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15 maiores grupos do setor sucroalcooleiro no Brasil em 2024/25

Conheça os 15 maiores grupos do setor sucroalcooleiro em 2024/25: moagem, número de usinas de cada grupo, crescimento e participação no mercado brasileiro.
  • Publicado em 12/05/2025
  • Beatriz Nastaro Boschiero
  • Cana-de-açúcar
  • Publicado em 12/05/2025
  • Beatriz Nastaro Boschiero
  • Cana-de-açúcar
  • Atualizado em 14/08/2025
maiores grupos do setor sucroalcooleiro
Sumário

Mesmo diante de adversidades climáticas e operacionais, o setor sucroalcooleiro voltou a demonstrar sua capacidade de adaptação. A safra 2024/25 foi marcada por seca, infestações de pragas e ocorrência de queimadas, mas ainda assim foram processadas 621,88 milhões de toneladas de cana-de-açúcar – volume apenas 5% inferior ao ciclo anterior (2023/24), configurando-se como a segunda maior safra da história do Centro-Sul.

Com isso, a Safra 2024/25 resultou em uma produção de açúcar de 40 milhões de toneladas, 87,7 milhões de toneladas de ATR e 26,8 bilhões de litros de etanol de cana-de-açúcar (Figura 1).

Cenário da cana-de-açúcar na safra 2-24/25: moagem, acúcar, ATR e Etanol
Figura 1. Histórico da moagem da cana-de-açúcar no Brasil, da produção de açúcar, de ATR e de  etanol de cana das últimos 13 safras. Fonte: ÚNICA (2025).

Esse desempenho foi impulsionado, principalmente, pela ampliação da área colhida. Após um período de estabilidade, a área de corte atingiu 8 milhões de hectares, resultado da maior disponibilidade de cana bisada e da expansão das lavouras nas últimas safras.

Nesta última safra, os 15 maiores grupos do setor sucroalcooleiro responderam por 49% da moagem total de cana-de-açúcar no Brasil, mostrando o peso das grandes companhias no mercado.

A seguir, listamos os 15 maiores grupos do setor sucroalcooleiro, com base na moagem consolidada da última safra, número de usinas, participação no mercado e variação em relação à safra anterior.

Acompanhe!

Ranking dos maiores grupos do setor sucroalcooleiro do Brasil – Safra 2024/25

Os dez maiores grupos do setor sucroenergético na Safra 2024/25 foram respectivamente: Raízen, BP Bunge, Atvos, São Martinho, Tereos, Lincoln Junqueira, Cofco, Coruripe, Pedra e Adecoagro (Figura 2).

10 maiores grupos do setor sucroalcooleiro - ranking moagem de cana
Figura 2. Ranking de moagem de cana-de-açúcar na Safra 2024/25, em milhões de toneladas. Fonte: FG/A (2025).

Juntos, esses grupos moeram 242,4 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25, o que representa 40,35% da moagem total do país. Somente os cinco primeiros grupos responderam por 27,82% da moagem nacional de cana. Completam a lista dos 15 maiores grupos: Delta, Vale do Verdão, Santa Terezinha, Zilor e Colombo (Tabela 1).

Entre os 15 maiores grupos do setor sucroalcooleiro brasileiro, a queda no volume processado na Safra 2024/25 versus a safra anterior foi mais acentuada do que no restante do setor. Os maiores grupos reduziram a moagem em 5,5%, passando de 322 para 304 milhões de toneladas na última safra, enquanto os demais apresentaram retração de 4,5% (Tabela 1).

Essa diferença fez com que a concentração da moagem nos 15 maiores produtores diminuísse, passando a representar 49% do total nacional na safra 2024/25. Já os cinco maiores grupos foram responsáveis por 27,8% da moagem total.

