As questões relacionadas ao bem-estar mental ou à saúde mental estão entre os principais desafios enfrentados pelos empregadores e pelas políticas públicas no Século XXI. Embora a evolução tecnológica tenha reduzido as exigências físicas na execução das tarefas, esta mesma tecnologia pode ensejar novos desafios à mente humana, aumentando a sensação de sobrecarga e, muitas vezes, como já relatado por muitos, a percepção de incapacidade de superar obstáculos do cotidiano.
Além dos fatores inerentes ao próprio trabalho, entre os quais se destacam os fatores humanos, somam-se aspectos da vida pessoal (como idade, formação e história de vida dos indivíduos). Todos estes fatores repercutem sobre o bem-estar mental e o resultado produtivo do trabalho.
A intenção deste artigo é ampliar as discussões sobre bem-estar mental no agronegócio, já tratadas em outro artigo, aqui mesmo no blog Agroadvance, levando os leitores a uma visão mais abrangente sobre a temática da saúde mental no tocante aos trabalhadores dos vários segmentos do agronegócio nacional. Além disso, o artigo fornece subsídios para que as empresas do setor possam promover a melhoria da qualidade de vida de seu quadro funcional e terceirizados, fortalecendo tanto a saúde emocional quanto o desempenho no trabalho.
A importância do trabalho na vida humana e seu impacto no bem-estar mental
Desde muito cedo, ao longo da história, observa-se os movimentos comportamentais do ser humano, especialmente em relação à produção, o que levou a discussões sobre produtividade e a relevância do trabalho para o desenvolvimento humano. Já na Idade Moderna, intensificaram-se as reflexões e o reconhecimento da relevância da produtividade para o desenvolvimento e a evolução social e psicológica da espécie humana.
O trabalho é um mecanismo por meio do qual o homem interage com o mundo, envolvendo esforço físico e mental, e contribuindo para o seu desenvolvimento integral, tanto no âmbito intrapessoal quanto interpessoal. Ele está diretamente associado à subjetividade humana e ao comportamento, assumindo, nesse contexto, uma função produtiva que pode ativar áreas cerebrais importantes, como o sistema de recompensa, responsável pela liberação de dopamina.
Esse processo é considerado uma forma de liberação funcional, pois contribui para o desenvolvimento de pensamentos positivos, o estabelecimento de propósitos e a vivência de emoções como prazer, satisfação e esperança. Tais sentimentos são essenciais para o bem-estar mental. Nessa perspectiva, o trabalho pode atuar como um verdadeiro antídoto diante das adversidades da vida.
Além disso, o trabalho promove a construção da identidade, facilita a socialização e fomenta propósitos e objetivos relevantes. Além disso, possibilita dedicação, fortalece a esperança e estimula a crença de que vale a pena enfrentar desafios em busca do sucesso social e financeiro almejado. Consequentemente, contribui também para o reforço da autoestima, da autoconfiança e da segurança pessoal e material.
No contexto do agronegócio, por exemplo, o trabalho em contato com a natureza contribui positivamente para o bem-estar mental. Experiências de cooperação e trabalho em equipe reduzem o estresse e aumentam o engajamento, enquanto o reconhecimento social e a valorização do trabalhador impactam diretamente sua saúde mental e produtividade. Além disso, manter um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal é essencial para prevenir ansiedade, burnout e outras doenças relacionadas ao estresse.
Devemos, pois, compreender que o trabalho faz parte da energia pulsional de produtividade inerente ao ser humano, apresentando-se como elemento necessário ao desenvolvimento existencial e à sobrevivência. Sob a ótica psicanalítica, pode ser entendido como um mecanismo de sublimação, simbolicamente complexo e fundamental para a evolução biopsicossocial dos indivíduos.
“Vai todo dia para o trabalho, sem saber se é bom ou se é ruim…” : o paradoxo do trabalho rural
Raul Seixas, em sua canção Meu Amigo Pedro (1976), afirma: “Vai todo dia para o trabalho, sem saber se é bom ou se é ruim”, e nos leva a refletir acerca da parcela significativa de nossas vidas dedicadas ao labor. Esse trecho (verso) traduz a vivência de muitos trabalhadores que, imersos na rotina, cumprem suas funções sem atribuir significado àquilo que fazem.
