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Commodities agrícolas: o que são, mercado e como estar preparado para as oscilações de preço?

Entenda quais critérios para enquadrar soja, milho, café, algodão, açúcar e carnes como commodities agrícolas, como funciona o mercado de commodities e como é possível estar preparado para as oscilações de preço.
  • Publicado em 28/06/2024
  • Beatriz Nastaro Boschiero
  • Agronegócio, Gestão Agrícola
  • Publicado em 28/06/2024
  • Beatriz Nastaro Boschiero
  • Agronegócio, Gestão Agrícola
  • Atualizado em 13/09/2024
Sumário

O Brasil consolidou-se como um dos maiores produtores e exportadores de commodities agrícolas, destacando-se no cenário global. De acordo com levantamento do banco BTG Pactual, o nosso país é atualmente o maior exportador mundial de soja (56% das exportações totais), milho (31%), café (27%), açúcar (44%), suco de laranja (76%), carne bovina (24%) e carne de frango (33%). Além disso, o Brasil é vice-líder nas vendas de etanol e algodão.

A crescente importância desses produtos na pauta de exportações brasileiras exige uma compreensão aprofundada do mercado internacional e das dinâmicas que influenciam as cotações dessas commodities.

As oscilações nos preços internacionais têm um impacto direto na renda dos agricultores brasileiros. Quando os preços globais mudam abruptamente, a estabilidade financeira dos produtores é afetada, alterando sua capacidade de honrar compromissos financeiros, como dívidas e investimentos em maquinário e insumos. Essas variações podem levar a mais pedidos de renegociação de dívidas junto ao Governo Federal, impactando também os bancos que operam as linhas de crédito e programas de financiamento agrícola.

Dada a complexidade e a volatilidade do mercado de commodities agrícolas, é vital que os produtores brasileiros acompanhem de perto as tendências e desenvolvam estratégias para se protegerem contra as oscilações de preço.

A compreensão dos fatores que influenciam esses preços, aliada a práticas de gestão de risco, pode ajudar os agricultores a manterem a estabilidade financeira e a sustentabilidade de seus negócios.

Neste artigo, exploraremos o que define uma commodity agrícola, como funciona o mercado dessas commodities, os principais fatores que influenciam seus preços e estratégias para estar preparado para as oscilações do mercado.

Boa leitura!

Entendendo o que é commoditie

O termo commodities é de origem inglesa e significa mercadorias. Para as mercadorias serem definidas como commodities, elas não podem sofrer alterações na sua origem, logo são comercializadas na sua forma de matérias-primas e em larga escala.

De acordo com Batalha (2012), para que uma mercadoria possa ser qualificada como commoditie é necessário que ela atenda a pelo menos três requisitos mínimos:

  • padronização de um contexto no comércio internacional,
  • possibilidade de entrega nas datas acordadas entre comprador e vendedor e
  • possibilidade de armazenagem ou de venda de unidades padronizadas.

Além disso, tanto a oferta como a demanda são inelásticas no curto prazo, tendo, ainda, outras características como o fluxo livre, negociadas pelo preço de equilíbrio, isto significa que o preço é estabelecido através das condições simultâneas da oferta e demanda do produto.

As commodities também apresentam grande capacidade de conservação, podendo ser armazenadas por um específico intervalo de tempo sem perder a sua qualidade.

Elas são divididas em quatro tipos;

  • Commodities agrícolas: açúcar, arroz, feijão, suco de laranja, óleo e farinha de soja, trigo, café, milho, borracha, carne bovina e suína, algodão;
  • Commodities ambientais: energia natural, água, madeira e créditos de carbono;
  • Commodities financeiras: títulos públicos emitidos pelos Governos Federais e moedas negociadas no mercado;
  • Commodities minerais: ouro, petróleo, etanol, gás natural, minério de ferro, níquel, alumínio, prata, zinco e cobre

Ao longo dos anos, as commodities foram se tornando importantes para as economias do mundo, principalmente para a brasileira.

