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Lagarta rosca (Agrotis ipsilon): identificação, danos e controle

Identificação da lagarta rosca (Agrotis ipsilon), reconhecer seus danos no milho e na soja e definir as estratégias de manejo e controle da praga.
  • Publicado em 17/09/2026
  • Ana Rita Nunes Lemes
  • Fitossanitários, Milho, Soja
  • Publicado em 17/09/2026
  • Ana Rita Nunes Lemes
  • Fitossanitários, Milho, Soja
  • Atualizado em 11/09/2026
lagarta rosca lagarta-rosca agrotis ipsilon
Sumário

O estabelecimento uniforme da lavoura é uma etapa importante para o bom desenvolvimento das culturas. Quando falhas começam a aparecer logo após a emergência, é necessário investigar suas causas, principalmente quando são observadas plantas cortadas, murchas ou tombadas.

Entre as pragas associadas a esse tipo de dano está a lagarta rosca (Agrotis ipsilon). Seu ataque ocorre principalmente nas fases iniciais das culturas e pode passar despercebido, já que as lagartas apresentam maior atividade em períodos de menor luminosidade.

Em áreas infestadas, os danos podem surgir de forma localizada, com plantas cortadas próximas à superfície do solo e falhas em determinados pontos da linha de plantio. Por isso, reconhecer os sinais do ataque e confirmar a presença da praga são etapas importantes para definir o manejo no momento adequado.Top of FormBottom of Form

Este artigo apresenta as principais características da lagarta-rosca (Agrotis ipsilon), seu ciclo biológico e comportamento, os sintomas e danos causados às culturas, as condições que favorecem sua ocorrência e as principais estratégias de monitoramento e manejo para reduzir os prejuízos na lavoura.

O que é a lagarta-rosca?

A lagarta-rosca é a fase larval de Agrotis ipsilon, uma mariposa pertencente à ordem Lepidoptera e à família Noctuidae. Trata-se de uma espécie de importância agrícola pela capacidade de utilizar diferentes plantas como fonte de alimento.

O nome popular “lagarta-rosca” está relacionado ao comportamento de enrolar o corpo quando a lagarta é tocada ou perturbada, assumindo uma posição semelhante a uma rosca ou à letra “C” (Figura 1).

lagarta rosca agrotis ipsilon
Figura 1. Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) em posição característica de enrolamento. Fonte: RuraltecTV, 2026.

Essa reação é útil como um dos sinais de reconhecimento no campo, mas não deve ser considerada isoladamente, já que outras espécies de lagartas também podem apresentar comportamento semelhante.

Agrotis ipsilon também é uma espécie polífaga, ou seja, apresenta uma ampla variedade de plantas hospedeiras. Essa característica favorece sua permanência em diferentes sistemas de produção e permite que plantas cultivadas e espontâneas sejam utilizadas como fonte de alimento.

Como identificar a lagarta-rosca?

A identificação pode começar antes mesmo de a lagarta ser encontrada. O primeiro sinal costuma ser o tipo de dano observado na lavoura.

Plântulas cortadas próximas à superfície do solo, plantas tombadas ou murchas e falhas recentes e localizadas no estande podem indicar a presença da lagarta-rosca.

Ao encontrar uma planta recém-atacada, é importante observar o solo próximo ao colo, principalmente sob torrões, palhada e nos primeiros centímetros de profundidade. Durante o dia, as lagartas mais desenvolvidas costumam permanecer protegidas nesses locais.

Quando encontrada, a lagarta de Agrotis ipsilon apresenta corpo robusto e aproximadamente cilíndrico, com coloração que pode variar entre cinza, pardo-acinzentado, marrom e quase preto. Quando completamente desenvolvida, pode atingir aproximadamente 4 a 5 cm de comprimento.

A superfície do corpo apresenta pequenas granulações ou pontuações escuras, enquanto a cabeça normalmente possui coloração amarronzada ou escura.

Outro indício importante aparece ao perturbá-la: a lagarta tende a curvar e enrolar o corpo, formando uma posição semelhante à letra “C”.

Para aumentar as chances de encontrar indivíduos ativos, a inspeção pode ser realizada no final da tarde, à noite ou nas primeiras horas da manhã.

Na prática: o que observar?

Ao suspeitar da presença da lagarta-rosca:

  • procure plantas recém-cortadas, murchas ou tombadas;
  • observe se as falhas aparecem concentradas em determinados pontos da lavoura;
  • examine o solo próximo às plantas danificadas;
  • procure sob torrões e restos vegetais;
  • observe tamanho, coloração e aspecto do corpo da lagarta;
  • toque cuidadosamente no inseto e verifique se ele tende a se enrolar.