Do ponto de vista psicológico, tal percepção revela uma forma de alienação, em que o trabalho perde sua potência funcional, criativa e sublimatória, tornando-se apenas uma repetição automática e mecânica. Em vez de promover satisfação e identidade, pode gerar vazio, apatia e sofrimento emocional.
Sob a ótica da psicologia do trabalho, a ausência de propósito e engajamento está diretamente relacionada ao aumento da carga mental, ao estresse no trabalho e ao risco de adoecimento psicológico, conforme discutiremos ao longo deste texto. Esse fenômeno é conhecido como o paradoxo do trabalho: quando o labor deixa de ser fonte de realização e se torna fonte de desgaste!
A carga mental de trabalho: desgaste psicológico e emocional no agro
O exercício do trabalho envolve certo nível de desgaste físico, mental e emocional, que pode ser compensado por alimentação adequada, repouso e atividades relacionadas à higiene mental. Quando esse mecanismo permanece dentro do padrão de normalidade, ele contribui para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e emocionais: quando excede esse limite, pode gerar sobrecarga e estresse. Nesse sentido, cabe destacar que é primordial o equilíbrio entre as exigências das tarefas sob seu encargo e a capacidade e condição dos trabalhadores.
Os esforços incidentes sobre um organismo são resultantes da carga de trabalho que lhes é imposta, sendo compostos por uma fração de carga física (corpórea ou músculo esquelética) e por uma fração mental, de composição psíquica e cognitiva. O aspecto psíquico diz respeito aos traços psicológicos de um indivíduo e, por sua vez, a cognição se refere ao processo pelo qual este indivíduo adquire conhecimentos, percebe uma situação e reage a esta, em tempo, velocidade e intensidade de esforços.
A carga mental, compreendida como um todo, poderá causar prejuízos quando o desgaste propiciado por esta parcela da carga de trabalho for sobrelevado, isto é, fora do padrão de normalidade. Manifesta-se como sentimentos de sobrecarga, frustração e incômodos físicos e/ou emocionais diante das condições laborais às quais o indivíduo é exposto. Essa situação ocorre quando as demandas da função entram em conflito com sua condição física, estrutura psíquica, estado emocional ou desenvolvimento cognitivo e cultural.
De modo especial, os trabalhadores do agronegócio enfrentam condições adversas, longas e exaustivas jornadas de trabalho, de pouca ou nenhuma interação social (como na operação de máquinas agrícolas em períodos de semeadura ou colheita), muitas vezes agravadas por baixos níveis de escolaridade formal, fragilidade emocional e dificuldades pessoais. Essa realidade os expõe a inúmeros fatores de risco, como o manuseio de substâncias químicas e máquinas sem a devida proteção, além de desafios climáticos que geram incertezas quanto às safras, limitações orçamentárias, variações de preços dos produtos no mercado, nacional ou internacional, conforme o destino da produção, entre outros fatores.
Segundo Seligmann-Silva (1994), em seus estudos sobre a inter-relação entre saúde mental e trabalho, observa-se uma “mente consumida” nos quadros clínicos de trabalhadores submetidos a condições estressoras. O autor ressalta o desgaste psíquico decorrente de acidentes de trabalho, da exposição a produtos tóxicos e da fadiga física e mental. Esse processo afeta diretamente a identidade e a dignidade do trabalhador, interferindo também em seu sentimento de esperança.
Tais alterações podem gerar a sensação de perda de controle, medo do fracasso, impotência, insuficiência, irritabilidade, ansiedade, tristeza e desânimo. Quando não há cuidado, esse desgaste pode evoluir para comprometimentos orgânicos e, consequentemente, para o desenvolvimento de patologias como depressão, transtorno de ansiedade generalizada, alterações no padrão de sono, síndrome de burnout, estresse pós-traumático e distúrbios psicossomáticos.