O Brasil é, hoje, um dos principais produtores e exportadores de commodities no planeta, principalmente as agrícolas (café, açúcar, soja e milho) e as minerais (minério de ferro, alumínio e petróleo).

A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) indica que as commodities representam cerca de 65% do valor total das exportações brasileiras.

O que são commodities agrícolas?

Commodities agrícolas são produtos primários provenientes da agricultura e pecuária, que possuem baixo teor de industrialização, sendo comercializados “in natura”.  Exemplos incluem grãos como soja e milho, café, algodão, açúcar e carnes. Estes produtos são negociados em bolsas de valores e seus preços são determinados por fatores globais de oferta e demanda.

No caso das commodities, não faz diferença para o mercado onde elas são produzidas, uma vez que elas são padronizadas.

Um produtor de commodities, como soja e café, por exemplo, que exporta sua produção, não tem nenhum poder de influência nos preços das suas mercadorias, uma vez que eles são determinados por fatores globais.

Características das commodities agrícolas:

  1. Padronização: As commodities agrícolas são padronizadas, ou seja, são iguais independentemente do local de produção. Um grão de soja produzido no Brasil tem as mesmas características de um grão produzido nos Estados Unidos.
  2. Produção em Grande Volume: Esses produtos são produzidos em grande escala, o que facilita sua comercialização em grandes quantidades.
  3. Origem Primária: São produtos de origem primária, utilizados como matéria-prima para outros produtos, como o óleo de soja e o etanol de milho.
  4. Não Industrializados: Possuem baixo grau de industrialização, mantendo características naturais.
  5. Natureza cíclica: essas mercadorias são influenciadas por diversos aspectos como fatores climáticos, mercadológicos e conjunturais. Essa característica provoca o principal problema que é a volatilidade dos preços, onde, esse impasse gera incerteza na renda dos seus participantes, como agricultores, exportadores e agroindustrial.

Principais Commodities Agrícolas Brasileiras

O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de commodities agrícolas do mundo. Entre as principais commodities agrícolas brasileiras, destacam-se:

  • Soja: Principal produto do agronegócio brasileiro, com grande demanda na China.
  • Milho: Utilizado para produção de ração animal, etanol e alimentos.
  • Café: O Brasil é o maior produtor e exportador mundial.
  • Açúcar: Historicamente relevante e utilizado em diversos setores, desde alimentos até biocombustíveis.
  • Algodão: Importante para a indústria têxtil mundial.
  • Carnes: Inclui carne bovina, suína e de frango, com grande exportação para diversos países.

Como Funciona o Mercado de Commodities Agrícolas?

O mercado de commodities agrícolas envolve a negociação desses produtos em mercados físicos e futuros, onde são comprados e vendidos com base em contratos padronizados. Os preços são definidos pela oferta e demanda global, com as negociações ocorrendo em bolsas de mercadorias.

As commodities são comercializadas em três tipos de mercados:

  1. Mercados futuros, que envolvem contratos de longo prazo negociados nas bolsas de mercadorias;
  2. Mercado de balcão, representado por acordo de vendas e compras dos ativos pelo preço e data estabelecida;
  3. Mercado à vista, que visa a entrega física do produto no curto prazo ou são realizados com base nas cotações vigentes desse mercado.

Existem várias bolsas de negociação de commodities em todo o mundo. Entre as principais em transacionar commodities agrícolas tem-se:

  • CBOT/CME (Chicago Board of Trade/Chicago Mercantile Exchange) em Chicago.
  • NYBOT/ICE (New York Board of Trade/Intercontinental Exchange) em Nova York.
  • BM&F BOVESPA (Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros de São Paulo) no Brasil.
  • KCBT (Kansas City Board of Trade) no Kansas.
  • LME (London Metal Exchange) em Londres.

No Brasil, as commodities agrícolas são negociadas na B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) por meio de contratos no mercado futuro. Além disso, há negociações no mercado físico e de balcão, onde os produtos são vendidos diretamente entre produtores e compradores.

