Quando observo o agronegócio brasileiro se aproximando de 2026, não enxergo um setor em crise. Vejo um setor diante de uma encruzilhada histórica. A grande questão deixou de ser apenas produzir mais e passou a ser como gerir riscos, complexidade e inovação de forma profissional e sistêmica.
O agronegócio segue como um dos pilares mais fortes da economia brasileira. As projeções de Valor Bruto da Produção (VBP) próximas de R$ 1,6 trilhão confirmam essa força. Produzimos em escala e com eficiência, e somos protagonistas globais em alimentos, fibras e energia renovável.
No entanto, para a próxima safra de 2026 marca um ponto de inflexão. As margens estão mais apertadas, os custos mais voláteis, o clima mais imprevisível e o ambiente regulatório mais complexo. O crescimento estimado do PIB agropecuário em torno de 1% não sinaliza fraqueza, mas maturidade. O avanço virá menos do volume e muito mais da excelência em gestão.
“Em 2026, vencerão não os que plantam mais hectares, mas os que tomam melhores decisões por hectare”.

10 pontos de atenção para o agro 2026:
Segue abaixo os meus 10 Pontos para ficarmos de olhos e recomendações de ação para 2026:
1. Produção e mercado: volume já não garante margem
A safra 2025/2026 consolida o Brasil como a maior potência agrícola do planeta, mas o sucesso produtivo mascara um ambiente de preços internacionais extremamente desafiadores.
Segundo dados da CONAB e do USDA de janeiro de 2026, estamos diante de uma “safra de custos altos e preços em baixa”(Figura 1).

O Comparativo histórico: O “efeito tesoura”
Para entender o risco, observe, na Figura 2, a rentabilidade líquida média por hectare:

Analisando o cenário, temos:
- 2021/2022: R$ 2.800/ha (Margens recordes, erro de gestão era perdoado).
- 2023/2024: R$ 1.100/ha (Queda em Chicago e custos de insumos altos).
- 2025/2026*: R$ 750/ha (Preços no custo; recorde de oferta global).
As commodities operam nos menores níveis reais dos últimos 5 anos devido à superoferta dos EUA (incentivada por Trump) e da Argentina, somada ao “Custo Brasil”: o frete Sorriso-Santos subiu 18% em relação a 2024.
Em um cenário onde produzir bem já não garante margem, a diferença está na gestão. Assista à aula gratuita sobre Gestão Estratégica e Operacional no Agronegócio e entenda como transformar risco em decisão consciente. Clique em Inscreva-se agora!
2. A Geopolítica da carne: O “Vício Chinês” e o risco político
Na minha visão estratégica, o cenário da carne bovina em 2026 é o exemplo mais alarmante da nossa vulnerabilidade. Embora a arroba esteja valorizada (R$ 310 – R$ 340) devido ao ciclo de retenção de fêmeas, o pecuarista enfrenta uma armadilha internacional.
- A Taxação Chinesa: A China elevou as taxas de importação sobre a carne brasileira. Não é apenas comércio; é uma manobra geopolítica de Pequim para pressionar o atual governo brasileiro.
- A Manutenção do Governo Atual: É minha opinião pessoal que a manutenção do atual governo federal no Brasil representa o cenário mais desafiador para o agro. Notadamente, a gestão atual atua contra o setor, seja por discursos que nos antagonizam globalmente ou pela ineficiência diplomática. Esse vácuo de liderança deixa o exportador de carne refém de Pequim, que utiliza sobretaxas para baixar o preço da nossa proteína “na marra”.
3. Geopolítica global dos alimentos e insumos
A dinâmica do agronegócio brasileiro em 2026 será profundamente condicionada por decisões geopolíticas que extrapolam a lógica agronômica ou produtiva. Tarifas, acordos comerciais, barreiras ambientais e restrições à exportação de insumos passaram a atuar como fatores estruturais de risco, e não mais como eventos pontuais.
