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Cana energia: o que é e por que a cultura tem grande potencial para produção de E2G?

Cana energia: o que é, qual seu potencial de produção de biomassa, necessidade nutricional e porque ela é uma alternativa para o aumento do rendimento de bioenergia nas usinas que operam na produção de etanol de segunda geração (E2G).
  • Publicado em 19/04/2024
  • Beatriz Nastaro Boschiero
  • Cana-de-açúcar, Sustentabilidade
  • Publicado em 19/04/2024
  • Beatriz Nastaro Boschiero
  • Cana-de-açúcar, Sustentabilidade
  • Atualizado em 26/02/2025
cana energia
Sumário

A cana energia é uma cultura que apresenta grande capacidade de produção de biomassa para a geração de etanol de segunda geração (E2G). Com seu rápido crescimento e capacidade de produzir biomassa em larga escala, a cana energia tem despertado interesse como uma alternativa promissora à cana-de-açúcar utilizada tradicionalmente no Brasil para a produção de etanol.

Este interesse surge da necessidade de encontrar fontes de energia renováveis que contribuam para a redução do consumo de combustíveis fósseis e das emissões de gases de efeito estufa, impulsionando o desenvolvimento sustentável global.

Este artigo tem como objetivo explorar mais a fundo a cana energia, abordando suas origens e analisando algumas de suas características, desafios e oportunidades, além de explorar seu potencial de produção de biomassa e exigência nutricional da cultura.

Fique conosco e boa leitura!

O que é cana energia?

A cana energia, também conhecida como energy cane em inglês, é um híbrido de cana-de-açúcar desenvolvido especificamente para a produção de biomassa com o objetivo de gerar energia, apresentando maior rendimento, mais fibra e menos açúcares no caldo que as variedades de cana-de-açúcar.

De acordo com Bressiani (2017), as vantagens da cana energia são:  

  • Tem o potencial de produzir de 2 a 3 vezes mais biomassa do que a cana-de-açúcar;
  • Tem o potencial para alcançar mais de 10 colheitas em um único ciclo (2,0 vezes a cana-de-açúcar);
  • É mais resistente a pragas e doenças;
  • Apresenta alta composição celulósica (>70%);
  • Apresenta custos de produção mais competitivos em comparação com outras fontes de biomassa, como eucalipto, sorgo, cana-de-açúcar e outras gramíneas;
  • É adaptada a terras marginais, menos exigente em solo, água e nutrientes.

Qual a diferença entre cana-de-açúcar e cana energia?

A cana energia é um tipo de variedade de cana-de-açúcar resultante do retrocruzamento entre variedades comerciais de cana-de-açúcar e espécies ancestrais do gênero Saccharum, especialmente Saccharum spontaneum. Tal hibridização tem por finalidade aumentar o teor de fibra e de produção de biomassa das plantas, o que consequentemente acaba gerando menos açúcares no caldo.

cruzamento para obtenção de cana energia

Esse processo é diferente do melhoramento feito para cana-de-açúcar que onde se realizam cruzamentos intraespecíficos e interespecíficos visando obter variedades com maior teor de sacarose.

Um esquema comparativo entre o melhoramento genético da cana-de-açúcar tradicional e da cana energia é apresentado na Tabela 1.

Tabela 1. Esquema comparativo das principais diferenças entre o melhoramento da cana-de-açúcar e da cana energia

AspectoCana-de-açúcarCana energia
Objetivo do melhoramentoMaximizar o teor de açúcarMaximizar o rendimento de biomassa lignocelulósica
Principais característicasAlto teor de sacarose, média fibraAlta fibra, médio à baixo teor de sacarose
Seleção de genótiposFoco em alta produtividade de açúcarFoco em alta produção de biomassa e fibra
HibridizaçãoCruzamentos intraespecíficos e interespecíficosCruzamentos com espécies selvagens para maior fibra
Processo de seleçãoÊnfase na qualidade do açúcar e na produtividadeÊnfase no rendimento de biomassa e resistência a danos
DesafiosControle de doenças, alta necessidade nutricionalControle de doenças, aumento do rendimento de fibras
Aplicações potenciaisIndústria de alimentos e biocombustíveisProdução de biocombustíveis, eletricidade e produtos derivados de biomassa
Fonte: o autor, a partir de informações de Barbosa et al. 2020.

Um aspecto interessante da cana energia é que esses materiais podem ter uma maior produtividade em diferentes tipos de ambientes de produção, incluindo tanto as áreas mais restritivas quanto potenciais áreas para a expansão das culturas.

Estima-se que, dado o teor de açúcar por hectare de cerca de 11,5% e um teor de fibra mais elevado (cerca de 20%), a cana-energia pode produzir, em média, 50% mais matéria seca por hectare do que a cana-de-açúcar convencional.

Para que a cana energia pode ser utilizada?

Dada suas características, a cana energia foi projetada para atender:

  • A geração de etanol celulósico ou de segunda geração (E2G) – a partir de açúcares como celulose e hemicelulose mobilizados na biomassa,
  •  A geração de bioeletricidade -através da queima de resíduos enriquecidos com lignina.

