os radicais livres se enquadram como EROs, nem toda EROs é um radical livre. Essa distinção é fundamental para compreender como as EROs desempenham um papel duplo nas plantas, participando da sinalização e da ativação de respostas de defesa, mas também causando estresse oxidativo quando acumuladas em excesso.
Como se inicia o estresse oxidativo nas células vegetais?
O estresse oxidativo surge quando a produção de espécies reativas de oxigênio (EROs) excede a capacidade antioxidante da planta.
Sob condições fisiológicas normais, as EROs são produzidas de forma controlada em organelas como cloroplastos, mitocôndrias e peroxissomos, onde participam de processos metabólicos centrais, incluindo fotossíntese, respiração celular e sinalização redox. Estas moléculas exercem funções regulatórias essenciais, modulando a expressão gênica e ativando respostas adaptativas a pequenas variações ambientais.
No entanto, quando as plantas são expostas a estresses, a produção de EROs aumenta de forma abrupta e desproporcional e esse excesso supera a capacidade dos sistemas antioxidantes.
Por exemplo, quando uma planta enfrenta déficit hídrico, a falta de água reduz a turgidez celular e limita a abertura estomática, diminuindo a entrada de CO₂ nos cloroplastos e comprometendo a fotossíntese. Esse desajuste provoca acúmulo de elétrons na cadeia de transporte fotossintética, que reagem com o oxigênio molecular, aumentando a produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), como o radical superóxido e o oxigênio singlete.
Inicialmente, os sistemas antioxidantes da planta conseguem neutralizar parte dessas moléculas, mas diante de estresse prolongado ou intenso, a geração de EROS supera a capacidade de defesa, provocando danos oxidativos a membranas, proteínas, lipídios e DNA.
Como consequência, instala-se o estresse oxidativo, afetando processos vitais como fotossíntese, transporte de nutrientes e crescimento celular, desencadeando uma série de efeitos que podem comprometer o desenvolvimento e a produtividade da planta. (Figura 2).

Efeitos fisiológicos do estresse oxidativo
O estresse oxidativo provoca uma série de efeitos fisiológicos nas plantas, resultantes do acúmulo excessivo de espécies reativas de oxigênio (ROS) que danificam componentes celulares essenciais. Entre os principais impactos, destaca-se:
- Fotossíntese prejudicada: danos ao fotosistema II, clorofila e membranas tilacoidais reduzem a eficiência na captura de luz e na fixação de carbono.
- Respiração celular comprometida: inibição de enzimas chave do ciclo de Krebs e da cadeia de transporte de elétrons mitocondrial, prejudicando a produção de ATP e o balanço energético da célula.
- Interferência na integridade das membranas celulares, promovendo peroxidação lipídica, aumento da permeabilidade e perda de compartimentalização celular, o que prejudica o transporte de água, íons e solutos.
- Danos à proteínas e enzimas: que podem ser desnaturadas ou inativadas por oxidação, afetando processos metabólicos fundamentais, incluindo síntese de carboidratos, aminoácidos e hormônios vegetais.
- Fisicamente, esses efeitos se traduzem em redução do crescimento celular e do alongamento de tecidos, murcha, senescência precoce e queda de folhas. Em nível mais sistêmico, o estresse oxidativo pode limitar o transporte de nutrientes, reduzir a absorção de água, afetar a formação de flores e frutos e comprometer a produtividade final da planta.
De maneira geral, o estresse oxidativo representa um ponto crítico de desregulação metabólica, podendo provocar danos irreversíveis a estrutura das plantas.
Estratégias antioxidantes das plantas para neutralização de estresse oxidativo
As plantas possuem um sistema antioxidante altamente coordenado, formado por componentes enzimáticos e não enzimáticos, que atua para neutralizar o excesso de espécies reativas de oxigênio (ROS) geradas durante condições de estresse.
No nível enzimático: a superóxido dismutase (SOD) converte o radical superóxido (O₂⁻) em peróxido de hidrogênio (H₂O₂), que, apesar de menos reativo, ainda pode ser tóxico. O H₂O₂ é então detoxificado por enzimas como a catalase (CAT), que o transforma em água e oxigênio, e a ascorbato peroxidase (APX), que utiliza o ascorbato como doador de elétrons para reduzir o H₂O₂ em diversos compartimentos celulares, como cloroplastos, mitocôndrias e peroxissomos.