A geopolítica comercial 2.0 (Trump vs. China)
A volta de Donald Trump à Casa Branca trouxe o “Tarifaço” de 2025.
Recentemente, em outubro passado, uma trégua foi assinada, e a China se comprometeu a comprar 25 milhões de toneladas de soja americana anuais a partir de agora (2026-2028). Com isso o prêmio da soja brasileira pode sofrer pressão no segundo semestre de 2026. O risco não está no volume exportado pelo Brasil, mas na redução da margem, já que o mercado passa a precificar a soja brasileira como substituta, e não como protagonista.
“O Brasil deve ver isso como uma excelente oportunidade e focar em agregação de valor e rastreabilidade, vendendo não apenas “commodities”, mas “sustentabilidade auditada” para fugir da briga de preços baixos”.
A geopolítica Mercosul-União Europeia: o selo verde
O acordo Mercosul-UE finalmente avançou, mas com “gatilhos automáticos”. Se as exportações de carne ou açúcar crescerem mais de 8% ao ano, a Europa pode impor salvaguardas.
Na prática, isso transforma a rastreabilidade ambiental de diferencial competitivo em condição mínima de acesso ao mercado. Produtores com passivos ambientais, problemas fundiários ou ausência de controle documental ficam automaticamente excluídos dos mercados premium europeus.
“O produtor “ficha suja” (com passivo ambiental) está fora do jogo europeu. A rastreabilidade passou de diferencial a condição de existência”.
A geopolítica dos insumos (Rússia e China)
A China suspendeu exportações de fosfatados até agosto de 2026 para garantir seu mercado interno.
A instabilidade na Venezuela e o conflito Rússia-Ucrânia continuam afetando o custo logístico e a oferta de fertilizantes. Resumindo:
As projeções do FMI e do Banco Mundial para 2026 indicam que as commodities operam nos menores níveis reais dos últimos 5 anos. Na minha opinião, o agricultor brasileiro está sendo “espremido” por três forças:
- A Superoferta Global e o Fator Trump: Os EUA, sob forte incentivo da gestão Trump, e a Argentina tiveram safras cheias. O mundo está inundado de grãos.
- A Armadilha do Câmbio: O dólar forte encarece tudo o que compramos (insumos e frete), mas quando vamos vender, a queda nos preços em Chicago ($CBOT$) anula qualquer ganho cambial.
- O “Vício” da Carne e o Desafio Chinês: Aqui entra um ponto crítico da minha análise. O preço da carne subiu devido ao ciclo pecuário (falta de gado), mas a China está usando taxas de importação como arma política. Pequim percebeu a fragilidade diplomática do atual governo brasileiro e está taxando nossa proteína para baixar o preço na marra. O pecuarista está no topo do ciclo de preços, mas com uma “espada no pescoço” colocada pela China.
Matriz SWOT 2026: guia de decisão
Diante do cenário global descrito (marcado por tensões comerciais entre Estados Unidos e China, novas exigências ambientais da União Europeia e instabilidade no mercado de insumos) a tomada de decisão no campo exige uma leitura estratégica por cadeia produtiva.
A seguir, apresento na Figura 3 uma matriz SWOT para soja, milho e cana-de-açúcar, considerando o contexto Trump/China/Mercosul e seus desdobramentos para o agronegócio brasileiro em 2026.

“Utilize o Hedge como Seguro, em 2026, fazer Hedge (travas de preço e opções de venda) é tão obrigatório quanto colocar óleo diesel no trator e com o crédito caro devido a Selic exige que que o produtor busque financiamento via mercado de capitais (LCA, CRA) e Barter, fugindo do juro bancário tradicional”.
4. O Cenário político: o grande entrave
Não podemos ignorar o elefante na sala.
Em 2026, entramos em ano eleitoral. Minha opinião pessoal é clara: a manutenção do atual governo federal representa o cenário mais desafiador e arriscado para o nosso setor.
