Calcular o custo de produção é um dos pilares fundamentais para o sucesso de qualquer negócio, especialmente no setor agropecuário. O controle rigoroso dos custos permite ao produtor não só entender sua rentabilidade, mas também planejar estratégias para garantir a sustentabilidade e o crescimento do empreendimento no longo prazo.
Contudo, a análise dos custos de produção vai além de simplesmente calcular se as receitas superam as despesas diretas, pois envolve uma série de considerações, como o custo de reposição de meios de produção e o custo de oportunidade da terra, que impactam diretamente a viabilidade econômica das atividades agropecuárias.
O setor agropecuário, notoriamente sujeito a riscos imprevisíveis, como variações climáticas e de mercado, exige que o produtor utilize metodologias robustas e padronizadas para avaliar sua performance financeira, de modo a tomar decisões informadas e embasadas.
Diante destes aspectos, este artigo abordará como o produtor pode calcular seu custo de produção agrícola, quais são as fontes que lhe servirão de referência comparativa e como ele pode interpretá-lo.
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A importância de se calcular o Custo de Produção Agrícola
Talvez não seja segredo para ninguém que calcular o custo de produção de um negócio seja muito importante para sua prosperidade. Afinal de contas, é preciso saber se o que se recebe supera o que se gasta e se, no fim, houve lucro em determinado período analisado, certo? Caso contrário, entramos na “zona do vermelho”.
Por mais que este pensamento esteja correto e seja a motivação inicial para se aprofundar neste tema, a análise da saúde financeira de um negócio, sobretudo de um negócio agropecuário, vai muito além disso.
A verdade é que existem mais de uma “zona do vermelho”. A supracitada, mais intuitiva, trata apenas da situação mais crítica e notória que pode acometer um negócio agropecuário, que é quando, no geral, os rendimentos da produção não superam sequer os custos diretos de produzi-la, como a mão-de-obra e os insumos empregados.
Entretanto, como o sucesso mora nos detalhes, em grande parte dos casos isso não é verdadeiro, ou seja, ao final do período existe saldo líquido para o produtor, mas ainda assim o empreendedor está na “zona do vermelho”, só que em outra “zona do vermelho”.
Em linhas gerais, o que queremos dizer aqui é que não basta ao produtor que as receitas superem os custos diretos de produção pois quem objetiva permanecer no negócio agropecuário por gerações e, no melhor dos casos, crescer, necessita também, no mínimo, gerar “lucro” adicional para repor futuramente toda a estrutura da fazenda que está sendo depreciada para concretizar cada ciclo de produtivo, os meios de produção.
Ou seja, sair da segunda “zona do vermelho” significa receber para pagar os custos diretos de produção e para poupar com o objetivo de futuramente reinvestir em máquinas e instalações que nos permitirão produzir indefinidamente.
Mas não para por aí. Agora adentramos o principal paradoxo financeiro na agropecuária. Oras, se precisamos remunerar também os meios de produção, como fica a terra?
Não podemos usar o mesmo conceito dos demais meios de produção para remunerar a terra, ou seja, considerar um “custo de reposição” haja vista que a fazenda em si não sofrerá depreciação como uma máquina. Entretanto, também não podemos deixar de considerar qualquer coisa, afinal de contas, trata-se do principal ativo do produtor rural.
Geralmente são milhões de reais de patrimônio dedicados ao empreendimento agropecuário que, se não nos dedicássemos a essa atividade, das duas, uma: ou o produtor arrendaria a propriedade e receberia um confortável valor anual de arrendamento sem correr grandes riscos ou venderia a propriedade e, assim, poderia aplicar os recursos em um produto financeiro de baixo risco para, da mesma forma, receber seus confortáveis rendimentos.