A glutationa peroxidase (GPX) também contribui para a decomposição do H₂O₂, especialmente em conjunto com a glutationa reduzida (GSH), dentro do ciclo ascorbato-glutationa (AsA–GSH), essencial para o controle do redox intracelular.
Paralelamente, o sistema não enzimático complementa essa proteção, com compostos como o ascorbato, a glutationa, carotenoides, tocoferóis e flavonoides, que neutralizam ROS diretamente, regeneram antioxidantes enzimáticos e protegem estruturas celulares críticas, incluindo membranas e pigmentos fotossintéticos, evitando a peroxidação lipídica e a desestabilização de organelas.
A ação integrada desses mecanismos permite que a planta mantenha processos fisiológicos essenciais, como fotossíntese, respiração e transporte de nutrientes, mesmo sob estresses prolongados ou intensos. Com isso, reduz-se o dano oxidativo celular, preservando-se o crescimento, a integridade celular e o desenvolvimento vegetal.

Como medir o estresse oxidativo das plantas?
O estresse oxidativo é um processo celular complexo, e sua avaliação depende de diferentes ferramentas. Algumas delas são utilizadas em pesquisa científica, para compreender mecanismos fisiológicos em detalhe, enquanto outras podem ser utilizadas diretamente no campo, auxiliando no manejo prático.
Ferramentas de pesquisa (nível laboratorial):
- Níveis de enzimas do sistema antioxidante: (SOD, CAT e APX) e de compostos antioxidantes (ascorbato, a glutationa, carotenoides, tocoferóis e flavonoides).
- Fv/Fm (fluorescência da clorofila): avalia a eficiência do fotossistema II e identifica fotoinibição causada pelo excesso de ROS.
- MDA/TBARS: marcam a peroxidação lipídica e quantificam danos oxidativos em membranas.
- Perda de K⁺ radicular: utilizada em ensaios de fisiologia, mostra a ativação de canais de efluxo por radicais e indica suscetibilidade das plantas.
- Condutividade elétrica em tecidos: mede a integridade de membranas celulares após estresses intensos.
Esses métodos são fundamentais em pesquisa, pois ajudam a explicar como ROS afetam fotossíntese, membranas, proteínas e DNA. No entanto, exigem equipamentos de laboratório e não são de rotina no campo.
Ferramentas acessíveis ao produtor:
- Medidores SPAD e sensores NDVI: permitem avaliar indiretamente a condição da planta, medindo teor de clorofila e eficiência fotossintética. Hoje estão disponíveis em aparelhos portáteis, drones e sensores embarcados em máquinas agrícolas.
- Observação de sintomas visuais: clorose, necrose marginal, murcha vespertina, senescência precoce e queda de flores ou frutos são sinais típicos de estresse oxidativo que podem ser acompanhados no campo.
- Condutividade elétrica simples: pode ser usada em soluções nutritivas ou folhas, auxiliando na identificação de danos celulares em situações críticas.
Aplicações práticas na agricultura
Melhoramento genético:
A seleção e o melhoramento de genótipos tolerantes a estresses é uma abordagem estratégica para mitigar os efeitos adversos de condições ambientais desfavoráveis na agricultura.
Cultivares adaptadas apresentam sistemas antioxidantes mais eficientes, capazes de neutralizar espécies reativas de oxigênio (ROS) e manter a integridade celular mesmo sob déficit hídrico, temperaturas extremas ou exposição a estresses químicos.
Além disso, genótipos tolerantes geralmente exibem ajustes osmóticos mais eficazes, regulação estomática otimizada e manutenção da fotossíntese, características que garantem estabilidade fisiológica e produtividade mesmo em condições de estresse prolongado.
A identificação desses genótipos pode ser realizada por meio de fenotipagem avançada, análise de marcadores moleculares e avaliação de indicadores bioquímicos, como níveis de antioxidantes enzimáticos e não enzimáticos.
A incorporação desses materiais em programas de melhoramento oferece um caminho robusto para a agricultura resiliente, reduzindo perdas de produtividade e aumentando a eficiência do uso de recursos em sistemas agrícolas sujeitos a mudanças climáticas e outros estresses abióticos.
Bioestimulantes:
O uso de bioestimulantes representa uma abordagem inovadora e promissora para aumentar a resiliência das plantas frente a estresses abióticos e bióticos, atuando na modulação de vias fisiológicas e bioquímicas críticas.