As consequências do trabalho para a saúde mental e produtividade
A incongruência entre o trabalho enquanto potencial fonte de energia vital e o sofrimento vivido pode transformar-se em um agente prejudicial, experienciado como uma tortura contínua. Esse sofrimento sustentado mantém elevados níveis de hormônios do estresse, podendo tornar-se crônico. O estado de alerta prolongado causado pelo estresse compromete habilidades cognitivas. Assim, quando o indivíduo é submetido a sofrimento prolongado, surgem:
- Alterações emocionais, como: ansiedade elevada, tristeza, frustração, perda de prazer e insatisfação,
- Alterações fisiológicas, incluindo aumento do cortisol, elevação da pressão arterial, alterações imunológicas, modificações químicas e estruturais no cérebro,
- Risco de desenvolvimento de patologias mentais e, em casos graves, ideação suicida.
Quando o trabalho deixa de ser fonte de prazer e satisfação, o indivíduo tende a buscar essas sensações por outros meios. Entre trabalhadores rurais, o álcool não é apenas um recurso utilizado em momentos de comemoração, como a colheita, mas também uma estratégia para aliviar dores e esquecer problemas cotidianos. Trata-se de uma compensação emocional diante do estresse da rotina, buscando uma sensação imediata de prazer e bem-estar, caracterizando uma forma de embriaguez emocional.
Essa realidade encontra respaldo no pensamento de Roudinesco (2000), que afirma:
“Todos os estudos sociológicos mostram (…) que a sociedade depressiva tende a romper a essência da vida humana entre o medo da desordem e a valorização de uma competitividade baseada unicamente no sucesso material, muitos são os sujeitos que preferem entregar-se voluntariamente a substâncias químicas a falar de seus sofrimentos íntimos.” (p. 30)
A associação do álcool ou uso de outros estimulantes (lícitos ou ilícitos) como alternativa prazerosa reflete a dificuldade de alguns trabalhadores em lidar com o sofrimento, bem como o estigma e o preconceito relacionados à busca por cuidado em saúde mental, notadamente nos trabalhadores do sexo masculino. Tal fenômeno evidencia a ausência de educação emocional, comprometendo a capacidade de enfrentar sentimentos adversos e exercer a autonomia frente as condições de trabalho.
Todo desgaste mental advém do trabalho? Entenda os fatores internos e externos
A relação entre trabalho e saúde mental é complexa e sensível, demandando amplo debate e reflexão sobre os fatores que impactam o bem-estar do indivíduo. Nem todo desgaste mental é exclusivamente ocasionado pelo trabalho, pois fatores intrínsecos e intrapessoais do indivíduo também exercem influência significativa.
Diversas áreas da vida podem gerar estresse relevante, incluindo questões pessoais, familiares, financeiras, sociais e de saúde física e mental. Condições determinantes, como a perspectiva de realização pessoal, baixo nível de escolaridade ou ausência de educação emocional, mudanças na urbanização, transporte inadequado, aumento da violência, divórcios, perdas, dívidas, doenças crônicas não tratadas e dificuldades em gerenciar conflitos emocionais, somadas ao estigma relacionado à busca de cuidado em saúde mental e às mudanças culturais que afetam a percepção sobre a vida, potencializam o estresse associado do trabalho.
Essa combinação de fatores gera pressão constante, comprometendo o rendimento laboral, reduzindo a produtividade e afetando seu funcionamento global do indivíduo, culminando em desgaste e adoecimento.
Dentro dessa perspectiva, torna-se evidente a importância do bem-estar físico e mental para o enfrentar as demandas laborais e manter o desempenho e articulação no ambiente de trabalho.
Somos seres unos e indivisíveis: a relação entre vida pessoal e bem-estar mental
É no exercício do trabalho e diante da complexidade da capacidade humana que expressamos, de forma autêntica, quem realmente somos. Para a psicanálise, por mais que se tente esconder ou ocultar inconscientemente a própria identidade, isso é impossível, pois aspectos do nosso ser se manifestam de forma sutil ou involuntária. Não é possível atuar dessa maneira por tempo prolongado sem que a autenticidade aflore.
No contexto laboral, expressamos nossa personalidade, valores, crenças e habilidades, assim como enfrentamos nossas dificuldades e desenvolvemos potencialidades e propósitos existenciais que conferem significado à vida.