Tabela 1. Moagem de cana na Safra 2024/2025 no Brasil: 621.786 (1000 MT)

 GrupoMoagem (milhões de toneladas)Porcentagem do total (%)Evolução da Moagem (2024/25 vs 2023/24)
1.Raízen78,312,59%-7,0%
2.BP Bunge26,74,29%-7,9%
3.Atvos 125,84,15%-6,2%
4.São Martinho 221,73,49%-5,5%
5.Tereos20,53,30%-2,8%
6.Lincoln Junqueira 218,22,93%-7,8%
7.Cofco  217,72,85%-4,3%
8.Coruripe15,82,54%-1,3%
9.Pedra  213,52,17%-3,9%
10.Adecoagro  212,72,04%+ 2,1%
11.Delta11,11,79%-3,9%
12.Vale do Verdão 310,91,75%+ 5,0%
13.Santa Terezinha 210,91,75%-5,7%
14.Zilor10,51,69%-7,2%
15.Colombo10,31,66%-14,1%
 Brasil621,8100%-5,0%
1 Valor estimado – a companhia não divulgou publicamente a sua moagem final.
2 Valores considerados ao período de janeiro-dezembro de 2024.
3 Considerando moagem de abril a dezembro e 100% da moagem usina São Luiz.
Fonte: FG/A Consultoria (2025).

Entre os destaques positivos, apenas dois grupos ampliaram sua produção: o Grupo Vale do Verdão, com crescimento de 5%, e a Adecoagro, com alta de 2,1%.

No ranking, a movimentação mais significativa foi protagonizada pela Delta Sucroenergia, que subiu da 14ª para a 11ª posição, ultrapassando a Colombo Agroindústria S/A.

Para a próxima safra (2025/26), as condições climáticas permanecem como fator decisivo para o desempenho agrícola, especialmente no que diz respeito à produtividade dos canaviais.

A seguir, você confere quem mais informações desses gigantes, quanto moeram na última safra e como evoluíram em relação ao ciclo anterior, além de receita e número de usinas.

1. Raízen

  • Fundação: 2011, em São Paulo (SP).
  • Receita: R$ 78,45 bilhões.
  • Número de usinas: 34 (29 em SP, 3 em MS, 1 em MG e 1 em GO).
  • Moagem 2024/25: 78,3 milhões de toneladas.
  • Variação vs. safra anterior: -7,0%.

A Raízen é o maior grupo do setor sucroenergético do país, resultado de uma joint venture entre a Shell e o grupo Cosan.

Atua de forma integrada em toda a cadeia de valor, da produção de açúcar e etanol à distribuição de combustíveis, geração de energia renovável e fabricação de lubrificantes.

Com foco em economia circular, investe em fontes limpas como biomassa, biogás e energia solar. Em 2023, alcançou a produção de 30 milhões de litros de etanol de segunda geração (E2G) e lançou a primeira cadeia de açúcar 100% rastreável e não transgênico do mundo.

2. BP Bunge Bioenergia

  • Fundação: 2019, em São Paulo (SP).
  • Receita: R$ 7,94 bilhões.
  • Número de usinas: 11 (4 em MG, 3 em SP, 2 em GO, 1 em MS e 1 em TO).
  • Moagem 2024/25: 26,7 milhões de toneladas.
  • Variação vs. safra anterior: -7,9%.

Fruto da fusão entre a BP e a Bunge no setor de bioenergia, o grupo mostra desempenho consistente e estável no mercado. É uma das maiores produtoras brasileiras de etanol, açúcar e bioeletricidade, com usinas espalhadas pelo Sudeste, Norte e Centro-Oeste.

Na safra 2023/24, bateu recorde de moagem com 28,6 milhões de toneladas, um aumento de 14%. Entre os destaques está a ampliação da usina Pedro Afonso (TO), que deve elevar ainda mais sua capacidade produtiva.

3. Atvos

  • Fundação: 2006, em Perolândia (GO).
  • Receita: R$ 2,79 bilhões.
  • Número de usinas: 9 (3 em GO, 3 em MS, 2 em SP e 1 em MT).
  • Moagem 2024/25: 25,8 milhões de toneladas.
  • Variação vs. safra anterior: -6,2%.