A identificação deve considerar essas características em conjunto. O tipo de dano, o local onde a lagarta foi encontrada, sua aparência e seu comportamento ajudam a evitar confusões com outras espécies.

Ciclo de vida lagarta-rosca

A lagarta-rosca apresenta metamorfose completa, passando por quatro fases de desenvolvimento (Figura 2):

ovo → lagarta → pupa → adulto.

ciclo de vida da lagarta rosca agrotis ipsilon
Figura 2. Ciclo biológico da lagarta-rosca. Fonte: Adaptado de Yangchan et al. (2022).

A duração de cada etapa pode variar conforme as condições ambientais, especialmente temperatura e disponibilidade de alimento. O ciclo biológico de Agrotis ipsilon pode variar consideravelmente em função dessas condições (MICHEREFF FILHO; GUIMARÃES; MOURA, 2022).

Fase de ovo

As fêmeas realizam a postura principalmente sobre vegetação baixa, plantas espontâneas, restos vegetais ou outros materiais presentes próximos à superfície do solo.

Os ovos são inicialmente claros e tornam-se mais escuros à medida que se aproximam da eclosão. Dependendo das condições, uma única fêmea pode colocar centenas ou até mais de mil ovos durante sua vida (HOFFMANN-CAMPO et al., 2012; BENTO et al., 2007).

Fase de lagarta

Após a eclosão, inicia-se a fase responsável pelos danos às culturas. Nos primeiros estádios, as lagartas são menores e podem consumir folhas e outros tecidos vegetais. Conforme crescem, aumentam sua capacidade de danificar caules jovens e cortar plântulas próximas à superfície do solo.

A fase larval pode durar aproximadamente de 20 a 40 dias (MICHEREFF FILHO; GUIMARÃES; MOURA, 2022; CAPINERA, 2006). Esse período merece atenção porque o potencial de dano aumenta à medida que a lagarta se desenvolve, principalmente quando indivíduos maiores encontram culturas recém-emergidas. A lagarta pode atingir aproximadamente 4 a 5 cm de comprimento quando completamente desenvolvida (SILVA, 1998).

Fase de pupa

Ao final do desenvolvimento larval, a lagarta se enterra no solo e se transforma em pupa. Nessa fase não ocorre alimentação. O inseto passa pelas transformações necessárias para originar a mariposa adulta. A fase pupal geralmente dura aproximadamente 10 a 20 dias (MICHEREFF FILHO; GUIMARÃES; MOURA, 2022).

Fase adulta

Após o período pupal, emerge a mariposa adulta de Agrotis ipsilon. O adulto apresenta coloração predominantemente parda ou marrom-escura e envergadura de aproximadamente 35 a 55 mm (MICHEREFF FILHO; GUIMARÃES; MOURA, 2022; CAPINERA, 2006).

As asas anteriores apresentam manchas em diferentes tonalidades de marrom, enquanto as posteriores são mais claras, variando de esbranquiçadas a acinzentadas. As mariposas apresentam maior atividade durante a noite, período relacionado ao acasalamento e à busca por locais adequados para a postura.

De modo geral, o ciclo biológico da lagarta-rosca pode ser concluído em cerca de 42 a 60 dias, embora sua duração varie de acordo com as condições ambientais (YANGCHAN et al., 2022).

Quais culturas a lagarta-rosca ataca?

Uma das principais características de Agrotis ipsilon é sua ampla gama de hospedeiros. Por ser uma espécie polífaga, pode se alimentar de diversas plantas cultivadas e espontâneas.

No Brasil, a praga pode ocorrer em culturas como milho, soja, feijão, trigo, arroz, sorgo, algodão, girassol, batata e diversas hortaliças, entre outras. Também há registros de ataque em plantas jovens de café.

Entre as hortaliças, podem ser atacadas culturas como tomate, pimentão, cenoura, alface, cebola, beterraba, brócolis e repolho. Embora a espécie apresente grande número de hospedeiros, os prejuízos costumam ser mais preocupantes durante as fases iniciais de desenvolvimento das plantas, quando caules e tecidos ainda estão tenros e mais suscetíveis ao corte pelas lagartas.

As plantas daninhas também desempenham papel importante na dinâmica da praga. Áreas com grande quantidade de vegetação espontânea antes da semeadura podem fornecer alimento e condições favoráveis para a presença das lagartas e para a postura das mariposas. Assim, a infestação pode começar antes mesmo da implantação da cultura comercial.

Esse aspecto é particularmente importante em sistemas de sucessão de culturas ou em áreas mantidas com cobertura vegetal por longos períodos.