O Que Influencia o Preço das Commodities Agrícolas?

Vários fatores que influenciam a precificação das commodities agrícolas, dentre os quais destacam-se a oferta e a demanda (Figura 1). Outros fatores que afetam essas variáveis, incluem:

  • Condições Climáticas: Secas, inundações e outros eventos climáticos podem afetar a produção e, consequentemente, os preços.
  • Políticas Governamentais: Subsídios, tarifas e regulamentos podem impactar os preços das commodities.
  • Demanda Global: A demanda por alimentos e matérias-primas pode variar, influenciando os preços.
  • Taxas de Câmbio: A variação no valor das moedas pode afetar os preços internacionais das commodities.
  • Eventos Geopolíticos: Conflitos e mudanças políticas podem impactar o comércio global e os preços.

Fatores que afetam o preço das commodities agrícolas
Figura 1. Fatores influenciadores dos preços das commodities.
Fonte: Casagrande e Menezes (2022).

Fatores que influenciam o preço da soja, milho, café e boi gordo

Em estudo que analisou quais variáveis influenciam o processo de precificação das commodities agrícolas soja, milho, café e boi gordo (Figura 2), Menezes (2015), concluiu que:

  • Para a soja e o milho, os principais fatores que influenciam a precificação são: o efeito China, os custos de produção (ligados aos preços do petróleo e etanol), os fatores climáticos e o uso de derivativos, como, por exemplo, contratos futuros.
  • Para o café e o boi gordo, os principais resultados obtidos destacam que os derivativos têm mais significância na precificação destas commodities agrícolas, seguidas das variáveis efeito China e custos de produção.

variáveis ou fatores que afetam a formação do preços das commodities soja, milho, café e boi gordo.
Figura 2. Relação das variáveis que influenciam o preço da soja, milho, café e boi gordo.
Fonte: Menezes (2015).


Produtos como soja, milho, café e boi gordo têm seus preços influenciados por diversos fatores econômicos, climáticos e financeiros. A volatilidade dos preços spot (à vista) e futuros é afetada por essas variáveis, que impactam a oferta e a demanda.

Os principais fatores incluem o crescimento econômico e populacional de países emergentes, conhecido como Efeito China, que aumenta a demanda global por commodities primárias. Fatores climáticos também desempenham um papel significativo, afetando a produção e, consequentemente, a oferta desses produtos. A utilização de derivativos influencia a relação entre os preços spot e futuros.

Além disso, os preços dos combustíveis e biocombustíveis impactam diretamente os custos de produção agrícola. Grande parte dos custos de produção da soja, café, milho e boi gordo está relacionada ao transporte e ao uso de combustíveis. A logística precária no Brasil agrava essa situação, aumentando os preços das commodities agrícolas.

No caso específico do milho, a política de utilização do grão para a produção de etanol nos Estados Unidos (e mais recentemente também no Brasil) é uma variável crucial na determinação dos preços.

O boi gordo, por sua vez, tem seu preço influenciado pelos preços da soja e do milho, já que a alimentação dos animais baseia-se nesses grãos. Portanto, um aumento nos preços dos grãos eleva os custos de produção e, consequentemente, os preços do boi gordo.

Na Figura 3 se encontram os preços históricos de soja, milho e café. De acordo com Casagrande e Menezes (2022), a  soja  e  milho  seguem  uma configuração  similar nos preços históricos,  visto  que  compartilham  de  finalidades  semelhantes, como   extração   de   óleo   vegetal   e   a   incorporação   de   seus   farelos   na alimentação   animal.  

O   café   arábica   não   acompanha   os   movimentos oscilatórios  dos  outros  grãos  analisados,  mas  percebe-se  que  todas  as commodities do  estudo  têm  seus  valores  máximos  nas  safras  de  2021.  Esta tendência   expressiva   e   recente   de   alta   nos   preços   tem   influência principalmente  da  pandemia  de  COVID-19  e  seus  reflexos  nos  mercados financeiros, nas taxas de câmbio, atrasos em logísticas, e níveis de oferta e demanda internacional.

preços históricos de commodities agrícolas soja, milho e café arábica
Figura 1. Séries históricas referentes aos preços reais da soja, do milho e do café arábica. Fonte: Casagrande e Menezes, 2022.