Um trabalho pleno de significado pode repercutir tanto na vida pessoal quanto na vida profissional do trabalhador, evidenciando a interligação entre esses aspectos. Contudo, é importante compreender que, apesar da complexidade humana, o trabalho constitui apenas uma faceta da totalidade do indivíduo; ou seja, nós não nos resumimos ao trabalho. Somos seres indivisíveis, e o trabalho representa apenas uma dimensão da vida que contribui para a existência humana. De igual modo, todas as dimensões de nosso viver contribuem, indistintamente, para o grau de nosso bem-estar mental.
Portanto, embora o trabalho seja relevante para o desenvolvimento e para a existência, ele não pode ser considerado maior que o todo da experiência humana. O equilíbrio entre as diversas dimensões da vida é essencial para a manutenção da saúde mental.
Fatores internos e externos ao trabalho que afetam a saúde mental dos trabalhadores do agro
Os fatores internos que podem influenciar o desempenho no trabalho estão principalmente relacionados ao (aos):
- Ambiente de trabalho (condições físicas e segurança),
- Equipamentos e tecnologias utilizados,
- Clima e cultura organizacional, entendida como o conjunto de valores, crenças, regras e processos internos que norteiam e regulam as atividades laborais.
Esses fatores estruturam e operacionalizam os processos e desempenhos, podendo ser, em certa medida, controlados pela organização.
Por outro lado, os fatores externos são elementos variáveis que não podem ser totalmente controlados, mas que igualmente influenciam a organização, tais como:
- Instabilidade econômica e flutuações do mercado
- Condições climáticas
- Aspectos pessoais, familiares e sociais do trabalhador.
Compreender a interação entre fatores internos e externos é fundamental para desenvolver estratégias de promoção do bem-estar mental, redução do estresse e aumento da produtividade no ambiente rural.

Higiene mental: um mecanismo primordial para reduzir estresse e promover bem-estar
Higiene mental refere-se ao cuidado com a saúde mental e emocional do trabalhador, reconhecendo que, assim como o corpo, a mente também precisa de cuidados para reduzir os riscos de adoecimento e manter a homeostase psicológica do organismo. Diante das demandas laborais, a falta de cuidados adequados pode contribuir para o aumento do adoecimento psicológico, incluindo depressão, ansiedade e transtornos associados ao exercício profissional, os quais podem desestruturar o indivíduo de forma global, resultando em afastamentos prolongados.
A promoção da higiene mental surge como um mecanismo transformador, voltando o olhar para o trabalhador inserido no ambiente profissional e priorizando a manutenção de um ambiente saudável. Esse enfoque faz com que o colaborador se sinta valorizado primeiramente como pessoa, e posteriormente como funcionário, o que ajuda o agente a contribuir para o crescimento da organização. Tal sentimento é funcional e essencial para manter os colaboradores engajados, motivados e produtivos, o que, consequentemente, gera resultados positivos e fortalece o sucesso da empresa.
Algumas ações práticas para promover o bem-estar mental no trabalho incluem:
- Incentivar o equilíbrio entre atividades laborais e vida pessoal;
- Estimular a busca por apoio psicológico, seja em função da rotina diária ou de demandas específicas, promovendo educação emocional;
- Garantir um ambiente de trabalho respeitoso e inclusivo, que proporcione segurança aos colaboradores;
- Incentivar comunicação humana, empática e não agressiva entre líderes e liderados;
- Oferecer oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional;
- Proporcionar momentos de reflexão e apoio psicossocial e acolhimento;
- Disponibilizar profissionais como psicólogos para que possam realizar intervenções relacionadas ao cuidado mental, como a utilização de instrumentos, escalas e testes psicológicos para mensurar o nível de estresse nos trabalhadores em determinados períodos de acordo com cada função.
- Valorizar a identidade, autonomia e individualidade de cada colaborador.
A implementação dessas práticas contribui para reduzir o estresse diário, fortalecer a resiliência emocional e aumentar a satisfação e o bem-estar mental dos trabalhadores, especialmente em contextos desafiadores, como a agropecuária, em que fatores físicos e psicológicos se combinam em alta intensidade.