A presença contínua de plantas hospedeiras pode funcionar como uma ponte entre cultivos, permitindo que a praga permaneça na área e encontre rapidamente uma nova fonte de alimento após a emergência da cultura seguinte.

O problema pode se intensificar quando as plantas hospedeiras são eliminadas muito próximo da semeadura. Caso já existam lagartas desenvolvidas na área, a redução repentina da fonte de alimento pode favorecer seu deslocamento para as plântulas recém-emergidas.

Por esse motivo, o histórico da área e a presença de vegetação hospedeira antes do plantio devem ser considerados no planejamento do manejo.

A eliminação antecipada dessas plantas, associada ao monitoramento antes e após a emergência da cultura, ajuda a identificar situações de maior risco e a reduzir a possibilidade de danos no estabelecimento da lavoura.

Danos da lagarta-rosca no milho e na soja

No milho, a lagarta pode cortar as plântulas na região do colo, rente ou muito próximo à superfície do solo (Figura 3).

lagarta rosca no milho
Figura 3. Dano causado pela lagarta-rosca em plântula de milho. Fonte: Aegro, 2020.

Quando o corte é completo, ocorre o tombamento e a morte da planta. Consequentemente, começam a surgir falhas na linha de cultivo, reduzindo a população inicialmente estabelecida.

Em plantas um pouco mais desenvolvidas, o ataque pode ocorrer sem que o colmo seja completamente cortado. A lagarta pode lesionar sua base e atingir tecidos responsáveis pelo desenvolvimento da planta. Nessas situações, pode aparecer o sintoma conhecido como “coração morto”, caracterizado pela morte das folhas centrais.

Plantas que sobrevivem ao ataque também podem apresentar perfilhamento excessivo, formando touceiras com baixo ou nenhum potencial produtivo.

Na soja, as lagartas menores podem consumir folhas, cotilédones e outros tecidos das plântulas. À medida que aumentam de tamanho, podem atacar diretamente a haste próxima à superfície do solo (Figura 4).

lagarta rosca na soja
Figura 4. Lagarta-rosca em plântula de soja, evidenciando danos na região próxima ao colo da planta. Fonte: +Soja, 2021.

Quando ocorre o corte completo, a planta pode tombar e morrer. Quando a lesão é parcial, a plântula pode apresentar enfraquecimento, murcha ou tombamento posterior. O principal impacto está relacionado à redução do estande da lavoura.

A soja possui capacidade de compensar pequenas perdas por meio do desenvolvimento das plantas remanescentes. No entanto, essa capacidade não é ilimitada.

Infestações mais intensas ou ataques em áreas que já apresentam população reduzida podem comprometer a uniformidade e o potencial produtivo.

Como controlar a lagarta-rosca

O controle da lagarta-rosca deve ser realizado dentro dos princípios do Manejo Integrado de Pragas (MIP). Isso significa combinar medidas preventivas, monitoramento e, quando necessário, controle químico.

Mais do que utilizar uma única ferramenta, o manejo deve considerar quando o risco aparece e em qual momento cada medida pode ser adotada.

1. Antes da semeadura: observe e maneje as plantas hospedeiras

O manejo começa antes da implantação da cultura. Por isso, a dessecação ou eliminação da vegetação hospedeira deve ser planejada com antecedência em relação à semeadura, especialmente em áreas com histórico de ocorrência da praga.

Eliminar uma grande quantidade de vegetação muito próximo à emergência da cultura pode ser problemático quando já existem lagartas desenvolvidas no local, pois as plântulas recém-emergidas passam a representar uma nova fonte de alimento.

2. Na implantação: tratamento de sementes

Em áreas com histórico de ocorrência de lagarta-rosca, o tratamento de sementes pode contribuir para proteger as plantas durante o estabelecimento inicial.

Existem produtos registrados para milho e soja destinados ao manejo de Agrotis ipsilon, incluindo produtos à base de clorantraniliprole, ingrediente ativo pertencente ao grupo das diamidas.

3. Após a emergência: monitore a lavoura

O período logo após a emergência merece atenção especial. Como a lagarta pode permanecer escondida durante o dia, muitas vezes o primeiro indício de sua presença não é o inseto, mas o dano na planta. Ao encontrar uma planta atacada, examine cuidadosamente o solo próximo ao colo.

4. Encontrou danos? Confirme se o ataque continua ativo

A presença de uma planta cortada não significa necessariamente que ainda existam lagartas causando novos danos naquele momento.

Antes de decidir pelo controle, é importante verificar:

  • se existem plantas recém-atacadas;
  • se novas falhas continuam aparecendo;
  • se a lagarta pode ser encontrada próxima às plantas;
  • o tamanho das lagartas presentes;
  • a intensidade e a distribuição dos danos;
  • como está a população de plantas da lavoura.