A Atvos Bioenergia Brenco produz etanol, açúcar VHP e bioeletricidade a partir da cana, sendo também uma das maiores emissoras de CBIOs e iniciando investimentos em biometano.

Com sede em São Paulo e nove usinas em quatro estados, tem capacidade instalada para moer 38 milhões de toneladas de cana por ano, tendo processado 27,5 milhões na safra 2023/24. No mesmo ciclo, investiu R$ 1,6 bilhão em suas operações, parte de um plano estratégico de R$ 4,6 bilhões até 2026.

4. São Martinho

  • Fundação: 1907, em Pradópolis (SP).
  • Receita: R$ 6,64 bilhões.
  • Número de usinas: 4 (3 em SP e 1 em GO).
  • Moagem 2024/25: 21,7 milhões de toneladas.
  • Variação vs. safra anterior: -5,5%

O grupo São Martinho é um dos maiores do setor sucroenergético do Brasil, com capacidade de moagem de 24 milhões de toneladas por safra e quatro usinas em operação.

Em 2023, iniciou a construção de sua primeira planta de biometano, a partir da vinhaça, na unidade Santa Cruz (SP), com investimento de R$ 250 milhões. A operação deve começar em 2025, com capacidade plena prevista para 2026/27.

5. Tereos

  • Fundação: 1932, em Aisne (França); No Brasil desde 2002.
  • Receita: R$ 5,2 bilhões.
  • Número de usinas: 7 (todas em SP).
  • Moagem 2024/25: 20,5 milhões de toneladas.
  • Variação vs. safra anterior: -2,8%.

A Tereos é uma das maiores produtoras de açúcar do mundo, com atuação em 15 países e presença em diversos setores, como alimentos, bioenergia e nutrição animal.

No Brasil e nos EUA, possui sete das 41 unidades industriais. Em 2023/24, alcançou sua maior moagem (21,1 milhões de toneladas), com aumento de 22,3%. A empresa investe em biogás e biometano visando substituir o uso de diesel em suas operações de transporte até 2030.

Conclusão

O cenário da safra 2024/25 mostra que, apesar dos desafios climáticos e operacionais, os grandes grupos do setor sucroalcooleiro seguem como pilares da produção nacional, respondendo por quase metade da cana moída no Brasil. A movimentação entre os líderes, os investimentos em biocombustíveis e a aposta em inovação demonstram a maturidade e a capacidade de adaptação desse setor essencial para a matriz energética e a economia brasileira.

Para os próximos ciclos, aspectos como clima, biotecnologia, gestão e sustentabilidade continuarão sendo determinantes para a competitividade das empresas — e para os profissionais que atuam ou pretendem atuar nessa cadeia estratégica.

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Referências

FORBES AGRO. Agro100: Quais as Maiores Empresas do Brasil no Ranking Forbes. Forbes Agro. 2025. Disponível em: https://forbes.com.br/escolhas-do-editor/2025/01/agro100-quais-as-maiores-empresas-do-brasil-no-ranking-forbes/. Data de acesso: 07 Mai 2025.

NOVACANA. Grupos de Usinas no Brasil. Disponível em:   https://www.novacana.com/usinas_brasil/grupos/. Data de acesso: 07 Mai 2025.

Sobre a autora:

Beatriz Nastaro Boschiero

Especialista em Conteúdo na Agroadvance

  • Pós-doutora pelo CTBE/CNPEM e CENA/USP
  • Mestra e Doutora em Solos e Nutrição de Plantas (ESALQ/USP)
  • Engenheira Agrônoma (UNESP/Botucatu)
  • beatriz.nastaro@agroadvance.com.br
  • Perfil do Linkedin
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Como citar este artigo

BOSCHIERO, B.N. 15 maiores grupos do setor sucroalcooleiro no Brasil em 2024/25. Blog Agroadvance. 2025. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-maiores-grupos-do-setor-sucroalcooleiro/. Data de acesso: 31 mar. 2026.

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Uma resposta

  1. CCO disse:
    14/11/2025 às 11:10

    Beatriz, muito rico o conteúdo.

    Responder

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