O agronegócio brasileiro é resiliente. Contudo, enfrentar as adversidades climáticas e as oscilações de mercado já é um desafio hercúleo, que não deveria ser agravado pela necessidade de lutar contra o próprio governo.
A atual gestão tem adotado posturas que, notadamente, atuam contra o setor — seja por discursos que nos antagonizam globalmente, pela insegurança jurídica no campo ou pela ineficiência em abrir novos mercados.
“Nossa vocação é o comércio global, mas o governo prefere a ideologia à diplomacia. O resultado dessa escolha é a nossa vulnerabilidade diante das retaliações tarifárias da China e das crescentes barreiras protecionistas impostas pela União Europeia.”
5. Clima: a natureza segue sendo o principal gestor
O clima será novamente o fator de risco determinante. Com a probabilidade de um La Niña fraco e persistente, a disciplina técnica é vital.
- Sul: Risco severo de estiagem.
- Centro-Oeste: Chuvas irregulares afetando a janela do milho.
- Norte/Nordeste: Excesso de chuvas prejudicando a logística de escoamento
“Seguro não é custo. Em um cenário de preços de commodities no “assoalho”, uma perda de 10 sacas por hectare por falta de chuva pode significar a insolvência da safra”.
6. Reforma tributária: o teste de fogo
2026 marca o início oficial do IBS e da CBS. É o ano do “Simulado”.
- Alíquotas: Início com 0,1% (IBS) e 0,9% (CBS), mas com impacto profundo na apuração de créditos.
- Arrendamento: Novos critérios para contratos de arrendamento rural exigem revisão jurídica imediata para evitar bitributação.
- Barter: A exigência de que cada transação seja documentada com precisão.
“Em 2026, a adaptação contábil é o seu maior diferencial competitivo. Profissionalize-se para não entregar ao governo a margem que você lutou para conquistar no campo.”
7. A relação de troca: o termômetro da eficiência
A Figura 4 mostra a evolução da relação de troca nos últimos 5 anos. É o coração do nosso guia. Repare que 2026 marca um novo ciclo de aperto.

Como vemos, em 2026 o produtor precisa de mais sacas para comprar a mesma tonelada de fertilizante do que precisava em 2024. A média histórica de 5 anos para a soja era de 27,8 sacas/ton MAP; agora estamos em 31,5. Isso é perda de poder de compra.
“Em 2022, o erro na gestão era perdoado pelo mercado alto. Em 2026, o mercado não perdoa. Alta produtividade sem Hedge e sem controle de custos é apenas vaidade estatística. Se o seu custo de produção na soja está em 48 sacas/ha e o mercado paga 52, sua margem de erro é quase zero. Proteja-se no mercado de opções.”
Para o agrônomo e consultor que quer liderar, a recomendação para o cliente deve ser: faça o seguro da margem!
8. Hedge de insumos e produção (o seguro da margem)
Não “reze” pelo preço. Com a relação de troca em 31,5 para soja e 105 para milho, o lucro está na proteção.
- Trava de Custo: Se a relação de troca para 2027 começar a cair para perto de 28 sacas, trave o fertilizante imediatamente.
- Opções de Venda (Put): Compre proteção contra quedas bruscas causadas por decisões geopolíticas repentinas de Trump.
“O planejamento logístico e o seguro rural deixaram de ser custos para se tornarem estratégia financeira”.
Leia mais:
9. O Cenário social: capital humano, sucessão e a nova liderança
A fazenda moderna é uma empresa de alta tecnologia que não admite mais o amadorismo do “sempre foi assim”. Em 2026, a eficiência operacional depende menos do ferro e mais do cérebro. O maior gargalo do agro não é a falta de máquinas, mas a escassez de mentes preparadas para gerir a complexidade.