A prevenção é sempre a melhor alternativa: como proteger a saúde mental
Prevenir significa se precaver, antecipar-se e identificar situações com probabilidade de ocorrência. Trata-se de uma perspectiva funcional que, na prática, exige a criação e o estabelecimento de uma cultura de mentalidade preventiva entre gestores e colaboradores, por meio de ações planejadas para antecipar qualquer intercorrência.
Para uma compreensão mais aprofundada, é necessário adentrar na psicodinâmica do indivíduo, analisando como ele interage com o ambiente, com o trabalho e com os pares, a fim de entender sua inserção psicológica na função exercida. Deve-se enxergá-lo como um ser humano em sua totalidade, biopsicossocial, dotado de corpo e mente, que carrega vulnerabilidades e recursos para enfrentar os desafios de qualquer função. Toda essa articulação e compreensão constituem um compromisso ético com a humanidade.
Programas de prevenção precisam fazer parte do propósito organizacional, sendo incorporados ao funcionamento laboral. É essencial desenvolver um ambiente capaz de gerir riscos que possam levar ao adoecimento, considerando os fatores biopsicossociais e promovendo comunicação não violenta, segurança, acolhimento, escuta ativa e autonomia.
Nesse contexto, torna-se necessária a criação e ampliação de políticas públicas de saúde mental, visando romper com o estigma que ainda persiste em relação ao cuidado com a saúde psíquica dos indivíduos. Esse estigma é particularmente latente no ambiente laboral, refletindo-se na cultura da exigência de desempenho e resultados, comumente denominada performance.
A adoção e execução de políticas setoriais, públicas ou privadas, estruturadas como programas de intervenção diante das possíveis dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores, constitui um componente fundamental para a consolidação de medidas de higiene mental, atuando na prevenção e promoção da saúde, tornando-se um pilar essencial para garantir o bem-estar global do indivíduo.
Conclusão
A saúde mental no trabalho é um aspecto fundamental para o bem-estar integral do indivíduo e para o desempenho organizacional. O trabalho pode ser fonte de realização, propósito e desenvolvimento, mas também pode gerar estresse, sobrecarga e adoecimento quando não há equilíbrio entre demandas laborais e capacidades do trabalhador.
A promoção da higiene mental e a implementação de programas de prevenção, apoio psicológico e educação emocional são estratégias essenciais para garantir um ambiente saudável, valorizando o indivíduo como ser humano integral. Assim, do exposto, cuidar da saúde mental no contexto laboral não beneficia apenas o trabalhador, mas também fortalece a produtividade e o sucesso das organizações.
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Cuidar da saúde mental no ambiente de trabalho é essencial para a produtividade e para a satisfação dos colaboradores. Para líderes e gestores do agronegócio que querem ir além, o MBA em Liderança, Gestão e Estratégia no Agronegócio oferece ferramentas práticas para desenvolver equipes engajadas, promover qualidade de vida no trabalho e alcançar resultados estratégicos com excelência.
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Sobre os autores:
Antonio Nunes Barbosa Filho, Engenheiro Industrial e de Segurança do Trabalho, além de Bacharel em Direito, Doutor em Engenharia. Professor da Escola de Engenharia da UFPE. ([email protected])
Elisiane Barbosa, Psicóloga Clínica. ([email protected])
Como citar este artigo:
BARBOSA FILHO, A. N.; BARBOSA, E. Como cuidar do bem-estar mental na agropecuária: prevenção, higiene mental e qualidade de vida. Blog Agroadvance. Publicado em: 22 Set 2025. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-bem-estar-mental-na-agropecuaria/. Data de acesso: 20 jul. 2026.




Respostas de 2
Excelente artigo que engloba uma temática tão atual.
Parabéns pelo artigo, minha psi, dra. Elisiane!
Um conteúdo essencial para todos que trabalham ou estudam no agronegócio, trazendo dicas valiosas de prevenção, higiene mental e qualidade de vida.
Vale a pena ler e compartilhar!!