Genótipos de cana energia no Brasil

A GranBio Investimentos S/A, Vignis S/A foi a empresas pioneiras no melhoramento da cana-energia no Brasil.

A GranBio iniciou, em 2012, o seu programa de melhoramento genético através da BioVertis. Em 2022, o projeto de cana energia da GranBio foi vendido para a NuSeed, do grupo australiano Nufarm, que hoje é responsável pelas cultivares de cana energia registradas no Brasil.

Atualmente a NuSeed possui o registro de 12 cultivares, denominadas de Vertix (1 a 12). Algumas fotos da cultivar Vertix 12 são apresentadas na Figura 1.

cana energia vertix 12
Figura 1. Fotos da cultivar de cana energia Vertix 12. Fotos: SNPC.

A cana-de-açúcar e a cana energia apresentam os mesmos ancestrais e são nomeadas como a mesma espécie (Saccharum spp.). Inclusive, no Sistema Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC), ambas são registradas como cana-de-açúcar.

Mas, tecnicamente falando, podemos fazer uma distinção entre elas, classificá-las como três tipos de cana: cana-de-açúcar tradicional, cana energia tipo I e cana energia tipo II (Tabela 2):

Tabela 2. Classificação da cana-de-açúcar e cana energia, de acordo com suas características

CaracterísticaCana-de-açúcarCana energia tipo ICana energia tipo II
Teor de água~75%~65%~60%
Teor de fibra12%13% a 17%> 30%
Teor de açúcar13%≤ 13%< 9%
UsoProdução de açúcar, etanol e eletricidadeProdução de etanol 2G e eletricidade.Geração de energia.
Fonte: Tew & Cobill (2018)

Desenvolvimento inicial das plantas de cana-de-açúcar e cana energia

Em trabalho avaliando o desenvolvimento inicial de plantas de cana-de-açúcar e cana energia, Abreu et al. (2020), encontraram três diferenças principais entre elas (Figura 2):

brotação da cana-de-açúcar e da cana energia
Figura 1. Diferença no padrão de germinação e formação de raízes e parte aérea 10 dias após brotação para cana energia (Vertix 7 e 8) e cana-de-açúcar (RB867515 e CTC4). Fonte: Abreu et al. (2020)
  • No processo de crescimento de raízes:

Na cana energia o crescimento da parte aérea precede o crescimento radicular, enquanto na cana-de-açúcar o crescimento radicular é prioritário – primeiro há o desenvolvimento da raiz e depois da parte aérea;

  • Na taxa de brotamento e desenvolvimento das plantas:

Após 10 dias, a cana energética demonstrou altura da parte aérea significativamente maior em comparação com a cana-de-açúcar.

O volume das raízes da cana energética superou o da cana-de-açúcar após 50 dias, indicando um desenvolvimento radicular rápido e vigoroso.

  • Nas características morfológicas do sistema radicular:

A cana energia exibiu homogeneidade na taxa de brotação dos diferentes entrenós, independentemente da idade, o que pode ser atribuído a uma vigorosa taxa de crescimento noturno.

Necessidade nutricional da cana energia

Alguns trabalhos sobre a exigência nutricional da cana energia mostraram que, ao contrário do que se imaginava, a demanda nutricional da cana energia pode ser maior do que a demanda nutricional da cana-de-açúcar, dependo da produção de biomassa go genótipo utilizado.

Um comparativo entre a exigência nutricional média de 2 variedades de cana-de-açúcar e de 26 genótipos de cana energia é apresentado na Figura 2.

O estudo em questão identificou que a necessidade nutricional dos genótipos de cana energia foi maior do que o da cana-de-açúcar, com aumentos médios de:

  • 0,4 kg de N por tonelada (ou Megagrama – Mg) de biomassa fresca,
  • 0,10 kg de P por Mg de biomassa fresca,
  • 1,08 kg de K por Mg de biomassa fresca,
  • 0,17 kg de Ca e Mg por Mg de biomassa fresca,

Esses aumentos podem ser ainda maiores, dependendo dos genótipos de cana energia considerados.

Figura 2. Visão geral do comparativo entre 2 variedades de cana-de-açúcar e 26 genótipos de cana energia para produção de biomassa, fibras, cinzas, sacarose, ATR e exigência nutricional. Fonte: Boschiero et al. (2023).

Não podemos deixar de considerar que, para a cana-de-açúcar, na maioria das vezes os ponteiros e palhadas permanecem no campo, permitindo a ciclagem de nutrientes, enquanto para a cana energia é feita a extração total da biomassa, e, portanto, tem-se maior remoção de nutrientes da área.