- Sucessão Profissionalizada: 2026 marca o auge da transição para a geração “digital nativa”. O grande desafio não é tecnológico, é comportamental. O agrônomo e o consultor assumem um novo papel: o de mediadores culturais, unindo a sabedoria e a prudência dos fundadores à agilidade e visão de dados dos sucessores. O planejamento sucessório deve ser jurídico, tributário e, acima de tudo, emocional.
- O Apagão de Mão de Obra e a Retenção: O campo enfrenta uma concorrência feroz com os centros urbanos. Para reter talentos, o produtor precisa ir além do salário. É necessário oferecer um Plano de Carreira e Bem-estar. Programas de retenção de talentos agora incluem participação nos resultados e capacitação contínua.
- Capacitação como Investimento, não Custo: Operar uma colheitadeira autônoma ou gerir biofábricas exige especialização. O investimento em treinamento técnico e liderança é o que garante que a tecnologia comprada entregue o ROI prometido.
- Tecnologia como Ímã de Talentos: O jovem talento quer trabalhar onde há inovação. Investir em conectividade, telemetria e IA é, também, uma estratégia de RH para atrair osmelhores operadores, que buscam eficiência e conforto no ambiente de trabalho.
“O trator mais moderno do mundo não gera lucro se for operado por alguém desmotivado ou desatualizado. Em 2026, o sucesso do seu CNPJ rural depende da qualidade do seu CPF. Invista na sucessão para preservar o legado e na capacitação para garantir o futuro.”
A tecnologia só gera resultado quando há liderança preparada. Baixe gratuitamente o eBook “Conceitos básicos de Liderança e Gestão no Agronegócio” e comece a estruturar decisões mais profissionais dentro e fora da porteira.
10. Tecnologia, sustentabilidade e legado: a fazenda 5.0 como vitrine global
Em 2026, a tecnologia deixou de ser uma ferramenta de suporte para se tornar a base da nossa narrativa de diferenciação. Como sempre enfatizo: a inteligência artificial não substituirá o agrônomo, mas o agrônomo que domina a IA certamente substituirá aquele que a ignora.
Para competirmos no cenário global, precisamos de três pilares: Escala, Eficiência e Diferenciação. Nos dois primeiros, já somos imbatíveis; agora, nosso grande legado será consolidar o Brasil como a agricultura mais sustentável do planeta.
- IA Preditiva e Bioeficiência: Algoritmos avançados agora antecipam pragas e doenças antes da primeira lesão aparecer, permitindo uma intervenção cirúrgica. Aliado a isso, os Biológicos de Precisão e o uso de microrganismos para solubilizar nutrientes (como o fósforo) reduzem nossa dependência química e regeneram a vida no solo. Como defende Evaristo de Miranda, o equilíbrio biológico é nossa maior defesa contra a volatilidade global.
- Conectividade e Descarbonização: O 5G no campo não é apenas sobre internet; é sobre telemetria em tempo real que reduz o consumo de diesel em até 15%, cortando custos e emissões simultaneamente.
- O Agro como Potência Energética: O Brasil lidera a transição global com o Etanol de 2ª Geração (E2G) e o Combustível Sustentável de Aviação (SAF). Não exportamos apenas grãos; exportamos energia limpa e soluções para a crise climática.
Narrando nossa história para o mundo
Precisamos aprender a contar nossa história com o mesmo vigor com que plantamos. Nossa sustentabilidade não é uma promessa teórica, é um ativo financeiro auditado por tecnologia. A Rastreabilidade Digital e o geomonitoramento não são apenas “barreiras europeias”, são as provas documentais de que nossa soja e nossa carne são as mais limpas do mundo.
- O Ativo “Agro-Verde”: O mercado de carbono em 2026 está maduro. O produtor que utiliza ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta) transformou o sequestro de carbono em um “cheque extra” por saca, provando que sustentabilidade não é filantropia — é lucro e acesso aos mercados mais exigentes.