Ou seja, essas outras opções são o que chamamos de “custo de oportunidade”, que nada mais é que o rendimento abdicado ao se tomar a decisão de empreender por meio da propriedade rural. Por mais que este valor seja teórico, precisamos considerá-lo como um custo de fato em nossas análises para averiguarmos de uma vez por todas se a atividade agropecuária, deduzida de todos os custos reais e de oportunidade, gera retorno. Caso constate-se que sim, pode-se afirmar que produzir é mais vantajoso economicamente que arrendar, por exemplo.
Pois bem, definido o custo de oportunidade, voltamos ao aspecto paradoxal do conceito. Não se trata apenas do fato deste custo ser teórico. A questão é que, como sabemos, a terra é um ativo valiosíssimo e, por conta disso, se calcularmos o custo de oportunidade pelo método mais conservador, que seria a hipótese de venda e aplicação financeira dos recursos obtidos, elevamos demasiadamente o custo de produção de forma que, no geral, grande parte das atividades agrícolas se inviabilizam.
Ou seja, pela ótica mais estrita do custo de oportunidade, muitos sistemas de produção, quando calcados na utilização de terras próprias, são teoricamente inviáveis. Entretanto, esta análise não considerada uma contrapartida oculta, o potencial de valorização da terra. Sendo este último aspecto imprevisível, está dado o paradoxo que cabe somente ao agricultor avaliar e definir sua estratégia como empreendedor.
A importância de se utilizar uma metodologia
Quem vive da agropecuária sabe muito bem que este é um setor notável pelo elevado grau de risco. Como muitos dizem, por se tratar de uma “fábrica a céu aberto”, trabalhar com agricultura, pecuária e outros empreendimentos rurais é estar sujeito à inúmeras variáveis não controláveis, como o clima, o ataque de pragas, incêndios etc.
Além disso, por estar inserido, no geral, no mercado de commodities, tanto no aspecto da comercialização dos produtos quanto na aquisição dos insumos, o produtor está exposto a toda espécie de sazonalidades e volatilidades de preços, o que afeta diretamente o resultado da sua atividade.
Por conta disso, o produtor tem em mãos ferramentas de gestão de risco como o hedge, que podem proporcioná-lo maior previsibilidade e linearidade nos lucros. Entretanto, mesmo adotando as melhores práticas de gestão, sabemos que cada segmento do setor invariavelmente oscila entre anos de bonança e tormenta.
Sendo assim, a tomada de decisão sobre a continuidade do negócio, além de precisar ser calcada em informações financeiras sólidas, deve ser analisada de maneira plurianual. Ou seja, é mais importante olharmos para o histórico acumulado ponderado de custos e receitas que olhar para um ano isoladamente.
Enfim, seguir uma metodologia padronizada para apuração dos custos de produção nos permitirá olhar para o resultado de diversos anos conjuntamente, comparar os anos entre si e inclusive comparar nossos resultados com os benchmarks de mercado, desde que utilizemos o mesmo método.
Isso permite que o acompanhamento de custo de produção não nos dê simplesmente uma única resposta: “estou tendo lucro?”, mas gere insights sobre os ofensores do custo, por exemplo, nos permitindo criar planos de ação para reverter um possível resultado indesejado no negócio.
As metodologias disponíveis para cálculo de custos de produção agrícola
É claro que existem diversas instituições, metodologias e publicações que tratam do custo de produção agrícola. Dentro do contexto de segmentos e regiões específicas pode-se encontrar instituições locais, como associações e cooperativas de produtores, que desenvolvem trabalhos dessa natureza. Ao mesmo tempo, pode-se encontrar artigos acadêmicos que pontualmente estudam algum aspecto do custo de produção agrícola nacional.
Entretanto, existem duas instituições no Brasil que se dedicam à pesquisa ampla deste tema, abordando diversos tipos de produção agropecuária e localidades, além de terem um histórico longo de resultados, sendo elas: a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio do Projeto Campo Futuro, e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
A seguir vamos detalhar brevemente a metodologia adotada por cada uma destas instituições destacando as vantagens e desvantagens de cada uma sob a ótica de um produtor rural ou profissional da área que queira aprofundar o estudo do custo de produção de um empreendimento agropecuário.