Compostos como ácidos húmicos, fúlvicos, aminoácidos, extratos de algas e peptídeos sinalizadores podem ativar os sistemas antioxidantes enzimáticos e não enzimáticos, promovendo o equilíbrio redox celular e reduzindo o acúmulo de espécies reativas de oxigênio (EROs).
Além disso, os bioestimulantes modulam processos fisiológicos cruciais, como ajuste osmótico, eficiência fotossintética, manutenção da integridade das membranas celulares e transporte de nutrientes, fortalecendo a capacidade da planta de resistir a déficit hídrico, extremos de temperatura e ataques de patógenos.
Ao reduzir os efeitos do estresse, esses produtos contribuem diretamente para a manutenção do crescimento e o aumento da produtividade, garantindo que as plantas expressem melhor seu potencial genético mesmo em condições adversas (Figura 4).

Aplicação de nutrientes via foliar
A aplicação foliar de nutrientes como potássio (K), nitrogênio (N) e fósforo (P) é uma estratégia eficaz para suplementar plantas sob estresse oxidativo e acelerar sua recuperação.
O K regula a osmose, turgidez celular e abertura estomática, favorecendo a fotossíntese.
O N é essencial para aminoácidos, proteínas e antioxidantes, ampliando a neutralização de EROs, enquanto o P fornece energia via ATP para processos metabólicos e reparo celular.
A aplicação direta nas folhas promove recuperação rápida da fotossíntese, estabilidade de membranas e crescimento celular, contribuindo para a manutenção da produtividade em condições adversas.
Perguntas Frequentes: Estresse oxidativo em Plantas
1. O que o estresse oxidativo causa nas plantas?
O estresse oxidativo causa peroxidação de membranas, queda na fotossíntese, oxidação de proteínas e redução da produtividade das plantas.
2. Como saber se minha cultura está sob estresse oxidativo?
No campo pode-se observar sintomas visuais, como clorose, necrose e/ou murcha. Além disso, medições como Fv/Fm e condutividade elétrica podem ajudar a identificar plantas estressadas.
3. Quais espécies reativas de oxigênio são mais comuns em plantas?
As EROs mais comum nas plantas são: radical superóxido (O₂•⁻), peróxido de hidrogênio (H₂O₂), oxigênio singlete (¹O₂) e radical hidroxila (•OH).
4. Como a planta se defende do estresse oxidativo?
Através de enzimas antioxidantes, como superóxido desmutase (SOD), catalase (CAT), ascorbato peroxidase (APX), entre outras e de compostos antioxidantes como ascorbato, glutationa e carotenoides.
5. Bioestimulantes ajudam as plantas a enfrentarem o estresse oxidativo?
Sim. Extrato de algas marinhas, aminoácidos e micronutrientes (Se, B) fortalecem o sistema antioxidante das plantas, mas devem ser validados para cada condição e cultivo.
6. Um solo saudável reduz o estresse oxidativo?
Sim. Sistemas conservacionistas aumentam o teor de matéria orgânica do solo, a atividade enzimática e a tolerância fisiológica das plantas ao estresse.
Conclusão
O estresse oxidativo compromete processos essenciais como fotossíntese, crescimento celular e transporte de nutrientes, afetando a produtividade das plantas. Compreender a formação de espécies reativas de oxigênio (EROs) e os sistemas de defesa enzimáticos e não enzimáticos é fundamental para desenvolver estratégias de mitigação.
A seleção de genótipos tolerantes, o uso de bioestimulantes e a suplementação foliar com nutrientes-chave, como K, N e P demonstram-se eficazes para reduzir os efeitos do estresse e acelerar a recuperação fisiológica. Essas abordagens, quando integradas a práticas agrícolas sustentáveis, contribuem para aumentar a resiliência e o desempenho das culturas em condições adversas.
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Referências
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VALENCE. Estresse oxidativo. Disponível em: https://somosvalence.com.br/estresse-oxidativo/. Acesso em: 8 set. 2025.
Sobre a autora:

Josiane Ap. V. de Oliveira
Pesquisadora de Pós-doutorado (UNESP/Botucatu)
- Doutora em Energia na Agricultura (UNESP/Botucatu)
- Mestre em Produção vegetal (UFMS)
- Engenheira Agrônoma (UNESP/Ilha Solteira)
Como citar este artigo OLIVEIRA, J.A.V. Estresse oxidativo em plantas: o que é e como ele afeta a produção Blog Agroadvance. Publicado: 12 Set 2025. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-estresse-oxidativo-em-plantas-eros/. Acesso em: 01 abr. 2026.