Desafios da produção da cana energia

Entre os desafios para a produção de cana energia estão:

  1. A alocação adequada do número de mudas por unidade de área: ideal de 5 a 7 toneladas de mudas por hectare.
  2. A colheita e transporte: A colheita de 150 toneladas ou mais de biomassa verde por hectare, reduz a velocidade de deslocamento da colhedora, aumentando as perdas e o desgaste de seus componentes, aliado ao fato de que a densidade de carga é muito baixa, aumentando consequentemente os custos de transporte para a unidade industrial.
  3. A floração: A floração é uma preocupação, pois gera perdas significativas de açúcar (formação de isoporização) e restringe o crescimento vegetativo, o que pode afetar negativamente a acumulação de biomassa, especialmente na região Centro-Sul, onde as condições climáticas têm sido favoráveis (como secas prolongadas alinhadas com o fotoperíodo). O manejo químico aplicado à cana-de-açúcar convencional para inibir a floração é uma opção, mas testes de resposta ainda precisam ser conduzidos.
  4. Resistência a pragas e doenças: A resistência ao carvão (Sporisorium scitamineum) e a tolerância ao estágio larval da broca-da-cana-de-açúcar (Diatraea saccharalis) são indicadas como foco de atenção nos programas de melhoramento genético.

Conclusões

Devido a sua grande capacidade de produção de biomassa e fibras. a cana energia é uma alternativa interessante de fonte de energia renovável, especialmente no contexto da produção de etanol de segunda geração (E2G).

Com sua capacidade aprimorada de produzir biomassa em larga escala, resistência a pragas e doenças, e adaptação a diferentes condições de solo, água e nutrientes, a cana energia se destaca como uma opção viável no desenvolvimento sustentável.

Sua distinção genética e características específicas, como maior teor de fibra e menor teor de açúcar, a colocam em posição privilegiada para atender às demandas da produção de biocombustíveis e bioeletricidade.

No entanto, é crucial reconhecer os desafios associados à sua implementação, incluindo a exigência nutricional ampliada em comparação com a cana-de-açúcar convencional e a necessidade de práticas de manejo que garantam a sustentabilidade do solo e a ciclagem eficiente de nutrientes.

Assim, ao explorar o potencial da cana energia, é essencial adotar abordagens integradas que considerem não apenas sua produtividade e eficiência, mas também os impactos ambientais e sociais ao longo de toda a cadeia de produção. Ao fazê-lo, podemos vislumbrar um futuro mais sustentável e resiliente, impulsionado pela energia limpa e renovável da cana energia.

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Referências

ABREU, L.G.F.; GRASSE, M.C.B.; CARVALHO, L.M.; SILVA, J.J.B.; OLIVEIRA, J.V.C.; BRESSIANI, J.A.; PEREIRA, G.A.G. Energy cane vs sugarcane: watching the race in plant development. Industrial Crops & Research, v. 156, 112868, 2020. DOI: 10.1016/j.indcrop.2020.112868.

BARBOSA, G.V.S.; SANTOS, J.M.; DINIZ, C.A.; CURSI, D.E.; HOFFMANN, H.P. Energy cane branding. In: SANTOS, F. RABELO, S.C.; EICHLER, P. (Eds). Sugarcane Biorefinery, Technology and Perspectives. Academic Press. 2020. pp. 103-116.

BOSCHIERO, B.N., CASTRO, S.G.Q., ROCHA, A.E.Q., FRANCO, H.C.J., CARVALHO, J.L.N., SORIANO, H.L., SANTOS, J.A., BRESSIANI, J.A., KOLLN, O.T. Biomass production and nutriente removal of energy cane genotypes in Northeastern Brazil. Crop Science, v. 59, p. 379–391. 2019.DOI: 10.2135/cropsci2018.07.0458..

BOSCHIERO, B.N.; CASTRO, S.G.Q.; CRUZ, L.P.; CARVALHO, J.L.; SILVA, S.R.; BRESSIANI, J.A.; KÖLLN, O.T. Biomass yield, nutrient removal, and chemical composition of energy cane genotypes in Southeast Brazil. Industrial Crops & Products. V. 191, 115993, 2023. DOI: 10.106/j.indcrop.2022.115993.

GRASSI, M.C.B.; PEREIRA, G.A.G. Energy-cane and RenovaBio: Brazilian vectors to boost the development of Biofuels. Industrial Crops & Products. V. 129, p. 201-205, 2019. DOI: 10.1016/j.indcrop.2018.12.006.

Tew, T.L., Cobill, R.M., 2008. Genetic improvement of sugarcane (Saccharum spp.) as an energy crop. In: Vermerris, W. (Ed.), Genetic Improvement of Bioenergy Crops. Springer, New York, pp. 249272

SOUZA, S.C.D.; BRESSIANI, J.A. Cana-energia transgênica: rusticidade e produtividade com alta tecnologia. Disponível em: https://sucroenergetico.revistaopinioes.com.br/pt-br/revista/detalhes/5-cana-energia-transgenica-rusticidade-e-produtivi/. Acesso: 19 de Mar. 2024.

SNPC (SISTEMA NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES). Disponível em: https://sistemas.agricultura.gov.br/snpc/cultivarweb/cultivares_registradas.php/. Acesso em: 19 mar. 2024.

Sobre a autora:

Beatriz Nastaro Boschiero

Especialista em Conteúdo na Agroadvance

  • Pós-doutora pelo CTBE/CNPEM e CENA/USP
  • Mestra e Doutora em Solos e Nutrição de Plantas (ESALQ/USP)
  • Engenheira Agrônoma (UNESP/Botucatu)
  • beatriz.nastaro@agroadvance.com.br
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