“Temos a melhor agricultura do mundo, mas precisamos ser os melhores em contar essa história. Em 2026, a tecnologia é o nosso ‘cartório’ de sustentabilidade. Use os dados para provar que você produz mais com menos recursos. O seu legado não é apenas o que você deixa no solo, mas a história de protagonismo verde que o Brasil entrega para o mundo.”
Como entrar em 2026 mais preparado: o meu alerta
Para navegar com segurança e lucratividade neste ano de transição, o consultor e o produtor devem sustentar sua operação sobre três pilares inegociáveis (Figura 5):
- Gestão Blindada de Riscos: O seguro rural e o Hedge estruturado deixaram de ser ferramentas financeiras para se tornarem itens de sobrevivência. Proteja sua margem antes de buscar produtividade.
- Eficiência Operacional Extrema: A digitalização deve ser completa. O uso racional de insumos, guiado por dados, é a única saída para preservar o fluxo de caixa em um cenário de preços baixos.
- Governança e Atuação Estratégica: Busque apoio técnico especializado para enfrentar a complexidade da Reforma Tributária e a volatilidade do cenário político. Não tente atravessar essa tempestade sozinho.

“Em 2022, o mercado em alta perdoava a má gestão. Em 2026, o mercado é impiedoso. Alta produtividade sem Hedge e sem controle rigoroso de custos é apenas vaidade estatística. Ou você se protege no mercado de opções, ou será o próximo a ser retirado do jogo.”
Conclusão: maturidade ou exclusão
O ano de 2026 não será lembrado por recordes de crescimento, mas por um salto de maturidade estratégica. O agronegócio brasileiro já provou sua força imbatível dentro da porteira; agora, o desafio é provar nossa competência na estratégia, na governança e na inteligência de dados.
O cenário é complexo e o governo pode não ser o aliado que o setor merece, mas a nossa capacidade de adaptação é o que nos trouxe até aqui.
Mensagem Final:
- Quem domina o risco e antecipa os movimentos do xadrez global liderará a próxima década.
- A fazenda do futuro será guiada por dados, IA e eficiência biológica. No entanto, ela só prosperará sob o comando de quem souber ler o cenário político e econômico antes mesmo de depositar a primeira semente no solo.
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Referências:
NEVES, Marcos Fava “Perspectivas para o Agronegócio 2026”. Doutor Agro.
Jank, Marcos. “Geopolítica e Comércio Exterior: O Brasil no centro do mundo”. Insper Agro Global.
Rodrigues, Roberto. “O papel do Cooperativismo na Segurança Alimentar”.
Miranda, Evaristo. “Sustentabilidade e Preservação no Campo”. Embrapa.
Seraphim, Renato. Entrevistas ao programa “Hora do Agro” (Jovem Pan).
CONAB: Levantamento de Safra (janeiro 2026). Disponível em:> https://www.gov.br/conab/pt-br/atuacao/informacoes-agropecuarias/safras/safra-de-graos/boletim-da-safra-de-graos/1o-levantamento-safra-2025-26/1o-levantamento-safra-2025-26. Acesso: 12 Jan. 2026.
CEPEA-Esalq: Índices de Preços e Rentabilidade Agropecuária.
USDA: World Agricultural Supply and Demand Estimates (WASDE – Jan 2026).
CNA: Boletim Logístico e de Custos de Produção.
Sobre o autor:

Renato Seraphim
Especialista em Estratégia e Gestão para o Agronegócio de Alta Performance
- Especializações em agronegócio pelo PENSA - USP, FDC, INSEAD e Purdue University.
- Pós-Graduação em Marketing (FGV)
- Engenheiro Agrônomo (UNESP/Jaboticabal) com mais de 30 anos de experiência.
Como citar este artigo:
SERAPHIM, R. Perspectivas 2026 para o agro brasileiro: o roteiro estratégico para proteger margens em um cenário de risco e inovação. Blog Agroadvance. Publicado em: 12 Jan. 2026. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-perspectivas-para-o-agro-2026/. Acesso: 12 jan. 2026.