Essa avaliação evita que a decisão seja tomada apenas com base em danos antigos.

5. Controle químico

Quando o monitoramento confirma uma infestação capaz de comprometer o estande, pode ser necessário utilizar inseticidas registrados para a cultura e para a praga.

Entre os grupos presentes em produtos destinados ao manejo de Agrotis ipsilon estão as diamidas, como o clorantraniliprole, e piretroides presentes em determinadas indicações de controle.

A disponibilidade de ingredientes ativos varia conforme a cultura e o registro vigente. Por isso, antes da aplicação, é indispensável verificar se o produto está registrado para a cultura e para o alvo biológico específico.

Lagarta-rosca é a mesma coisa que lagarta-do-cartucho? 

Embora possam ser confundidas no campo, lagarta-rosca e lagarta-do-cartucho são espécies diferentes. A lagarta-rosca é Agrotis ipsilon, enquanto a lagarta-do-cartucho é Spodoptera frugiperda.

A confusão pode ocorrer porque ambas pertencem à família Noctuidae e porque a lagarta-do-cartucho, em determinadas condições e principalmente no início do desenvolvimento das culturas, também pode permanecer próxima ao solo e cortar plântulas.

Algumas características que ajudam a diferenciá-las são apresentadas na Tabela 1:

Tabela 1. Características corporais da lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) e lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)

  CaracterísticaLagarta-rosca (Agrotis ipsilon)Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)
CabeçaMarrom a escura, com pequenas manchas; não apresenta o “Y invertido” claro e evidente típico de S. frugiperdaApresenta marca clara característica em formato de “Y invertido”
CorpoGeralmente cinza, pardo-acinzentado, marrom ou quase pretoPode variar de verde a marrom-escuro, geralmente com linhas longitudinais
Superfície do corpoAspecto granulado, com numerosas pequenas granulações escurasPossui pináculos/pontos escuros distribuídos pelo corpo
Final do abdomeNão apresenta como principal característica diagnóstica os quatro pontos em quadradoApresenta quatro pontos escuros formando aproximadamente um quadrado no último segmento abdominal
ComportamentoPermanece escondida no solo durante o dia e se enrola quando perturbadaGeralmente encontrada protegida nas plantas ou no cartucho do milho, embora também possa permanecer junto ao solo
Dano típicoCorte de plântulas junto ao nível do soloRaspagem e perfuração das folhas e destruição do cartucho; também pode cortar plântulas em determinadas situações

Na prática, a identificação não deve ser baseada em apenas uma característica. Por isso, devem ser avaliados em conjunto a aparência da lagarta, o local onde foi encontrada, seu comportamento e o padrão de dano observado na cultura.

Perguntas frequentes sobre lagarta-rosca

Como combater a lagarta-rosca?

O manejo da lagarta-rosca deve combinar monitoramento da lavoura, manejo de plantas daninhas e controle da praga quando necessário. A inspeção deve ser intensificada principalmente durante a emergência e o estabelecimento da cultura, período em que o corte das plântulas pode causar maiores prejuízos.

Como eliminar a lagarta-rosca?

Para reduzir a população da lagarta-rosca, é importante controlar plantas daninhas e outras plantas hospedeiras antes da implantação da cultura e monitorar áreas com histórico da praga. Quando houver necessidade de controle químico, devem ser utilizados apenas inseticidas registrados para a cultura e para a praga, seguindo as recomendações de bula e orientação técnica.

Como acabar com a lagarta-rosca?

Não existe uma única medida capaz de acabar definitivamente com a lagarta-rosca. O manejo mais eficiente é preventivo e integrado, associando práticas culturais, monitoramento frequente e métodos de controle adequados para manter a população abaixo dos níveis capazes de causar prejuízos econômicos.

Conclusão

A lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) pode comprometer o estabelecimento inicial das lavouras e, por isso, exige atenção desde o planejamento da área até o acompanhamento após a emergência.

A combinação entre identificação correta, monitoramento e adoção de estratégias integradas de manejo permite reduzir os riscos de perdas e tornar o controle da praga mais eficiente.

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Referências

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BENTO, F. M. M.; MAGRO, S. R.; FORTES, P.; ZÉRIO, N. G.; PARRA, J. R. P. Biology and fertility life table of Agrotis ipsilon on artificial diet. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 42, n. 10, p. 1369-1372, 2007. DOI: 10.1590/S1678-3921.pab2007.v42.7707.