1. Metodologia da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) – Projeto Campo Futuro
O Projeto Campo Futuro, desenvolvido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) desde 2003, é uma iniciativa que levanta e analisa custos de produção em diversas cadeias produtivas do agronegócio brasileiro.
A iniciativa conta com a parceria de diversas instituições renomadas de ensino e pesquisa, dentre elas: Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA/ESALQ/USP), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de Lavras (UFLA), entre outras.
O projeto realiza Painéis de Levantamento de Custos, onde produtores, técnicos e especialistas discutem a realidade do setor agropecuário em diferentes regiões do país.
A partir dos dados levantados a CNA e as instituições parceiras desenvolvem publicações técnicas que auxiliam os produtores na tomada de decisão e gestão de risco e, além disso, munem a Confederação de informações para condução do seu papel institucional de suporte à formulação de políticas públicas voltas à agricultura e pecuária.
Descrição da metodologia do CNA
O Projeto Campo Futuro adota a metodologia de cálculo descrita por Matsunaga et al. (1976), que decompõem o custo de produção em duas visões: o Custo Operacional Efetivo (COE) e o Custo Operacional Total (COT). Além disso, o projeto ampliou o método para contemplação do Custo Total (CT).
O Custo Operacional Efetivo (COE) compreende todos os custos efetivamente desembolsados em um ano agrícola, envolvendo todos os componentes de custos gerados pela relação entre os coeficientes técnicos (quantidade utilizada) e os seus preços. Também se enquadram os custos administrativos e os custos financeiros do capital de giro. Os componentes do COE são renovados a cada ciclo produtivo.
Já o Custo Operacional Total (COT) soma ao COE as depreciações de máquinas, implementos, benfeitorias e rebanhos, além da remuneração do responsável pelo gerenciamento da atividade, o pró-labore. O COT tem papel essencial na avaliação da capacidade do produtor em manter seus ativos produtivos no longo prazo, garantindo a reposição dos meios de produção.
O Custo Total (CT), por sua vez, soma ao COT o custo de oportunidade da terra e do capital investido. Esse custo reflete o rendimento que poderia ser obtido caso esses ativos fossem aplicados em alternativas financeiras ou alugados, permitindo ao produtor comparar se sua atividade agropecuária está gerando retorno superior a essas opções.
Entretanto, vale destacar que a metodologia restringe o cálculo do custo de oportunidade ao seguinte:
- para cálculo do custo de oportunidade sobre os bens de capital adota-se a taxa de juros fixa de 6% sobre o capital médio investido em máquinas, implementos, benfeitorias, lavouras e forrageiras perenes, e o valor de rebanhos (matrizes e reprodutores) e
- para o custo de oportunidade da terra adota-se o valor de arrendamento médio na região.
Sendo assim, a metodologia pode ser resumida conforme a Figura 1 a seguir:

Fonte: Projeto Campo Futuro CNA.
Como se pode observar, a Figura 1 também apresenta a Receita Bruta (RB), que corresponde ao valor obtido com a venda de todos os produtos resultantes do processo de produção durante um ciclo produtivo. Para determinar a atratividade da atividade produtiva, portanto, é necessário comparar a RB com o custo de produção.
Para mensurar a viabilidade econômica do negócio, são analisados três principais indicadores:
- A Margem Bruta (MB) resulta da diferença entre a Receita Bruta (RB) e o COE, mostrando se a atividade cobre ao menos seus custos operacionais;
- A Margem Líquida (ML), por sua vez, é obtida ao subtrair o COT da RB, indicando se há saldo positivo para a reposição dos bens produtivos e manutenção do empreendimento no médio e longo prazo;
- Por fim, o Lucro (L) é calculado a partir da diferença entre a RB e o CT. Se positivo, demonstra que a atividade agropecuária gera maior retorno que investimentos alternativos. Caso contrário, pode indicar um processo de descapitalização, levando o produtor a reavaliar sua estratégia de produção.