Como estar preparado para as oscilações nos preços das commodities?

Dada a complexidade e a interdependência de todos os fatores que influenciam na formação de preço das commodities é essencial que os produtores e stakeholders do setor agrícola acompanhem de perto essas variáveis para formular estratégias que minimizem os impactos das oscilações de preço, garantindo assim uma maior estabilidade financeira e a capacidade de cumprir compromissos financeiros.

A seguir vamos listar 7 estratégias para lidar com as oscilações de preço das commodities agrícolas:

1. Hedge

Os produtores podem utilizar contratos futuros para travar os preços de venda das suas commodities. Isso permite que eles garantam um preço fixo para a venda futura, protegendo-se contra quedas bruscas nos preços de mercado.

A compra de opções de venda (put options) pode ser uma forma de hedge, oferecendo o direito de vender a commodity a um preço específico, funcionando como um seguro contra a queda dos preços.

2. Diversificação da Produção

Diversificar a produção agrícola pode reduzir o risco de dependência de uma única commodity. Produtores que plantam diferentes tipos de culturas podem equilibrar perdas em uma commodity com ganhos em outra.

3. Gestão de Custos

Implementar práticas de eficiência e controle de custos na produção agrícola pode ajudar a manter a rentabilidade, mesmo quando os preços das commodities estão baixos. Isso inclui a otimização do uso de insumos, energia e recursos hídricos.

4. Acesso à Informação e Monitoramento de Mercado

Manter-se atualizado com informações de mercado, previsões climáticas e políticas governamentais é crucial para tomar decisões informadas. Utilizar ferramentas de análise de mercado e serviços de consultoria pode proporcionar insights valiosos.

5. Políticas de Armazenamento

Investir em infraestrutura de armazenamento permite que os produtores retenham suas commodities e esperem por condições de mercado mais favoráveis para a venda. Isso pode ser particularmente útil em momentos de preços baixos.

6. Parcerias e Cooperativas

Participar de cooperativas ou estabelecer parcerias com outros produtores pode oferecer vantagens econômicas e de negociação, além de compartilhar recursos e informações.

7. Seguro Agrícola

Contratar seguros agrícolas pode oferecer proteção contra perdas causadas por condições climáticas adversas, pragas e doenças, além de outros riscos que afetam a produção e os preços das commodities.

Adotar uma combinação dessas estratégias pode ajudar os produtores a mitigarem os riscos associados às oscilações dos preços das commodities agrícolas, garantindo uma maior estabilidade financeira e a capacidade de cumprir seus compromissos.

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Sobre a autora:

Beatriz Nastaro Boschiero

Especialista em Conteúdo na Agroadvance

  • Pós-doutora pelo CTBE/CNPEM e CENA/USP
  • Mestra e Doutora em Solos e Nutrição de Plantas (ESALQ/USP)
  • Engenheira Agrônoma (UNESP/Botucatu)
  • beatriz.nastaro@agroadvance.com.br
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Respostas de 2

  1. Jackson Prado disse:
    28/03/2026 às 19:27

    O cacau também é uma commodity, que tem grande importância ambiental e produz o chocolate, o alimento dos deuses.
    Uma pena você não ter citado.

    Responder
    1. Beatriz Nastaro Boschiero disse:
      30/03/2026 às 08:27

      Excelente observação Jackson. O cacau também é uma commodity agrícola relevante no mercado global.

      No entanto, dentro dos critérios apresentados no artigo, vale destacar que nem todas as commodities apresentam o mesmo nível de padronização. No caso do cacau, há uma diferenciação importante por qualidade e origem, o que o aproxima, em parte, de mercados mais especializados.

      Ainda assim, sua relevância econômica e ambiental é inegável, especialmente na cadeia produtiva do chocolate.

      Responder

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