BRASIL. Ministério da Agricultura e Pecuária. AGROFIT: Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários. Brasília, DF: MAPA. Disponível em: Sistema AGROFIT. Disponível em: https://agrofit.agricultura.gov.br/agrofit_cons/principal_agrofit_cons. Acesso: 20 Ago 2026.

CAPINERA, J. L. Black cutworm, Agrotis ipsilon (Hufnagel) (Insecta: Lepidoptera: Noctuidae). Gainesville: University of Florida, IFAS Extension, 2025. (EENY-395/IN703).

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CRUZ, I.; SANTOS, J. P.; WAQUIL, J. M. Principais pragas da cultura do milho. In: EMBRAPA. Recomendações técnicas para o cultivo de milho. Sete Lagoas: EMBRAPA-CNPMS, 1987. p. 59-67. (Circular Técnica, 4).

GUIMARÃES, J. A.; MICHEREFF FILHO, M.; MOURA, A. P. de. Lagarta rosca. Brasília, DF: Embrapa Hortaliças, 2022. Agência de Informação Tecnológica. Disponível em: https://www.embrapa.br/en/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/cenoura/producao/doencas-e-pragas/pragas/lagarta-rosca. Acesso: 24 Ago 2026.

HOFFMANN-CAMPO, C. B.; OLIVEIRA, L. J.; MOSCARDI, F.; CORRÊA-FERREIRA, B. S.; CORSO, I. C. Pragas que atacam plântulas, hastes e pecíolos da soja. In: HOFFMANN-CAMPO, C. B.; CORRÊA-FERREIRA, B. S.; MOSCARDI, F. (ed.). Soja: manejo integrado de insetos e outros artrópodes-praga. Brasília, DF: Embrapa, 2012. p. 145-212.

MAIS SOJA. Lagarta-rosca em soja: uma praga esporádica, mas importante. Publicado: 15 Nov 2021. Disponível em: https://maissoja.com.br/lagarta-rosca-em-soja-uma-praga-esporadica-mas-importante/. Acesso: 22 Ago 2026.

RURAL TECTV. Lagarta-rosca avança no milho e acende alerta para resistência. Publicado: 16 Abr 2026. Disponível em: https://www.ruraltectv.com.br/lagarta-rosca-avanca-no-milho-e-acende-alerta-para-resistencia/. Acesso: 25 Ago 2026.

SILVA, I. F.; MORANDO, R.; SILVA, J. P. G. F.; PANNUTI, L. E. R.; SPECHT, A.; BALDIN, E. L. L. Identificação de lepidópteros-praga no complexo milho-soja. In: BALDIN, E. L. L.; KRONKA, A. Z.; FUJIHARA, R. T. (org.). Proteção vegetal. 4. ed. Botucatu: FEPAF, 2015. p. 85-121.

WORDELL FILHO, J. A.; RIBEIRO, L. P.; CHIARADIA, L. A.; MADALÓZ, J. C.; NESI, C. N. Pragas e doenças do milho: diagnose, danos e estratégias de manejo. Florianópolis: Epagri, 2016. 82 p. (Epagri. Boletim Técnico, 170).

MICHEREFF FILHO, M.; GUIMARÃES, J. A.; MOURA, A. P. Lagartas-roscas. Brasília, DF: Embrapa Hortaliças, 2022.

SILVA, A. B. Insetos e ácaros nocivos ao algodoeiro no Estado do Pará. Belém: Embrapa-CPATU, 1998. 35 p. (Documentos, 124).

CAPINERA, J. L. Black cutworm, Agrotis ipsilon (Hufnagel) (Insecta: Lepidoptera: Noctuidae). EENY-395/IN703. University of Florida, IFAS Extension, 2006.

YANGCHAN, J.; CHOUDHARY, K.; KUMARI, R.; KUMARI, P.; KUMAR, S. Greasy cutworm (Agrotis ipsilon) and its biorational management strategies: a review. Journal of Biological Control, v. 36, n. 2–3, p. 94–100, 2022. DOI: 10.18311/jbc/2022/32256.

Sobre a autora:

Ana Rita Lemes

Ana Rita Nunes Lemes

Pesquisadora

  • Mestra e Doutora em Genética e Melhoramento de Plantas (UNESP/Jaboticabal)
  • Engenheira Agrônoma (UNESP/Jaboticabal)
  • [email protected]
  • Perfil do Linkedin
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Como citar este artigo

LEMES, A.R.N. Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon): identificação, danos e controle . Blog Agroadvance. Publicado em: 17 Set. 2026. Disponível em: https://agroadvance.com.br/lagarta-rosca-agrotis-ipsilon/. Data de acesso: dd Mmm. aaaa.

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