A metodologia do Projeto Campo Futuro, portanto, não apenas permite avaliar a sustentabilidade financeira da agropecuária, mas também auxilia na tomada de decisão do produtor, fornecendo informações estratégicas para ajustes na gestão e melhoria da rentabilidade do negócio.
Vantagens e desvantagens
A principal vantagem da metodologia do Projeto Campo Futuro é sua intuitividade, permitindo uma compreensão clara da situação financeira do negócio no período analisado ao se observar o resultado dos indicadores: Margem Bruta, Margem Líquida e Lucro.
Por outro lado, uma limitação desse método é que a CNA não divulga detalhadamente os critérios adotados nos cálculos. Essa falta de transparência pode dificultar a replicação exata da metodologia para adoção dos resultados divulgados pelo Projeto Campo Futuro como benckmark.
2. Metodologia da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)
A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) é uma empresa pública vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) que tem como principal função a gestão de políticas agrícolas e de abastecimento no Brasil.
Suas atividades incluem o monitoramento da safra, previsão de estoques, regulação do mercado de produtos agrícolas e execução de programas governamentais voltados à segurança alimentar e apoio ao setor agropecuário.
A CONAB desempenha um papel essencial na formulação de políticas públicas, fornecendo informações estratégicas sobre a produção, comercialização e custos da atividade agropecuária. No que se refere ao levantamento do custo de produção agrícola, a CONAB realiza estudos periódicos em diversas regiões do país, considerando diferentes culturas e sistemas produtivos, e, assim como a CNA pelo Projeto Campo Futuro, adota o modelo de Painéis de Levantamento de Custos para obtenção de informações.
Descrição da metodologia CONAB
A Conab adota uma metodologia própria para cálculo do custo de produção agrícola que o decompõem em três visões: o Custo Variável (CV) o Custo Operacional Total (CO) e o Custo Total (CT), conforme esquema apresentado na Figura 2 abaixo:

O Custo Variável (CV) abrange todos os componentes que estão diretamente relacionados ao processo produtivo e que só ocorrem se houver produção. Ele inclui:
- gastos com insumos agrícolas, como sementes, fertilizantes e defensivos,
- custos com máquinas e mão de obra,
- custos com as operações de cultivo e colheita,
- Despesas com armazenagem e transporte,
- Gastos com seguro agrícola,
- Despesas com assistência técnica,
- encargos financeiros, como juros sobre o custeio.
Todos esses custos são mensuráveis diretamente, pois seus valores são determinados pelos preços de mercado, tornando-os essenciais para a continuidade da atividade no curto prazo.
O Custo Operacional (CO) compreende todos os itens do custo variável acrescidos de uma parcela dos custos fixos diretamente ligados à produção. Ele inclui representa um indicador importante para avaliar a viabilidade econômica no médio prazo e inclui despesas recorrentes da atividade agrícola como:
- depreciação de benfeitorias e instalações;
- depreciação de máquinas e implementos;
- manutenções periódicas de benfeitorias e instalações;
- arrendamentos;
- seguros.
Esse conceito permite uma análise mais realista da sustentabilidade da produção, pois leva em conta tanto os gastos necessários para manter a atividade funcionando quanto parte dos custos fixos que impactam a produção.
O Custo Total (CT) é a soma do custo operacional com a remuneração dos fatores de produção, que se dividem entre as terras e os demais investimentos em capital fixo, ou seja, o capital investido em bens como benfeitorias, máquinas, implementos, conjuntos de irrigação, animais de serviço, e sobre o capital imobilizado nas etapas de implantação e formação de culturas permanentes.
Esta última métrica de custo reflete o valor necessário para cobrir todas as despesas associadas à atividade agrícola, incluindo o retorno sobre o investimento realizado pelo produtor. Assim, ele permite uma visão mais completa da sustentabilidade econômica da produção no longo prazo.
Aqui destaca-se que a metodologia da Conab restringe o cálculo de renda dos fatores de produção ao seguinte:
- para cálculo da remuneração esperada sobre o capital fixo adota-se a taxa de rendimento da poupança sobre o capital médio investido em benfeitorias, máquinas, implementos, conjuntos de irrigação, animais de serviço e sobre o capital imobilizado nas etapas de implantação e formação de culturas permanentes e
- para cálculo da remuneração esperada sobre a terra adota-se metade da taxa de rendimento da poupança sobre o valor da terra nua somente sobre a parcela de terras próprias do sistema produtivo.
Na Figura 3 pode-se observar em detalhe a composição do custo de produção pelo método da Conab tomando como exemplo um levantamento divulgado para a cultura da cana-de-açúcar na região de Piracicaba no ano de 2023:

Vantagens e desvantagens
A metodologia da Conab se destaca pela transparência e detalhamento completo na forma como realiza os cálculos, conforme publicação da NORMA METODOLOGIA DO CUSTO DE PRODUÇÃO 30.302.
Além disso, a Conab disponibiliza um histórico amplo dos resultados apurados, permitindo que os usuários acompanhem as tendências e a evolução dos custos ao longo do tempo, o que facilita uma análise mais precisa e adoção de benchmark para auxílio na tomada de decisão.
Por outro lado, a desvantagem dessa metodologia é que ela não é tão intuitiva quanto a abordagem do Projeto Campo Futuro visto que segrega os custos entre fixo e variável ao invés do formato da CNA que se aproxima mais da lógica de “caixa” e “não caixa”, mais prática para o produtor rural.
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Conclusão
Em um setor tão dinâmico e volátil como o agropecuário, entender e calcular corretamente o custo de produção agrícola não é apenas uma tarefa de rotina, mas uma necessidade estratégica para garantir a longevidade e a rentabilidade do negócio.
A utilização de metodologias bem estruturadas, como as adotadas pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), oferece ao produtor uma visão clara de sua situação financeira, permitindo não apenas mensurar a viabilidade de sua atividade, mas também identificar pontos de melhoria e otimizar a gestão do risco.
Diante dos desafios inerentes ao setor, a implementação de uma abordagem sistemática e detalhada na apuração dos custos de produção é um passo crucial para que o produtor se mantenha competitivo, sustentável e preparado para enfrentar as flutuações do mercado e os riscos naturais da atividade agropecuária.
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Referências
CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL – CNA. Projetos e programas – Projeto Campo Futuro. Disponível em: https://www.cnabrasil.org.br/projetos-e-programas/campo-futuro. Acesso em: 30 de Mar. 2025
COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO – CONAB. NORMA METODOLOGIA DO CUSTO DE PRODUÇÃO 30.302. Disponível em: https://www.conab.gov.br/images/arquivos/normativos/30000_sistema_de_operacoes/30.302_Norma_Metodologia_de_Custo_de_Producao.pdf. Acesso em: 30 de Mar. 2025
COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO – CONAB. Planilhas de Custos de Produção. Disponível em: https://www.conab.gov.br/info-agro/custos-de-producao/planilhas-de-custo-de-producao. Acesso em: 30 de Mar. 2025.
Sobre o autor

Rafael Eckhardt Souza
Gerente de Território de Fornecedores de Cana - Raízen
- Especialista em Cana-de-açúcar (Agroadvance)
- MBA em Finanças (Saint Paul Escola de Negócios)
- Engenheiro Agrônomo (ESALQ/USP)
Como citar este artigo:
SOUZA, R.E. Custos de produção agrícola: como calcular os usando as metodologias da CONAB e da CNA (CEPEA)? Blog Agroadvance. 2025. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-custo-de-producao-agricola/. Data de acesso: xx Xxx 20xx.